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WorksheetsRevisão, questões objetivas II trimestre 6º Anos
Total questions: 16
Worksheet time: 12mins
Dizem que quando Deus estava criando o mundo, na hora de
fazer a onça, pediu auxílio para um determinado povo. Deus pediu que eles pintassem a
onça. Assim, um grupo começou a fazer círculos na onça, outro grupo fez círculos
fechados, outro fez traços e os outros restantes fizeram os três símbolos ao mesmo
tempo. Desde aquele dia, Deus disse que as marcas da onça seriam as marcas do seu
povo. Cada grupo ficaria com o símbolo que havia pintado na onça. Nas festas, o povo
deveria se pintar com o seu símbolo. Os casamentos seriam entre pessoas com marcas
diferentes”. Esse mito de criação pertence a que povo indígena.
Guarani.
Yanomamis.
Laklanõ Xokleng.
Tupiniquins.
Os rituais se conservam por meio de cerimônias assistidas pelas
comunidades religiosas. Essas cerimônias rituais validam o rito. Por exemplo: o casamento
é um rito de passagem, para ele ser validado é feito uma cerimônia ritual onde os noivos
são abençoados pelo sacerdote no momento em que é estabelecido o laço de
compromisso entre os noivos. Esse ritual é presenciado pelos familiares, que atestam e
testemunham a união. Às vezes há algum símbolo que marca essa passagem
Como a aliança de ouro colocada na mão direita (mão do coração) em nossa cultura
Como a aliança de ouro colocada na mão esquerda (mão do coração) em nossa cultura.
Como a pomba que significa o Espírito Santo
Com o óleo que unge o casal
O símbolo, linguagem originária e fundante da vivência
religiosa, emerge como possibilidade de comunicação com o inalcançável. (CROATTO,
2001). Os símbolos Kipá, Chauri, Flor de Lótus e Japamala pertencem,
respectivamente, ao:
Hinduísmo - Sikhismo – Taoísmo – Islamismo.
Judaísmo – Sikhismo - Hinduísmo – Budismo.
Budismo – Sikhismo – Cristianismo – Islamismo.
Budismo – Sikhismo – Cristianismo – Islamismo.
A religiosidade popular brasileira foi, desde o
período colonial, marcada por uma profunda relação com o calendário agrícola, que determinava a data dos festejos, pela grande intimidade com os santos de devoção e por ocorrer à revelia dos ritos canônicos da igreja, fato que se explica porque
os rituais religiosos aconteciam em estrita obediência à hierarquia da igreja.
os festejos eram comandados por leigos designados pela Santa Sé.
após a expulsão dos jesuítas, os rituais eram dirigidos pela própria comunidade.
em respeito à diversidade cultural, a igreja incorporou as danças aos festejos.
O rito é uma série de práticas celebrativas formado por um conjunto
de rituais, símbolos e espiritualidades que se repetem de forma invariável. Assim sendo, o conjunto de gestos, palavras e práticas que compõem uma cerimônia religiosa é denominado:
Sacramentais
Eucaristia
Ritual
Liturgia
“Havia muitos reis dragões – ou Lung Wang (Long
Wang) – que eram deuses dos rios, dos lagos e dos quatro oceanos. Os reis dragões
representavam sabedoria, força e bondade. Protetores dos barqueiros e aguadeiros,
consta que puniam todos os que desperdiçavam água. Também traziam as chuvas, e
oferendas eram feitas a eles durante os períodos de seca. Quando zangados, os Lung
Wang traziam nevoeiros e terremotos que danificavam as margens dos rios”. Esse mito
pertence à cultura:
Chinesa
Japonesa
indiana
Irlandesa
Existem muitas coisas sagradas para os povos indígenas: a terra em que nascem e enterram os seus mortos; os espíritos dos que se foram; as forças da natureza - comandadas por espíritos e deuses; os ritos
acompanhados com danças e cantos. A maioria dos ritos praticados pelas religiões indígenas são os de
Cura
Pedidos de Chuva
Passagem
expiação
A Fé Bahá’í é um credo religioso que surgiu na Pérsia. Chegou ao Brasil há
quase um século e, em pouco tempo, um crescente número de pessoas encontrou nela respostas aos seus anseios espirituais e sociais. As pessoas buscam, por meio dos ensinamentos dessa fé, a construção de uma sociedade espiritual e materialmente próspera. A Fé Baha’i é uma
religião monoteísta, que não tem rituais, culto, clero e dogmas.
crença agnóstica, que enfatiza a união espiritual de toda humanidade.
filosofia religiosa não teísta, baseada na ética e na solidariedade.
seita primitiva, cujos ensinamentos são transmitidos pelos clérigos.
“O gigante P‟na-Ku é o criador da espécie humana. Ele emergiu do ovo
cósmico que existia antes da criação do céu e da Terra. Quando o ovo se dividiu, o yin e
yang surgiram. Por 18.000 anos, ele trabalhou para preencher o espaço entre o Céu e a
Terra, que se separaram, e pôs o sol, a Lua, as estrelas e os planetas nas suas órbitas.
Quando morreu, seu corpo virou os elementos que formam a Terra”. Esse mito pertence à
mitologia:
Chinesa
Japonesa
Grega
Americana
No Purim, ao entardecer, faz-se uma refeição festiva para
celebrar a vitória sobre seus inimigos persas. Em Purim, deve-se estender caridade a, pelo
menos, duas pessoas pobres e a qualquer pessoa que peça donativo. É também
obrigatório enviar alimentos de presente a pelo menos um amigo. É costume que as
crianças, e às vezes também os adultos, vistam fantasias. Essa festa/ritual é celebrada no:
Islamismo
Judaísmo
Xintoísmo
Taoísmo
Os símbolos do cristianismo são usados pelos cristãos para lembrar que
o Senhor Deus é o princípio e o fim de todas as coisas. Quais os símbolos que normalmente são pintados ou gravados no círio pascal
Cruz e das letras alfa e ômega
Cruz e a estrela de Davi
Estrela de Davi e as letras alfa e ômega
Estrela de Davi e a água
Anualmente, os povos indígenas do Oiapoque se reúnem em grandes assembleias para debaterem seus direitos e valorizarem suas tradições em busca de melhorias na vida de suas comunidades. A festa do turé é um elemento muito importante quando falamos da cultura dos Povos Indígenas do Oiapoque. Por isso, desejamos que ela seja um pouco conhecida pelas pessoas. O turé é uma festa tradicional realizada para os Karuãna* amigos, como retribuição às curas que eles fazem através dos pajés. O grande turé é realizado no mês de outubro, quando a lua está cheia. É feito turé também como pequenas demonstrações em datas comemorativas, como o dia do índio (dezenove de abril) e o dia de Nossa Senhora (doze de outubro). A presença do pajé é fundamental para a realização do turé, pois é ele quem comanda tudo e é através de seus cantos que os Karuãna vão se apresentando."
TURÉ dos povos indígenas do Oiapoque. Rio de Janeiro/São Paulo: Museu do Índio, IEPÉ, 2009,
p. 09.
* Karuãna são os espíritos da natureza.
A partir da citação e do entendimento de arte indígena, conclui-se que:
O canto é muito valorizado pelos povos indígenas, devido ao papel que exerce nos
rituais e festas e pelo seu poder de cura.
Por serem assembleias deliberativas, essas reuniões não contemplam rituais ou
manifestações artísticas.
O canto faz parte de festividades ritualísticas, das quais se excluem a interação entre
os povos.
A sabedoria, o conhecimento e as percepções de mundo dos povos indígenas não
podem ser compartilhados por meio de seus cantos, devido à sua subjetividade.
O culto sincretizado aos orixás gêmeos, Ibeji e Erês (espíritos infantis), é
procedente da tradição yorubá e conservado no candomblé, na umbanda, no xangô, no batuque e em outras expressões religiosas afro-brasileiras. Representa também a devoção aos santos mártires
católicos
Sebastião e Estêvão.
Perpétua e Felicidade.
Inês e Bárbara.
Cosme e Damião.
A Península Arábica foi unificada por Maomé e seus
seguidores no século VII. O profeta propôs a criação de uma comunidade baseada na
adesão religiosa, a Umma. Nos séculos seguintes, tal comunidade se espalhou em direção
ao leste e ao oeste da península. Acerca da expansão do islamismo entre os séculos VII e
X, conclui-se que:
A unificação da Península Arábica foi dificultada pelas forças da dinastia Omíada, ali
estabelecida.
As tropas árabes eram bem preparadas e disciplinadas, contudo, seu avanço rumo ao
ocidente foi barrado pelas forças egípcias.
A conversão ao islamismo não era imposta aos povos conquistados, porém os que
aderissem à religião ganhavam benefícios sociais e econômicos, como isenção fiscal.
Os califados não possuíam frotas marítimas, o que inviabilizou a expansão islâmica pelo
Mediterrâneo.
Na mitologia yorubá, existe um deus supremo, criador de
todas as coisas. Após concluir a obra da criação, ordenou que Oxalá criasse o homem. Conclui-se que esse deus é.
Oxóssi.
Ogum.
Olorum
Oxumaré.
Alguns povos indígenas ainda preservam suas tradições
realizando a pesca com lanças, demonstrando uma notável habilidade. Para fisgar
um peixe em um lago com águas tranquilas o índio deve mirar abaixo da posição
em que enxerga o peixe.
Ele deve proceder dessa forma porque os raios de luz
refletidos pelo peixe não descrevem uma trajetória retilínea no interior da água.
emitidos pelos olhos do índio são espalhados pela superfície da água.
emitidos pelos olhos do índio desviam sua trajetória quando passam do ar para a água.
e refletidos pelo peixe desviam sua trajetória quando passam da água para o ar.
