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WorksheetsAVC e CEFALEIA
Total questions: 12
Worksheet time: 29mins
Paciente sexo feminino, 72 anos, hipertensa e diabética, deu entrada no prontosocorro comquadro de desvio de rima labial para direita e hemiparesia proporcionada à esquerda, que começou há 2horas da admissão. Os sinais vitais da entrada eram PA: 175 × 105 mmHg, FC: 82 bpm, FR: 14ipm, SatO₂: 95% em arambiente. Paciente realizou tomografia de crânio conforme imagemabaixo. O
diagnóstico provável e a melhor conduta:
Acidente vascular cerebral hemorrágico.
Craniectomia descompressiva.
Acidente vascular cerebral isquêmico. Trombólise
química, se não houver contraindicações.
Acidente vascular cerebral isquêmico.
Transferência para UTI e depois trombólisequímica.
Acidente vascular cerebral isquêmico.
Craniectomia descompressiva.
Acidente vascular cerebral hemorrágico.
Trombólise química, se não houvercontraindicações.
Paciente sexo feminino, 72 anos, hipertensa e diabética, deu entrada no prontosocorro
comquadro de desvio de rima labial para direita e hemiparesia
proporcionada à esquerda, que começou há 2horas da admissão. Os sinais vitais
da entrada eram PA: 175 × 105 mmHg, FC: 82 bpm, FR: 14ipm, SatO₂: 95% em ar
ambiente. Paciente realizou tomografia de crânio conforme imagem abaixo.
1)Quais fatores de risco para a principal
hipótese diagnóstica?
2)Vocês utilizariam alguma medicação
hipertensiva?
3)Qual exame de imagem tem maior
acurácia para essa patologia?
Mulher, 30 anos de idade, chega no PS gritando de dor e os gritos são tão altos que
você, médico escuta antes da pacietne entra na sala. Ela, então é atendida no PS,
referindo dor de cabeça intensa, às vezes excruciante, com localização periorbital,
associada a sintomas autonômicos ipsilaterais e agitação. Tal quadro alterna períodos
de dor intensa, que nunca passa com analgésicos comuns nem opióides, com repetição
frequente dos sintomas durante o dia e remissão completa por meses. Qual é o
diagnóstico mais provável e aconduta inicial, respectivamente?
Enxaqueca com aura/ indometacina.
Arterite temporal/ corticoide.
Cefaleia tensional anti-inflamatório / relaxante
muscular.
Cefaleia em salvas /inalação de oxigênio com
máscara facial 7-10 L/minuto.
Quais opções de tratamento para cefaleia em salvas?
Homem de 55 anos de idade é hipertenso, dislipidêmico e diabético. Está em uso de
hidroclorotiazida 25 mg 1 vez ao dia, enalapril 10 mg 2 vezes ao dia, sinvastatina 20 mg 1
vezao dia, metformina 850 mg 3 vezes ao dia. Foi levado por familiares ao pronto
socorro comqueixa de dificuldade para movimentar o hemicorpo direito há 2 horas e
dificuldade de secomunicar, emitindo palavras desconexas e dificuldade de
compreensão. À admissão,apresentava glicemia capilar de 80 mg/dL, PA 170 x 100
mmHg, FC 80 bpm, FR 12 ipm, SatO297% em ar ambiente. Ao exame neurológico, possui
pontuação em escala do NIHSS de 19,às custas de afasia global, hemiparesia direita,
hipoestesia direita, desvio do olhar conjugado para a esquerda e disartria grave. A TC
crânio sem contraste de admissão revela ASPECTS 10, sem outros achados relevantes.
Qual alternativa indica a conduta para o paciente?
Realizar angiotomografia arterial. Se houver oclusão proximal, o paciente deve realizartrombectomia
mecânica primária, sem necessidade de trombólise prévia
Iniciar trombólise com alteplase, em dose 0,9 mg/kg, e realizar craniectomiadescompressiva em razão
do NIHSS alto e provável evolução para edema cerebral grave naspróximas horas
Iniciar trombólise com alteplase, em dose 0,9 mg/kg, realizar angiotomografia arterialpara avaliar
possível indicação de trombectomia mecânica, após a trombólise
Realizar craniectomia descompressiva, em razão do NIHSS alto e provável evolução paraedema
cerebral grave nas próximas horas
QUAIS OS CRITÉRIOS DE ELEGIBILIDADE PARA TROMBECTOMIA MECÂNICA?
Paciente de 58 anos, hipertenso, diabético e dislipidêmico, é admitido na UTI 3
horas apóssurgimento de disartria. Avaliado na emergência, realizados
exames laboratoriais eTomografia Computadorizada de crânio sem evidência
de sangramento. Escore de AVC doNIH= 7. Ventilando em ar ambiente, PA 145 x
80 mmHg PR 100bpm FR 14 irpm SO2 96% Tax37ºC. Procedida a infusão de rtPA
venoso, conforme protocolo. Sobre a prescrição médica aser realizada pós
terapia de reperfusão no AVC isquêmico, assinale a alternativa ERRADA:
Controle da Pressão arterial, caso necessário, deverá ser feito com
nitroprussiato,esmolol, metoprolol ou enalapril intravenosos.
Manter acesso venoso periférico, sem punção venosa profunda ou arterial,
dieta, sondanasoenteral ou vesical nas 24h seguintes.
Verificar o escore do AVC do NIH a cada 6 horas nas primeiras 24h.
Iniciar profilaxia de TVP com heparina de baixo peso molecular 12 horas
após atrombólise.
Se houver qualquer suspeita de hemorragia intracraniana, suspender o rtPA
e solicitar TCde crânio com urgência, hemograma, TP, KTTP, plaquetas e
fibrinogênio.
Uma mulher obesa de 26 anos com hipertensão limítrofe apresenta piora de
quadro de cefaléia, que descreve como dor compressiva bifrontal e bioccipital
em faixa. Ocasionalmente, ela experimenta uma breve perda visual transitória
ou escurecimento, especialmente durante o esforço e pós decúbito, que dura
segundos, sem fotofobia ou fonofobia. Às vezes ela se mostra nauseada e com
vômitos quando a dor é severa, e relata que sua visão está ficando cada vez
mais turva. Afirma também está com visão dupla e escutar zumbidos pulsando.
Qual é o diagnóstico mais provável?
Enxaqueca
Cefalia persistente diária recente
Massa em fossa posterior
Cefaleia tensional
Hipertensão intracraniana idiopática
Paciente, 65 anos,admitida no pronto-socorro as 13:00 com relato de fraqueza
súbita em hemicorpo esquerdo iniciada as 07:00. Submetida a monitorização
multiparamétrica e oxigeneoterapia. Pressão arterial 190x100 mmHg,
Frequência cardíaca 90 bpm, Frequência respiratória 15 irpm, Glicemia capilar
50 mg/dl, temperatura 36 C Alerta com abertura ocular espontânea,
desorientada, responde a comandos. Determine a sequência de condutas
corretas a serem empregadas na situação em questão:
Correção de hipoglicemia/ correção da pressão arterial/ tomografia de crânio/ AAS + estatina se etiologia
isquêmica
Tomografia de crânio/ correção de hipoglicemia/ correção da pressão arterial/ trombólise
Correção de hipoglicemia/ coleta de exames/ tomografia de crânio/ AAS + estatina se etiologia isquêmica
AAS + estatina / correção de hipoglicemia/ coleta de exames/ tomografia de crânio
Tomografia de crânio/ coleta de exames/ trombólise/ AAS + estatina se etiologia isquêmica
Mulher, 18 anos, IMC 32, nega hipertensão e diabetes, vai a consulta médica no
Hospital Help , queixando-se de episódios de dores de cabeça diárias, que duram
o dia todo e já fazem mais de 3 meses. Refere que a dor é bilateral, e a impede
de fazer a caminhada que o médico recomendou para perda de peso. Também
queixa-se de episódio de náusea, fotofobia e fonofobia. Nos hábitos de vida, a
mesma afirma ter sono irregular, estressar-se facilmente, comer bastante
chocolate 70% cacau e gosta de um queijo danado.
1) QUAL A HD?
2) HÁBITOS DE VIDA INTERFEREM?
3)QUAL TTO VOCÊS PASSARIAM?
Paciente do sexo feminino, 83 anos, foi internada no Hospital das
Clínicas/UFMG relatando dor acentuada nos membros inferiores,
principalmente à extensão das coxas, no últimos sete meses. Há quatro meses apresentava dor ocular e perda seqüencial da visão em ambos os olhos, com intervalo de alguns dias. Queixava também de cefaléia, adinamia, perda de peso e, posteriormente, dor à movimentação da mandíbula e aparecimento de nódulos no couro cabeludo Os exames complementares demonstravam hemoglobina de 11,4 g%, hemácias de 4.500.000/mm3 , hematócrito de 36,1%, VCM de 79,4fl, HCM de 26,1 pg, VHS de 110 mm (1 hora), leucócitos 21.900/mm3 , plaquetas de 873.000/mm3 , glicemia: 112 mg/dl, SGOT: 63U/L, SGPT: 29U/L,
eletroforese de proteínas: albumina- 3,44 g%, α1- 0,27 g%, α2- 1,74 g%, β1- 0,98 g%, β2-0,80 g%, γ-1,87 g%; proteína C-reativa positiva: 12 mg/dl.
1) QUAL A PRINCIPAL HD?
2) QUAIS CRITÉRIOS UTILIZADOS PARA CONFIRMAÇÃO?
Paciente NCS, 39 anos, internada após cefaléia
nova, de início súbito há 2 meses, possuindo
caráter latejante, holocraniana e crescente, sem
fotofobia ou fonofobia, com episódios de náuseas e
vômitos, diplopia e tinitus bilateral. Apresentou piora
há 5 dias da admissão sendo trazida ao hospital após
1 episódio tônico-clônico generalizado (TCG).
Paciente relatava piora importante da dor em
posição ortostatica, com melhora importante
em decúbito. Paciente nulípara, sem
antecedentes patológicos e cirúrgicos prévios,
sem história de trauma recente, nega uso de
medicações.
1) QUAL A PRINCIPAL HD?
2) HÁ SINAIS DE ALARME NESSA PACIENTE
