WorksheetsHIS_7EFAF
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Em muitos reinos sudaneses, sobretudo entre os reis e as elites, o Islamismo foi bem recebido e conseguiu vários adeptos, tendo chegado à região da savana africana, provavelmente, antes do século XI, trazido pela família árabe-berbere dos Kunta.
[...] O islamismo possuía alguns preceitos atraentes e aceitáveis pelas concepções religiosas africanas, [...] associava as histórias sagradas às genealogias, acreditava na revelação divina, na existência de um criador e no destino. [...] O escritor árabe Ibn Batuta relatou, no século XIV, que o rei do Mali, numa manhã, comemorou a data islâmica do fim do Ramadã e, à tarde, presenciou um ritual da religião tradicional realizado por trovadores com máscaras de aves.
MATTOS, Regiane Augusto de. História e cultura afro-brasileira. São Paulo: Contexto, 2011.
Considerando o texto, é correto afirmar que:
o comércio transaariano contribuiu para que o Islamismo tivesse maior acesso à África.
o Islamismo xiita influenciou decisões políticas de diversos reinos africanos com o início do comércio transaariano.
com a Guerra da Reconquista na Península Ibérica e a expulsão dos árabes do território, os islâmicos passaram a atacar e a conquistar reinos africanos.
o desprezo pelos reinos africanos fez com que o comércio transaariano não durasse tanto tempo, levando ao mínimo contato entre Ásia e África.
A identidade negra não surge da tomada de consciência de uma diferença de pigmentação ou de uma diferença biológica entre populações negras e brancas e (ou) negras e amarelas. Ela resulta de um longo processo histórico que começa com o descobrimento, no século XV, do continente africano e de seus habitantes pelos navegadores portugueses, descobrimento esse que abriu o caminho às relações mercantilistas com a África, ao tráfico negreiro, à escravidão e, enfim, à colonização do continente africano e de seus povos.
MUNANGA, K. Algumas considerações sobre a diversidade e a identidade negra no Brasil. In: Diversidade na educação: reflexões e experiências. Brasília: SEMTEC/MEC, 2003. p. 37.
O contato entre europeus e africanos foi extremamente significativo para ambos os povos. Assim, é correto afirmar que:
a escravidão não era algo praticado pelos africanos e foi uma ideia levada aos reinos da África pelos europeus, baseados na prática do antigo Império Romano.
o processo de escravidão dos africanos ocorreu ao mesmo tempo em que os europeus passaram a colonizar o território no século XV.
antes mesmo da chegada dos europeus à África, o continente já vinha sendo colonizado e explorado pelos árabes, que tinham interesse nas riquezas de diversos reinos.
os europeus e os africanos passaram a ter contato direto a partir do processo expansionista daquele continente, já no início da Idade Moderna.
Sobre os reinos africanos, assinale a alternativa correta.
Com o contato entre europeus e africanos durante as Cruzadas, os reinos da África se tornaram cristãos entre os séculos XI e XV.
Os bantos eram grupos que tinham o mesmo sistema político, religioso, econômico, social e linguístico, além de dividirem o mesmo território.
O reino Songhay, com a capital Gao, contou com amplo desenvolvimento comercial e mercantil, tendo em seu território mercadores de diversas partes da África e da Ásia.
Os reinos africanos passaram a desenvolver o comércio a partir do contato com europeus, uma vez que antes se dedicavam às práticas agropecuárias e a maior parte era nômade.
No final do século XV, Portugal e Espanha foram os pioneiros no processo de expansão marítima europeia, conhecido como Grandes Navegações.
O principal motivo pelo qual esses reinos foram os pioneiros é:
o acúmulo de capital gerado pelo comércio entre os dois reinos e os muçulmanos.
o fato de os dois reinos terem passado por um processo precoce de centralização monárquica, fortalecendo os dois territórios.
o desenvolvimento industrial ligado à produção têxtil dos dois países, enriquecendo nobreza e burguesia.
o surgimento de um espírito aventureiro que veio após a Guerra dos Cem Anos, travada contra os muçulmanos.
Ao nos depararmos com mapas ou textos do período das Grandes Navegações, é comum encontrarmos relatos de monstros que não possuem olhos ou possuem braços a mais. Esses seres foram relatados na América, assim como na África e na Ásia, pelos europeus.
Esses relatos acontecem porque:
havia grande influência do Catolicismo, que considerava todo território não católico habitado por criaturas monstruosas.
havia embasamento científico para justificar a existência de tais monstros, o que levava navegadores europeus a tomar um cuidado maior no que diz respeito às navegações e ao contato com outros povos.
os cartógrafos contratados pelas coroas europeias foram instruídos a desenvolver tais mapas para que os europeus não saíssem de seus territórios e gerassem impostos ao reino ao qual pertencessem.
havia grande influência dos povos da Antiguidade, que registravam em seus mapas os mesmos monstros, e, como a Europa vivia um momento de Renascimento da Antiguidade, os monstros eram levados como verdadeiros.
Considerando as viagens de Pedro Álvares Cabral à América, é correto afirmar que:
foi custeada em partes por particulares e, em grande parte, pela Coroa Portuguesa, para estabelecer contato e comércio com os nativos americanos.
a expedição tinha como objetivo final estabelecer contato com os povos nativos e desenvolver um vínculo amigável com eles.
foi custeada pela Coroa Portuguesa para que não houvesse interesses de particulares envolvidos.
houve investimento da Igreja Católica para expandir sua fé e conferir legalidade à expansão.
Considerando a realidade das 13 colônias, assinale a alternativa que relaciona as duas colunas de maneira correta.
A-I; B-III; C-II.
A-II; B-I; C-III.
A-III; B-II; C-I.
A-II; B-III; C-I.
Os franceses tentaram uma nova formação de colônia entre os anos de 1612 e 1615, na região do Maranhão, criando a França Equinocial; a região fundada foi São Luís do Maranhão.
Assinale alternativa que expressa uma afirmação sobre a permanência dos franceses no Brasil.
Os franceses invadiram territórios no norte, no sul e no oeste do Brasil para fundarem uma nova colônia.
Os franceses não invadiram nenhum território no Brasil.
Os franceses não conseguiram se manter e, envolvendo-se em conflitos com os portugueses, perderam territórios e foram expulsos.
Os franceses se mantiveram tranquilamente na colônia, sem conflitos com os portugueses.
Na colonização do norte da América, houve a produção de algumas mercadorias, entre elas o algodão, o arroz e o tabaco. Os colonizadores utilizavam uma espécie de organização dessas plantações e uma mão de obra específica.
Assinale a alternativa que corresponde a essas duas características.
Monocultura, que recebeu o nome de plantation, e mão de obra escrava.
Multicultura, que recebeu o nome de plantation, e mão de obra escrava.
Monocultura e mão de obra assalariada, com pagamento de um salário aos trabalhadores.
Monocultura, que recebeu o nome de colheita, e mão de obra escrava.
As três civilizações que mais se destacaram na América no período da dominação espanhola eram:
astecas, maias e iorubás.
iorubás, indianos e incas.
tupis, maias e astecas.
maias, astecas e incas.
Criollos era o termo usado para definir um grupo da sociedade colonial da América espanhola.
Quem eram eles?
Eram escravizados. Trabalhavam como mão de obra livre e tinham direitos.
Eram filhos de espanhóis, possuíam direitos e ocupavam cargos políticos.
Eram espanhóis, possuíam direitos e ocupavam cargos políticos e administrativos na colônia.
Eram brancos nascidos no continente americano, tinham o direito a possuir terras e a participar do comércio.
O domínio espanhol da América pode ser explicado por meio
da ausência de uma tradição guerreira entre os indígenas.
das alianças estabelecidas entre grupos indígenas e espanhóis.
da vitória de Colombo na luta contra os astecas.
da organização política simplificada dos povos indígenas.
