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2 - Filosofia

Total questions: 25

Worksheet time: 1hrs 15mins

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1.

A filosofia, como extensa área do saber humano, se divide em muitos campos de análise. Um deles é a teoria do conhecimento. É claro que os gregos já pensavam e conheciam as coisas, mas apenas na Idade Moderna esse campo filosófico se consolidou. O principal fator que contribuiu para esse evento foi a busca pelas certezas de Descartes, que culminou em muitas críticas, de modo que as diferentes formas de conhecer o mundo ficaram mais evidentes. Essa via do pensar pode ser definida como:

a)

estruturalismo filosófico.

b)

teoria da verdade.

c)

racionalismo filosófico.

d)

base epistemológica.

2.

A teoria do conhecimento busca compreender o modo pelo qual o homem conhece as coisas. Essa busca se dá basicamente através de duas perguntas: o que é o conhecimento? Como conhecemos? Muitos filósofos se dedicaram seriamente a essas questões, de modo que se tornaram grandes referências no assunto. O método adotado pela filosofia para resolver esse problema é a divisão do assunto em duas partes: fontes primeiras e possibilidades de conhecimento. Em tese, pode-se considerar que:

a)

a Teoria do Conhecimento adota a via cética.

b)

trata-se de conhecimentos que nascem a partir de ideias e conceitos pensados pelo ser humano.

c)

estrutura o ponto da dúvida do conhecimento em esferas filosóficas.

d)

todas as alternativas propostas nesta questão estão certas.

3.

O conhecimento é resultado da interação entre o sujeito cognoscente, ou seja, nossa consciência ou nossa mente e o objeto de conhecimento, a realidade e os fenômenos. Qual é a fonte do conhecimento, ou como conhecemos? Há várias respostas possíveis: a razão e a experiência dão origem a diversas correntes, dentre elas:

a)

o pragmatismo e a ontologia.

b)

a ciência e evidência.

c)

o formalismo e o positivismo.

d)

o racionalismo e o empirismo.

4.

John Locke afirma em Ensaio acerca do entendimento: “é de grande utilidade para o marinheiro saber a extensão de sua linha, embora não possa com ela sondar toda a profundidade do oceano. É conveniente que saiba que ela é suficientemente longa para alcançar o fundo dos lugares necessários para orientar sua viagem, e preveni-lo de esbarrar contra escolhos que podem destruí-lo. Não nos diz respeito conhecer todas as coisas, mas apenas as que se referem à nossa conduta. Se pudermos descobrir aquelas medidas por meio das quais uma criatura racional, posta nesta situação do homem no mundo, pode e deve dirigir suas opiniões e ações delas dependentes, não devemos nos molestar por que outras coisas escapam ao nosso conhecimento”.

Tendo em conta o texto acima e a teoria do conhecimento de Locke, é incorreto afirmar que

a)

o homem, utilizando suas faculdades racionais, pode conhecer tudo sobre todas as coisas do mundo.

b)

o homem deve saber os limites da razão para ter conhecimento certo daquilo que é possível conhece.

c)

há certas coisas que a razão do homem não pode conhecer.

d)

assim como o marinheiro guia sua viagem por uma sonda de tamanho conhecido, o homem deve orientar sua conduta por aquilo que conhece.

5.

“Em sua teoria do conhecimento, Tomás de Aquino substitui a doutrina da iluminação divina pela da abstração, de raízes aristotélicas: a única fonte de conhecimento humano seria a realidade sensível, pois os objetos naturais encerrariam uma forma inteligível em potência, que se revela, porém, não aos sentidos que só podem captá-la individualmente – mas ao intelecto.”

INÁCIO, Inês C. e LUCA, Tânia Regina de. O pensamento medieval. São Paulo: Ática, 1988, p. 74.

Considerando o trecho citado, assinale a alternativa verdadeira.

a)

O texto faz referência à influência de Aristóteles no pensamento de Tomás de Aquino, que se opõe, em muitos pontos, à tradição agostiniana, que tinha influência de Platão.

b)

O texto expõe a doutrina da iluminação, formulada por Tomás de Aquino para explicar a origem de nosso conhecimento.

c)

Para Tomás de Aquino, a realidade sensível é apenas uma cópia enganosa da verdadeira realidade que se encontra na mente divina.

d)

Tomás de Aquino substitui a doutrina da iluminação pela teoria da abstração aristotélica, a fim de mostrar que a fé em Deus é incompatível com as verdades científicas.

6.

A respeito das proposições de Platão sobre a doxa ("opinião", "senso comum") e a episteme ("ciência"), classifique os itens abaixo como Verdadeiros (V) ou Falsos (F):( ) Pensar os problemas a partir da doxa é pensá-los à luz da filosofia.( ) O senso comum relaciona-se ao conhecimento fragmentado da realidade.( ) Doxa é uma reflexão rigorosa, radical e de conjunto.( ) Episteme diz respeito à capacidade de contemplarmos os fenômenos de maneira sistematizada. Marque a sequência CORRETA:

a)

F, V, V, F.

b)

V, F, V, F.

c)

F, V, F, V.

d)

F, F, F, V.

7.

Podemos sintetizar a história da filosofia clássica em quatro períodos:Coluna 11 - Período naturalista2 - Período humanista3 - Período sistemático4 - Período helenísticoColuna 2( ) Do final do século IV ao final do século III a.C., quando a filosofia tem por tarefa reunir e sistematizar todo o conhecimento anterior sobre o mundo e o ser humano.( ) Também chamado cosmológico ou pré-socrático, data do final do século VII ao final do século V a.C., quando a filosofia se ocupa fundamentalmente da origem do mundo e das causas das transformações na natureza.( ) Também denominado antropológico ou socrático, ocorre do final do século V até todo o século IV a.C., quando o objeto principal da filosofia são as questões humanas, como a ética e a política.( ) Também conhecido como greco-romano ou religioso, surge do final do século III a.C. até o século VI d.C. Nesse longo período, que já alcança Roma e o pensamento cristão, a filosofia interessa-se principalmente pelas questões da ética, do conhecimento humano e das relações entre a humanidade e Deus. Marque a sequência CORRETA:

a)

2, 3, 4, 1.

b)

1, 2, 3, 4.

c)

3, 4, 2, 1.

d)

3, 1, 2, 4.

8.

Em muitas línguas (hibou, no francês, owl, no inglês, Eule, no alemão), a

coruja é a ave que simboliza a sabedoria. Isso se deve ao fato de, na tradição

grega, a coruja (koukoubagía) ter sido vista como a ave de Athena (Minerva, para

os romanos), ou seja, como símbolo da racionalidade e da sabedoria (sophía),

como a representação da atitude desperta, que procura e que não dorme, que

age sob o fluxo lunar e que, portanto, não dorme quando se trata da busca do

conhecimento. Associada à capacidade de enxergar mesmo nas trevas, a coruja

guarda seu mistério milenar no quadro do simbolismo humano. Essa capacidade filosófica pode ser traduzida como:

a)

pensar, refletir.

b)

atitude esportiva.

c)

encanto e desencanto humano.

d)

atitude política e social.

9.

Os grandes

olhos voltados para a compreensão, para a observação, são suficientemente

significativos para traduzirem a ideia de que a busca da sabedoria pressupõe

um olhar atento para a compreensão do mundo. O amor à sabedoria implica

em uma atitude perante o mundo de busca incessante pelo conhecimento. Isso

significa o cultivo à vontade de descobrir, investigar, desbravar, escarafunchar a

história, procurar, se embrenhar, enfim, os diversos universos e horizontes do

conhecimento. De toda forma, não há pensamento se não houver curiosidade

intelectual. Daí a possibilidade de se fazer uma alusão recorrente à ideia da

coruja como alusiva à sabedoria humana, fazendo dela um símbolo sugestivo

do que representar. Essas são características da:

a)

antropologia.

b)

psiciologia.

c)

filosofia.

d)

matemática.

10.

Sobre a filosofia e suas características marque a alternativa certa:

a)

A questão evocada pelo símbolo da sabedoria também pode ser pensada através

de uma outra metáfora. Quando se visitam alguns tipos de ruínas históricas

medievais, percebe-se que alguns traços comuns marcantes são compartilhados

por construções que cumpriam funções muito diversas na sociedade medieval.

É o caso do mosteiro e da fortaleza. Por que o mosteiro fica na região mais alta

e distante possível, geralmente inacessível e distante da vida urbana? Por que

a fortaleza fica num alto penhasco de onde se tem uma ampla visão de todos

os quadrantes da região a ser observada?

b)

Ora, o mosteiro, que para a sociedade medieval é o lugar, por definição,

da reclusão, da vida monástica, da oração, da preservação da tradição, da

proclamação da fé e da ligação com o divino, da concentração no espiritual e,

exatamente por isso, o lugar da busca da ascese espiritual que se faz somente

na proximidade do caelum, confere aos monges a condição de mediadores entre

o mundo humano (mundo terreno) e o mundo divino (mundo celeste), se

situando entre ambos.

c)

O mosteiro está na terra, mas não se mistura à aldeia,

onde outras atividades mundanas dispersam as energias espirituais, por isso

escolhe o cume como lugar para a contemplação divina, para o silêncio e a constrição

espiritual. É destas alturas que o monge extrai, na ascese de seu modo de

vida como mediador, a ampla visão de quem vê além do que os homens veem,

e, por isso, é capaz de aconselhar, de orientar, de dar sentido à vida do fiel na

orientação de suas virtudes. Uma vida dedicada à divindade é uma vida digna

porque voltada para si e para todos.

d)

todas as alternativas propostas estão certas.

11.

De alguma forma, o filósofo pratica uma forma de atitude que se ocupa das

mesmas atitudes exercidas, seja pela sentinela, seja pelo monge. Isso porque se

ambas as funções se exercem a partir da escolha de um posto avantajado, ambas

não buscam senão uma especial colocação diante do mundo, no primeiro caso

para a defesa, no segundo caso para a ascese espiritual. Ora, a escolha de um

lugar avantajado para a observação como marca comum a ambas é compartilhada

também pelo filósofo. Analise este enunciado e marque a alternativa certa:

a)

O filósofo se distancia para compreender, o monge se

distancia para contemplar e o guerreiro se distancia para ter a visão defensiva

estrategicamente completa.

b)

Apesar de se tratar de atividades tão diversas, todas

elas possuem um traço em comum.

c)

No caso do filósofo, sua posição diante

das coisas é a do theorós, a daquele que se posta a observar.

d)

Todas as alternativas propostas estão certas.

12.

Para que se destaque a importância da filosofia, é mister que se debruce

a análise sobre algumas capacidades humanas, delas extraindo-se a atividade

filosófica. Nesse sentido, trabalhando as noções de ação e pensamento pode-se,

por meio dessa dicotomia, alcançar uma discussão a respeito dos meandros

filosóficos e do papel da especulação reflexiva. Analise essa ideia e marque a alternativa certa:

a)

De início, deve-se dizer que o homem é capaz de ação e de pensamento.

Entre os gregos, essa dicotomia expressava-se por meio da relação entre práxis e

theoría.

b)

Na tradição latina, a dicotomia foi incorporada como actio e contemplatio.

c)

De qualquer forma, o que se quer acentuar, para os fins desta discussão é que,

de certa maneira, quando se age, se imediatizam forças que comprometem o

raciocínio, as atividades corpóreas, os estímulos sensoriais para responder a

d)

Todas as alternativas estão certas, porque trata-se de uma necessidade da ação (construir um barril; lapidar um diamante.

13.

Com a elucidação desenvolvida, procurou-se demonstrar que o próprio

surgimento da palavra filosofia encontra-se mesclado a um clima de desenvolvimento

da tensão entre ação e observação. Quer-se desenvolver essa preocupação

para que se possam alcançar algumas consequências no entendimento

da importância da filosofia.

Assim, a ação pode ser entendida, em primeiro lugar, como a atividade

resultante do envolvimento corporal humano com algum resultado imediato

que se visa extrair da operosidade técnica e das habilidades manuais humanas.

Entretanto, a ação também pode ser vista como uma manifestação de centenas

ou milhares de práticas humanas anterior e secularmente realizadas, que se

tornam até, por vezes, atitudes impensadas e automatizadas, tendo-se em vista

o caráter remoto das tradições e habilidades humanas. Este enunciado pode ser resumido com:

a)

reflexão e ação.

b)

contemplação e espiritualidade.

c)

mecanicismo e gnosiologia.

d)

nenhuma das alternativas propostas.

14.

Agir é responder por condutas positivas ou negativas a estímulos de diversas naturezas (morais, econômicos, jurídicos, afetivos, religiosos…). Daí se poder falar em ação com estímulo moral, em ação jurídica, em ação afetiva. O que há de comum a todas é o fato de necessitarem de decisões e reclamarem respostas. Como todas as demais espécies de ação, a ação lógica reclama decisão. Na filosofia o agir é provocado por:

a)

Uma conclusão.

b)

Uma omissão.

c)

Uma resposta.

d)

Um problema.

15.

O contexto atual no qual se insere esta reflexão merece esclarecimentos. Qual a principal marca da sociedade contemporânea, senão a de uma sociedade que nos convida à anestesia reflexiva sobre ela mesma, à apatia política sobre os desafios futuros comuns, à inércia expectadora e à aceitação do status quo, e, enfim, ao consumo compensador?

a)

Uma sociedade marcada pelo ativismo e superficialização das questões essenciais.

b)

Uma sociedade comprometida com a verdade, a justiça e a ética.

c)

Uma sociedade descaracterizada pela violência e a prática do bem.

d)

Nenhuma das alternativas.

16.

De fato, vive-se em uma sociedade de controle, com forte predominância da razão instrumental, na acepção da Escola de Frankfurt (Adorno/Horkheimer), ou seja, da razão orientada a fins imediatistas (razão técnica, para a produtividade, para a economia, para a eficiência, para o mercado), o que, certamente, reduz o índice de aceitação e abertura para a reflexão.

a)

A impossibilidade de pensar as coisas da vida.

b)

A automação dos sistemas de inteligência.

c)

O consenso social e coletivo.

d)

A rapidez do pensamento humano.

17.

Se o Iluminismo introduziu alguma contribuição definitivamente importante para a história contemporânea, esta contribuição foi a ideia de que não há indivíduos autônomos se não houver espaço para o desenvolvimento da razão emancipatória, se não houver espaço para a razão e para a crítica. Razão e crítica significam liberdade. Ora, se estas ideias encontram sua consagração em Kant, não é de menos importância ressaltar que fora da razão, ou se está à pura mercê do determinismo natural, ou se está à pura mercê da promessa teológica. A autonomia significa emancipação pela produção de cultura, de saber e de domínio das explicações sobre os fenômenos, das forças naturais (heteronomia causal) ou das forças supranaturais (heteronomia teológica). Um indivíduo autônomo é aquele que:

a)

É aquele que desobedece às normas, leis e axiomas.

b)

É obediente aos sistemas, instituições e pessoas.

c)

É coordenado por ações racionais superiores.

d)

É capaz de decidir por si mesmo.

18.

Ora, a subjetividade está profundamente ameaçada em sua capacidade de emergir deste cenário através da autonomia. Muito longe da autonomia e do esclarecimento, como abandono da menoridade, na leitura de Kant, a subjetividade se vê acossada por um forte influxo de heteronomias estrangeiras a si e que determinam como a subjetividade deve ser desde fora. Está-se em uma era da heteronomia e não da autonomia. Acredita-se por aqui haver identificado alguma perspectiva para acreditar que se a filosofia possui alguma “utilidade” contextual, sabendo-se ser a mais completa forma de expressão da razão humana, é aquela de resgatar o humano de dentro do nevoeiro em que se encontra. A partir dessas ideias pode-se caracterizar a subjetividade como:

a)

Situação operacional do pensar em que a decisão tomada por um está em consonância com a de todos.

b)

Espaço de decisão e interpretação com fundamentos baseados no entendimento do próprio sujeito.

c)

Fato objetivo dado que o sujeito aceita como verdade.

d)

Todas as alternativas propostas nesta questão estão certas.

19.

Seria demasiado exagero considerar que é pretensão dos filósofos modificarem o mundo. Suas ideias, porém, não se lançam ao mundo sem motivo, sem objetivos, sem finalidades. O pensamento se exerce de forma tão presencial entre os homens do mundo que, uma vez acolhidas e adotadas como formas de comportamento, trazem como desencadeamento certa modificação do mundo. Então, o filósofo modifica indiretamente o mundo, pois seu rastro é sua marca impressa sobre as coisas e as pessoas, à medida que suas ideias são recepcionadas, dispersas, divulgadas pelas comunidades a que se destinam. Essa modificação decorre do fato de as pessoas abraçarem a palavra apregoada

na seara filosófica, de modo a criar-se na prática o que no pensamento foi arquitetado pelo pensador. Este não age sozinho, mas com o respaldo, com o auxílio, com o concurso, com a empreitada de adeptos, continuadores, idealizadores de suas ideias. Podem os filósofos mudar o mundo?

a)

Sim, o objetivo primeiro do filosofar é mudar o mundo.

b)

Sendo a filosofia a teoria da ação, podem sim os filósofos mudar o mundo.

c)

O objetivo da filosofia não é mudar o mundo, mas proporcionar capacidade racional e lógica para organizar e mudar a forma de pensar o mundo.

d)

Nenhuma das alternativas propostas nesta questão estão certas.

20.

Qual movimento deflagrado na passagem da Idade Média para a Moderna, cuja valorização das ações humanas abriram um diálogo com a burguesia que financiava muitos artistas e cientistas entre os séculos XIV e XVI, tinha o Hedonismo como aspecto fundamental colocando o individualismo em voga?

a)

Epicurismo.

b)

Positivismo.

c)

Iluminismo.

d)

Renascimento.

21.

Supervalorização das emoções pessoais com destaque para a melancolia, valorização das sensações do ser humano e da liberdade de pensamento, foco no indivíduo que passa a ser o centro das atenções, desejo de evasão para escapar da realidade como ela se apresenta criando um mundo idealizado, oposição ao modelo clássico, nacionalismo, retorno ao passado, são características do:

a)

Positivismo.

b)

Romantismo.

c)

Renascimento.

d)

Iluminismo.

22.

Contra a possibilidade de uma linguagem privada, de uma linguagem que somente possa ser entendida pelo indivíduo ou pela consciência individual que a domina, está na fragilidade de fundamentar a existência de regras privadas a que esteja tal linguagem submetida, é o ponto central da argumentação de:

a)

Nietzsche.

b)

Freud.

c)

Wittgenstein.

d)

Marx.

23.

Para Aristóteles, ela se faz pela via ontológica, transcende a materialidade e os graus do conhecimento relacionados à vivência material do mundo. De acordo com o enunciado, assinale a alternativa correta:

a)

Teoria do Conhecimento.

b)

Epistemologia.

c)

Metafísica.

d)

Physis.

24.

Nesse cálculo, o agente moral deve visar, como finalidade, a uma ação moral que beneficie o maior número de pessoas da melhor maneira e, caso seja necessário, prejudicar alguém em detrimento da maioria, que os prejuízos sejam os menores possíveis.

 

O texto refere-se ao:

a)

Cálculo Utilitário.

b)

Cálculo Especulativo.

c)

Cálculo Reversível.

d)

Cálculo Intencional.

25.

Uma característica da filosofia escolástica é unir procedimentos da fé e procedimentos da razão − ponto capital a cujo respeito cometeram-se muitos erros. Entretanto, a posição da maioria dos autores, em especial de São Tomás, é inteiramente clara:

 

I. Fé e razão provêm ambas de Deus − logo, não se podem opor realmente.

II. Como a razão humana não pode ter a pretensão de ser a Razão absoluta, deve aceitar o controle da fé.

a)

Os itens I e II estão corretos.

b)

Somente o item I está correto.

c)

Somente o item II está correto.

d)

Os itens I e II estão incorretos.