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Worksheets2 - Filosofia
Total questions: 25
Worksheet time: 1hrs 15mins
A filosofia, como extensa área do saber humano, se divide em muitos campos de análise. Um deles é a teoria do conhecimento. É claro que os gregos já pensavam e conheciam as coisas, mas apenas na Idade Moderna esse campo filosófico se consolidou. O principal fator que contribuiu para esse evento foi a busca pelas certezas de Descartes, que culminou em muitas críticas, de modo que as diferentes formas de conhecer o mundo ficaram mais evidentes. Essa via do pensar pode ser definida como:
estruturalismo filosófico.
teoria da verdade.
racionalismo filosófico.
base epistemológica.
A teoria do conhecimento busca compreender o modo pelo qual o homem conhece as coisas. Essa busca se dá basicamente através de duas perguntas: o que é o conhecimento? Como conhecemos? Muitos filósofos se dedicaram seriamente a essas questões, de modo que se tornaram grandes referências no assunto. O método adotado pela filosofia para resolver esse problema é a divisão do assunto em duas partes: fontes primeiras e possibilidades de conhecimento. Em tese, pode-se considerar que:
a Teoria do Conhecimento adota a via cética.
trata-se de conhecimentos que nascem a partir de ideias e conceitos pensados pelo ser humano.
estrutura o ponto da dúvida do conhecimento em esferas filosóficas.
todas as alternativas propostas nesta questão estão certas.
O conhecimento é resultado da interação entre o sujeito cognoscente, ou seja, nossa consciência ou nossa mente e o objeto de conhecimento, a realidade e os fenômenos. Qual é a fonte do conhecimento, ou como conhecemos? Há várias respostas possíveis: a razão e a experiência dão origem a diversas correntes, dentre elas:
o pragmatismo e a ontologia.
a ciência e evidência.
o formalismo e o positivismo.
o racionalismo e o empirismo.
John Locke afirma em Ensaio acerca do entendimento: “é de grande utilidade para o marinheiro saber a extensão de sua linha, embora não possa com ela sondar toda a profundidade do oceano. É conveniente que saiba que ela é suficientemente longa para alcançar o fundo dos lugares necessários para orientar sua viagem, e preveni-lo de esbarrar contra escolhos que podem destruí-lo. Não nos diz respeito conhecer todas as coisas, mas apenas as que se referem à nossa conduta. Se pudermos descobrir aquelas medidas por meio das quais uma criatura racional, posta nesta situação do homem no mundo, pode e deve dirigir suas opiniões e ações delas dependentes, não devemos nos molestar por que outras coisas escapam ao nosso conhecimento”.
Tendo em conta o texto acima e a teoria do conhecimento de Locke, é incorreto afirmar que
o homem, utilizando suas faculdades racionais, pode conhecer tudo sobre todas as coisas do mundo.
o homem deve saber os limites da razão para ter conhecimento certo daquilo que é possível conhece.
há certas coisas que a razão do homem não pode conhecer.
assim como o marinheiro guia sua viagem por uma sonda de tamanho conhecido, o homem deve orientar sua conduta por aquilo que conhece.
“Em sua teoria do conhecimento, Tomás de Aquino substitui a doutrina da iluminação divina pela da abstração, de raízes aristotélicas: a única fonte de conhecimento humano seria a realidade sensível, pois os objetos naturais encerrariam uma forma inteligível em potência, que se revela, porém, não aos sentidos que só podem captá-la individualmente – mas ao intelecto.”
INÁCIO, Inês C. e LUCA, Tânia Regina de. O pensamento medieval. São Paulo: Ática, 1988, p. 74.
Considerando o trecho citado, assinale a alternativa verdadeira.
O texto faz referência à influência de Aristóteles no pensamento de Tomás de Aquino, que se opõe, em muitos pontos, à tradição agostiniana, que tinha influência de Platão.
O texto expõe a doutrina da iluminação, formulada por Tomás de Aquino para explicar a origem de nosso conhecimento.
Para Tomás de Aquino, a realidade sensível é apenas uma cópia enganosa da verdadeira realidade que se encontra na mente divina.
Tomás de Aquino substitui a doutrina da iluminação pela teoria da abstração aristotélica, a fim de mostrar que a fé em Deus é incompatível com as verdades científicas.
A respeito das proposições de Platão sobre a doxa ("opinião", "senso comum") e a episteme ("ciência"), classifique os itens abaixo como Verdadeiros (V) ou Falsos (F):( ) Pensar os problemas a partir da doxa é pensá-los à luz da filosofia.( ) O senso comum relaciona-se ao conhecimento fragmentado da realidade.( ) Doxa é uma reflexão rigorosa, radical e de conjunto.( ) Episteme diz respeito à capacidade de contemplarmos os fenômenos de maneira sistematizada. Marque a sequência CORRETA:
F, V, V, F.
V, F, V, F.
F, V, F, V.
F, F, F, V.
Podemos sintetizar a história da filosofia clássica em quatro períodos:Coluna 11 - Período naturalista2 - Período humanista3 - Período sistemático4 - Período helenísticoColuna 2( ) Do final do século IV ao final do século III a.C., quando a filosofia tem por tarefa reunir e sistematizar todo o conhecimento anterior sobre o mundo e o ser humano.( ) Também chamado cosmológico ou pré-socrático, data do final do século VII ao final do século V a.C., quando a filosofia se ocupa fundamentalmente da origem do mundo e das causas das transformações na natureza.( ) Também denominado antropológico ou socrático, ocorre do final do século V até todo o século IV a.C., quando o objeto principal da filosofia são as questões humanas, como a ética e a política.( ) Também conhecido como greco-romano ou religioso, surge do final do século III a.C. até o século VI d.C. Nesse longo período, que já alcança Roma e o pensamento cristão, a filosofia interessa-se principalmente pelas questões da ética, do conhecimento humano e das relações entre a humanidade e Deus. Marque a sequência CORRETA:
2, 3, 4, 1.
1, 2, 3, 4.
3, 4, 2, 1.
3, 1, 2, 4.
Em muitas línguas (hibou, no francês, owl, no inglês, Eule, no alemão), a
coruja é a ave que simboliza a sabedoria. Isso se deve ao fato de, na tradição
grega, a coruja (koukoubagía) ter sido vista como a ave de Athena (Minerva, para
os romanos), ou seja, como símbolo da racionalidade e da sabedoria (sophía),
como a representação da atitude desperta, que procura e que não dorme, que
age sob o fluxo lunar e que, portanto, não dorme quando se trata da busca do
conhecimento. Associada à capacidade de enxergar mesmo nas trevas, a coruja
guarda seu mistério milenar no quadro do simbolismo humano. Essa capacidade filosófica pode ser traduzida como:
pensar, refletir.
atitude esportiva.
encanto e desencanto humano.
atitude política e social.
Os grandes
olhos voltados para a compreensão, para a observação, são suficientemente
significativos para traduzirem a ideia de que a busca da sabedoria pressupõe
um olhar atento para a compreensão do mundo. O amor à sabedoria implica
em uma atitude perante o mundo de busca incessante pelo conhecimento. Isso
significa o cultivo à vontade de descobrir, investigar, desbravar, escarafunchar a
história, procurar, se embrenhar, enfim, os diversos universos e horizontes do
conhecimento. De toda forma, não há pensamento se não houver curiosidade
intelectual. Daí a possibilidade de se fazer uma alusão recorrente à ideia da
coruja como alusiva à sabedoria humana, fazendo dela um símbolo sugestivo
do que representar. Essas são características da:
antropologia.
psiciologia.
filosofia.
matemática.
Sobre a filosofia e suas características marque a alternativa certa:
A questão evocada pelo símbolo da sabedoria também pode ser pensada através
de uma outra metáfora. Quando se visitam alguns tipos de ruínas históricas
medievais, percebe-se que alguns traços comuns marcantes são compartilhados
por construções que cumpriam funções muito diversas na sociedade medieval.
É o caso do mosteiro e da fortaleza. Por que o mosteiro fica na região mais alta
e distante possível, geralmente inacessível e distante da vida urbana? Por que
a fortaleza fica num alto penhasco de onde se tem uma ampla visão de todos
os quadrantes da região a ser observada?
Ora, o mosteiro, que para a sociedade medieval é o lugar, por definição,
da reclusão, da vida monástica, da oração, da preservação da tradição, da
proclamação da fé e da ligação com o divino, da concentração no espiritual e,
exatamente por isso, o lugar da busca da ascese espiritual que se faz somente
na proximidade do caelum, confere aos monges a condição de mediadores entre
o mundo humano (mundo terreno) e o mundo divino (mundo celeste), se
situando entre ambos.
O mosteiro está na terra, mas não se mistura à aldeia,
onde outras atividades mundanas dispersam as energias espirituais, por isso
escolhe o cume como lugar para a contemplação divina, para o silêncio e a constrição
espiritual. É destas alturas que o monge extrai, na ascese de seu modo de
vida como mediador, a ampla visão de quem vê além do que os homens veem,
e, por isso, é capaz de aconselhar, de orientar, de dar sentido à vida do fiel na
orientação de suas virtudes. Uma vida dedicada à divindade é uma vida digna
porque voltada para si e para todos.
todas as alternativas propostas estão certas.
De alguma forma, o filósofo pratica uma forma de atitude que se ocupa das
mesmas atitudes exercidas, seja pela sentinela, seja pelo monge. Isso porque se
ambas as funções se exercem a partir da escolha de um posto avantajado, ambas
não buscam senão uma especial colocação diante do mundo, no primeiro caso
para a defesa, no segundo caso para a ascese espiritual. Ora, a escolha de um
lugar avantajado para a observação como marca comum a ambas é compartilhada
também pelo filósofo. Analise este enunciado e marque a alternativa certa:
O filósofo se distancia para compreender, o monge se
distancia para contemplar e o guerreiro se distancia para ter a visão defensiva
estrategicamente completa.
Apesar de se tratar de atividades tão diversas, todas
elas possuem um traço em comum.
No caso do filósofo, sua posição diante
das coisas é a do theorós, a daquele que se posta a observar.
Todas as alternativas propostas estão certas.
Para que se destaque a importância da filosofia, é mister que se debruce
a análise sobre algumas capacidades humanas, delas extraindo-se a atividade
filosófica. Nesse sentido, trabalhando as noções de ação e pensamento pode-se,
por meio dessa dicotomia, alcançar uma discussão a respeito dos meandros
filosóficos e do papel da especulação reflexiva. Analise essa ideia e marque a alternativa certa:
De início, deve-se dizer que o homem é capaz de ação e de pensamento.
Entre os gregos, essa dicotomia expressava-se por meio da relação entre práxis e
theoría.
Na tradição latina, a dicotomia foi incorporada como actio e contemplatio.
De qualquer forma, o que se quer acentuar, para os fins desta discussão é que,
de certa maneira, quando se age, se imediatizam forças que comprometem o
raciocínio, as atividades corpóreas, os estímulos sensoriais para responder a
Todas as alternativas estão certas, porque trata-se de uma necessidade da ação (construir um barril; lapidar um diamante.
Com a elucidação desenvolvida, procurou-se demonstrar que o próprio
surgimento da palavra filosofia encontra-se mesclado a um clima de desenvolvimento
da tensão entre ação e observação. Quer-se desenvolver essa preocupação
para que se possam alcançar algumas consequências no entendimento
da importância da filosofia.
Assim, a ação pode ser entendida, em primeiro lugar, como a atividade
resultante do envolvimento corporal humano com algum resultado imediato
que se visa extrair da operosidade técnica e das habilidades manuais humanas.
Entretanto, a ação também pode ser vista como uma manifestação de centenas
ou milhares de práticas humanas anterior e secularmente realizadas, que se
tornam até, por vezes, atitudes impensadas e automatizadas, tendo-se em vista
o caráter remoto das tradições e habilidades humanas. Este enunciado pode ser resumido com:
reflexão e ação.
contemplação e espiritualidade.
mecanicismo e gnosiologia.
nenhuma das alternativas propostas.
Agir é responder por condutas positivas ou negativas a estímulos de diversas naturezas (morais, econômicos, jurídicos, afetivos, religiosos…). Daí se poder falar em ação com estímulo moral, em ação jurídica, em ação afetiva. O que há de comum a todas é o fato de necessitarem de decisões e reclamarem respostas. Como todas as demais espécies de ação, a ação lógica reclama decisão. Na filosofia o agir é provocado por:
Uma conclusão.
Uma omissão.
Uma resposta.
Um problema.
O contexto atual no qual se insere esta reflexão merece esclarecimentos. Qual a principal marca da sociedade contemporânea, senão a de uma sociedade que nos convida à anestesia reflexiva sobre ela mesma, à apatia política sobre os desafios futuros comuns, à inércia expectadora e à aceitação do status quo, e, enfim, ao consumo compensador?
Uma sociedade marcada pelo ativismo e superficialização das questões essenciais.
Uma sociedade comprometida com a verdade, a justiça e a ética.
Uma sociedade descaracterizada pela violência e a prática do bem.
Nenhuma das alternativas.
De fato, vive-se em uma sociedade de controle, com forte predominância da razão instrumental, na acepção da Escola de Frankfurt (Adorno/Horkheimer), ou seja, da razão orientada a fins imediatistas (razão técnica, para a produtividade, para a economia, para a eficiência, para o mercado), o que, certamente, reduz o índice de aceitação e abertura para a reflexão.
A impossibilidade de pensar as coisas da vida.
A automação dos sistemas de inteligência.
O consenso social e coletivo.
A rapidez do pensamento humano.
Se o Iluminismo introduziu alguma contribuição definitivamente importante para a história contemporânea, esta contribuição foi a ideia de que não há indivíduos autônomos se não houver espaço para o desenvolvimento da razão emancipatória, se não houver espaço para a razão e para a crítica. Razão e crítica significam liberdade. Ora, se estas ideias encontram sua consagração em Kant, não é de menos importância ressaltar que fora da razão, ou se está à pura mercê do determinismo natural, ou se está à pura mercê da promessa teológica. A autonomia significa emancipação pela produção de cultura, de saber e de domínio das explicações sobre os fenômenos, das forças naturais (heteronomia causal) ou das forças supranaturais (heteronomia teológica). Um indivíduo autônomo é aquele que:
É aquele que desobedece às normas, leis e axiomas.
É obediente aos sistemas, instituições e pessoas.
É coordenado por ações racionais superiores.
É capaz de decidir por si mesmo.
Ora, a subjetividade está profundamente ameaçada em sua capacidade de emergir deste cenário através da autonomia. Muito longe da autonomia e do esclarecimento, como abandono da menoridade, na leitura de Kant, a subjetividade se vê acossada por um forte influxo de heteronomias estrangeiras a si e que determinam como a subjetividade deve ser desde fora. Está-se em uma era da heteronomia e não da autonomia. Acredita-se por aqui haver identificado alguma perspectiva para acreditar que se a filosofia possui alguma “utilidade” contextual, sabendo-se ser a mais completa forma de expressão da razão humana, é aquela de resgatar o humano de dentro do nevoeiro em que se encontra. A partir dessas ideias pode-se caracterizar a subjetividade como:
Situação operacional do pensar em que a decisão tomada por um está em consonância com a de todos.
Espaço de decisão e interpretação com fundamentos baseados no entendimento do próprio sujeito.
Fato objetivo dado que o sujeito aceita como verdade.
Todas as alternativas propostas nesta questão estão certas.
Seria demasiado exagero considerar que é pretensão dos filósofos modificarem o mundo. Suas ideias, porém, não se lançam ao mundo sem motivo, sem objetivos, sem finalidades. O pensamento se exerce de forma tão presencial entre os homens do mundo que, uma vez acolhidas e adotadas como formas de comportamento, trazem como desencadeamento certa modificação do mundo. Então, o filósofo modifica indiretamente o mundo, pois seu rastro é sua marca impressa sobre as coisas e as pessoas, à medida que suas ideias são recepcionadas, dispersas, divulgadas pelas comunidades a que se destinam. Essa modificação decorre do fato de as pessoas abraçarem a palavra apregoada
na seara filosófica, de modo a criar-se na prática o que no pensamento foi arquitetado pelo pensador. Este não age sozinho, mas com o respaldo, com o auxílio, com o concurso, com a empreitada de adeptos, continuadores, idealizadores de suas ideias. Podem os filósofos mudar o mundo?
Sim, o objetivo primeiro do filosofar é mudar o mundo.
Sendo a filosofia a teoria da ação, podem sim os filósofos mudar o mundo.
O objetivo da filosofia não é mudar o mundo, mas proporcionar capacidade racional e lógica para organizar e mudar a forma de pensar o mundo.
Nenhuma das alternativas propostas nesta questão estão certas.
Qual movimento deflagrado na passagem da Idade Média para a Moderna, cuja valorização das ações humanas abriram um diálogo com a burguesia que financiava muitos artistas e cientistas entre os séculos XIV e XVI, tinha o Hedonismo como aspecto fundamental colocando o individualismo em voga?
Epicurismo.
Positivismo.
Iluminismo.
Renascimento.
Supervalorização das emoções pessoais com destaque para a melancolia, valorização das sensações do ser humano e da liberdade de pensamento, foco no indivíduo que passa a ser o centro das atenções, desejo de evasão para escapar da realidade como ela se apresenta criando um mundo idealizado, oposição ao modelo clássico, nacionalismo, retorno ao passado, são características do:
Positivismo.
Romantismo.
Renascimento.
Iluminismo.
Contra a possibilidade de uma linguagem privada, de uma linguagem que somente possa ser entendida pelo indivíduo ou pela consciência individual que a domina, está na fragilidade de fundamentar a existência de regras privadas a que esteja tal linguagem submetida, é o ponto central da argumentação de:
Nietzsche.
Freud.
Wittgenstein.
Marx.
Para Aristóteles, ela se faz pela via ontológica, transcende a materialidade e os graus do conhecimento relacionados à vivência material do mundo. De acordo com o enunciado, assinale a alternativa correta:
Teoria do Conhecimento.
Epistemologia.
Metafísica.
Physis.
Nesse cálculo, o agente moral deve visar, como finalidade, a uma ação moral que beneficie o maior número de pessoas da melhor maneira e, caso seja necessário, prejudicar alguém em detrimento da maioria, que os prejuízos sejam os menores possíveis.
O texto refere-se ao:
Cálculo Utilitário.
Cálculo Especulativo.
Cálculo Reversível.
Cálculo Intencional.
Uma característica da filosofia escolástica é unir procedimentos da fé e procedimentos da razão − ponto capital a cujo respeito cometeram-se muitos erros. Entretanto, a posição da maioria dos autores, em especial de São Tomás, é inteiramente clara:
I. Fé e razão provêm ambas de Deus − logo, não se podem opor realmente.
II. Como a razão humana não pode ter a pretensão de ser a Razão absoluta, deve aceitar o controle da fé.
Os itens I e II estão corretos.
Somente o item I está correto.
Somente o item II está correto.
Os itens I e II estão incorretos.
