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Manoel de Barros T 201 204

Total questions: 15

Worksheet time: 12mins

Name
Class
Date
1.

Manoel Wenceslau Leite Barros nasceu em Cuiabá, Mato Grosso, dia 19 de dezembro de 1916.

a)

Certo

b)

Errado

2.

Manoel de Barros faleceu em Campo Grande, dia 13 de novembro de 2014, aos 97 anos.

a)

Certo

b)

Errado

3.

Muitos de seus poemas receberam um toque de surrealismo, onde o universo onírico rege. Além disso, criou diversos...

a)

Versos

b)

Detalhes

c)

Paradoxos

d)

Neologismos

4.

“Poesia é voar fora da asa.”

É uma citação de

a)

Carlos Drummond de Andrade

b)

José de Alencar

c)

Manoel de Barros

d)

Castro Alves

5.

Uma das cinco obras incríveis do poeta é

a)

O apanhador de passarinhos

b)

O apanhador de desperdícios

c)

Os desperdícios

d)

A biografia da água

6.

Qual destes rostos é o de Manoel de Barros?

a)
b)
c)
d)
7.

Manoel de Barros foi um poeta espontâneo, um tanto primitivo, que extraía seus versos da realidade imediata que o cercava, sobretudo a natureza. Mostrava-se distante do rótulo de “.......”.

a)

Jeca Tatu do Pantanal

b)

O Jeca novo

c)

O Pantanal de ontem

d)

O Tatu do mato

8.

Manoel de Barros mudou-se para o Rio de Janeiro, onde se formou bacharel em ..................., em 1941.

a)

Medicina

b)

Odontologia

c)

Psicologia

d)

Direito

9.

Recebeu o Prêmio Jabuti de Poesia, concedido pela Câmara Brasileira do Livro, pela obra “..................”.

a)

Livro sobre o Nada

b)

O Guardador de Águas

c)

O fazedor de amanhecer

d)

Portas de Pedro Vieira

10.

Na novela 'Pantanal', Juma (Alanis Guillen) ganha livro do poeta Manoel de Barros de Jove (Jesuita Barbosa). O herdeiro de Zé Leôncio, que lhe presenteou com o ..................... para que Juma pudesse aprender a ler.

a)

O apanhador de desperdícios

b)

O livro sobre o Nada

c)

O guardador de águas

d)

Livro de Pré-Coisas

11.

Borboletas "Borboletas me convidaram a elas. O privilégio insetal de ser uma borboleta me atraiu. Por certo eu iria ter uma visão diferente dos homens e das coisas. Eu imaginava que o mundo visto de uma borboleta seria, com certeza, um mundo livre aos poemas. Daquele ponto de vista: Vi que as árvores são mais competentes em auroras do que os homens. Vi que as tardes são mais aproveitadas pelas garças do que pelos homens. Vi que as águas têm mais qualidade para a paz do que os homens. Vi que as andorinhas sabem mais das chuvas do que os cientistas. Poderia narrar muitas coisas ainda que pude ver do ponto de vista de uma borboleta. Ali até o meu fascínio era azul." O poema faz parte da obra

a)

Ensaios fotográficos

b)

O guardador de águas

c)

Poemas concedidos sem pecado

d)

Livro de pré-coisas

12.

"......." é um dos trabalhos mais importantes de Manoel de Barros. Caiu imediatamente no gosto do público e é até hoje um de seus livros mais conhecidos. Dividido em quatro partes, traz poemas curtos em que desconstrói a linguagem para reorganizar um mundo singular, em que expressa de forma contundente sua adesão a tudo que não tem importância, é solitário ou vazio.

a)

MEMÓRIAS INVENTADAS

b)

MATÉRIA DE POESIA

c)

LIVRO SOBRE NADA

d)

EXERCÍCIO DE SER CRIANÇA

13.

Qual foi o último livro publicado pelo autor MANOEL DE BARROS?

a)

2010 — Menino do Mato

b)

2013 — Portas de Pedro Viana

c)

2007 — Memórias inventadas

d)

2011 — Escritos em verbal de ave

14.

O rio que fazia uma volta atrás de nossa casa era a imagem

de um vidro mole que fazia uma volta atrás de casa.

Passou um homem depois e disse: Essa volta que o rio faz

por trás de sua casa se chama enseada.

Não era mais a imagem de uma cobra de vidro que fazia

uma volta atrás da casa.

Era uma enseada.

Acho que o nome empobreceu a imagem.

BARROS, M. O livro das ignorãças. Rio de Janeiro: Record, 2001.

Manoel de Barros desenvolve uma poética singular, marcada por “narrativas alegóricas”, que transparecem nas imagens construídas ao longo do texto. No poema, essa característica aparece representada pelo uso do recurso de

a)

resgate de uma imagem da infância, com a cobra de vidro.

b)

apropriação do universo poético pelo olhar objetivo.

c)

transfiguração do rio em um vidro mole e cobra de vidro.

d)

rejeição da imagem de vidro e de cobra no imaginário poético.

e)

recorte de elementos como a casa e o rio no subconsciente.

15.

Leia os versos de Manoel de Barros.

 

Escrever nem uma coisa Nem outra — A fim de dizer todas — Ou, pelo menos, nenhumas.

 

Assim, Ao poeta faz bem Desexplicar — Tanto quanto escurecer acende os vaga-lumes.

(Poesia completa, 2013.)

 

Tanto na forma quanto no conteúdo, o poema

a)

descreve uma maneira de fazer poesia que consiste em criar um enigma, a ser resolvido pelo leitor, que revelará o significado do poema. 

b)

prescreve uma escrita que consiste em subtrair das palavras seu sentido rígido usual, fazendo aparecer nelas significados inusitados. 

c)

defende que a poesia deve ser construída com elementos bem encadeados da realidade, de modo a formular uma crítica social fundamentada. 

d)

critica a poesia espontânea e ingênua que não se preocupa em utilizar corretamente os elementos da linguagem prescritos pela gramática.

e)

argumenta em favor de uma poesia libertária, que expresse os estados de espírito mais extremos do ser humano.