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Hidráulica - Escoamento turbulento em tubagens

Total questions: 54

Worksheet time: 29mins

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1.

Se medirmos a velocidade num ponto de um escoamento turbulento estável esta:

a)

Oscila de forma periódica (sinusoidal) em torno de um valor constante

b)

Oscila de forma (quasi-) aleatória em torno de um valor médio

c)

Mantém-se constante

d)

Oscila em torno de zero, como a corrente elétrica.

2.

O que é um escoamento turbulento?

a)

Corresponde a flutuação generalizada de todas as propriedades do escoamento (velocidade, pressão, caudal, …) no tempo.

b)

-

3.

O gradiente de velocidades junto a parede é muito mais elevado no escoamento laminar do que no escoamento turbulento.

a)

Verdadeiro

b)

Falso

4.

Os escoamentos tuburlentos têm mais perda de energia do que os escoamentos laminares

a)

Verdadeiro

b)

Falso

5.

O coeficiente de perda de carga, lambda, é um número adimensional relacionado com…

a)

A pressão média junto à parede da tubagem

b)

As tensões de corte médias junto à parede da tubagem

c)

À energia média junto à parede da tubagem

d)

À temperatura média junto à parede da tubagem

6.

A média temporal do escoamento turbulento apresenta caraterísticas instáveis que não poder ser estudadas.

a)

Verdadeiro

b)

Falso

7.

Qual a legenda correta para os perfis de velocidade em escoamento em tubagens?

a)

A: Laminar, B: turbulento médio, C: turbulento instantâneo

b)

A: Laminar, B: turbulento instantâneo, C: turbulento médio

c)

A: Turbulento instantâneo, B: turbulento médio, C: laminar

d)

A: Turbulento médio, B: tubulento instantâneo, C: laminar

8.

A decomposição de Reynolds aplicada à velocidade consiste em…

a)

Separar a velocidade instantânea em laminar e turbulenta

b)

Separar a velocidade instantânea em velocidade média espacial e flutuação

c)

Separar a velocidade instantânea em velocidade média temporal e flutuação

9.

A média temporal das equações de NS apresenta o mesmo número de termos que a forma instantânea

a)

Verdadeiro

b)

Falso

10.

A teoria de camada limite (Pradtl,1905) separa os escoamentos em:

a)

Turbulentos (camada limite) e laminares (fora da CL)

b)

Camada limite (equação de bernoulli) e exterior (invíscido)

c)

Camada limite (onde a viscosidade é relevante) e exterior (insvíscido).

d)

Camada limite (invíscido) e exterior (onde a viscosidade é relevante).

11.

A camada limite, tipicamente, localiza-se…

a)

Na região de mistura de dois fluídos em repouso.

b)

No contacto entre a água e o ar.

c)

Nas entradas e saídas dos escoamentos.

d)

Junto às fronteiras sólidas.

12.

Nos escoamentos turbulentos, o efeito da viscosidade só se faz sentir junto das parede sólidas de uma lámina com espessura muito fina

a)

Verdadeiro

b)

Falso

13.

perdas de carga quando não há viscosidade (tratando-se de um exercício onde temos só viscosidade)

a)

Verdadeiro

b)

Falso

14.

Nos escoamentos exteriores:

a)

As camadas limites crescem enquanto a geometria da fronteira sólida o permitir

b)

 O perfil de velocidades deixa de variar com a distância

15.

Nos escoamentos interiores:

a)

As camadas limites crescem enquanto a geometria da fronteira sólida o permitir

b)

 O perfil de velocidades deixa de variar com a distância

16.

Nos exercícios de escoamentos interiores, vamos assumir:

(mais de uma resposta está correta)

a)

O perfil de velocidades já se desenvolveu

b)

As camadas limites encontraram-se

c)

O escoamento é sempre igual ou seja o perfil de velocidades fica constante

d)

As camadas limites crescem enquanto a geometria da fronteira sólida o permitir

17.

O λ é o número índice relacionado com as tensões de corte:

a)

Maior λ implica maior resistência ao escoamento (menor facilidade para deixar passar caudal). Menor λ implica menor resistência ao escoamento (maior facilidade de deixar passar caudal)

b)

Maior λ implica menor resistência ao escoamento (maior facilidade para deixar passar caudal). menor λ implica maior resistência ao escoamento (maior facilidade de deixar passar caudal)

18.

O símbolo ε significa "altura caraterística" da rugosidade das paredes. E chama-se rugosidade de Nikuradse

a)

Verdadeiro

b)

Falso

19.

De acordo com a análise dimensional realizada na aula T, o coeficiente de perda de carga, λ, depende de que parâmetros

a)

Re, Ma e Eu

b)

Re, Fr e rugosidade relativa

c)

Re, Fr e tensões tangenciais

d)

Pressão, velocidade e rugosidade.

20.

A lei universal das perdas de carga em tubagens circulares foi determinada numericamente

a)

Verdadeiro

b)

Falso

21.

A rugosidade das paredes de tubagens comerciais

a)

Tem altura uniforme, forma simples e distribuição espacial regular

b)

É do tipo ondulado

c)

Tem altura, forma e distribuição espacial irregulares

d)

É irrelevante para as perdas de carga contínua

22.

Para criar a rugosidade das tubagens, nas suas experiências Nikuradse utilizou…

a)

Areia calibrada

b)

Fita cola

c)

Areia da lua

d)

Esferas de vidro

23.

Ordene os regimes de escoamento em tubagens circulares

Laminar, turbulento hidraulicamente liso, transição turbulento liso-turbulento rugoso, turbulento hidraulicamente rugoso

a)

A - Laminar

B - Turbulento hidraulicamente liso

C - Transição liso - turbulento rugoso

D - Hidraulicamente rugoso

b)

A - Turbulento hidraulicamente liso

B - Laminar

C - Transição liso - turbulento rugoso

D - Hidraulicamente rugoso

c)

A - Hidraulicamente rugoso

B - Turbulento

C - Transição liso - turbulento rugoso

D - Laminar

d)

A - Transição liso - turbulento rugoso

B - Laminar

C - Turbulento hidraulicamente liso

D - Hidraulicamente rugoso

24.

A rugosidade equivalente (k) é um parâmetro…

a)

Medido diretamente na superfície das condutas, em 3 pontos

b)

Que se determina experimentalmente pelas equações de Prandtl-Von Kármám

c)

Determanada pela média ponderada das rugosidades da parede

d)

Usado para converter as unidades da rugosidade

25.

No regime hidraulicamente rugoso, o número de Reynolds não influência o coef. De perda de carga lambda

a)

Verdadeiro

b)

Falso

26.

A equação de Colebrook-White

a)

É a média das equações para o regime turbulento hidraulicamente liso e rugoso

b)

Só é válida para escoamento com água

c)

É uma equação implícita

d)

Foi derivada analitamente

27.

No gráfico da experiência de Nikuradse, sobre o escoamento laminar podemos dizer:

(Mais de uma resposta está correta)

a)

Curva/Reta pode ser conseguida analíticamente.

b)

Na curva/reta estão alinhados qualquer tipo de rugosidades

c)

A curva/reta não se pode conseguir analíticamente

28.

No gráfico da experiência de Nikuradse, sobre o escoamento turbulento hidráulicamente liso, podemos dizer:

a)

Curva/Reta pode ser conseguida analíticamente.

b)

Na curva/reta estão alinhados qualquer tipo de rugosidades

c)

A curva/reta não se pode conseguir analíticamente

29.

Das experiências de Nikuradse sabemos que no escoamento laminar, o coeficiente de resistência/de perda de carga λ depende:

a)

Da rugosidade

b)

Do número de Reynolds

c)

Da rugosidade e do número de Reynolds

d)

De nenhum

30.

Das experiências de Nikuradse sabemos que no regime turbulento hidraulicamente liso, o coeficiente de resistência/de perda de carga λ depende:

a)

Da rugosidade

b)

Do número de Reynolds

c)

Da rugosidade e do número de Reynolds

d)

De nenhum

31.

Das experiências de Nikuradse sabemos que no regime turbulento hidraulicamente rugoso, o coeficiente de resistência/de perda de carga λ depende:

a)

Da rugosidade relativa

b)

Do número de Reynolds

c)

Da rugosidade e do número de Reynolds

d)

De nenhum

32.

Das experiências de Nikuradse sabemos que no regime transição liso/rugoso, o coeficiente de resistência/de perda de carga λ depende:

a)

Da rugosidade

b)

Do número de Reynolds

c)

Da rugosidade e do número de Reynolds

d)

De nenhum

33.

A rugosidade equivalente (k) é um parâmetro determinado experimentalmente que não corresponde a qualquer dimensão ou caraterística geométrica das asperezas.

a)

Verdadeiro

b)

Falso

34.

Chegou-se a expressão desenvolvida por Colebrook-White que combina os coeficientes de resistência correspondentes a condutas lisas e rugosas. Sabemos agora que:

(Mais de uma resposta é correta)

a)

Quando a rugosidade tende para zero, o número de Reynolds é muito elevado. Portanto fica mais relevante o segundo termo (regime turbulento liso predominante)

b)

Quando o número de Reynolds é muito pequeno, o primeiro termo é sempre constante. Portanto a equação converge para o turbulento rugoso.

c)

Quando a rugosidade tende para zero, o número de Reynolds também tende para zero.

35.

A figura mostra:

a)

Válvula de esfera

b)

Um adaptador de diâmetro

c)

Válvula de adufra ou de cunha

d)

Válvula de borboleta

36.

Num estreitamento o coeficiente de perda de carga Kl é o máximo para:

a)

Para uma razão entre diâmetros de 4:1 e tem o valor de 0.5

b)

A  transição arredondada reservatório/tubagem e tem o valor de 0.5

c)

A transição brusca reservatório/tubagem e tem o valor de 0.5

d)

Para uma razão entre diâmetros de 2:1 e tem o valor de 0.5

37.

Na transição brusca tubagem-reservatório toda a altura cinética do escoamento é perdida

a)

Verdadeiro

b)

Falso

38.

O coeficiente de perda de carga localizada é tanto maior quanto mais aberta estiver a válvula

a)

Verdadeiro

b)

Falso

39.

O coeficiente de perda de carga localizada Kl é função de:

a)

Pressão na conduta, geometria e pressão atmosférica

b)

Regime de escoamento, geometria e rugosidade das paredes

c)

Fluido e localização

d)

Altitude média da conduta

40.

A figura mostra:

a)

Um adaptador de diâmetro

b)

Válvula de borboleta

c)

Válvula de esfera

d)

Válvula de adufa ou de cunha

41.

A imagem representa

a)

A passagem de um reservatório para uma tubagem

b)

Um estreitamento brusco

c)

A passagem de uma tubagem para um reservatório

d)

Um alargamento brusco

42.

A imagem mostra:

(mais de uma resposta está correta)

a)

Apresenta filamentos paralelos e velocidade máxima

b)

Tem o nome de vena contracta (seção contraída)

c)

Chama-se convergente

d)

É formada por uma lomba na tubagem

43.

Quanto maior for o coeficiente de perda de carga localizada, menor a perda de carga associada.

a)

Verdadeiro

b)

Falso

44.

O coeficiente de perda de carga localizada (Kl) é constante

a)

Verdadeiro

b)

Falso

45.

A perda de carga localizada é proporcional a altura cinética (energia do escoamento)

a)

Verdadeiro

b)

Falso

46.

Os alargamentos bruscos:

a)

Introduzem muitas perdas de carga.

b)

Não introduzem perdas de carga.

c)

Introduzem perdas de carga, mas não muito.

47.

Os estreitamentos bruscos:

a)

Introduzem muitas perdas de carga.

b)

Não introduzem perdas de carga.

c)

Introduzem perdas de carga, mas poucas.

48.

No estreitameto brusco, onde acontece a maior perda de carga:

a)

Na secção 1: diâmetro maior.

b)

Na secção c: zona de estreitamento do caudal.

c)

Na secção 2: menor diâmetro.

d)

Entre a seção contraída c e a seção 2.

49.

No estreitamento brusco, na seção 1 (diâmetro maior), seção c (estreitamento do caudal) e na seção 2 o escoamento é paralelo e valocidade é constante (máximo)

a)

Verdadeiro

b)

Falso

50.

No estreitamento brusco nas zonas de contração, o escoamento está

a)

a convergir

b)

a divergir

51.

No estreitamento brusco nas zonas de expansão, o escoamento está

a)

a convergir

b)

a divergir

52.

Sobre as perdas de carga:

(mais de uma resposta está correta)

a)

Aquelas que são de mudança abrupta são deduzidas analíticamente

b)

Aquelas que são de mudança abrupta são deduzidas experimentalmente

c)

A maioria das perdas de carga não são deduzidas analiticamente, para isso, usamos válvulas ou outros elementos.

d)

A maioria das perdas de carga são deduzidas analiticamente.

53.

A figura mostra:

a)

Um adaptador de diâmetro

b)

Válvula de borboleta

c)

Válvula de esfera

d)

Válvula de adufa ou de cunha

54.

A figura mostra:

a)

Um adaptador de diâmetro

b)

Válvula de borboleta

c)

Válvula de esfera

d)

Válvula de adufa ou de cunha