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tema III - Espaço urbano - 11º H

Total questions: 89

Worksheet time: 45mins

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1.

A rede urbana caracterizava-se, em 2011, por...

a)

Existirem 588 lugares com dois mil ou mais habitantes.

b)

Existência de apenas 2 lugares com dimensão igual ou superior a 100 mil habitantes.

c)

Existência de lugares com uma dimensão entre 20 mil e 100 mil habitantes localizados fora das Áreas Metropolitanas, como a cidade da Maia.

d)

Existência de lugares com mais de 20 mil habitantes no litoral alentejano.

2.

«Requalificar as cidades médias do ponto de vista urbanístico implica uma subida de nível na posição hierárquica do ponto de vista demográfico.» Esta afirmação é

a)

falsa, porque a melhoria do espaço público não melhora a qualidade de vida da população urbana.

b)

verdadeira, porque as novas funções dinamizam sempre a economia a nível regional.

c)

falsa, porque a melhoria da qualidade de vida urbana não garante o aumento da população.

d)

verdadeira, porque a qualidade urbanística dos edifícios é desfavorável à atividade económica.

3.

Das cidades identificadas na Figura, a que registou a maior subida da sua posição hierárquica na rede urbana, nos últimos 30 anos, foi

a)

Vila Nova de Gaia.

b)

Amadora.

c)

Lisboa.

d)

Braga.

4.

A análise da Figura permite afirmar que, em 1981, Portugal apresentava uma rede urbana

a)

bicéfala, porque as cidades de Lisboa e do Porto registaram um aumento populacional, contrastando com a redução ocorrida nas cidades médias.

b)

macrocéfala, porque faltavam, em Portugal, cidades de pequena e média dimensão.

c)

bicéfala, porque as cidades de Lisboa e do Porto apresentavam um número elevado de habitantes, contrastando com as restantes cidades.

d)

macrocéfala, porque as cidades de Lisboa e do Porto tinham mais de 200 000 habitantes.

5.

À escala regional, a dimensão da área de influência da cidade do Porto deve-se, sobretudo, à

a)

concentração de funções consideradas raras.

b)

constituição de uma entidade municipal de transportes públicos.

c)

geração de economias de aglomeração nos lugares de menor dimensão.

d)

criação de novas freguesias urbanas.

6.

A rede urbana é formada pelo conjunto de cidades, que se interligam umas às outras por meio de sistemas de transportes e telecomunicação, através dos quais se dão os fluxos de pessoas, mercadorias, informações e capitais.

a)

Falso

b)

Verdadeiro

7.

Hierarquia Urbana É o nível de influência entre as cidades dentro da rede urbana. Nas redes urbanas, percebe-se que algumas cidades oferecem maior variedade de serviços e desempenham o papel de centros polarizadores, influenciando todas outras cidades da rede, local, regional, nacional ou globalmente.

a)

Falso

b)

Verdadeiro

8.

A variação da população residente em Lisboa, no período de 1981 a 2011, observada na Figura, explica‑se pela

a)

elevada oferta de emprego no CBD.

b)

elevada renda locativa da função residencial.

c)

degradação generalizada das habitações.

d)

edução da área de influência da cidade.

9.

O aumento da área de influência de um hospital depende

a)

da diminuição da acessibilidade ao hospital e da sua relocalização num aglomerado de maior dimensão.

b)

do aumento da acessibilidade ao hospital e da sua relocalização num aglomerado de menor dimensão.

c)

do aumento do número de hospitais e da redução do número de especialidades médicas.

d)

da diminuição do número de hospitais e do aumento do número de especialidades médicas.

10.

Uma cidade, para ter uma área de influência maior do que outra com a mesma dimensão demográfica, pode apostar, por exemplo, na...

a)

oferta de serviços de saúde especializados.

b)

diversificação do comércio de proximidade.

c)

oferta de transportes públicos intraurbanos.

d)

criação de novas freguesias urbanas.

11.

Em Portugal, de acordo com a Lei n.º 11/82, de 2 de junho, para que uma vila possa ser elevada a cidade é necessário que, cumulativamente, disponha..

a)

de mais de 10 000 eleitores em aglomerado populacional contínuo e de equipamentos de saúde de nível hierárquico superior.

b)

de mais de 8000 eleitores em aglomerado populacional contínuo e de, pelo menos, metade de um conjunto de equipamentos coletivos pré-definido.

c)

de mais de 10 000 residentes em aglomerado populacional contínuo e de um património cultural e arquitetónico relevante.

d)

de mais de 8000 residentes em aglomerado populacional contínuo e de, pelo menos, um estabelecimento de Ensino Superior.

12.

De acordo com a figura, a maioria das cidades situa-se

a)

nas regiões Norte e Centro.

b)

no Alentejo e no Algarve.

c)

nas Regiões Autónomas da Madeira e dos Açores.

d)

nas regiões de Lisboa e do Alentejo.

13.

No gráfico da figura, a cidade P3 encontra-se num processo de economia de aglomeração…

a)

atendendo a que os benefícios são muito elevados, decorrentes da sua elevada população.

b)

apresentando benefícios superiores aos custos.

c)

dado que os custos em infraestruturas físicas e sociais é excessivo para a autarquia.

d)

já que a população é escassa, não podendo usufruir das vantagens locativas.

14.

Uma cidade que, no gráfico da figura, se encontra num processo de deseconomia de aglomeração é a cidade…

a)

P5

b)

P4

c)

P3

d)

P1

15.

As economias de aglomeração traduzem vantagens para as empresas, na medida em que estas…

a)

facilitam o intercâmbio de atividades, aumentando os custos de transporte.

b)

beneficiam de mão de obra mais diversificada e abundante.

c)

beneficiam de um menos número de clientes e de fornecedores.

d)

reduzem o intercâmbio de atividades, diminuindo os custos de transporte.

16.

Considera as afirmações I, II e III que se referem às características da expansão urbana, de acordo com a figura 1.

I. Na fase 1 verificou-se uma concentração da população e das atividades económicas no interior do perímetro urbano.

II. Na fase 2 registou-se uma deslocação da população para a periferia oeste.

III. Na fase 3 constata-se uma contínua deslocação da população para as periferias urbanas.

a)

I é verdadeira, II e III são falsas.

b)

III é falsa, I e II são verdadeiras.

c)

II é falsa, I e III são verdadeiras.

d)

II é verdadeira, I e III são falsas.

17.

As fases 2 e 3 representam um processo de...

a)

rurbanização.

b)

gentrificação

c)

periurbanização.

d)

suburbanização.

18.

As fases 2 e 3 evidenciam...

a)

uma fase centrípeta marcada cada vez mais pela aproximação entre o local de residência e o local de trabalho.

b)

uma fase centrífuga, em consequência do menor custo dos terrenos na periferia, bem como da vulgarização do transporte individual.

c)

uma fase centrífuga, em consequência do aumento do custo dos solos nas periferias urbanas pelo facto de aí se instalarem atividades industriais e terciárias.

d)

uma fase centrípeta, dada a inexistência de transportes públicos e a fraca infraestruturação de redes de energia, saneamento e telecomunicações.

19.

A rede Urbana traduz uma rede urbana desequilibrada?

a)

Verdadeiro

b)

Falso

20.

Por estrutura territorial policêntrica entende-se um determinado tipo de morfologia do sistema de...

a)

Cidades

b)

Países

c)

Aglomerações

d)

Pessoas

21.

A rede urbana policêntrica é a mais desejável?

a)

Verdadeiro

b)

Falso

22.

Numa perspetiva de sistema policêntrico, a rede urbana é mais desejável, pois permite...

a)

Alargamento do espaço urbano

b)

Reorganização do espaço urbano

c)

Ocupamento do espaço urbano

d)

Desocupamento do espaço urbano

23.

PNPOT significa Programa Nacional da Política de Ordenamento do Território?

a)

Verdadeiro

b)

Falso

24.

Seleciona as afirmações verdadeiras.

A rede urbana portuguesa...

a)

é constituída por um grande número de cidades de pequena dimensão, poucas cidades de média e maior dimensão.

b)

pode considerar-se policêntrica porque centraliza-se num só polo, Lisboa.

c)

apresenta assimetrias que impedem a coesão territorial.

d)

é irregular, concentrando-se as cidades, em número e dimensão, no litoral ocidental até Setúbal e no litoral algarvio,

e)

é demograficamente macrocéfala devido à concentração populacional no Porto.

25.

A rede urbana portuguesa apresenta-se...

a)

mais densa no interior.

b)

mais densa no Alentejo.

c)

bipolarizada.

d)

mais ou menos distribuída de forma homogénea por todo o território.

26.

O aumento da área de influência de um hospital depende...

a)

da diminuição da acessibilidade ao hospital e da sua relocalização num aglomerado de maior dimensão.

b)

do aumento do número de hospitais e da redução do número de especialidades médicas.

c)

do aumento da acessibilidade ao hospital e da sua relocalização num aglomerado de menor dimensão.

d)

da diminuição do número de hospitais e do aumento do número de especialidades médicas.

27.

Uma cidade, para ter uma área de influência maior do que outra com a mesma dimensão demográfica, pode apostar, por exemplo, na...

a)

oferta de serviços de saúde especializados.

b)

oferta de transportes públicos intraurbanos.

28.

À escala regional, a dimensão da área de influência da cidade do Porto deve-se, sobretudo, à

a)

concentração de funções consideradas raras.

b)

geração de economias de aglomeração nos lugares de menor dimensão.

c)

constituição de uma entidade municipal de transportes públicos

d)

criação de novas freguesias urbanas.

29.

A consolidação do sistema urbano nacional passa, entre outras estratégias, por

a)

promover a circulação pedonal e a mobilidade urbana

b)

aumentar a competitividade entre cidades, apostando essencialmente na requalificação das áreas urbanas

c)

fomentar a complementaridade e as parcerias entre cidades, salvaguardando o respeito pela identidade local e regional de cada uma

d)

melhorar a qualidade ambiental das cidades portuguesas,

30.

As áreas metropolitanas de Porto e Lisboa...

a)

promovem o desenvolvimento de economias de escala.

b)

são importantes para reduzir a bipolarização da rede urbana nacional.

c)

condicionam a afirmação urbana nacional em termos europeus e mundiais.

d)

promovem a coesão do território nacional.

31.

Os bens são classificados segundo a frequência da sua utilização, estes podem ser...

a)

Bens dispersos e bens vulgares

b)

Bens dispersos e bens raros

c)

Bens vulgares e bens raros

d)

Bens centrais e bens raros.

32.

De entre as opções encontra-se um fenómeno estritamente relacionado com o retratado na figura.

Seleciona a opção correta.

a)

Deseconomia de aglomeração

b)

Economia de aglomeração

c)

Economia de escala

d)

Deseconomia de escala

33.

A área de influência de um bem raro é muito grande, podendo mesmo atingir o território nacional ou alargar-se ao exterior.

a)

Verdadeiro

b)

Falso

34.

No interior de Portugal Continental, as cidades que encontramos...

a)

são de pequena dimensão mas geralmente são muito dinâmicas.

b)

são de pequena dimensão e geralmente sem grande dinamismo.

c)

são de grande dimensão mas, na sua maior parte, são bastante dinâmicas.

d)

são de grande dimensão.

35.

As funções de nível inferior são oferecidas por um menor número de centros urbanos.

a)

Verdadeiro

b)

Falso

36.

O processo de litoralização em Portugal:

a)

traduz-se na concentração de população e atividades económicas junto ao litoral.

b)

é recente.

c)

não tem significado.

d)

reflete-se no aumento do número de cidades que vivem da função portuária.

37.

As cidades de média dimensão

a)

dominam no interior norte do país.

b)

constituem polos de coesão social, económica e territorial, fundamentais para o desenvolvimento harmonioso do país.

c)

têm vindo a diminuir no contexto da rede urbana nacional, dando lugar a cidades de grandes dimensões.

d)

assumem-se como polos de fixação de população quando se localizam contíguas (perto) aos grandes centros urbanos do litoral.

38.

Há um desequilíbrio da rede urbana portuguesa porque

a)

não há uma distribuição homogénea das cidades no território, concentrando-se, a maioria, no litoral.

b)

há um grande número de cidades de pequena dimensão, poucas de média e apenas duas de grande dimensão.

c)

existem poucas cidades de média dimensão e muitas de grande dimensão.

d)

existem poucas cidades de grande dimensão, bem como de média dimensão.

39.

A rede urbana portuguesa caracteriza-se por um desequilíbrio no número de habitantes e também na distribuição geográfica, com maior concentração

a)

na faixa litoral de Setúbal a Viana do Castelo, sobretudo na AMP e AML.

b)

em toda a faixa litoral oeste, principalmente nas áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto.

c)

nas áreas de Lisboa e Porto e em torno das capitais de distrito, sobretudo Viseu e Guarda.

d)

no litoral a norte do Tejo e na costa algarvia, destacando-se também o Funchal, na Madeira.

40.

A cidade de Lisboa

a)

apresenta uma maior área de influência do que a de Braga.

b)

apresenta uma menor área de influência do que a de Guimarães.

c)

apresenta uma menor área de influência do que a de Faro.

d)

apresenta uma menor área de influência do que a Beja.

41.

Na atualidade, Lisboa e Porto têm monopolizado a vida económica e social do País, o que tem refletido a tendência para uma rede urbana de padrão

a)

policêntrico

b)

multipolar

c)

bicéfalo

d)

macrocéfalo

42.

A rede urbana policêntrica é a ideal para o país, uma vez que, por exemplo

a)

traduz uma rede urbana equilibrada e permite que se criem polos regionais de crescimento sustentável e harmonioso.

b)

permite a reorganização do espaço urbano vital para a coesão territorial, fulcral para o aumento da competitividade apenas nacional.

c)

traduz uma rede urbana desequilibrada.

d)

permite uma visão estratégica ao nível do ordenamento do território nacional e do seu

reposicionamento apenas regional.

43.

A diminuição das assimetrias regionais e o reforço da coesão acontecerão se

a)

a capacidade de atração das cidades do Porto e Lisboa deixarem de se fazer sentir e se incentivar o êxodo urbano.

b)

se reorganizar a rede urbana, de que resulte o desenvolvimento de uma rede policêntrica constituída por centros de grande, média e pequena dimensão, distribuídos de forma equilibrada.

c)

a capacidade de atração das cidades do Porto e Lisboa aumentar significativamente de modo a desenvolver as respetivas áreas metropolitanas.

d)

se reorganizar a rede urbana, privilegiando a macrocefalia em que a capital terá um papel aglutinador de todas as atividades económicas, bem como a nível populacional.

44.

A rede urbana portuguesa aproxima-se do modelo dito monocêntrico, porque apresenta uma acentuada...

a)

litoralização.

b)

macrocefalia.

c)

suburbanização.

d)

dispersão.

45.

As cidades são essenciais para melhorar a eficácia da região em que se inserem, pois...

a)

fornecem funções de nível mais vulgar às áreas circundantes.

b)

fornecem funções de nível mais raro às áreas circundantes.

c)

promovem a intensificação do êxodo rural.

d)

promovem a intensificação dos movimentos pendulares.

46.

O aumento da área de influência da cidade de Évora, como o registado nas últimas décadas, relaciona-se, entre outros aspe tos, com a oferta de...

a)

ensino universitário e a existência de corporação de bombeiros.

b)

escolas do primeiro ciclo e a presença de comércio de nível mais raro.

c)

ensino universitário e a presença de comércio de nível mais raro.

d)

escolas do primeiro ciclo e a existência de corporação de bombeiros.

47.

Um dos problemas associados aos sistemas urbanos monocêntricos é...

a)

a existência de um grande número de cidades médias.

b)

a fraca capacidade de afirmação de outras cidades.

c)

o grande número de cidades com funções raras.

d)

o défice de funções vulgares na cidade principal.

48.

Nos países com sistemas urbanos policêntricos,...

a)

a capital concentra, além da função política, as principais funções sociais e económicas.

b)

as principais cidades do país localizam-se na área de influência da capital.

c)

a capital divide com outras cidades as funções urbanas de nível hierárquico mais elevado.

d)

as principais cidades do país concentram-se junto às fronteiras.

49.

Nas grandes cidades, a concentração de população e de atividades, a partir de determinado limite, origina

a)

economias de aglomeração, porque diminui a qualidade dos serviços disponibilizados à

população da área urbana.

b)

deseconomias de aglomeração, porque a especulação imobiliária provoca a diminuição do

preço dos solos e da construção.

c)

economias de aglomeração, porque os custos das infraestruturas e dos equipamentos

aumentam na razão direta do aumento da população.

d)

deseconomias de aglomeração, porque as infraestruturas e os equipamentos deixam de dar resposta às necessidades dos utentes.

50.

Para facilitar o desenvolvimento urbano e a organização e uso do território dos municípios o principal instrumento de planeamento territorial utilizado é o...

a)

PNOPT

b)

POLIS.

c)

PDM

d)

PEDU

51.

O documento técnico que define detalhadamente a forma de ocupação do espaço de uma área restrita do município alvo de intervenção urbana designa-se por...

a)

Plano de reabilitação urbana.

b)

Plano Diretor Municipal.

c)

Plano de Pormenor.

d)

Plano de Urbanização.

52.

O programa Polis foi essencialmente um programa de ...

a)

Reabilitação Urbana

b)

Requalificação Urbana

c)

Renovação Urbana

d)

Ordenamento urbano

53.

A destruição completa de um edifício residencial no centro da cidade e a transformação do mesmo num centro comercial é um exemplo de...

a)

renovação urbana.

b)

reabilitação urbana.

c)

requalificação urbana.

d)

reocupação urbana.

54.

As conservações interiores e exteriores levadas a cabo nos bairros sociais pelas câmaras municipais são um exemplo de...

a)

reocupação urbana.

b)

requalificação urbana.

c)

reabilitação urbana.

d)

renovação urbana.

55.

As fases de crescimento das cidades representados no esquema são...

a)

1- fase centrífuga; 2- fase centrípeta

b)

1- fase centrípeta; 2- fase centrífuga

56.

Qual opção não diz respeito a um problema urbano?

a)

Desemprego

b)

A redução da mobilidade e de acessibilidade

c)

Saturação das infraestruturas

d)

Excesso de espaços verde

57.

A degradação de edifícios e a falta de habitações diz respeito a problemas ...

a)

Urbanísticos

b)

Sociais

c)

Ambientais

d)

Financeiros

58.

Uma cidade, para ter uma área de influência maior do que outra com a mesma dimensão demográfica, pode apostar, por exemplo, na...

a)

oferta de serviços de saúde especializados.

b)

diversificação do comércio de proximidade.

c)

oferta de transportes públicos intraurbanos.

d)

criação de novas freguesias urbanas.

59.

Atualmente, alguns dos problemas das cidades são:

a)

congestionamento do trânsito, falta de espaços verdes e poluição.

b)

grande acessibilidade, problemas respiratórios e degradação ambiental.

c)

abandono residencial, habitação clandestina e diversidade cultural.

d)

criminalidade, prostituição e bom nível de vida.

60.

Geralmente, as populações que vivem no centro histórico das cidades são...

a)

adultos, em famílias numerosas.

b)

adultos, em famílias com um ou dois filhos.

c)

idosos, muitas vezes sós.

d)

jovens, com os pais e os avós.

61.

Em Portugal, de acordo com a Lei n.º 11/82, de 2 de Junho, para que uma vila possa ser elevada a cidade é necessário que, cumulativamente, disponha…

a)

de mais de 5000 eleitores em aglomerado populacional contínuo e de equipamentos de saúde de nível hierárquico superior.

b)

de mais de 8000 eleitores em aglomerado populacional contínuo e de, pelo menos, metade de um conjunto de equipamentos coletivos pré-definido.

c)

e mais de 5000 residentes em aglomerado populacional contínuo e de um património cultural e arquitectónico relevante.

d)

de mais de 8000 residentes em aglomerado populacional contínuo e de, pelo menos, um estabelecimento de ensino superior.

62.

A renda locativa pode ser definida como...

a)

...o custo do solo urbano em cada local

b)

...a renda paga pelos comerciantes

c)

... o custo das construções.

d)

...o valor da renda das habitações.

63.

Da análise do gráfico podemos concluir que a renda locativa...

a)

...diminui da periferia para o centro.

b)

...aumenta do centro para a periferia com duas exceções.

c)

...diminui do centro para a periferia de forma constante.

d)

...aumenta da periferia para o centro de forma irregular.

64.

No centro da cidade assiste-se, frequentemente, a processos de especulação fundiária, Isto deve-se ao facto de ...

a)

...a procura de espaço ser muito superior á oferta

b)

...constituem áreas de interesse turístico.

c)

...existirem modernos parques industriais.

d)

...serem áreas ocupadas, genericamente, por população idosa.

65.

O congestionamento do trânsito no CBD tem-se traduzido no(a)…

a)

aumento da acessibilidade ao centro.

b)

criação de novas centralidades noutras áreas da cidade.

c)

incremento da função residencial nas áreas mais centrais.

d)

concentração de escritórios e serviços nos núcleos históricos

66.

As indústrias que conseguiram manter-se nas áreas urbanas interiores são as que exigem pouco espaço, utilizam reduzidas quantidades de energia, produzem bens raros e de elevado valor e se localizam, de modo geral, nas traseiras das lojas ou nos andares superiores dos edifícios. Ou seja, são indústrias…

a)

agro-industriais.

b)

de bens de equipamento.

c)

de construção civil.

d)

de bens de consumo.

67.

As áreas residenciais do espaço urbano caracterizam-se, em regra, por apresentarem…

a)

preços das habitações mais elevados nas áreas mais afastadas do CBD.

b)

edifícios com grande homogeneidade no estilo arquitetónico.

c)

segregação social em função do nível de rendimentos dos residentes.

d)

menor volumetria dos edifícios, sobretudo, nas áreas mais antigas das cidades.

68.

A presença de habitação plurifamiliar (no centro da cidade) em edifícios de valor arquitetónico nuns casos restaurados e noutros degradados, está associada à residência de grupos de população, respetivamente…

a)

idosa empobrecida e imigrantes.

b)

jovem bem sucedida e idosa empobrecida

c)

da classe alta e jovens bem sucedidos.

d)

da classe média e imigrantes

69.

Na Rua Augusta, na baixa lisboeta, a função predominante no rés-do-chão dos edifícios é a função…

a)

industrial.

b)

residencial.

c)

terciária.

d)

turística.

70.

De acordo com a imagem, nos pisos superiores dos edifícios, a habitação tem uma importância muito significativa. Esta afirmação é…

a)

verdadeira, apresentando, em muitos casos, um estado de elevada degradação.

b)

falsa, uma vez que no CBD a população residente é praticamente inexistente.

c)

verdadeira, na medida em que esta função é das que mais exige contacto com os potenciais consumidores.

d)

falsa, porque a habitação predomina nos pisos mais baixos, para ser mais acessível à população idosa.

71.

Na área central das cidades, a instalação de atividades do setor terciário tem levado a uma forte competição pelo espaço, o que conduz

a)

à recuperação das áreas urbanas centrais.

b)

ao processo de renovação urbana

c)

à especulação fundiária.

d)

ao aumento de solos expectantes

72.

Na baixa lisboeta, encontramos sobretudo indústrias…

a)

de pequena dimensão e pouco poluentes, como a confeção de luxo e a joalharia.

b)

de pequena dimensão e de mão-dobra intensiva, como a confeção de luxo e a tipografia.

c)

de grande dimensão e de fabrico de bens vulgares, como a panificação e a impressão.

d)

de grande dimensão e pouco poluentes, como a joalharia e a ótica.

73.

Na área central da cidade verifica-se uma diferenciação espacial, isto é, as funções:

a)

dispersam-se pelas ruas, sem organização, um pouco ao acaso.

b)

agrupam-se de modo a formarem conjuntos diversificados em cada rua ou área.

c)

agrupam-se segundo o tipo de atividade, em ruas ou áreas de alguma homogeneidade.

d)

agrupam-se ao acaso, segundo os pisos dos edifícios, a partir do rés-do-chão.

74.

São características do CBD…

a)

uma elevada especulação fundiária e o predomínio de construções em altura e com reduzida volumetria.

b)

uma elevada acessibilidade potencial e o predomínio de atividades do setor secundário.

c)

a existência de espaços de cultura e de lazer e uma baixa acessibilidade potencial.

d)

o predomínio de construções em altura e com grande volumetria e a existência de um comércio muito especializado.

75.

Seleciona a única opção que não provoca o aumento da renda locativa no centro das áreas urbanas.

a)

Boas acessibilidades

b)

Elevado congestionamento funcional

c)

Especulação fundiária

d)

Afluência de equipamento sociais e culturai

76.

As imagens A e C correspondem, respetivamente, a uma área residencial das classes:

a)

baixas e mais abastadas.

b)

médias e mais pobres.

c)

altas e mais pobres.

d)

médias e altas.

77.

A imagem B representa uma área:

a)

terciária de serviços e indústria, na periferia da cidade, em lugar de fácil acesso.

b)

residencial de classe pobre que aproveita antigos edifícios industriais da periferia.

c)

industrial, próxima da cidade, mas fora do tecido urbano.

d)

de industrialização antiga, próxima da cidade, inserida no tecido urbano

78.

No crescimento urbano, a primeira fase é de concentração demográfica, sendo a cidade um polo atrativo.

a)

Nesta fase – fase centrífuga – há também grande concentração de atividades económicas.

b)

Nesta fase – fase centrípeta – há também grande concentração de atividades económicas.

c)

Nesta fase – fase centrípeta – ainda não se verifica concentração de atividades económicas.

d)

Nesta fase – fase centrífuga – ainda não se verifica concentração de atividades económicas.

79.

A expansão urbana – suburbanização – resulta de fatores como:

a)

a necessidade de ocupar os solos da periferia da cidade, para reduzir a atividade agrícola.

b)

a necessidade de libertar espaço na cidade para novas áreas de comércio e serviços de luxo.

c)

a oferta de habitação luxosa e a expansão da rede viária, que aumenta o trânsito e a poluição.

d)

as rendas altas na cidade, a dinâmica da construção civil e a expansão das atividades económicas.

80.

Os grandes centros comerciais desenvolvem-se nas artérias de entrada das cidades. Esta afirmação é…

a)

verdadeira, porque a oferta de estacionamento é elevada e caracterizam-se por oferecerem artigos raros e de luxo, necessitando de um elevado número de consumidores.

b)

verdadeira, uma vez que se localizam em áreas de elevada acessibilidade e de renda locativa mais baixa.

c)

falsa, porque estes espaços comerciais têm como objetivo a relação de proximidade com os clientes.

d)

falsa, porque nessas áreas existe uma difícil articulação com a rede de transportes públicos.

81.

A ocupação, por citadinos, de áreas com fortes características rurais tem a designação de...

a)

urbanização.

b)

rurbanização.

c)

reurbanização.

d)

suburbanização.

82.

Uma Área metropolitana é toda a área…

a)

servida por metropolitano e que se caracteriza por intensas relações de complementaridade e de interdependência.

b)

formada por uma cidade principal e por vários aglomerados contíguos que funcionam como dormitórios.

c)

urbanizada mais ou menos extensa formada por uma grande cidade e outros núcleos urbanos envolventes entre os quais se estabelecem relações de complementaridade e interdependência.

d)

urbanizada no litoral ocidental compreendida entre Lisboa e Porto caracterizada por uma significativa concentração de população e de atividades económicas.

83.

A formação das áreas metropolitanas como, por exemplo, as de Lisboa e do Porto, é o resultado de um conjunto de processos, dos quais se podem destacar...

a)

o repovoamento da «cidade mãe» e o reforço das atividades económicas.

b)

a emigração e o aparecimento de novas formas de comércio e de serviços.

c)

a degradação do centro das cidades e o aumento da insegurança.

d)

o êxodo rural e o desenvolvimento dos transportes.

84.

A formação das áreas metropolitanas como, por exemplo, as de Lisboa e do Porto, é o resultado de um conjunto de processos, dos quais se podem destacar...

a)

o repovoamento da «cidade mãe» e o reforço das atividades económicas.

b)

a emigração e o aparecimento de novas formas de comércio e de serviços.

c)

a degradação do centro das cidades e o aumento da insegurança.

d)

o êxodo rural e o desenvolvimento dos transportes.

85.

O aumento anual do número de turistas nas cidades de Lisboa e do Porto, na última década, explica-se, entre outras razões, pela

a)

existência de transporte público gratuito.

b)

desvalorização do preço do solo urbano.

c)

riqueza de património arquitetónico e imaterial.

d)

variedade de hipermercados e centros comerciais.

86.

Na área metropolitana do Porto, o setor secundário é caracterizado, maioritariamente, por indústrias…

a)

de bens de consumo, tradicionais e pouco exigentes em mão-de-obra qualificada.

b)

de bens de consumo, tradicionais e muito exigentes em mão-de-obra qualificada.

c)

de bens de equipamento, de caráter intensivo e pouco exigentes em mão-de-obra qualificada.

d)

de bens de equipamento, de caráter intensivo e ligadas a setores tradicionais.

87.

O processo de expansão urbana que está associado ao incremento dos movimentos pendulares designa-se por…

a)

concentração.

b)

gentrificação.

c)

descentralização.

d)

suburbanização.

88.

A periurbanização é um processo caracterizado pelo/a…

a)

regresso da população ao centro da cidade, o qual, em processo de renovação e requalificação urbanas, oferece habitações de melhor qualidade

b)

deslocação da população para uma periferia mais afastada da cidade, com manutenção dos traços rurais e preservação ambiental.

c)

transferência de população de elevado nível de rendimento para bairros antigos, na sequência de estratégias de reabilitação do seu parque habitacional.

d)

deslocação da população do centro para o espaço exterior á cintura suburbana, onde os usos e as estruturas urbanas se misturam com as rurais.

89.

As áreas assinaladas na figura 1 que correspondem, respetivamente, à fase centrípeta e à fase centrífuga do crescimento da cidade de Évora são…

a)

A e C.

b)

A e D.

c)

B e C.

d)

B e D.