WorksheetsFilosofia Contratualista e Pessimista
Total questions: 19
Worksheet time: 48mins
A Vontade pode ser considerada a mola propulsora da existência podendo ser encontrada, no pensamento de:
Nietzsche
Kant
Schopenhauer
Python
ENEM 2020
O fim último, causa final e desígnio dos homens, ao introduzir uma restrição sobre si mesmos sob a qual os vemos viver nos Estados, é o cuidado com sua própria conservação e com uma vida mais satisfeita; quer dizer, o desejo de sair da mísera condição de guerra que é a consequência necessária das paixões naturais dos homens, como o orgulho, a vingança e coisas semelhantes. É necessário um poder visível capaz de mantê-los em respeito, forçando os, por medo do castigo, ao cumprimento de seus pactos e ao respeito às leis, que são contrárias a nossas paixões naturais. HOBBES, T. M. Leviatã. São Paulo: Nova Cultural, 1999 (adaptado).
Para o autor, o surgimento do estado civil estabelece as condições para o ser humano
internalizar os princípios morais, objetivando a satisfação da vontade individual.
aderir à organização política, almejando o estabelecimento do despotismo.
aprofundar sua religiosidade, contribuindo para o fortalecimento da Igreja.
assegurar o exercício do poder, com o resgate da sua autonomia.
obter a situação de paz, com a garantia legal do seu bem-estar
1- O contratualismo, como escola de pensamento filosófico, basicamente analisa:
a) o contrato social
b) o surgimento das sociedades civis
c) a política de uma sociedade
d) o surgimento do Estado Civil
2- Contratualismo são teorias que tentam explicar os caminhos que levam as pessoas a:
a) formar repúblicas
b) formar cidadãos e cidades
c) formar governos e manter a ordem social
d) formar cidadãos e manter a ordem social
3- A teoria política de Thomas Hobbes teve papel fundamental na construção dos sistemas políticos contemporâneos que consolidou a (o)
a) Monarquia Paritária.
b) Despotismo Soberano.
c) Monarquia Republicana.
d) Monarquia Absolutista.
4- Para rousseu o ser humano e essencialmente bom, porém, a sociedade o corrompe. Ele considera que o povo tem a soberania. daí conclui que todo o poder emana do povo e , em seu nome deve ser exercido. Isso implica que o governante é:
a) Monárquico
b) Representativo
c) ditatorial
d) absolutista
5- Relacione corretamente os contratualistas e seu estado de natureza, respectivamente:
1) o homem é bom mas corrompido pela sociedade
2) o homem é mau e egoísta
3) o homem é bom, mas faz guerra pra defender sua propriedade.
a) 1- Rousseau 2- maquiavel 3- Hobbes
b) 1-Maquiavel 2- Locke 3- Aristóteles
c) 1- Rousseau 2- Hobbes 3- Locke
d) 1- Rousseau 2- Locke 3- Hobbes
3- A teoria política de Thomas Hobbes teve papel fundamental na construção dos sistemas políticos contemporâneos que consolidou a (o)
a) Monarquia Paritária.
b) Despotismo Soberano.
c) Monarquia Republicana.
d) Monarquia Absolutista.
7- John Locke defende o direito à propriedade. De acordo com essa perspectiva, o Estado deve:
a) Permitir aos seus cidadãos,propriedade ou propriedades
b) fazer uma propriedade comem a todos os cidadãos
c) garantir aos cidadãos a posse de bens
d) garantir a todos, sem exceção, alguma propriedade
Schopenhauer retoma a distinção kantiana entre fenômeno e coisa-em-si. Quais são os termos utilizados por ele para fundamentar essa distinção?
Fenômeno e coisa-em-si
Representação e coisa-em-si
Fenômeno e Vontade
Representação e vontade
Para Schopenhauer, qual era o melhor, ou único, caminho para a felicidade?
Viver intensamente as experiências da vida
Solidão e contemplação artistico-filosófica
Isolamento social e minimalismo
Paixões e não uso da razão
Abandono das ilusões e pretensões de conhecimento
Para Schopenhauer, qual era o melhor, ou único, caminho para a felicidade?
Viver intensamente as experiências da vida
Solidão e contemplação artistico-filosófica
Isolamento social e minimalismo
Paixões e não uso da razão
Abandono das ilusões e pretensões de conhecimento
Acerca do pensamento nietzschiano sobre a moral, é incorreto afirmar:
A moral racionalista foi erguida com finalidade repressora, e não para garantir o exercício da liberdade.
A moral racionalista transformou tudo o que é natural nos seres humanos em vício, falta e culpa, castigando qualquer transgressão.
Bem e mal são invenções da moral racionalista.
Devemos submeter a vontade ao domínio da razão, que nos indica a virtude e o dever.
O sofrimento para Friedrich Nietzsche é:
É algo desnecessário para a vida do ser humano, uma vez que, para ele, quanto mais a pessoa passa por adversidades, mais ela se desespera.
É algo negativo à existência humana, pois aniquila as forças vitais, sendo necessário ao ser humano procurar uma religião para aprender a lidar com os problemas.
Quando se sofre, segundo Nietzsche, todo o ser humano se fortalece e aprende a lidar melhor com os sofrimentos futuros.
Não existe vida sem sofrimento, e felicidade sem esse sentimento também não. Ao ser humano cabe compreender que ele faz parte da sua existência e aprender a tirar algo positivo dele.
A frase de Nietzsche “o que não me mata, me fortalece” pode ser entendida como:
Aquilo que não é capaz de aniquilar a existência do homem não é de todo o mal, por mais que pensemos assim. O sofrimento, o prejuízo, a dor, enfim os sentimentos considerados negativos pela sociedade podem ajudar o ser humano a se conhecer e a se fortalecer diante da vida.
Significa crer que Deus não permitirá que algo de tão ruim abale a vida do fiel. Deus está no comando e ele sabe o quanto o ser humano pode suportar.
Significa dizer que não existe vida sem sofrimentos e que cabe ao ser humano ignorá-los ou se anestesiar diante deles, procurando na imagem divina uma válvula de escape para aliviar a sua dor.
É possível sempre tirar algo de positivo em meio aos problemas, por mais difíceis que sejam, e qualquer pessoa é capaz de fazê-lo.
Para lidar com o tratamento dos valores no pensamento de Nietzsche, o conceito da “morte de Deus” é essencial. Assinale a alternativa que reflete esse conceito
A morte de Deus desvaloriza o mundo.
A morte de Deus gera necessariamente o super-homem.
A morte de Deus implica a perda das sanções sobrenaturais dos valores.
A morte de Deus impossibilita a superação dos valores hoje aceitos.
Friedrich Nietzsche (1844-1900) é um importante e polêmico pensador contemporâneo, particularmente por sua famosa frase “Deus está morto”. Em que sentido podemos interpretar a proclamação dessa morte?
A morte de Deus serve de alerta ao homem de que nada é infinito e eterno, e que o homem e sua existência são momentos fugazes que devem ser vividos intensamente.
A morte de Deus não se refere apenas ao Deus cristão, mas remete à falta de fundamento no conhecimento, na ética, na política e na religião, cabendo ao homem inventar novos valores.
O Deus que morre é o Deus cristão, mas ainda vive o deus-natureza, no qual o homem encontrará uma justificativa e um consolo para sua existência sem sentido.
Não fomos nós que matamos Deus, ele nos abandonou na medida em que não aceitamos o fato de que essa vida só poderá ser justificada no além, uma vez que o devir não tem finalidade
No século XIX, o filósofo alemão Friedrich Nietzsche vislumbrou o advento do “super-homem” em reação ao que para ele era a crise cultural da época. Na década de 1930, foi criado nos Estados Unidos o Super-Homem, um dos mais conhecidos personagens das histórias em quadrinhos. A diferença entre os dois “super-homens” está no fato de Nietzsche defender que o super-homem
Agiria de modo coerente com os valores pacifistas, repudiando o uso da força física e da violência na consecução de seus objetivos
Expressaria os princípios morais do protestantismo, em contraposição ao materialismo presente no herói dos quadrinhos
Abdicar-se-ia das regras morais vigentes, desprezando as noções de “bem”, “mal”, “certo” e “errado”, típicas do cristianismo.
Representaria os valores políticos e morais alemães, e não o individualismo pequeno burguês norte-americano.
Para organizar a "transvaloração dos valores", Nietzsche faz a seguinte proposta:
Superação da moral comum.
Busca pela perfeição divina.
Afirmação da moral social e negação da moral individual.
Organização dos atos morais a partir de imperativos categóricos.
