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Worksheets3º Ano - Trabalho - 1º bimestre
Total questions: 20
Worksheet time: 20mins
(Unioeste) “Os padrões islâmicos de moralidade e as normas que regulam a vida cotidiana são fixados pelo Alcorão, que os muçulmanos acreditam conter a palavra de Alá, tal como revelada a Maomé […]. O estado islâmico era uma teocracia, em que governo e religião eram inseparáveis[…].”
Considerando o texto transcrito acima sobre a criação do Islã e a expansão muçulmana, é correto afirmar que
Criado por Maomé, no século XIII, o Islã não tinha nenhuma relação com o cristianismo e o judaísmo. A expansão do Estado muçulmano foi barrada no século XIX, quando tentou invadir a Europa.
A religião do Islã surgiu no século VII na Arábia. Seu fundador foi Maomé, que unificou as tribos árabes. Seus sucessores dominaram o Império Persa, partes do Império Bizantino, Norte da África e a Península Ibérica.
Criado por Maomé, no século VII, o Islã unificou as tribos árabes e formou o Estado Muçulmano, que dominou o norte da África, Portugal e Espanha. Sua expansão foi detida pelas cruzadas chefiadas por Carlos Magno, no século XIX.
Fundado por Maomé, no século VII, o Estado Muçulmano baseava-se na religião do Islã. Seu sistema de governo era uma teocracia, no qual a separação entre governo e religião resultou no total desprezo dos conhecimentos dos gregos antigos.
(UEMG) Durante a Idade Média, no ano de 570, nascia Maomé, conhecido por ser o profeta de Alá. Desde a sua morte até o século XXI a crença em Alá tem sido difundida pela fé Islâmica que é, até hoje, predominante no norte da África e na Península Arábica. Em 711, a expansão islâmica conquistara espaço na Europa Ocidental. Quase toda a Península Ibérica fica sob o poder do Califado. O que detém o avanço Islâmico é:
A resistência do império Franco e o processo de reconquista ligado às monarquias locais fortemente influenciadas pelo cristianismo.
A proposta, dos grupos dirigentes das Monarquias Ibéricas, de associar os preceitos islâmicos aos valores cristãos, enfraquecendo assim as frentes de batalha.
A ação da Rússia em repressão aos islâmicos, formando uma frente combativa para manter as antigas monarquias ibéricas.
A formação de um Reino Cristão que unia todas as monarquias europeias para combater os invasores.
(UFPB) O Império Bizantino dominou vastas regiões de diferentes etnias, em três continentes (Europa, Ásia e África), sob a égide de um modelo teocrático centralizado, conhecido como cesaropapismo, no qual o Basileus concentrava, em suas mãos, a chefia suprema do exército, da administração do Estado (Poder de César) e da religião cristã (Poder de Papa). Por conseguinte, os conflitos de natureza política, econômica, social e cultural se manifestavam como questões de religião: as famosas “querelas religiosas” bizantinas.
Sobre essas querelas, é correto afirmar:
O Monofisismo, uma corrente religiosa europeia, concebia o caráter unicamente humano de Cristo, contrapondo-se ao poder central e à influência das províncias asiáticas, que defendiam a dupla natureza de Cristo (divina e humana).
A Questão Iconoclasta expressou as divergências entre os sacerdotes orientais (egípcios e maronitas) – defensores do culto das imagens – e os sacerdotes ocidentais (gregos e latinos) – contrários ao culto das imagens.
O Cisma do Oriente (1054) dividiu o Cristianismo em duas Igrejas, a Católica Romana e a Cristã Ortodoxa, significando um dos passos decisivos para a afirmação do poder papal na Europa Ocidental e da influência bizantina no leste europeu.
O Tribunal do Santo Ofício (a Inquisição) servia para garantir a ortodoxia da Igreja e foi criado pelo Basileus como instrumento de controle do poder central sobre as heresias, que explodiram primeiramente no Império Bizantino.
(FGV-SP) A transição do Paleolítico Superior para o Neolítico (entre 10 000 a.C. e 7000 a.C.) foi acompanhada por algumas mudanças básicas para a humanidade. Entre essas, poderíamos citar:
O aparecimento da linguagem falada
A domesticação dos animais e plantas, isto é o aparecimento da agricultura e do pastoreio.
O aparecimento da magia e da arte.
O povoamento de amplas áreas antes não povoadas, como a Europa Central e Ocidental.
(Udesc) O estudo da Pré-História abrange um longo período da história humana. Uma das periodizações mais conhecidas distingue pelo menos dois grandes períodos. Sobre esses períodos e suas distinções, é INCORRETO afirmar:
No período denominado como neolítico dá-se a descoberta e o controle do fogo, uma das maiores conquistas desse período, que permitiu aos seres humanos a fundição dos metais.
De modo bem geral, o período paleolítico está para as sociedades de caçadores-coletores assim como o período neolítico está para a agricultura e a criação de animais.'
Tanto o termo paleolítico quanto o neolítico referem-se à forma de tratamento da pedra.
O período denominado como paleolítico se inicia há aproximadamente 4 milhões de anos, e se estende até cerca de 10000 anos.
(UECE) Sobre o papel do rio Nilo na estruturação da sociedade no Egito Antigo, é correto afirmar que:
Permitia a atividade econômica e, com suas cheias regulares, garantia a estabilidade político e o domínio simbólico dos faraós
Sua maior importância era servir de meio de transporte para as tropas que garantiam a supremacia militar dos egípcios em toda a África.
Suas cheias significavam um momento de instabilidade política e econômica, uma vez que destruíam as colheitas e provocavam fome generalizada.
A capacidade e o volume de água não eram aproveitados pelos egípcios, que se limitavam nas vazantes a esperar a próxima cheia.
(UFRN) A religião estava presente em todos os aspectos da vida no Antigo Egito. A medicina, inclusive, era impregnada de elementos mágicos e religiosos. A relação entre religião e medicina no Antigo Egito era evidente na medida em que
As práticas médicas estavam voltadas apenas para o tratamento dos faraós, cuja imagem era associada aos deuses.
As técnicas desenvolvidas na medicina foram estimuladas pela necessidade de preservar o corpo para a vida após a morte.
Os médicos, recrutados entre as mais altas camadas sociais, acumulavam também a função de promover o culto religioso.
Os médicos queriam prolongar a existência terrena, estimulados pelas crenças religiosas que negavam a imortalidade da alma.
(UCS – RS) “O Código Hamurabi, um bloco de pedras com 2,25 metros de altura, encontra-se hoje no Museu do Louvre, em Paris. Dos muitos artigos de lei nele gravados, cerca de 250 já foram decifrados. Com isso, informações sobre a sociedade mesopotâmica puderam ser reveladas.” (FIGUEIRA, D. História. São Paulo: Ática, 2003, p. 26).
Analise, quanto à sua veracidade (V) ou falsidade (F), as afirmativas abaixo sobre a sociedade mesopotâmica e o seu código de leis:
( ) A chamada Lei de Talião (talionis, em latim, significa “tal” ou “igual”) apareceu pela primeira vez no Código de Hamurabi. Ela pregava o princípio do “olho por olho, dente por dente”, ou seja, ao infrator aplicava-se um castigo proporcional ao dano causado
( ) O Código de Hamurabi trata dos mais variados assuntos relativos à vida cotidiana. Abrange, entre outros temas, a regulamentação e o exercício das profissões, fixando a remuneração dos trabalhadores e as normas a respeito do casamento, da assistência às viúvas, aos órfãos, aos pobres, etc.
( ) Na maioria das sociedades atuais, a Lei de Talião não é mais aplicada. No entanto, há países do Oriente Médio em que ainda se paga olho por olho, literalmente. Na Arábia Saudita, no Iêmen e em alguns dos Emirados Árabes, ladrões têm as mãos cortadas.
Assinale a alternativa que preenche corretamente os parênteses, de cima para baixo:
V – F – V
V – V – V
F – V – F
F – F – F
(UFCSPA/RS) A Mesopotâmia atual situa-se no Oriente Médio entre os rios Tigre e Eufrates, que ficam no atual Iraque, na região conhecida como Crescente Fértil. Seu nome vem do grego (meso=meio e potamos=água) e significa “terra entre rios”. A fertilidade desta região, localizada em meio a montanhas e desertos, deve-se à presença dos rios.
Sobre a civilização mesopotâmia, na Antiguidade Oriental, analisar os itens abaixo:
I – A estrutura social baseava-se na existência de uma pequena elite, controladora de uma vasta população que estava submetida ao trabalho compulsório, característica de um governo despótico, de fundamento teocrático, que domina todos os grupos sociais.
II – O Estado era responsável pelas obras hidráulicas necessárias para a sobrevivência da população, bem como pela cobrança de impostos e pela administração de estoques de alimentos.
III – Na religião mesopotâmia, o governante era representado e compreendido por seus súditos mais como uma divindade viva do que como um representante dos deuses.
IV – Em termos políticos, a Mesopotâmia caracterizou-se por ter, na instituição monárquica, personificada no governante, o seu principal fator de unidade.
Está(ão) CORRETO(S):
Somente o item I.
Somente os itens I e II.
Somente os itens I, III e IV.
Somente os itens II e IV.
(ESPM) A República Romana, a princípio, permitia direitos políticos apenas aos patrícios – a aristocracia de nascimento formada pelos grandes proprietários de terras e escravos.
Os séculos iniciais da República foram um período de acirradas lutas de classes em que as revoltas da plebe permitiram aos plebeus a obtenção de alguns direitos:
Nesse contexto, assinale a alternativa que apresente o que determinava a Lei Canuleia:
O casamento misto, isto é, entre patrícios e plebeus.
A criação do Tribunato da Plebe.
O direito dos plebeus ocuparem o Consulado.
O fim da escravidão por dívidas.
(UFSM) ”As três Guerras Púnicas [entre Roma e Cartago, nos séculos III e II a.C.] constituíram um processo impactante ainda na Antiguidade. [...] Em poucas palavras, as Guerras Púnicas movimentaram grande quantidade de recursos humanos e econômicos, movimentação essa que propiciou muita riqueza, luxo e escravos à elite romana, assim como provocou alastramento da pobreza entre os camponeses devido à destruição de parte da agricultura.”
A respeito das transformações que as Guerras Púnicas provocaram na República Romana, assinale verdadeira (V) ou falsa (F) em cada afirmativa a seguir.
( ) Terminadas as Guerras Púnicas, o território sob controle de Roma aumentou ao longo do Mar Mediterrâneo, incluindo as terras da atual Espanha e o litoral do norte da África, antes sob domínio de Cartago.
( ) O comércio no Mar Mediterrâneo entrou em declínio, os patrícios romanos empobreceram e ascenderam politicamente os pequenos e médios proprietários rurais da Península Itálica.
( ) Grande número de escravos, a preço baixo, chegaram aos mercados romanos e consolidouse o latifúndio escravista, gerando a ruína da tradicional sociedade camponesa de Roma.
( ) Pacificamente, o Império substituiu a República, os imperadores passarama ser venerados como deuses e patrícios e plebeus foram submetidos ao mesmo padrão sócio-econômico.
A sequência correta é
F – F – V – V.
V – V – F – F.
F – V – F – V.
V – F – V – F.
(URCA) A história da república romana, por mais de dois séculos após a sua fundação, consistiu quase totalmente em guerras. Dentre as mudanças que se seguiram à destruição da Monarquia, merece destaque corretamente:
Com o advento da República, eclodiram os conflitos entre patrícios e plebeus, sendo os primeiros pequenos agricultores, artífices e comerciantes, e os segundos descendentes dos antigos chefes de clãs da época da Monarquia.
Na luta entre patrícios e plebeus, a primeira vitória dos plebeus foi com a publicação da Lei das Doze Tábuas que davam plenos poderes aos plebeus em detrimento dos poderes dos patrícios.
Com a revolução que derrubou a Monarquia o rei foi substituído por dois cônsules eleitos, ao mesmo tempo em que o senado foi investido do controle sobre os fundos públicos e do veto aos atos da Assembleia.
Em 362 a. C. foi eleito o primeiro Cônsul patrício, por conta das lutas entre patrícios e plebeus e a vitória dos patrícios.
(PUC) Os irmãos Graco:
Foram os conquistadores de Cartago.
Defenderam os camponeses sem terra contra a aristocracia.
Eram os principais líderes do partido aristocrático.
Elaboraram a primeira lei escrita de Roma.
(Mackenzie) O Mar Mediterrâneo foi a maior de todas as vias de circulação romanas e dele resultou a formação do Império Romano (27 a.C. a 476 d.C.). A respeito dessa importante conquista para a civilização romana, assinale a alternativa correta.
Após a derrota romana nas Guerras Púnicas, quando fenícios e cartagineses ocuparam o estreito de Gibraltar, a única saída para dar continuidade ao processo de expansão foi a conquista do mar Mediterrâneo.
A explosão demográfica e os conflitos internos com a plebe urbana exigiram medidas expansionistas por parte do governo, para que se estabelecessem colônias romanas fora da península itálica a fim de minimizar as tensões sociais.
A necessidade de expansão do cristianismo, que a partir do século IV, tornou-se a religião oficial do império romano, implicou na divulgação dos princípios dessa nova doutrina para os povos bárbaros.
A eliminação da hegemonia cartaginesa sobre a região além de permitir que Roma passasse a dominar o comércio mediterrâneo, possibilitou aumentar o dinamismo próprio da estrutura escravista, que necessitava de mão de obra decorrentes das conquistas.
(Univ. de Passo Fundo) “Embora os gregos compartilhassem a mesma língua e a mesma cultura, permaneciam politicamente divididos. A determinação de preservar a soberania da cidadeestado impedia os gregos de formarem um grupo político maior, o que poderia limitar a sua vitalidade e independência. Mas a criação de uma união pan-helênica teria exigido uma transformação radical do caráter grego, o qual por centenas de anos considerou a cidade-estado independente como o único sistema político adequado”.
Considerando a Liga de Delos e a Liga do Peloponeso como as uniões que abalaram a autonomia secular das cidadesestados, é correto afirmar que:
Atenienses e espartanos articularam-se a outras cidadesestados visando unificar a Grécia sob sua liderança compartilhada.
Os atenienses, mais militarizados, defendiam a guerra como forma de consolidar sua hegemonia ante à Liga do Peloponeso e de consolidar o sistema aristocrático de governo.
A Guerra do Peloponeso – que opôs as duas uniões de cidades-estados – pode ser considerada como a grande crise da história helênica, pois abalou sua organização e possibilitou que, mais tarde, os macedônicos conquistassem a Grécia.
Os espartanos viram seu apogeu durante o governo de Péricles, quando a democracia foi consolidada, tornandose efetivamente uma cidade-estado governada pelos cidadãos.
(UFPR) Sobre o período helenístico (séculos IV a II a.C.) é correto afirmar:
Foi uma era de violência endêmica e de escravidão dos povos conquistados por Alexandre Magno, o que explica sua breve duração. Logo após a morte de Alexandre, o império se dividiu e foi conquistado pelos persas. Dessa forma, o projeto de difusão da cultura grega foi abandonado, deixando alguns poucos monumentos e bibliotecas pelo Oriente.
Foi marcado pelas conquistas de Alexandre Magno, que teve dificuldades em expandir o seu governo, por conta da resistência dos romanos e dos persas. Apesar de ter reinado por décadas, Alexandre Magno não conseguiu manter a independência grega, perdendo seus territórios para o nascente Império Romano.
Foi um período de decadência cultural, em que manifestações culturais gregas misturaram-se a influências de outras culturas conquistadas pelos exércitos de Alexandre Magno. Devido ao seu rápido crescimento, o império helenístico permitiu que as culturas e costumes locais se preservassem em troca de lealdade política. Isso levou ao fim da língua, da filosofia, do teatro e da arquitetura gregas.
Com a rápida conquista territorial feita pelos macedônios, liderados especialmente por Alexandre Magno, houve a difusão da cultura grega do Egito até a Índia, por meio da adoção da koiné, uma variante mais simples do grego. Ocorreu a fusão entre culturas orientais e a cultura grega, além da construção de polos culturais, como Alexandria. Esse período deixou uma influência duradoura, que se manteve também dentro dos limites do Império Romano.
(PUC-Campinas) A decadência da Grécia, que teve início a partir do século IV a.C., é explicada, entre outros fatores, pela
Postura isolacionista desenvolvida pelas cidades-estados sem condições de participar do comércio marítimo e logicamente, sem oportunidades de desenvolvimento econômico.
Ausência de unidade política e pelas lutas entre as cidades-estados.
Organização social das cidades-estados de Atenas e Esparta, estruturada no trabalho escravo dos indivíduos oriundos da Messênia.
Evolução da pólis que colaborou para o desenvolvimento do ideal da democracia na região do Peloponeso.
(UDESC) “Mas, já que estamos a examinar qual é a constituição política perfeita, sendo essa constituição a que mais contribui para a felicidade da cidade... os cidadãos não devem exercer as artes mecânicas nem as profissões mercantis; porque este gênero de vida tem qualquer coisa de vil, e é contrário à virtude. É preciso mesmo, para que sejam verdadeiros cidadãos, que eles não se façam lavradores; porque o descanso lhes é necessário para fazer nascer a virtude em sua alma, e para executar os deveres civis. (Aristóteles. A política. Livro IV, cap. VIII)
A partir da citação acima e de seus conhecimentos sobre a estrutura político-social da Grécia Antiga, assinale a alternativa correta.
A ideia de democracia grega está ligada ao fato de que todos aqueles que habitavam uma cidade-estado dispunham dos mesmos direitos e deveres, uma vez que todos os trabalhos e profissões eram igualmente valorizados.
A cidadania era uma forma de distinção social porque nem todos os habitantes de uma cidade eram considerados cidadãos. Estrangeiros e mulheres, por exemplo, não dispunham dos direitos de cidadania e não tinham direito a voto nas assembleias.
A ideia de cidadania, descrita por Aristóteles, é considerada ainda hoje um ideal, uma vez que é plenamente inclusiva e qualifica de forma igualitária todos os trabalhos e profissões.
Todos os homens que habitavam uma cidade eram considerados cidadãos. A cidadania, na Grécia Clássica, era qualificada em ordens, sendo que os proprietários de terras eram cidadãos de primeira ordem e os trabalhadores braçais de segunda ordem. Todos, porém, tinham direito de voz e voto nas assembleias.
(UFAM) Os Persas foram, na Antiguidade, um dos povos mais importantes a ocupar a região da Mesopotâmia. Sobre sua história e cultura, é possível afirmar que:
A vitória de Dario I sobre os gregos marcou o início da ascensão persa no Mediterrâneo, favorecendo a expansão da escrita cuneiforme e dos cultos monoteístas.
Desenvolveram uma religião própria, o Zoroastrismo, e começaram sua expansão territorial após as conquistas lideradas por Ciro, o Grande.
Famosos por suas obras arquitetônicas, os persas construíram na Babilônia as maiores pirâmides da Mesopotâmia, tornando aquela cidade o centro de seu Império.
Adotando uma religião que opunha, de forma maniqueísta, o bem e o mal, os persas dominaram o comércio mediterrâneo após conquistar o Egito, a Ásia Menor e a Macedônia, sob a liderança de Nabucodonosor.
(Unesp) Na região onde atualmente se encontra o Líbano, instalou-se, no III milênio a. C., um povo semita, que passou a ocupar a estrita faixa de terra, com cerca de 200 quilômetros de comprimento, apertada entre o mar e as montanhas. Várias razões os levaram ao comércio marítimo, merecendo destaque sua proximidade geográfica com o Egito; a costa, que oferecia lugares para bons portos; e os cedros, principal riqueza, usados na construção de navios.
O contido nesse parágrafo refere-se ao povo:
Fenício.
Hebreu.
Persa.
Sumério.
