WorksheetsRegião e Regionalização
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Adoção de um critério natural no espaço total.
Formação de áreas com características comuns.
Sensação de pertencimento do indivíduo ao lugar.
Aplicação de critérios matemáticos na paisagem.
Composição de um espaço unicamente antrópico.
As cidades globais.
As metrópoles.
As zonas urbanas.
Os continentes.
Os mares e oceanos.
Economias socialistas e capitalistas.
Características linguísticas e culturais.
Aspectos geológicos e geomorfológicos.
Elementos vegetacionais e climáticos.
Paisagens naturais e humanizadas.
Norte, Nordeste e Sudeste.
Amazônia, Nordeste e Centro-Sul.
Sul, Sudeste e Meio-Norte.
Sudeste, Nordeste e Centro-Oeste.
Amazonas, Centro e Sul.
Ocorre o avanço do socialismo e o fim das políticas neoliberais, e podemos falar em hegemonia cubana.
Os países estão classificados na divisão de primeiro mundo, segundo mundo e terceiro mundo.
A divisão do mundo é bipolar, considerando o leste socialismo e o oeste capitalismo.
Observamos tanto a divisão em norte e sul, centro e periferia, quanto a divisão por grandes áreas econômicas.
A divisão centro e periferia considera, sobretudo, o alto avanço da ciência e da tecnologia produzidas nesses países.
A parcela oeste do Tocantins, área que integra a região Nordeste, mas recebe investimentos diretos da região Centro-Oeste.
O litoral de São Paulo, área que integra a região Sudeste, apesar da forte cisão física provocada pela Serra do Mar.
A porção sul do Espírito Santo, área que integra a região Sudeste, mas se beneficia das políticas nordestinas de fomento.
O noroeste do Maranhão, área que integra a região Nordeste, mas está inclusa na Amazônia Legal.
O Distrito Federal, área que integra a região Centro-Oeste, apesar da dependência financeira restrita à região Sudeste.
O predomínio do clima tropical de altitude.
A predominância da vegetação de pradarias.
A presença das grandes metrópoles nacionais brasileiras.
A presença das mais antigas ocupações do território brasileiro.
O espaço agrário mais desconcentrado do Brasil.
Ao aumento estratosférico da produção de cacau e borracha no Agreste nordestino.
À forte declinação da produção agropecuária e à perda demográfica (migrações).
Às mortes ocorridas no sertão nordestino, as quais diminuíram bruscamente a população absoluta da Bahia e do Tocantins.
Ao coronelismo impregnado nas raízes da cultura nordestina, que implantou uma sociedade mais justa e livre.
Aos saques frequentes, no sertão nordestino, das lavouras de alta produtividade.
Meio técnico-científico-conurbado.
Meio científico-polarizado.
Meio científico-informacional-globalizado.
Meio técnico-mecanizado-industrializado.
Meio técnico-científico-informacional.
Ao regionalizar o Brasil, no ano de 1980, Santos e Silveira identificaram, além da Região Concentrada, as regiões Sul, Nordeste e Norte.
O meio técnico-científico-informacional na Região Concentrada se implantou sobre um meio mecanizado e de um denso sistema de relações.
O critério de regionalização usado por Santos e Silveira difere, em muitos aspectos, dos critérios do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Na região Nordeste, a instalação do meio técnico-científico-informacional deu-se de maneira pontual, como nas áreas irrigadas do vale do São Francisco.
Concentrada.
Centro-Sul.
Meridional.
Setentrional.
Global.
É composta pela Região Concentrada, Região Amazônia, Região Nordeste, Região Centro-Oeste sendo que os limites que separam os complexos regionais não são os mesmos dos territórios dos estados
A Região Concentrada abrange São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, caracterizada pela implantação mais consolidada dos dados da ciência, da técnica e da informação
A Região Centro-Oeste, constituída pelos Estados de Mato Grosso, Goiás, Tocantins e Rondônia, é uma área de “ocupação periférica” recente. O meio técnico-científico-informacional se estabelece sobre um território “natural” ou “pré-técnico”, onde a vida de relações era rala e precária
O Nordeste, incluindo Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia, é uma área de povoamento antigo, onde a constituição do meio mecanizado se deu de forma pontual e pouco densa
A Amazônia, definida pelos Estados do Pará, Amapá, Roraima, Amazonas, Acre e parte do Mato Grosso, é uma região de rarefações demográficas herdadas e baixas densidades técnicas.
As características climáticas, botânicas, pedológicas, hidrológicas e fitogeográficas; com esses aspectos, é possível delimitar as quatro regiões.
A renda per capita que, por conta disso, viola os limites político-administrativos.
Uma configuração que analise a atuação do meio técnico científico-informacional no território, bem como a relação desta com as heranças do passado.
Os complexos geoeconômicos, estabelecendo as regiões: Amazônia, Nordeste, Centro-Sul e Leste.
A classificação física das unidades da federação, com o propósito de ajudar as interpretações estatísticas, implantar sistemas de gestão de funções públicas de interesse comum ou orientar a aplicação de políticas públicas, porém necessita de reformulações, pois foi criada em 1970.
O recorte regional representado com o número 4 trata da Região Centro-Oeste, cujos limites são idênticos aos limites do Centro-Oeste do IBGE.
O número 3 na figura corresponde ao Centro-Sul, a região core do Brasil, conforme afirmou Roberto Lobato Corrêa em texto publicado em GEOSUL, em 1989.
A regionalização apresentada foi proposta por Milton Santos e Maria Laura Silveira, no ano de 1999, e é conhecida como “Os quatro Brasis”.
O Nordeste representado pelo número 2 foi delimitado, classificado e caracterizado pelo geógrafo Pedro Pinchas, no ano de 1967.
O número 1 na figura trata da Amazônia Legal brasileira, área delimitada por projeto de Lei para atuação da Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia.
Houve uma nova perspectiva em relação ao IBGE sobre o território brasileiro, que deixou de ser predominantemente interiorano para ocupar melhor o litoral.
A nova região Sudeste representava melhor as zonas mais industrializadas do país e com posição geográfica semelhante.
A integração do Espírito Santo ao Sudeste era necessária em razão do seu acelerado grau de urbanização e concentração populacional.
Estava em curso, na década de 1970, a redistribuição industrial brasileira em direção às regiões Sul e Norte.
A base física territorial, onde se destacam as bacias hidrográficas.
Os aspectos demográficos, considerando-se a distribuição da população brasileira.
O setor secundário, mediante o número de estabelecimentos industriais.
As características socioeconômicas relativas à população e às atividades produtivas.
Os elementos de ordem natural relacionados com os tipos climáticos.
O Centro-Sul corresponde à região geoeconômica mais antropizada, ou seja, com maior transformação causada pela ação humana, sobretudo por ser a região mais urbanizada, com maior produção industrial e com ocupação agropecuária mais intensiva do Brasil.
O complexo regional do Nordeste é subdividido em quatro sub-regiões: Zona da Mata, Agreste, Sertão e Meio Norte, sendo que o Rio São Francisco corta três dessas sub-regiões.
A maior parte dos fluxos de capitais, mercadorias, pessoas e informações no Brasil se concentra na Amazônia, graças à expansão da fronteira agrícola para essa região.
Essa classificação regional não obedece necessariamente às divisas dos estados. Alguns estados, como Mato Grosso, Minas Gerais e Maranhão possuem seus territórios divididos entre regiões geoeconômicas diferentes.
Centro-Sul, Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste.
Sul, Norte, Sudeste, Nordeste e Centro-Oeste.
Leste, Oeste, Norte, Sul e Nordeste.
Centro-Oeste, Leste, Norte, Sul e Centro-Norte.
Meio-Norte, Centro-Oeste, Centro-Sul, Nordeste e Sul.
