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WorksheetsQuiz dos Descritores - EACG
Total questions: 20
Worksheet time: 30mins
O cachorro
As crianças sabiam que a presença daquele cachorro vira-lata em seu apartamento seria alvo da mais rigorosa censura de sua mãe. Não tinha qualquer cabimento: um apartamento tão pequeno que mal acolhia Álvaro, Alberto e Anita, além de seus pais, ainda tinha de dar abrigo a um cãozinho! Os meninos esconderam o animal em um armário próximo ao corredor e ficaram sentados na sala à espera dos acontecimentos. No fim da tarde a mãe chegou do trabalho. Não tardou em descobrir o intruso e a expulsá-lo, sob os olhares aflitos de seus filhos.
No texto, fica claro que haverá um conflito entre as crianças e a mãe, quando as crianças:
Resolvem levar um cachorro para casa, mesmo sabendo que a mãe seria contra.
Levam para casa um cachorro vira-lata, e não um cachorro de raça.
Decidem esconder o animal dentro de um armário.
Não deixam o animal ficar na sala
No texto, as letras inclinadas, as nuvenzinhas rompidas, as asas e os traços usados na representação do sábado e do domingo sugerem
Serenidade.
Tempestade
Tranquilidade
Velocidade
Dedé reconhece erro no clássico
Zagueiro vascaíno pede desculpas a Willians e aos torcedores pela expulsão
O zagueiro Dedé, do Vasco, pediu desculpas ontem ao volante Willians, do Flamengo, pela entrada violenta que deu no adversário no empate em 1 a 1 no clássico de domingo, no Engenhão, pelo Campeonato Brasileiro.
– (...) Peço desculpas ao companheiro de profissão e ao torcedor do Vasco, pois não queria ter deixado o time (...).
Mas o zagueiro seguiu a linha do técnico Paulo César Gusmão de culpar o juiz (...):
– Deixando de lado minha expulsão, o árbitro estava visivelmente nervoso e atrapalhado. Inverteu muitas faltas, irritando nosso time, me deu um cartão amarelo após eu ter levado o vermelho.
O trecho do texto que expressa uma opinião é
“Peço desculpas ao companheiro de profissão...”. (. 7)
“... o árbitro estava visivelmente nervoso e atrapalhado.” (.12 – 13 - 14)
“Deixando de lado minha expulsão...”.(.12)
“... me deu um cartão amarelo...” (. 15)
A repetição, pelo eu poético, da expressão “TE AMO!” , que ecoou dentro da caverna, reforça
A intensidade da paixão do eu poético.
A ingenuidade do eu poético.
A beleza do primeiro amor.
O eco dentro da caverna.
Podemos concluir que o anúncio:
Promove uma marca de sapato.
Divulga uma marca de objetos masculinos.
Atinge o público de um modo geral.
É voltado para o público feminino.
Minha Namorada
Vinicius de Moraes / Carlos Lyra
Meu poeta eu hoje estou contente
Todo mundo de repente ficou lindo
Ficou lindo de morrer
Eu hoje estou me rindo
Nem eu mesmo sei de que
Porque eu recebi
Uma cartinhazinha de você
Se você quer ser minha namorada
Ai que linda namorada
Você poderia ser
Se quiser ser somente minha
Exatamente essa coisinha
Essa coisa toda minha
Que ninguém mais pode ter
Você tem que me fazer
Um juramento
De só ter um pensamento
Ser só minha até morrer
E também de não perder esse jeitinho
De falar devagarinho
Essas histórias de você
E de repente me fazer muito carinho
E chorar bem de mansinho
Sem ninguém saber porquê.”
[...]
A repetição dos diminutivos “cartinhazinha , coisinha , jeitinho e devagarinho” reforça a ideia
Do afeto do eu poético pela sua amada.
Da grande solidão vivida pelo eu poético.
Da beleza especial da mulher amada.
Da tristeza do eu poético por não ser amado.
No trecho “Deixe a gripe pra lá”, a expressão “pra lá” é um exemplo de linguagem
Informal, porque é uma expressão popular, utilizada nas conversas do dia a dia.
Formal, pois é utilizada em textos escritos que exigem o uso desse tipo de linguagem.
Formal, já que expressões populares e gírias fazem parte desse tipo de linguagem.
Informal, haja vista essa expressão ser exigida nos textos escritos que requerem o uso desse tipo de linguagem.
Minha Sombra
De manhã a minha sombra
com meu papagaio e o meu macaco
começam a me arremedar.
E quando eu saio
a minha sombra vai comigo
fazendo o que eu faço
seguindo os meus passos.
Depois é meio-dia.
E a minha sombra fica do tamaninho
de quando eu era menino.
Depois é tardinha.
E a minha sombra tão comprida
brinca de pernas de pau.
Minha sombra, eu só queria
ter o humor que você tem,
ter a sua meninice,
ser igualzinho a você.
E de noite quando, escrevo,
fazer como você faz,
como eu fazia em criança:
Minha sombra
você põe a sua mão
por baixo da minha mão,
vai cobrindo o rascunho dos meus poemas
sem saber ler e escrever.
LIMA, Jorge de. Minha Sombra. Rio de Janeiro: José Aguillar Ltda, 1958.
De acordo com o texto, a sombra imita o menino:
de manhã.
ao meio-dia.
à tardinha.
à noite.
O que torna a tirinha engraçada é:
A promessa feita quando casaram.
O casal preferir ficar acordado, em vez de fazer as pazes.
O fato de estarem cansados, por não terem dormido a noite toda.
O casal ter brigado e estarem casados.
O SAPO
Era uma vez um lindo príncipe por quem todas as moças se apaixonavam. Por ele também se apaixonou a bruxa horrenda que o pediu em casamento. O príncipe nem ligou e a bruxa ficou muito brava. ―Se não vai casar comigo não vai se casar com ninguém mais! Olhou fundo nos olhos dele e disse: ―Você vai virar um sapo! Ao ouvir esta palavra o príncipe sentiu estremeção. Teve medo. Acreditou. E ele virou aquilo que a palavra feitiço tinha dito. Sapo. Virou um sapo.
(ALVES, Rubem. A alegria de ensinar. Ars Poética, 1994.)
No trecho ― O príncipe NEM LIGOU e a bruxa ficou muito brava – a expressão destacada significa que
não deu atenção ao pedido de casamento.
não entendeu o pedido de casamento.
não respondeu à bruxa.
não acreditou na bruxa.
Os textos publicitários são produzidos para cumprir determinadas funções comunicativas. Os objetivos desse cartaz estão voltados para a conscientização dos brasileiros sobre a necessidade de
as crianças frequentarem a escola regularmente.
a formação leitora começar na infância.
a alfabetização acontecer na idade certa.
a literatura ter o seu mercado consumidor ampliado.
as escolas desenvolverem campanhas a favor da leitura.
O drama das paixões platônicas na adolescência
Bruno foi aprovado por três dos sentidos de Camila: visão, olfato e audição. Por isso, ela precisa conquistá-lo de qualquer maneira. Matriculada na 8ª série, a garota está determinada a ganhar o gato do 3º ano do Ensino Médio e, para isso, conta com os conselhos de Tati, uma especialista na arte da azaração. A tarefa não é simples, pois o moço só tem olhos para Lúcia – justo a maior ―crânio da escola. E agora, o que fazer? Camila entra em dieta espartana e segue as leis da conquista elaboradas pela amiga.
REVISTA ESCOLA, março 2004, p. 63
Pode-se deduzir do texto que Bruno
chama a atenção das meninas.
é mestre na arte de conquistar.
pode ser conquistado facilmente.
tem muitos dotes intelectuais.
Examine o cartum:
O efeito de humor presente no cartum decorre, principalmente, da
semelhança entre a língua de origem e a local
falha de comunicação causada pelo uso do aparelho eletrônico
falta de habilidade da personagem em operar o localizador geográfico
discrepância entre situar-se geograficamente e dominar o idioma local
incerteza sobre o nome do ponto turístico onde as personagens se encontram
A última fala da tirinha causa um estranhamento, porque assinala a ausência de um elemento fundamental para a instalação de um tribunal: a existência de alguém que esteja sendo acusado.
Essa fala sugere o seguinte ponto de vista do autor em relação aos usuários da internet:
proferem vereditos fictícios sem que haja legitimidade do processo
configuram julgamentos vazios ainda que existam crimes comprovados
emitem juízos sobre os outros mas não se veem na posição de acusados
apressam-se em opiniões superficiais mesmo que possuam dados concretos
Leia o quadrinho acima:
“Bem, você conseguiu ferir meus sentimentos, mas eu aceito suas desculpas. Obrigada”.
Nessa fala, expressa no segundo quadrinho, a palavra destacada refere-se:
À menina
Ao menino
Às duas crianças
Aos sentimentos
A função da arte
Diego não conhecia o mar. O pai, Santiago Kovadloff, levou-o para que descobrisse o mar.
Viajaram para o Sul.
Ele, o mar, estava do outro lado das dunas altas, esperando.
Quando o menino e o pai enfim alcançaram aquelas alturas de areia, depois de muito caminhar, o mar estava na frente de seus olhos. E foi tanta a imensidão do mar, e tanto fulgor, que o menino ficou mudo de beleza.
E quando finalmente conseguiu falar, tremendo, gaguejando, pediu ao pai:
– Me ajuda a olhar!
GALEANO, Eduardo. O livro dos abraços. Trad. Eric Nepomuceno 5ª ed. Porto Alegre: Editora L & PM, 1997
O menino ficou tremendo, gaguejando porque
a viagem foi longa.
as dunas eram muito altas.
o mar era imenso e belo.
o pai não o ajudou a ver o mar.
PRINCESA NENÚFAR ELFO-ELFA
Nasceu já bem pálida, de olhos claros e cabelos loiros, quase brancos. Foi se tornando invisível já na infância e viveu o resto da vida num castelo mal assombrado, com fantasmas amigos da família. Dizem que é muito bonita, mas é bem difícil de se saber se é verdade.
A opinião das pessoas sobre a princesa é de que ela
é muito bonita.
é pálida, de olhos claros.
tem cabelos quase brancos.
vive num castelo.
Para causar o humor no texto, seu produtor se utiliza de um jogo de sentidos no uso da expressão “PETRÓLEO REFINADO”. Um dos sentidos possíveis para a palavra destacada é petróleo
estruturado.
mal humorado.
diversificado.
bem educado.
Brincadeira retrô
Me lembro bem de quando era pequena e do quanto minha imaginação era fértil. Eu fui daquelas crianças que davam arrepios nos pais por conta das brincadeiras mirabolantes: a cama de casal que virava navio pirata, o sofá da sala que virava palco de teatro com direito a cortina de lençol e tudo mais... Toda vez que começava a me animar minha avó dizia: “Lá vem essa menina inventando moda”. Hoje vejo que esse era o jeito de brincar das crianças de antigamente. Não havia toda essa parafernália eletrônica, que toca música, anda, fala e não deixa nenhum espaço para a imaginação. Precisávamos inventar as nossas brincadeiras. Criança moderna não sabe brincar sozinha, tem sempre a babá, o computador, o DVD... Hoje tento incentivar meu filho a brincar assim também. Não é que eu vá jogar todos os brinquedos dele fora, mas com certeza ele vai aprender a se divertir com muito menos. Dá mais trabalho, faz mais bagunça, mas é infinitamente mais divertido.
POMÁRICO, Veri. Revista Gol, Editora Trip: s/l. s/d.
A autora desse texto defende que:
as brincadeiras das crianças de antigamente eram divertidas.
as brincadeiras de antigamente eram mais criativas que as atuais.
as maneiras de as crianças de hoje brincarem devem ser aceitas.
as crianças devem brincar com parafernálias eletrônicas.
Observe a charge retirada da Folha de São Paulo:
Na charge, o autor quer chamar atenção para:
A possibilidade de ser feito consórcio para a venda de pães.
O aumento na venda de pães.
O alto preço cobrado na venda de pães.
A baixa venda de pães através de consórcio.
