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Romance Moderno - Macunaíma

Total questions: 5

Worksheet time: 4mins

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1.

Assista ao trailler do filme Macunaíma, baseado no livro de Mario de Andrade. Em seguida, marque a alternativa CORRETA sobre esse romance, o mais importante do início do Modernismo no Brasil:

a)

A. Macunaíma foi publicado antes do século XX, ainda no período de transição, chamado de Pré-Modernismo.

b)

B. A história possui um caráter épico, e é considerada uma rapsódia ou seja, uma obra literária que absorve todas as tradições orais e folclóricas de um povo.

c)

C. Macunaíma era um personagem feminino, uma indígena que foi viver na cidade grande.

d)

D. Essa obra não é representante do Modernismo brasileiro, pois seu autor era parnasiano.

2.

Marque a única alternativa que não contém características do período literário do Modernismo:

a)

Linguagem coloquial (popular)

b)

Narrativa inovadora e experimental, com recortes e adequação à fala

c)

Personagem como anti-herói, cheio de defeitos

d)

Há apenas elementos da cultura indígena nesta obra

e)

A obra reúne lendas, provérbios, mitos indígenas e sertanejos, fragmentos da cultura sul-americana

3.

“Chamado de rapsódia por Mário de Andrade, o livro "Macunaíma" é construído a partir de uma série de lendas a que se misturam superstições, provérbios e anedotas. O tempo e o espaço não obedecem a regras de verossimilhança, e o fantástico se confunde com o real durante toda a narrativa.

a)

Verdadeiro

b)

Falso

4.

Relacione:

a)

Macunaíma

1.

Significa "O grande mau"

b)

"Si" o incitavam a falar exclamava: - Ai que preguiça!

2.

Reprodução da fala na escrita.

c)

Herói sem nenhum caráter

3.

Anti-herói, mentiroso, manhoso, preguiçoso.

d)

Mário de Andrade

4.

Um dos principais autores da Primeira Geração Modernista, autor de Macunaíma.

e)

Osvald de Andrade

5.

Um dos principais autores da Primeira Geração Modernista, autor do Manifesto Antropofágico.

5.

O herói depois de muitos gritos por causa do frio da água entrou na cova e se lavou inteirinho. Mas a água era encantada porque aquele buraco na lapa era marca do pezão do Sumé, do tempo em que andava pregando o evangelho de Jesus pra indiada brasileira. Quando o herói saiu do banho estava branco loiro e olhos azuizinhos, água lavara o pretume dele. E ninguém seria capaz mais de indicar nele um filho da tribo retinta dos Tapanhumas. Nem bem Jiguê percebeu o milagre, se atirou na marca do pezão. Porém a água já estava muito suja da negrura do herói e por mais que Jiguê esfregasse feito maluco atirando água para todos os lados só conseguiu ficar da cor do bronze novo. Macunaíma teve dó e consolou: – Olhe, mano Jiguê, branco você ficou não, porém pretume foi-se e antes fanhoso que sem nariz. Maanape então é que foi se lavar, mas Jiguê esborrifara toda água encantada para fora da cova. Tinha só um bocado lá no fundo e Maanape conseguiu molhar só a palma dos pés e das mãos. Por isso ficou negro bem filho da tribo dos Tapanhumas. Só que as palmas das mãos e dos pés dele são vermelhas por terem se limpado na água santa. Macunaíma teve dó e consolou: – Não se avexe, mano Maanape, não se avexe não, mais sofreu nosso tio Judas!2

a)

Este trecho aborda a miscigenação da população brasileira.

b)

Pode-se observar uma crítica racial na qual o próprio Macunaíma deprecia as outras raças.

c)

O texto escrito é muito mais complexo do que o trecho adaptado para o cinema.

d)

Iriqui, a companheira de Jiguê, representa o empoderamento feminino na cena estudada.