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WorksheetsDESCRITORES 6 ANO
Total questions: 15
Worksheet time: 8mins
D1 – LOCALIZAR INFORMAÇÕES EXPLICITAS EM UM TEXTO.
O DISFARCE DOS BICHOS
Você já tentou pegar um galhinho seco e ele virou bicho, abriu asas e voou? Se isso aconteceu é porque o graveto era um inseto conhecido como “bicho-pau”. Ele é tão parecido com o galhinho, que pode ser confundido com o graveto.
Existem lagartas que se parecem com raminhos de plantas. E há grilos que imitam folhas. Muitos animais ficam com a cor e a forma dos lugares em que estão. Eles fazem
isso para se defender dos inimigos ou capturar outros bichos que servem de alimento. Esses truques são chamados de mimetismo, isto é, imitação.
O cientista inglês Henry Walter Bates foi quem descobriu o mimetismo. Ele passou 11 anos na selva amazônica estudando os animais.
MAVIAEL MONTEIRO, José. Bichos que usam
disfarces para defesa. FOLHINHA, 6 NOV. 1993.
1) O bicho-pau se parece com:
florzinha seca
florzinha verde
galinho seco
raminho de planta
D2 – ESTABELECER RELAÇÕES ENTRE PARTES DE UM TEXTO IDENTIFICANDO REPETIÇÕES OU SUBSTITUIÇÕES QUE CONTRIBUEM PARA A CONTINUIDADE DE UM TEXTO.
A COSTUREIRA DAS FADAS
Depois do jantar, o príncipe levou Narizinho à casa da melhor costureira do reino. Era uma aranha de Paris, que sabia fazer vestidos lindos, lindos até não poder mais! Ela mesma tecia a fazenda, ela mesma inventava as modas.
– Dona Aranha – disse o príncipe – quero que faça para esta ilustre dama o vestido mais bonito do mundo. Vou dar uma grande festa em sua honra e quero vê-la deslumbrar a corte.
Disse e retirou-se. Dona Aranha tomou da fita métrica e, ajudada por seis aranhinhas muito espertas, principiou a tomar as medidas. Depois teceu depressa, depressa, uma fazenda cor-de-rosa com estrelinhas douradas, a coisa mais linda que se possa imaginar. Teceu também peças de fita e peças de renda e de entremeio — até carretéis de linha de seda fabricou.
2) A expressão vê-la se refere à:
Fada
Cinderela
dona Aranha
Narizinho
D3 – INFERIR O SENTIDO DE UM PALAVRA OU EXPRESSÃO
PULGAS
As pulgas são insetos que, para se alimentar, sugam o sangue quente dos vertebrados.
Sua picada provoca coceira. Há, muitas espécies de pulgas: “pulga do homem”, pulga do rato”, “pulga do cão” e “bicho de pé”. Isso não quer dizer que a pulga de rato só ataque ratos, pois quaisquer das espécies infestam outros animais e também o homem.
3) No trecho” ... pois quaisquer das espécies infestam outros animais e também o homem.”, a
palavra grifada significa:
pulam
inflamam
atacam
assustam
D4 – INFERIR UMA INFORMAÇÃO IMPLÍCITA EM UM TEXTO.
FRAGOTINHO
Fragotinho era um passarinho que adorava fazer ninhos. Mas só cantava em uma época do ano: na primavera, quando começava a construir o ninho, palha por palha, bico por bico, pena por pena. Fragotinho pulava de galho em galho, de folha em folha e ainda cantava: “Fra-fra-fra-gotinho, vai-vai-vai casar!” (...)
Sim, Fragotinho era um pássaro gago, mas isso nunca o atrapalhou. Era o contrário: todos adoravam seu canto diferente, pois ele tinha uma voz suave, doce e apaixonada. Com ela, anunciava as flores, o amor, os ovos, os fi lhotinhos, mais passarinhos.
Fragotinho cantava uma só vez por ano. Mas valia a pena.
E foi assim, trabalhando, voando e cantando, que Fragotinho passou várias primaveras na rotina canto–ninho–passarinho. Até aquele fatídico dia em que, alegre como sempre, ele começou de novo a cantar: “Fra-fra-go-tinho va-va-va-vai casar.”
Um gato que passeava no alto de uma árvore achou aquele canto muito interessante e resolveu chegar mais perto. Compenetrado como sempre, Fragotinho nem olhou e continuou a cantar: “Fra-fra-go... epa! U-um ga-gaaaaa!”
Nunca mais se ouviu o canto gago de Fragotinho, o pássaro que adorava fazer ninho.
FRATE, Dilea. Fábulas tortas. São Paulo: Companhia das Letrinhas,
2007, p.28.
5) O trecho “Nunca mais se ouviu o canto gago de Fragotinho” revela que o:
gato comeu o pássaro
gato gostou da música
pássaro conseguiu escapar
pássaro se escondeu no ninho
D4 – INFERIR UMA INFORMAÇÃO IMPLÍCITA EM UM TEXTO.
Talita
Talita tinha a mania de dar nomes de gente aos objetos da casa, e tinham de ser nomes que rimassem. Assim, por exemplo, a mesa, para Talita, era Dona Teresa, a poltrona era Vó Gordona, o armário era o Doutor Mário. A escada era Dona Ada, a escrivaninha era Tia Sinhazinha, a lavadora era Prima Dora, e assim por diante.
Os pais de Talita achavam graça e topavam a brincadeira. Então, podiam-se ouvir conversas tipo como esta:
— Filhinha, quer trazer o jornal que está em cima da Tia Sinhazinha!
— É pra já, papai. Espere sentado na Vó Gordona, que eu vou num pé e volto noutro.
Ou então:
— Que amolação, Prima Dora está entupida, não lava nada! Precisa chamar o mecânico.
— Ainda bem que tem roupa limpa dentro do Doutor Mário, né mamãe?
E todos riam.
BELINKY, Tatiana. A operação do Tio nofre:
uma história policial. São Paulo: Ática, 1985.
4) A mania de Talita de dar nome de gente aos objetos da casa demonstra que ela é:
curiosa
exagerada
estudiosa
criativa
D6 – IDENTIFICAR UM FATO DE UM TEXTO.
MICRÓBIOS - AMIGOS OU INIMIGOS? MATAM OU ENGORDAM?
Tem uma coisa que os adultos dizem que eu tenho certeza de que aborrece as crianças: “Vá lavar as mãos antes de comer! Ela está cheia de micróbios. Não coma esse troço que caiu no chão! Lave logo o machucado, senão os micróbios tomam conta!” Daí a criança vai logo pensando: “Coisa chata essa de micróbio!” E os micróbios vão ficando com essa fama de monstrinhos, sempre prontos a atacar em caso de desleixo. Mas sem micróbios e bactérias também não dá para viver, porque há um montão deles que são essenciais para manter vida em nosso planeta. Quando a gente vai lavar as mãos antes de comer fica até meio desapontado, pois não vê micróbio nenhum. E acha aquilo um exagero. É que os micróbios são microscópicos.
Atualmente são considerados micróbios ou micro organismos os fungos, as bactérias, os vírus, algumas algas e os protozoários. Os micróbios - não há como negar – são responsáveis por uma série de aborrecimentos: gripe, sarampo, tifo, malária, febre amarela, paralisia infantil e um bocado de coisas mais.
Mas também há inúmeros micróbios benéficos, que decompõem o corpo morto das plantas e animais, transformando suas moléculas complexas em moléculas pequenas, aproveitáveis na nutrição das plantas. O vilão de nossa história, portanto, não é totalmente malvado. Se ele desaparecesse, nós também acabaríamos junto com ele.
6) O tema do texto é:
a chatice dos micróbios
a falta dos micróbios
o papel dos micróbios
o desaparecimento dos micróbios
D7 – IDENTIFICAR O CONFLITO GERADOR DO ENREDO E OS ELEMENTOS QUE CONSTROEM A NARRATIVA.
O PRÍNCIPE SAPO
Uma feiticeira muito má transformou um belo príncipe num sapo, só o beijo de uma princesa desmancharia o feitiço.
Um dia, uma linda princesa chegou perto da lagoa em que o príncipe morava. Cheio de esperança de ficar livre do feitiço, ele lhe pediu um beijo. Como ela era muito boa, venceu o nojo e, sem saber de nada, atendeu ao pedido do sapo: deu-lhe um beijo.
Imediatamente o sapo voltou a ser príncipe, casou-se com a princesa e foram felizes para sempre.
Seieszka, Jon. O patinho realmente feio e outras histórias malucas.
São Paulo: Companhia das letrinhas, 1997, [s. p].
7) O que deu origem aos fatos narrados nesse texto?
o beijo da princesa
o feitiço da feiticeira
o nojo da princesa
o nojo do sapo
D8 - ESTABELECER RELAÇÃO CAUSA/CONSEQUÊNCIA ENTRE PARTES E ELEMENTOS DO TEXTO.
O TERREMOTO
Depois do terremoto, apenas uma casa ficou de pé.
— Por que você ficou de pé, sua casa doida, não sabe que houve um terremoto — advertiu a bruxa.
— Um terremoto?! — repetiu a casa com as janelas esbugalhadas.
E foi tratando logo de desabar também com medo da bruxa.
DIDIMO, Horário. As historinhas do mestre jabuti. Fortaleza: Edições
Demócrito Rocha, 2003, p. 23.
A casa que estava em pé desabou:
por causa de um terremoto
porque teve medo da bruxa
porque era uma casa doida
por causa das janelas aberta
D9 - IDENTIFICAR A FINALIDADE DE TEXTOS DE DIFERENTES GÊNEROS.
VAMPIRO DENTUÇO
Com estes dentões, a morsa deixaria o conde drácula com inveja! Ela usa seus dois únicos dentes para se defender e para procurar comida pelo chão. Além disso, eles são importantes para a locomoção do bicho, pois quando não está nadando nas águas geladas do hemisfério norte, a morsa se apoia nos dentes para andar. Os filhotes nascem sem dentes. Depois de um ano, eles aparecem e não param mais de crescer, atingindo mais de 1 metro.
(Recreio. 28 de outubro de 2004, Ano 05, edição, nº.222 editora
Abril).
9) A finalidade do texto é
apresentar dados sobre a vida do vampiro
divulgar as águas geladas do hemisfério
norte
instruir sobre a dentição
informar sobre a vida da morsa
D10 – IDENTIFICAR AS MARCAS LINGUÍSTICAS QUE EVIDENCIAM O LOCUTOR E O INTERLOCUTOR DE UM TEXTO.
SÓ SEREI FELIZ
Se tiver grana, roupas legais e puder gastar com o que bem entender.
A gente não vai aqui repetir o velho ditado dizendo que “dinheiro não traz felicidade”, como se isso fosse um consolo para quem está sem grana. Mas também não dá para bancar a cínica e rebater afirmando que “trazer, não traz, mas compra”. Brincadeiras à parte, a verdade é que a felicidade é um estado que não se compra, mas pode ser encontrada nas coisas mais simples da vida. Você pode experimentar, por exemplo:
Tomar um picolé; Levar seus olhos para passear e ver quanta coisa bonita existe na natureza para ser apreciada; Dividir uma pizza com os amigos; Andar de mãos dadas com o namorado;
Surpreender seu pai que chegou cansado do trabalho com um beijo carinhoso; Sair para passear com seu cachorrinho; Tomar conta da filhinha da vizinha e brincar de fazer bolinhas de sabão.
Enfim, dá para resumir em poucas palavras: encontrar a felicidade é bem mais fácil do que você imaginava, não é mesmo?
(Revista.Atrevida.Número161.janeiro/2008.pág.32.Fragmento
adaptad)
10) Esse texto foi escrito para:
idosos
namorados
garotas
pais
D11 – DISTINGUIR UM FATO DA OPINIÃO RELATIVA A ESSE FATO.
A RAPOSA E AS UVAS
Num dia quente de verão, a raposa passeava por um pomar. Com sede e calor, sua atenção foi capturada por um cacho de uvas.
“Que delícia”, pensou a raposa, “era disso que eu precisava para adoçar a minha boca”. E, de um salto, a raposa tentou, sem sucesso, alcançar as uvas.
Exausta e frustrada, a raposa afastou-se da videira, dizendo: “Aposto que estas uvas estão verdes.”
Esta fábula ensina que algumas pessoas quando não conseguem o que querem, culpam as circunstâncias.
(http://www1.uol.com.br/crianca/fabulas/noflash/raposa.
htm)
11) A frase que expressa uma opinião é:
“a raposa passeava por um pomar.”
“sua atenção foi capturada por um cacho de
uvas.”
“a raposa afastou-se da videira”.
“aposto que estas uvas estão verdes”.
D12 - ESTABELECER RELAÇÕES LÓGICO-DISCURSIVAS PRESENTES NO TEXTO, MARCADAS POR CONJUNÇÕES,
ADVÉRBIOS ETC.
POLUIÇÃO DO SOLO
É na camada mais externa da superfície terrestre, chamada solo, que se desenvolvem os vegetais. Quando o solo é contaminado, tanto os cursos subterrâneos de água como as plantas podem ser envenenadas.
Os principais poluentes do solo são os produtos químicos usados na agricultura. Eles servem para destruir pragas e ervas daninhas, mas também causam sérios estragos ambientais.
O lixo produzido pelas fábricas e residências também pode poluir o solo. Baterias e pilhas jogadas no lixo, por exemplo, liberam líquidos tóxicos e corrosivos. Nos aterros, onde o lixo das cidades é despejado, a decomposição da matéria orgânica gera um líquido escuro e de mau cheiro chamado chorume, que penetra no solo e contamina mesmo os cursos de água que passam bem abaixo da superfície.
{...}
Almanaque Recreio. São Paulo: Abril. lmanaques
12) No trecho “É na camada mais externa da superfície terrestre” , a expressão destacada indica:
causa
finalidade
lugar
tempo
D13 - IDENTIFICAR EFEITOS DE IRONIA OU HUMOR EM TEXTOS VARIADOS.
CONTINHO
Era uma vez um menino triste, magro e barrigudinho. Na soalheira danada de meio-dia, ele estava sentado na poeira do caminho, imaginando bobagem, quando passou um vigário a cavalo.
— Você, aí, menino, para onde vai essa estrada?
— Ela não vai não: nós é que vamos nela.
— Engraçadinho duma figa! Como você se chama?
— Eu não me chamo, não, os outros é que me chamam de Zé.
MENDES CAMPOS, Paulo, Para gostar de ler -
Crônicas. São Paulo: Ática, 1996, v. 1 p. 76.
13) Há traço de humor no trecho:
“Era uma vez um menino triste, magro”.
“ele estava sentado na poeira do caminho”.
“quando passou um vigário”.
“Ela não vai não: nós é que vamos nela”.
D14 - RECONHECER O EFEITO DE SENTIDO DECORRENTE DO USO DA PONTUAÇÃO E DE OUTRAS NOTAÇÕES.
O QUE DISSE O PASSARINHO
Um passarinho me contou
que o elefante brigou
com a formiga só porque
enquanto dançavam (segundo ele)
ela pisou no pé dele!
Um passarinho me contou
que o jacaré se engasgou
e teve de cuspi-lo inteirinho
quando tentou engolir,
imaginem só, um porco-espinho!
Um passarinho me contou
que o namoro do tatu e a tartaruga
deu num casamento de fazer dó:
cada qual ficou morando em sua casca
em vez de morar numa casca só.
Um passarinho me contou
que a ostra é muito fechada,
que a cobra é muito enrolada
que a arara é uma cabeça oca,
e que o leão-marinho e a foca...
Xô xô, passarinho, chega de fofoca!
PAES, José Paulo. O que disse o passarinho. In:
____.Um passarinho me contou. São Paulo: Editora Ática,
1996.
14) A pontuação usada no final do verso “e que o leão-marinho e a foca...” sugere que o passarinho:
está cansado
está confuso
não tem mais fofocas para contar
ainda tem fofocas para contar
D15 - RECONHECER DIFERENTES FORMAS DE TRATAR UMA INFORMAÇÃO NA COMPARAÇÃO DE TEXTOS QUE TRATAM DO MESMO TEMA EM FUNÇÃO DAS CONDIÇÕES EM QUE ELE FOI PRODUZIDO E DAQUELAS EM QUE SERÁ RECEBIDO.
CELULAR NA ESCOLA
Permitir ou não o uso desses aparelhos nas dependências do colégio é uma discussão bastante
atual. Conheça algumas opiniões:
Quando os primeiros celulares chegaram ao mercado brasileiro, na década de 90, eles eram sonho de consumo para muita gente. Quase vinte anos depois, estão tão popularizados que até crianças vivem a carregar modelos
ultramodernos, inclusive na escola, onde esses aparelhos já fazem parte do cotidiano dos alunos.
“O celular se justifica pela necessidade dos pais monitorarem seus filhos, mas chegou-se a um exagero de uso”, opina Daniel Lobato Brito, diretor administrativo do Colégio Pio XII, em São Paulo.
Revista Ensino fundamental, ano 4, nº 46, dezembro 2007, seção
Comportamento, p.6,.
TEXTO 2:
FÓRUM NA COMUNIDADE “ PODE CELULAR
NA SALA DE AULA?”
Ravi
Celular na sala de aula atrapalha muito, até porque não é simplesmente o toque do celular, mas tem gente que ATENDE o celular se escondendo do professor (ou tentando...) e fica falando, ou então, quando o dono do celular não fala nada, a turma, ou alguns colegas de classe
ficam soltando piadas, enchendo o saco, zoando, etc... atrapalhando a galera e a concentração do professor que pode perder o raciocínio ou ainda expulsar os alunos de sala. E concluindo: o celular, em sala de aula, deve ser banido, e tratado com severidade os que descumprirem as
regras.
http://www.orkut.com (adaptado)
15) Com relação aos dois textos podemos afirmar que:
utilizam a mesma linguagem.
tratam do mesmo assunto.
destinam-se ao mesmo público.
circulam no mesmo lugar.
