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DESCRITORES - Prova Paraná

Total questions: 10

Worksheet time: 5mins

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1.

As Amazônias 

    Esse tapete de florestas com rios azuis que os astronautas viram é a Amazônia. Ela cobre mais da metade do território brasileiro. Quem viaja pela região, não cansa de admirar as belezas da maior floresta tropical do mundo. No início era assim: água e céu. 

    É mata que não tem mais fim. Mata contínua, com árvores muito altas, cortada pelo Amazonas, o maior rio do planeta. São mais de mil rios desaguando no Amazonas. É água que não acaba mais.

 SALDANHA, P. As Amazônias. Rio de Janeiro: Ediouro, 1995. 

  1— No texto, o uso da expressão “água que não acaba mais” revela:

a)

admiração pelo tamanho do rio

b)

ambição pela riqueza da região

c)

medo da violência das águas

d)

surpresa pela localização do rio.

2.

As Amazônias 

    Esse tapete de florestas com rios azuis que os astronautas viram é a Amazônia. Ela cobre mais da metade do território brasileiro. Quem viaja pela região, não cansa de admirar as belezas da maior floresta tropical do mundo. No início era assim: água e céu. 

    É mata que não tem mais fim. Mata contínua, com árvores muito altas, cortada pelo Amazonas, o maior rio do planeta. São mais de mil rios desaguando no Amazonas. É água que não acaba mais.

 

2 — O trecho do texto que indica uma circunstância de tempo é:

a)

“No início era assim.”

b)

“com árvores muito altas”

c)

“desaguando no Amazonas”

d)

“tapete de florestas”

3.

As Amazônias 

    Esse tapete de florestas com rios azuis que os astronautas viram é a Amazônia. Ela cobre mais da metade do território brasileiro. Quem viaja pela região, não cansa de admirar as belezas da maior floresta tropical do mundo. No início era assim: água e céu. 

    É mata que não tem mais fim. Mata contínua, com árvores muito altas, cortada pelo Amazonas, o maior rio do planeta. São mais de mil rios desaguando no Amazonas. É água que não acaba mais.

SALDANHA, P. As Amazônias. Rio de Janeiro: Ediouro, 1995

 

3 — O texto trata:

a)

da importância econômica do rio Amazonas

b)

das características da região Amazônica

c)

de um roteiro turístico da região do Amazonas

d)

do levantamento da vegetação amazônica

4.

As Amazônias 

    Esse tapete de florestas com rios azuis que os astronautas viram é a Amazônia. Ela cobre mais da metade do território brasileiro. Quem viaja pela região, não cansa de admirar as belezas da maior floresta tropical do mundo. No início era assim: água e céu. 

    É mata que não tem mais fim. Mata contínua, com árvores muito altas, cortada pelo Amazonas, o maior rio do planeta. São mais de mil rios desaguando no Amazonas. É água que não acaba mais.

SALDANHA, P. As Amazônias. Rio de Janeiro: Ediouro, 1995

 

A frase do texto que contém uma opinião é:

a)

“cobre mais da metade do território brasileiro”

b)

“não cansa de admirar as belezas da maior floresta”

c)

“...maior floresta tropical do mundo”

d)

“é Mata contínua [...] cortada pelo Amazonas”

5.

As Amazônias 

    Esse tapete de florestas com rios azuis que os astronautas viram é a Amazônia. Ela cobre mais da metade do território brasileiro. Quem viaja pela região, não cansa de admirar as belezas da maior floresta tropical do mundo. No início era assim: água e céu. 

    É mata que não tem mais fim. Mata contínua, com árvores muito altas, cortada pelo Amazonas, o maior rio do planeta. São mais de mil rios desaguando no Amazonas. É água que não acaba mais.

SALDANHA, P. As Amazônias. Rio de Janeiro: Ediouro, 1995

 

 A utilização dos dois pontos no trecho do texto “No início era assim: água e céu” está adequada porque apresenta:

a)

uma citação

b)

uma enumeração

c)

um esclarecimento

d)

uma dúvida

6.

O boto e a Baía da Guanabara 

    Piraiaguara sentiu um grande orgulho de ser carioca. Se o Atobá Maroto tinha dado nome para as ilhas, ele e todos os outros botos eram muito mais importantes. Eles eram o símbolo daquele lugar privilegiado: a cidade do Rio de Janeiro.  - A “mui leal e heróica cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro”.      Piraiaguara fazia questão de lembrar do título, e também de toda a história da cidade e da Baía de Guanabara.  Os outros botos zombavam dele:  - Leal? Uma cidade que quase acabou conosco, que poluiu a baía? Heroica? Uma cidade que expulsou as baleias, destruiu os mangues e quase não nos deixou sardinhas para comer? Olha aí para o fundo e vê quanto cano e lixo essa cidade jogou aqui dentro!  - Acorda do encantamento, Piraia-guara! O Rio de Janeiro e a Baía de Guanabara foram bonitos sim, mas isso foi há muito tempo. Não adianta ficar suspirando pela beleza do Morro do Castelo, ou pelas praias e pela mata que desapareceram. Olha que, se continuar sonhando acordado, você vai acabar sendo atropelado por um navio!      O medo e a tristeza passavam por ele como um arrepio de dor. Talvez nenhum outro boto sentisse tanto a violência da destruição da Guanabara. Mas, certamente, ninguém conseguia enxergar tão bem as belezas daquele lugar.      Num instante, o arrepio passava, e a alegria brotava de novo em seu coração. 

 

HETZEL, B. Piraiaguara. São Paulo: Ática, 2000. p. 16 – 20. 

  6— Em “se continuar sonhando acordado, você vai acabar sendo atropelado por um navio!”, o termo sublinhado estabelece, nesse trecho, relação de:

a)

causa

b)

concessão

c)

condição

d)

tempo

7.

O boto e a Baía da Guanabara 

    Piraiaguara sentiu um grande orgulho de ser carioca. Se o Atobá Maroto tinha dado nome para as ilhas, ele e todos os outros botos eram muito mais importantes. Eles eram o símbolo daquele lugar privilegiado: a cidade do Rio de Janeiro.  - A “mui leal e heróica cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro”.      Piraiaguara fazia questão de lembrar do título, e também de toda a história da cidade e da Baía de Guanabara.  Os outros botos zombavam dele:  - Leal? Uma cidade que quase acabou conosco, que poluiu a baía? Heroica? Uma cidade que expulsou as baleias, destruiu os mangues e quase não nos deixou sardinhas para comer? Olha aí para o fundo e vê quanto cano e lixo essa cidade jogou aqui dentro!  - Acorda do encantamento, Piraia-guara! O Rio de Janeiro e a Baía de Guanabara foram bonitos sim, mas isso foi há muito tempo. Não adianta ficar suspirando pela beleza do Morro do Castelo, ou pelas praias e pela mata que desapareceram. Olha que, se continuar sonhando acordado, você vai acabar sendo atropelado por um navio!      O medo e a tristeza passavam por ele como um arrepio de dor. Talvez nenhum outro boto sentisse tanto a violência da destruição da Guanabara. Mas, certamente, ninguém conseguia enxergar tão bem as belezas daquele lugar.      Num instante, o arrepio passava, e a alegria brotava de novo em seu coração. 

HETZEL, B. Piraiaguara. São Paulo: Ática, 2000. p. 16 – 20. 

 

7 — O trecho: “- Leal? Uma cidade que quase acabou conosco, que poluiu a baía? Heróica?” O ponto de interrogação produz um efeito de:

a)

desdém

b)

dúvida

c)

satisfação

d)

crítica

8.

O boto e a Baía da Guanabara 

    Piraiaguara sentiu um grande orgulho de ser carioca. Se o Atobá Maroto tinha dado nome para as ilhas, ele e todos os outros botos eram muito mais importantes. Eles eram o símbolo daquele lugar privilegiado: a cidade do Rio de Janeiro.  - A “mui leal e heróica cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro”.      Piraiaguara fazia questão de lembrar do título, e também de toda a história da cidade e da Baía de Guanabara.  Os outros botos zombavam dele:  - Leal? Uma cidade que quase acabou conosco, que poluiu a baía? Heroica? Uma cidade que expulsou as baleias, destruiu os mangues e quase não nos deixou sardinhas para comer? Olha aí para o fundo e vê quanto cano e lixo essa cidade jogou aqui dentro!  - Acorda do encantamento, Piraia-guara! O Rio de Janeiro e a Baía de Guanabara foram bonitos sim, mas isso foi há muito tempo. Não adianta ficar suspirando pela beleza do Morro do Castelo, ou pelas praias e pela mata que desapareceram. Olha que, se continuar sonhando acordado, você vai acabar sendo atropelado por um navio!      O medo e a tristeza passavam por ele como um arrepio de dor. Talvez nenhum outro boto sentisse tanto a violência da destruição da Guanabara. Mas, certamente, ninguém conseguia enxergar tão bem as belezas daquele lugar.      Num instante, o arrepio passava, e a alegria brotava de novo em seu coração. 

HETZEL, B. Piraiaguara. São Paulo: Ática, 2000. p. 16 – 20. 

 

  No trecho “Não adianta ficar suspirando pela beleza do Morro do Castelo...” a palavra suspirando apresenta no texto o sentido de:

a)

desejar

b)

lamentar

c)

resmungar

d)

murmurar

9.

O boto e a Baía da Guanabara 

    Piraiaguara sentiu um grande orgulho de ser carioca. Se o Atobá Maroto tinha dado nome para as ilhas, ele e todos os outros botos eram muito mais importantes. Eles eram o símbolo daquele lugar privilegiado: a cidade do Rio de Janeiro.  - A “mui leal e heróica cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro”.      Piraiaguara fazia questão de lembrar do título, e também de toda a história da cidade e da Baía de Guanabara.  Os outros botos zombavam dele:  - Leal? Uma cidade que quase acabou conosco, que poluiu a baía? Heroica? Uma cidade que expulsou as baleias, destruiu os mangues e quase não nos deixou sardinhas para comer? Olha aí para o fundo e vê quanto cano e lixo essa cidade jogou aqui dentro!  - Acorda do encantamento, Piraia-guara! O Rio de Janeiro e a Baía de Guanabara foram bonitos sim, mas isso foi há muito tempo. Não adianta ficar suspirando pela beleza do Morro do Castelo, ou pelas praias e pela mata que desapareceram. Olha que, se continuar sonhando acordado, você vai acabar sendo atropelado por um navio!      O medo e a tristeza passavam por ele como um arrepio de dor. Talvez nenhum outro boto sentisse tanto a violência da destruição da Guanabara. Mas, certamente, ninguém conseguia enxergar tão bem as belezas daquele lugar.      Num instante, o arrepio passava, e a alegria brotava de novo em seu coração. 

HETZEL, B. Piraiaguara. São Paulo: Ática, 2000. p. 16 – 20. 

 

  A ideia central do texto é:

a)

os sentimentos de Piraiaguara

b)

a indignação dos botos

c)

a poluição da Baía da Guanabara

d)

as belezas do boto e da Baía da Guanabara

10.

O boto e a Baía da Guanabara 

    Piraiaguara sentiu um grande orgulho de ser carioca. Se o Atobá Maroto tinha dado nome para as ilhas, ele e todos os outros botos eram muito mais importantes. Eles eram o símbolo daquele lugar privilegiado: a cidade do Rio de Janeiro.  - A “mui leal e heróica cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro”.      Piraiaguara fazia questão de lembrar do título, e também de toda a história da cidade e da Baía de Guanabara.  Os outros botos zombavam dele:  - Leal? Uma cidade que quase acabou conosco, que poluiu a baía? Heroica? Uma cidade que expulsou as baleias, destruiu os mangues e quase não nos deixou sardinhas para comer? Olha aí para o fundo e vê quanto cano e lixo essa cidade jogou aqui dentro!  - Acorda do encantamento, Piraia-guara! O Rio de Janeiro e a Baía de Guanabara foram bonitos sim, mas isso foi há muito tempo. Não adianta ficar suspirando pela beleza do Morro do Castelo, ou pelas praias e pela mata que desapareceram. Olha que, se continuar sonhando acordado, você vai acabar sendo atropelado por um navio!      O medo e a tristeza passavam por ele como um arrepio de dor. Talvez nenhum outro boto sentisse tanto a violência da destruição da Guanabara. Mas, certamente, ninguém conseguia enxergar tão bem as belezas daquele lugar.      Num instante, o arrepio passava, e a alegria brotava de novo em seu coração. 

HETZEL, B. Piraiaguara. São Paulo: Ática, 2000. p. 16 – 20. 

 

A frase do texto que contém uma opinião é:

a)

“Eles eram o símbolo daquele lugar privilegiado: a cidade do Rio de Janeiro”

b)

“Piraiaguara fazia questão de lembrar do título e também de toda história da cidade...”

c)

“Olha aí para o fundo e vê quanto cano e lixo essa cidade jogou aqui dentro ”

d)

“Mas, certamente, ninguém conseguia enxergar tão bem as belezas daquele lugar”