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WorksheetsRevisão - 2ª série- AP- 2ª ETAPA
Total questions: 20
Worksheet time: 2hrs 40mins
A ideia de ocupação do continente pelo povo americano teve também raízes populares, no senso comum e também em fundamentos religiosos. O sonho de estender o princípio da “união” até o Pacífico foi chamado de “Destino Manifesto”. Nancy Priscilla S. Naro. A formação dos Estados Unidos. São Paulo: Atual, 1986, p. 19.
A concepção de “Destino Manifesto”, cunhada nos Estados Unidos da década de 1840,
difundiu a ideia de que os norte-americanos eram um povo eleito e contribuiu para justificar o desbravamento de fronteiras e a expansão em direção ao Oeste.
tinha origem na doutrina judaica e enfatizava que os homens deviam temer a Deus e respeitar a todos os semelhantes, independentemente de sua etnia ou posição social.
baseava-se no princípio do multiculturalismo e impediu a propagação de projetos ou ideologias racistas no Sul e no Norte dos Estados Unidos
derivou de princípios calvinistas e rejeitava a valorização do individualismo e do aventureirismo nas campanhas militares de conquista territorial, privilegiando as ações coordenadas pelo Estado
defendia a necessidade de se preservar a natureza e impediu o prosseguimento das guerras contra indígenas, na conquista do Centro e do Oeste do território norte-americano
No caso da história americana, um dos eventos mais retratados pela memória social é, sem dúvida, a chamada Marcha para o Oeste. Mesmo antes do surgimento do cinema, esses temas já faziam parte das imagens da história americana. A fronteira foi um tema constante dos pintores do século XIX. A imagem das caravanas de colonos e peregrinos, da corrida do ouro, dos cowboys, das estradas de ferro cruzando os desertos, dos ataques dos índios marcam a arte, a fotografia e a cinematografia americana.
CARVALHO, Mariza Soares de. Disponível em: In: http://www.historia.uff.br/primeirosescritos/files/pe02-2.pdf.
Entre os fatores que motivaram e favoreceram a Marcha para o Oeste está
foi o marco inicial da expansão da economia norte-americana, uma vez que os pioneiros eram organizados pelo Estado e deveriam auxiliá-lo na colaboração com os índios;
significou a abertura de um conflito entre os vários tipos de pioneiros e teve como consequência a Guerra canadense e a autonomia dos Estados confederados
teve como repercussões, apenas, a matança dos índios e a fabricação de heróis dos filmes de far-west;
revelou um território rico que teve condições de ser ocupado graças à aliança entre os pioneiros e os índios;
a demanda de um projeto de expansão territorial, produtiva e social no século XIX, possibilitando o alargamento das fronteiras
A foto identifica a atuação de Ku Klux Klan em Maryland. Esta organização foi criada
.
como uma resposta de intimidação à vitória do Sul na Guerra de Secessão e à abolição dos escravos nos EUA
como instituição que se inicia no norte dos EUA, após o assassinato de Lincoln, representando o interesse dos republicanos feridos pela derrota na Guerra de Secessão;
como ação articulada de setores sulistas após à aprovação da 13ª Emenda Constitucional, visando estabelecer práticas inter-raciais segregacionistas nos EUA, após a Guerra de Secessão;
constituiu uma organização secreta, de segregação racial, responsável pela campanha e pela vitória de Lincoln, nas eleições presidenciais de 1860, pelo partido republicano;
foi uma resposta, dos negros sulistas, e uma política de integração racial, autoritária e desigual, proposta pelos Estados Confederados
O boom econômico que sucede à depressão entre os anos 1890 e 1914, conhecido como Belle Époque, é uma fase de expansão dos negócios e de prosperidade, fortemente influenciada pela reorganização do capitalismo [...]. A integração da economia internacional aumenta consideravelmente. [...] Aumenta a população, o consumo, a urbanização e a renda do setor assalariado nos países de capitalismo mais desenvolvido. Esses fatores, em conjunto, contribuem para torná-los mais dependentes do fornecimento de matérias-primas, na medida em que se multiplica a demanda tanto da indústria como do consumo de massa. Isso exige cada vez mais o controle das fontes de fornecimento de produtos primários.
AYERBE, Luis Fernando. Expansionismo das grandes potências e questão nacional: A Revolução mexicana na era dos Impérios. Revista de estudos e pesquisas sobre as Américas , v. 11, n. 1, 2017. Disponível em: https://periodicos.unb.br. Acesso em: 28 abr. 2022.
Qual característica das dinâmicas imperialistas do século XX está expressa no texto?
A reivindicação de reconhecimento dos direitos universais das sociedades subjugadas.
A relação entre o avanço das transformações técnicas e as dominações neocoloniais.
A irrelevância das capacidades produtivas locais diante das ocupações territoriais.
A flexibilidade de negociação entre as nações industrializadas expansionistas.
A participação popular no incentivo aos ideais progressistas europeus.
A partir da imagem, é correto afirmar que o(a)
exploração da África e da Ásia na segunda metade do século XVII, pelas grandes potências industriais, foi um instrumento eficaz para a missão colonizadora daquelas áreas atrasadas
velho imperialismo do século XVI foi produto da revolução comercial pela procura de novos produtos e mercados para Portugal e Espanha
novo imperialismo da primeira metade do século XIX, na África e Oceania, que de forma pacífica, defendeu o direito de colonização sobre os povos inferiores
colonialismo do século XVI, na África e na Ásia, por meio da guerra, submeteram os povos inferiores e promoveram a industrialização africana
partilha afro-asiática da segunda metade do século XIX, garantiu o controle de matérias-primas estratégicas e a colonização como missão civilizadora da raça branca superior.
Três décadas — de 1884 a 1914 — separam o século XIX — que terminou com a corrida dos países europeus para a África e com o surgimento dos movimentos de unificação nacional na Europa — do século XX, que começou com a Primeira Guerra Mundial. É o período do Imperialismo, da quietude estagnante na Europa e dos acontecimentos empolgantes na Ásia e na África.
ARENDT, H. As origens do totalitarismo. São Paulo: Cia. das Letras, 2012.
O processo histórico citado contribuiu para a eclosão da Primeira Grande Guerra na medida em que
difundiu as teorias socialistas
conteve os sentimentos xenófobos
superou as crises econômicas.
acirrou as disputas territoriais
multiplicou os conflitos religiosos
Completamente analfabeto, ou quase, sem assistência médica, não lendo jornais, nem revistas, nas quais se limita a ver figuras, o trabalhador rural, a não ser em casos esporádicos, tem o patrão na conta de benfeitor. No plano político, ele luta com o “coronel” e pelo “coronel”. Aí estão os votos de cabresto, que resultam, em grande parte, da nossa organização econômica rural.
LEAL, V. N. Coronelismo, enxada e voto. São Paulo: Alfa-Ômega, 1978 (adaptado).
O coronelismo, fenômeno político da Primeira República (1889-1930), tinha como uma de suas principais características o controle do voto, o que limitava, portanto, o exercício da cidadania. Nesse período, esta prática estava vinculada a uma estrutura social:
Igualitária, com um nível satisfatório de distribuição da renda.
Estagnada, com uma relativa harmonia entre as classes
Tradicional, com a manutenção da escravidão nos engenhos como forma produtiva típica
Ditatorial, perturbada por um constante clima de opressão mantido pelo exército e polícia
Agrária, marcada pela concentração da terra e do poder político local e regional
A Proclamação da República inaugurou uma nova ordem política no Brasil. No final de 1890, Deodoro da Fonseca convocou eleições para a Assembleia Constituinte, que no início de 1891 promulgou a Constituição Republicana do Brasil.
No tocante à primeira Constituição Republicana, é correto afirmar:
O país tornou-se uma República Popular, os Estados Unidos do Brasil.
O presidente da República, os presidentes dos Estados e os membros do Congresso Nacional seriam eleitos por voto indireto.
O presidente da República, além de chefe de governo, tornou-se o chefe da Federação, por meio de um mandato de 04 (quatro) anos, com direito à reeleição.
A Igreja separou-se do Estado, instituíram-se o registro de nascimento, o registro de casamento civil e a tripartição do poder
“Não seria exagero dizer que a cidade do Rio de Janeiro passou, durante a primeira década republicana, pela fase mais turbulenta de sua existência. Grandes transformações de natureza econômica, social, política e ideológica, que se gestava há algum tempo, precipitaram-se com a mudança do regime político e lançaram a capital em febril agitação, que só começaria a ceder ao final da década.”
(CARVALHO, José Murilo de. OS BESTIALIZADOS: O RIO DE JANEIRO E A REPÚBLICA QUE NÃO FOI. São Paulo: Cia. das Letras, 1987)
Dentre os movimentos populares que agitaram o Rio de Janeiro no início do século, um destacou-se: aquele que vinha contrariar a política de saneamento e de reurbanização da cidade, com a demolição dos cortiços e quiosques do centro. Esse movimento foi:
a Revolta da Vacina;
a Revolta de Canudos;
o movimento do Contestado;
a Revolta da Armada;
a Revolta da Chibata
Em março de 1897, assim se pronunciou o jornal carioca O PAIZ sobre o movimento de Canudos:
"O que de um golpe abalava o prestígio da autoridade constituída e abatia a representação do brio de nossa pátria no seu renome, na sua tradição e na sua força era o movimento armado que, à sombra do fanatismo religioso, marchava acelerado contra as próprias instituições (...). Não há quem a esta hora não compreenda que o monarquismo revolucionário quer destruir (...) a unidade do Brasil."
(citado por Euclides da Cunha em OS SERTÕES)
rebeldia dos jagunços que se opunham à rede de açudes e às campanhas de combate às secas;
resistência da população sertaneja contra a estrutura agrário-latifundiária e as medidas repressivas oficiais.
tensão social agravada pela expulsão dos camponeses que atuavam nas frentes pioneiras catarinenses e paranaenses.
descontentamento dos fanáticos que buscavam efetivar práticas liberais burguesas
hesitação dos mandatários políticos em desfechar medidas repressivas contra a gente oprimida.
O Tratado de Petrópolis foi um acordo diplomático entre o governo brasileiro e boliviano, firmado em 17 de novembro de 1903 na cidade de Petrópolis, Rio de Janeiro, o qual anexou o território do Acre ao Brasil, pertencente à Bolívia desde 1750.
Fonte: todamateria.com.br/tratado-de-petropolis/.
Podemos apontar como razão para o interesse brasileiro nas terras do Acre
a extração de madeira de lei, utilizada na confecção de navios de guerra para a Armada brasileira, durante a Guerra do Paraguai.
as pautas imperialistas herdadas dos imperadores brasileiros que culminaram em conflitos de ordem militar entre os governos brasileiro e boliviano.
o ciclo da borracha no final do século XIX, que motivou a extração em larga escala do látex da seringueira, que servia de matéria-prima para a indústria pneumática e automobilística
a disputa Brasil-Bolívia pela exploração de metais preciosos, principalmente prata, encontrada na Cordilheira dos Andes.
Baseado no compromisso presidencial de não intervir nos conflitos regionais em troca da garantia do pleno controle do Executivo sobre o Congresso, o acordo incluiu manobras políticas que permitiram minimizar a influência das oposições e selou o comprometimento da presidência da República com as oligarquias dominantes nos estados, estabelecendo um novo equilíbrio entre estes e o poder central. A política dos governadores é considerada a última etapa da montagem do sistema oligárquico ou liberalismo oligárquico, que permitiu, de forma duradoura, o controle do poder central pela oligarquia cafeeira.
DIAS, C. A. U. Política dos governadores. Disponível em: <http://cpdoc.fgv.br>. Acesso em: 12 jun. 2018.
Durante o período que ficou conhecido como Primeira República, houve uma forma de sistema político não oficial chamada de política dos governadores, sistema que consistia em
distribuir cargos públicos outorgados exclusivamente pelos governadores.
realizar trocas de favores políticos firmadas entre o presidente e os governadores.
nomear governadores estaduais por meio da chancela do chefe executivo Campos Sales
dividir o exercício do cargo da presidência entre os governantes de São Paulo e Minas Gerais
organizar reuniões nas quais os governadores levavam reivindicações de seus estados ao Poder Executivo
A Grande Guerra de 1914 foi uma consequência da remobilização contemporânea dos anciens regimes da Europa. Embora perdendo terreno para as forças do capitalismo industrial, as forças da antiga ordem ainda estavam suficientemente dispostas e poderosas para resistir e retardar o curso da história, se necessário recorrendo à violência. A Grande Guerra foi antes a expressão da decadência e queda da antiga ordem, lutando para prolongar sua vida, que do explosivo crescimento do capitalismo industrial, resolvido a impor a sua primazia. Por toda a Europa, a partir de 1917, as pressões de uma guerra prolongada afinal abalaram e romperam os alicerces da velha ordem entrincheirada, que havia sido sua incubadora. Mesmo assim, à exceção da Rússia, onde se desmoronou o antigo regime mais obstinado e tradicional, após 1918 – 1919, as forças da permanência se recobraram o suficiente para agravar a crise geral da Europa, promover o fascismo e contribuir para retomada da guerra total em 1939.”
(MAYER, A. A força da tradição: a persistência do Antigo Regime. São Paulo: Companhia das Letras, 1987. p. 13-14.)
De acordo com o texto, é correto afirmar que a Primeira Guerra Mundial
teria sido resultado dos conflitos entre as forças da antiga ordem feudal e as da nova ordem socialista, especialmente depois do triunfo da Revolução Russa.
resultou do confronto entre as forças da permanência e as forças de mudança, isto é, do escravismo decadente e do capitalismo em ascensão.
foi consequência do triunfo da manufatura, o que provocou uma concorrência ampla, em nível mundial, levando ao choque das potências capitalistas imperialistas.
foi produto de um momento histórico específico em que as mudanças se processavam mais lentamente do que fazem crer os historiadores que tratam a guerra como resultado do imperialismo.
criou o nazifascismo, pois a burguesia europeia, tendo apoiado os comunistas russos, criou o terreno propício ao surgimento e à expansão dos regimes totalitários do final do século.
. Há mais de um século o mundo deparava-se com seu primeiro conflito armado em escala internacional: referida como “a Grande Guerra” à época de sua conclusão, ocorreu entre os anos de 1914 e 1918, e hoje é revisitada como um lembrete de que “apesar dos pesares”, o mundo foi capaz de se reerguer.
(Plataforma SAS- 2023).
No contexto da Primeira Guerra Mundial, podemos considerar o estopim do conflito:
A invasão da Polônia por tropas nazistas.
A morte do arquiduque austríaco Francisco Ferdinando.
A interferência imperialista da Rússia na região balcânica
O desenvolvimento da indústria bélica austríaca
A anexação da Alsácia-Lorena pela Alemanha.
A Primeira Guerra Mundial ocorreu a partir da formação de dois grandes blocos
contrapostos por razões ideológicas entre a defesa de jovens repúblicas e a manutenção de tradicionais monarquias imperiais
motivados por questões imperialistas e compostos inicialmente por três potências de cada lado, número que, no entanto, se expandiu consideravelmente ao longo da guerra
constituídos, de um lado, por países que possuíam colônias na África e, de outro, por aqueles que pretendiam adquiri-las
organizados em função do desenvolvimento tecnológico que detinham e que separava os que já haviam passado pela Revolução Industrial e os que eram essencialmente agrários
polarizados em torno de grandes lideranças carismáticas e personalistas existentes nos dois lados do conflito, que se colocavam como líderes mundiais.
Leia o fragmento a seguir:
À noite, arrastando-se pela cratera de projétil e enchendo-a, a lama observa, como um enorme polvo. Chega à vítima. Deita-lhe a sua baba venenosa, cega-a, aperta o círculo à volta dela, enterra-a. Mais um disparo, mais um que se foi… os homens morrem da lama, como morrem de balas, mas é mais horrível. A lama é onde os homens se afundam e – o que é pior – onde afundam suas almas. A lama esconde os galões das divisas, há apenas pobres bestas que sofrem. Vejam, ali, manchas vermelhas num mar de lama – sangue de um homem ferido. O inferno não é o fogo, isso não seria o máximo do sofrimento. O inferno é a lama!
(Martin Gilbert. A Primeira Guerra Mundial)
O texto, escrito por soldados franceses, testemunho do que ocorria em 1917, é uma perfeita descrição da:
Guerra de movimento;
Blitzkrieg;
Guerra de trincheiras
Guerra total
Art. 45 - (...) a Alemanha cede a França a propriedade absoluta, com direitos exclusivos de exploração, desimpedidos e livres de todas as dívidas e despesas de qualquer tipo, as minas de carvão situadas na bacia do rio Sarre.
Art. 119 - A Alemanha renuncia em favor do Principal Aliado e das Potências Associadas todos os seus direitos e títulos sobre as possessões de ultramar.
Art. 198 - As forças armadas da Alemanha não devem incluir quaisquer forças militares ou navais.
Art. 232 - Os Governos Aliados e Associados exigem e a Alemanha promete que fará compensações por todos os danos causados à população civil das Potências Aliadas e Associadas e a sua propriedade durante o período de beligerância de cada uma.
(MARQUES, Adhemar; BERU1TI, Flavio; FARIA. Ricardo. História Contemporânea através de textos. São Paulo: Contexto, 2008, p. 115-117)
A partir da leitura dos artigos transcritos, é correto afirmar que o Tratado de Versalhes:
Estimulou a competição econômica e colonial entre os países europeus, resultando na Primeira Guerra Mundial.
Encerrou a Segunda Guerra Mundial, fazendo com que a Alemanha perdesse as colônias ultramarinas para os países Aliados.
Extinguiu a Liga das Nações, propondo a criação da Organização das Nações Unidas (ONU), em 1945, com o objetivo de preservar a paz mundial
Permitiu que as potências aliadas dividissem a Alemanha, no fim da Segunda Guerra Mundial, em quatro zonas de ocupação: francesa, britânica, americana e soviética.
Impôs duras sanções à Alemanha, no final da Primeira Guerra Mundial, fazendo ressurgir um nacionalismo exacerbado e reorganizando as forças políticas do país
A Revolução Russa de 1917 constituiu uma transformação profunda na história das sociedades ocidentais, na medida que rompe ao mesmo tempo com um modelo de sociedade aristocrática, a Rússia czarista, e com a unidade da economia capitalista.
Nesse contexto, a Revolução de Outubro de 1917 pode ser caracterizada como:
uma revolta camponesa contra as reformas capitalistas ocorridas na área rural desde o final do século XIX.
um movimento de caráter proletário com o objetivo de depor o Czar Nicolau II.
uma insurreição liderada pela burguesia russa contra o autocrático regime czarista; esse movimento foi sucedido pela revolução proletária de novembro.
uma revolução proletária liderada pelos bolcheviques e sovietes contra o chamado governo provisório
um golpe de estado liderado por mencheviques e bolcheviques contra o czarismo
Quando Lenin desencadeou a insurreição de outubro, não lhe vinha à mente que a Revolução se limitaria a um só país, nem que poderia ser socialista, se reduzida à Rússia.
(Marc Ferro. A revolução russa de 1917. São Paulo: Perspectiva, 1974. Adaptado.)
De acordo com o texto, a conduta do líder revolucionário foi pautada pela perspectiva de que o:
anarquismo de Bakhunin fundamentaria a organização dos operários
governo soviético representaria o caráter internacionalista do socialismo.
universalismo cosmopolita estimularia a integração europeia
pacifismo humanista precipitaria o fim da Grande Guerra
Na Rússia, a Nova Política Econômica (NEP), de 1922:
implantou o" comunismo de guerra" para promover a eliminação dos menchevistas.
restabeleceu o princípio de relativa liberdade econômica visando a recuperação do país
fortaleceu o caráter internacional da revolução socialista para coletivizar o capital financeiro
consolidou o poder do soviete supremo sustentado pelo conselho dos mencheviques
resgatou a aliança entre Estado e igreja ortodoxa apontando para a estabilidade social
