Font size
WorksheetsPsicologia e didática
Total questions: 53
Worksheet time: 27mins
A didática é descrita nos dicionários como tendo os seguintes significados:
Ciência auxiliar da pedagogia
Série de métodos e técnicas para desenvolver a especialização precoce
A parte do desporto que trabalha os jogos reduzidos
A pedagogia e a didática
São ineficazes
São independentes
têm uma relação biunívoca
A didática é descrita nos dicionários como tendo os seguintes significados:
Ciência auxiliar da pedagogia
Série de métodos e técnicas para desenvolver a especialização precoce
A parte do desporto que trabalha os jogos reduzidos
A pedagogia e a didática
São ineficazes
São independentes
têm uma relação biunívoca
A didática, deve enquadrar-se nos propósitos desenhados no âmbito da pedagogia.
Verdadeiro
Falso
Ser treinador(a) desportivo(a) não é apenas intervir no ensino e aperfeiçoamento dos aspetos técnicos, táticos. Envolve também, obrigatoriamente, a transmissão de hábitos de trabalho e regras de comportamento e convivência que valorizem o jovem não só́ como praticante, mas, simultaneamente, como indivíduo e cidadão.
Verdadeiro
Falso
Identifica formas de praticar desporto
Lazer
Competição amadora
Competição profissional
Instituição
A ação pedagógica do treinador visa
os pais dos praticantes
os praticantes
os dirigentes
juízes/árbitros
adeptos
Que motivos levam o praticante ao abandono precoce
gosto pela modalidade
sucesso desportivo
dificuldade em gerir exigências extrínsecas
saturação competitiva
A filosofia do treinador
é o conhecimento específico da modalidade
conjunto de princípios e normas pelo qual se rege
Na iniciação desportiva devemos privilegiar o desenvolvimento da
força
resistência
flexibilidade
velocidade
coordenação
A continuidade na prática desportiva também depende do estilo de intervenção do treinador.
verdadeiro
falso
São responsabilidades do treinador de grau 1...
Formar e educar o praticante
criar ambientes de grande competitividade entre os praticantes
promover a preparação específica da modalidade
conciliar a atividade desportiva com a escolar e familiar
De que modo se pode adequar a competição desportiva de modo a dar resposta aos objetivos da iniciação desportiva
Encontrar sempre um vencedor na competição
Procurar oposição equilibrada
Participação significativa de todos os participantes
Valorizar os resultados desportivos
O exemplo é uma das ferramentas de intervenção menos importantes à disposição do treinador.
verdadeiro
falso
As crianças e jovens são facilmente influenciadas pelos adultos e muitas das atitudes e comportamentos que assumem são fruto das vivências e aprendizagens que experimentaram
verdadeiro
falso
São normas do espírito desportivo:
respeitar e cumprir os regulamentos e decisões do juiz
reconhecer a superioridade dos adversários nas derrotas
procurar a vitória a qualquer custo
ser contido nas manifestações em caso de vitória
O treinador deve estimular
assiduidade e pontualidade
gosto em fazer bem as tarefas propostas
a liderança dentro do grupo
empenho e persistência
O Desporto enquanto instrumento de valorização das crianças de jovens, deve:
Harmonizar-se com outras atividades do seu quotidiano: atividade escolar e compromissos familiares
Valorizar dos resultados
A indefinição de interesses
Valorização da aprendizagem e desenvolvimento dos praticantes, em convergência com os objetivos da Iniciação Desportiva:
Elevar as expetativas dos praticantes
Desenvolver p gosto pelo desporto
Promover o desenvolvimento corporal desequilibrado.
O(a) treinador(a) de grau1 não podem deixar de ser, pelo seu exemplo, um agente promotor de valores e atitudes dignificadoras do praticante e da prática desportiva, fomentando as normas essenciais do espírito desportivo:
Respeitar e cumprir os regulamentos e decisões dos juízes
Não reconhecer a superioridade dos adversários
Não cultivar a honestidade e lealdade nos treinos e competições
Fatores que concorrem para a qualidade da sessão de treino:
Organização das atividades
Indefinição de objetivos
Ambientes desadequados de prática
Condicionantes da prática desportiva: os FATORES INTRÍNSECOS, cateterizam-se por ser:
Componentes psicológicas que caracterizam o praticante
Tipo de tarefa
Tipo de situação
Fatores externos
Condicionantes da prática desportiva: os fatores extrínsecos, cateterizam-se por ser:
Características, qualidades e competências do atleta, que influenciam o seu comportamento, interferindo no seu desempenho desportivo.
As características da tarefa e da situação onde tem lugar o desempenho desportivo, e que influenciam o comportamento do atleta.
Um conjunto de componentes psicológicas que caracterizam o praticante.
Na relação treinador-pais-atleta, as fases da carreira desportiva, são
Iniciação, Desenvolvimento e especialização
Primeira, segunda e terceira especialização
5
Na relação treinador-pais-atleta:
Para os jovens, os atletas são os adultos que mais os influenciam na formação das suas atitudes relativamente à importância que dão à vitória, em comparação com o valor que dão ao aperfeiçoamento das tarefas desportivas.
Os pais (mais do que as mães) são a influência mais importante dos jovens, no que diz respeito à sua participação ativa na prática desportiva.
A maior fonte de stress do jovem desportista é a competição.
Princípios que o treinador deve seguir para integrar a família no processo desportivo, de modo a melhorar a integração dos jovens:
Formar os pais.
Não deve evolver os pais no processo.
Não deve valorizar os pais.
Existem dois grupos de motivos determinantes da participação na prática desportiva:
Motivos externos e internos
Motivos intrínsecos e os motivos extrínsecos.
Motivos relacionados com o desporto em si,
Os praticantes com elevada orientação para a tarefa:
Têm um desejo constante de aperfeiçoamento pessoal.
Dão muita importância ao resultado.
Revelam grandes níveis de ansiedade.
A orientação para a tarefa favorece a adaptação psicológica, no que se refere:
Ao nível de empenhamento
Ao desporto em si.
Ao controlo da técnica.
A EVOLUÇÃO DA MOTIVAÇÃO PARA A PRÁTICA DESPORTIVA, A FASE DE INICIÇÃO:
Neste período, verifica-se nas crianças uma motivação geral para as atividades desportivas relacionada com uma necessidade indiferenciada de movimento.
Surge a necessidade de o praticante se sentir competente na execução das tarefas, o que se sobrepõe à necessidade de movimento, que vai perdendo o seu carácter indiferenciado.
Os praticantes centram-se no seu desempenho e na forma de o melhorar. O treino torna-se muito especifico, de acordo com as características da modalidade e da metodologia do treino.
O treinador é um líder com características específicas:
Tem um poder legítimo
É um líder informal
É um líder não imposto
O treinador como líder:
O comportamento de treino-instrução e o de reforço são geralmente predominantes.
Há tendência para que o estilo democrático predomine nos desportos coletivos.
Há uma tendência para que o sexo feminino prefira um estilo de liderança autocrático e o sexo masculino, democrático.
Na componente emocional da relação treinador-atleta, é importante considerar que:
Entre atleta e treinador existe uma troca de afetos de intenso significado.
As tensões do treinador não passam ao praticante.
Os estados emocionais do treinador transmitem-se ao atleta só por via verbal.
Nos fatores intrínsecos ao atleta, a qualidade física Resistência é:
Capacidade de lidar com o stress prolongado no tempo
Capacidade de estabelecer objetivos claros e o grau de vontade em atingi-los
Conseguir atingir os objetivos que foram traçados, apesar dos sacrifícios que se têm de fazer durante o caminho para os alcançar.
Condicionantes da prática desportiva: os fatores extrínsecos, cateterizam-se por ser:
Características, qualidades e competências do atleta, que influenciam o seu comportamento, interferindo no seu desempenho desportivo.
As características da tarefa e da situação onde tem lugar o desempenho desportivo, e que influenciam o comportamento do atleta.
Um conjunto de componentes psicológicas que caracterizam o praticante.
Na relação treinador-pais-atleta, as fases da carreira desportiva, são
Iniciação, Desenvolvimento e especialização
Primeira, segunda e terceira especialização
5
Na relação treinador-pais-atleta:
Para os jovens, os atletas são os adultos que mais os influenciam na formação das suas atitudes relativamente à importância que dão à vitória, em comparação com o valor que dão ao aperfeiçoamento das tarefas desportivas.
Os pais (mais do que as mães) são a influência mais importante dos jovens, no que diz respeito à sua participação ativa na prática desportiva.
A maior fonte de stress do jovem desportista é a competição.
Princípios que o treinador deve seguir para integrar a família no processo desportivo, de modo a melhorar a integração dos jovens:
Formar os pais.
Não deve evolver os pais no processo.
Não deve valorizar os pais.
Características dos praticantes com elevada motivação intrínseca:
São empenhados.
São inconsistentes no trabalho que fazem para evoluir.
são inconsistentes na procura de melhorar o conhecimento sobre o seu desporto.
O treinador é um líder com características específicas:
Tem um poder legítimo
É um líder informal
É um líder não imposto
Na componente emocional da relação treinador-atleta, é importante considerar que:
Entre atleta e treinador existe uma troca de afetos de intenso significado.
As tensões do treinador não passam ao praticante.
Os estados emocionais do treinador transmitem-se ao atleta só por via verbal.
Na relação treinador-pais-atleta:
Para os jovens, os atletas são os adultos que mais os influenciam na formação das suas atitudes relativamente à importância que dão à vitória, em comparação com o valor que dão ao aperfeiçoamento das tarefas desportivas.
Os pais (mais do que as mães) são a influência mais importante dos jovens, no que diz respeito à sua participação ativa na prática desportiva.
A maior fonte de stress do jovem desportista é a competição.
Princípios que o treinador deve seguir para integrar a família no processo desportivo, de modo a melhorar a integração dos jovens:
Formar os pais.
Não deve evolver os pais no processo.
Não deve valorizar os pais.
A EVOLUÇÃO DA MOTIVAÇÃO PARA A PRÁTICA DESPORTIVA, A FASE DE INICIÇÃO:
Neste período, verifica-se nas crianças uma motivação geral para as atividades desportivas relacionada com uma necessidade indiferenciada de movimento.
Surge a necessidade de o praticante se sentir competente na execução das tarefas, o que se sobrepõe à necessidade de movimento, que vai perdendo o seu carácter indiferenciado.
Os praticantes centram-se no seu desempenho e na forma de o melhorar. O treino torna-se muito especifico, de acordo com as características da modalidade e da metodologia do treino.
O treinador como líder:
O comportamento de treino-instrução e o de reforço são geralmente predominantes.
Há tendência para que o estilo democrático predomine nos desportos coletivos.
Há uma tendência para que o sexo feminino prefira um estilo de liderança autocrático e o sexo masculino, democrático.
Na componente emocional da relação treinador-atleta, é importante considerar que:
Entre atleta e treinador existe uma troca de afetos de intenso significado.
As tensões do treinador não passam ao praticante.
Os estados emocionais do treinador transmitem-se ao atleta só por via verbal.
"O treino deve finalizar com um balanço do que foi feito, pontos positivos e insuficiências, bem como transmissão de informação necessária." Este é um episódio de informação:
Inicial
Principal
Final
Faz corresponder a:
1 - Parte preparatória da Unidade de Treino
2 - Parte principal da Unidade de Treino
3 - Parte final da Unidade de Treino
1 - reunião onde devem ser apresentados os objetivos e temas a trabalhar;
2 - balanço do que foi feito, pontos positivos e insuficiências, bem como transmissão de informação necessária;
3 - aprendizagem e aperfeiçoamento dos conteúdos técnicos, táticos e físicos
1 - reunião onde devem ser apresentados os objetivos e temas a trabalhar;
2 - aprendizagem e aperfeiçoamento dos conteúdos técnicos, táticos e físicos
3 - balanço do que foi feito, pontos positivos e insuficiências, bem como transmissão de informação necessária;
1 - balanço do que foi feito, pontos positivos e insuficiências, bem como transmissão de informação necessária;
2 - aprendizagem e aperfeiçoamento dos conteúdos técnicos, táticos e físicos
3 - reunião onde devem ser apresentados os objetivos e temas a trabalhar;
Se houver um desempenho incorreto generalizado, o treinador não deve interromper o exercício e voltar a explicar / demonstrar.
Falso
Verdadeiro
RELATIVAMENTE À EXECUÇÃO / CORREÇÃO, O TREINADOR DEVE:
Fornecer indicações durante a execução usando palavras-chave ou frases curtas.
Evitar corrigir muitos pormenores ao mesmo tempo.
Demonstrar de diferentes ângulos.
Distribuir a atenção por todos.
Avaliar o grau de compreensão da informação transmitida, observando a cara dos praticantes ou questionando.
A apresentação de uma tarefa implica planeamento e ensaio para não haver hesitações no momento.
Certo
Errado
Identifica duas etapas do processo de correção:
Encontrar a causa do problema
Explicação do exercício
Transmitir a informação adequada
Permitir um número razoável de tentativas
