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Variedades linguísticas na prática 302 303

Total questions: 10

Worksheet time: 8mins

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1.

Cheguei na bera do porto

Onde as ondas se espaia

As garça dá meia-volta

Senta na bera da praia

E o cuitelinho não gosta

Que o botão de rosa caia, ai, ai, ai.

>>>>>>Predomina-se no trecho acima

a)

uma variante da linguagem formal.

b)

uma variante da linguagem informal.

c)

uma variante da linguagem urbana.

d)

uma variante da linguagem dos cariocas.

e)

uma variante da linguagem dos gaúchos

2.

Na charge, percebe-se, quanto ao uso da língua, o uso da

a)

variante padrão da língua.

b)

variante coloquial.

c)

da variante regional.

d)

da variante social.

e)

da variante geográfica.

3.

Em situações de formalidade, é conveniente evitar o uso de linguagem informal; a frase abaixo que se mostra inteiramente formal é:

a)
  1. A gente não precisa ganhar muito para ser feliz.

b)
  1. A gente lá, visitaria mais museus.

c)
  1. Me diga toda a verdade sobre o acidente.

d)
  1. Viajasse eu mais vezes, comprava mais roupas.

e)
  1. Sempre que podemos, nós os visitamos.

4.

O texto que você leu é um exemplo de uma

a)

linguagem errada e que não pode ser usada durante nossas conversas.

b)

linguagem abolida e reprimida dentro das escolas.

c)

variação linguística muito comum em diversos lugares.

d)

linguagem que não há desvios da norma culta.

5.

Pela história, percebe-se que a mulher

a)

demonstrou insegurança ao observar que o papagaio falava diferente dela.

b)


foi grosseira com o vendedor do papagaio.

c)

demonstrou preconceito linguístico.

d)

resolveu ficar com o papagaio.

6.

Ao final da história, compreende-se o motivo de o papagaio falar sem fazer uso das convenções ortográficas. Portanto, podemos concluir que tal fato é um exemplo implícito de uma variação linguística

a)

geográfica

b)

situacional

c)

histórica

d)

social

7.

Esmola

Uma esmola pelo amor de Deus

Uma esmola, meu, por caridade

Uma esmola pro ceguinho, pro menino

Em toda esquina tem  gente só pedindo.

Uma escola pro desempregado

Uma esmola pro preto, pobre, doente

Uma esmola pro que resta do Brasil

Pro mendigo, pro indigente (...)

(Samuel Rosa/Chico Amaral)

>>A música registra um pedido de esmola, em que o eu - lírico utiliza uma linguagem:

a)

Pouco compreensiva, já que contém vários erros de gramática.

b)

Coloquial, crítica, compreensiva, comunicável.

c)

Imprópria para os poemas da literatura brasileira.

d)

 Crítica, porém não-coloquial.

.

e)

Descuidada e cheia de repetições.

8.

Com relação ao texto retirado de um SMS, assinale a alternativa correta:

              

Vc viu como ele xegô em kza hj? Tôdu lascadu. blz!

a)

Não pode ser considerado um texto, visto que não cumpre sua função comunicativa.

b)

Por ter palavras abreviadas em excesso está totalmente contrariando as regras da gramática, logo não é um texto.

c)

Esse tipo de escrita é valorizado em qualquer meio de comunicação formal.

d)

Mesmo por se tratar de linguagem abreviada, cumpre sua função comunicativa, mas só deve ser utilizada situações informais como internet, celular etc.

9.

Aula de português

A linguagem

na ponta da língua

tão fácil de falar

e de entender.

A linguagem

na superfície estrelada de letras,

sabe lá o que quer dizer?

Professor Carlos Gois, ele é quem sabe,

e vai desmatando

o amazonas de minha ignorância.

Figuras de gramática, esquipáticas,

atropelam-me, aturdem-me, sequestram-me.

Já esqueci a língua em que comia,

em que pedia para ir lá fora,

em que levava e dava pontapé,

a língua, breve língua entrecortada

do namoro com a priminha.

O português são dois; o outro, mistério.

(Carlos Drummond de Andrade. Esquecer para lembrar. Rio de Janeiro: José Olympio, 1979.)

>>>>Explorando a função emotiva da linguagem, o poeta expressa o contraste entre marcas de variação de usos da linguagem em

a)

situações formais e informais.

b)

diferentes regiões do país.

c)

escolas literárias distintas.

d)

textos técnicos e poéticos.

e)

diferentes épocas.

10.

Leia com atenção o texto:

[Em Portugal], você poderá ter alguns probleminhas se entrar numa loja de roupas desconhecendo certas sutilezas da língua. Por exemplo, não adianta pedir para ver os ternos — peça para ver os fatos. Paletó é casaco. Meias são peúgas. Suéter é camisola — mas não se assuste, porque calcinhas femininas são cuecas. (Não é uma delícia?). (Ruy Castro. Viaje Bem. Ano VIII, no 3, 78.)

>>>O texto destaca a diferença entre o português do Brasil e o de Portugal quanto

a)

ao vocabulário.

b)

à derivação.

c)

à pronúncia.

d)

gênero.

e)

à sintaxe.