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Recuperação da Avaliação 1 - valor 4,0

Total questions: 15

Worksheet time: 1hrs 11mins

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1.

Com a ajuda do meme, responda: qual tipo de sujeito possui mais de um núcleo?

a)

Simples

b)

Composto

c)

Oculto

2.

No título do filme, qual é o tipo de sujeito?

a)

Simples

b)

Composto

c)

Oculto

3.

Em qual das opções há uma oração com sujeito composto?

a)

Chaves e Seu Madruga brigam demais!

b)

Os moradores da vila são muito divertidos!

c)

Professor Girafales tem muitos alunos.

d)

Pararam de transmitir Chaves na TV!

4.

Faça a combinação:

a)

Sujeito simples

1.

O sino tocou na igreja.

b)

Sujeito composto

2.

Carlos e Rafael jogam bola todos os dias.

c)

Sujeito oculto

3.

Terminei o trabalho de matemática.

5.

Em qual das frases abaixo o sujeito é oculto?

a)

O empregado do supermercado vendeu sua casa.

b)

Livros e cinema são o meu passatempo preferido.

c)

Gostamos de pular Carnaval.

6.

Qual o tipo de sujeito da frase "A folha caiu da árvore"?

a)

sujeito simples

b)

sujeito composto

c)

sujeito oculto

7.

O que é verbo?

a)

Palavra que nomeia os seres em geral.

b)

Palavra que informa uma característica boa ou ruim de algo.

c)

Palavra que indica ação, estado ou fenômeno da natureza.

d)

Palavra que indica se um nome está no singular ou no plural.

8.

Marque a opção que contém uma frase no pretérito.

a)

Eles entraram na casa.

b)

Eles entrarão na casa.

c)

Eles entram na casa.

d)

Que eu entre na casa.

9.

O verbo FIQUE expressa:

a)

CERTEZA

b)

DÚVIDA

c)

ORDEM

10.

Identifique o VERBO:

a)

NENHUMA

b)

TEMPESTADE

c)

DURA

d)

SEMPRE

11.

FUGA DO CÃO

JULIANO MARTINZ

Era uma perseguição implacável. Injusta, poderia dizer. Afinal, como duas pernas podem competir contra quatro?

Enquanto corria tanto quanto podia, percebia em assustadores relances que o cachorro ia alcançá-lo.

Podia ouvir os sons guturais que provinham das entranhas do quadrúpede sedento de sangue.

Neste momento, ao perceber o fôlego lhe faltando, Jonas se arrependeu. Maldita hora que decidira entrar pelo portão deixado aberto pelo vizinho para pegar algumas frutas. Seus pais não haviam lhe ensinado tão incisivamente que pegar bens alheios é roubo?

Malditas laranjas suculentas, pensou!

Tarde demais para lamentos. Entrara no quintal do vizinho sem autorização, despertara o cão raivoso e agora fugia do facínora.

Em certo momento, nem sentia as pernas – eram tão rápidas que dispensavam qualquer coordenação. Jamais imaginaria ser capaz de correr tanto assim.

Tanto correu que, de repente, descobriu-se em outro bairro. Parou, resfolegando como um cavalo. Olhou para trás e descobriu que o cachorro desaparecera.

Deu um grito de alegria ao perceber que fora mais rápido do que o cão. Quem poderia imaginar? Enfim, duas pernas venceram quatro! O feito renderia muitas histórias entre os amigos.

E isto sem contar o fato de que o susto servira para lhe ensinar uma importante lição: da próxima vez, ouviria os pais e a voz da consciência.

Foi quando um quintal alheio lhe chamou a atenção. Ao lado da casa, Jonas se deparou com uma cintilante árvore carregada de malditas laranjas suculentas!

https://corrosiva.com.br/cronicas/fuga-do-cao/

Por que Jonas correu tanto?

a)

Porque tinha de chegar à sua casa antes das seis.

b)

Porque ele estava treinando para uma competição de corrida.

c)

Porque ele havia roubado laranjas do quintal de um vizinho e o cão da casa o perseguia.

d)

Porque precisava alcançar o ônibus para encontrar seu pai no horário marcado.

12.

FUGA DO CÃO

JULIANO MARTINZ

Era uma perseguição implacável. Injusta, poderia dizer. Afinal, como duas pernas podem competir contra quatro?

Enquanto corria tanto quanto podia, percebia em assustadores relances que o cachorro ia alcançá-lo.

Podia ouvir os sons guturais que provinham das entranhas do quadrúpede sedento de sangue.

Neste momento, ao perceber o fôlego lhe faltando, Jonas se arrependeu. Maldita hora que decidira entrar pelo portão deixado aberto pelo vizinho para pegar algumas frutas. Seus pais não haviam lhe ensinado tão incisivamente que pegar bens alheios é roubo?

Malditas laranjas suculentas, pensou!

Tarde demais para lamentos. Entrara no quintal do vizinho sem autorização, despertara o cão raivoso e agora fugia do facínora.

Em certo momento, nem sentia as pernas – eram tão rápidas que dispensavam qualquer coordenação. Jamais imaginaria ser capaz de correr tanto assim.

Tanto correu que, de repente, descobriu-se em outro bairro. Parou, resfolegando como um cavalo. Olhou para trás e descobriu que o cachorro desaparecera.

Deu um grito de alegria ao perceber que fora mais rápido do que o cão. Quem poderia imaginar? Enfim, duas pernas venceram quatro! O feito renderia muitas histórias entre os amigos.

E isto sem contar o fato de que o susto servira para lhe ensinar uma importante lição: da próxima vez, ouviria os pais e a voz da consciência.

Foi quando um quintal alheio lhe chamou a atenção. Ao lado da casa, Jonas se deparou com uma cintilante árvore carregada de malditas laranjas suculentas!

https://corrosiva.com.br/cronicas/fuga-do-cao/

Quem conta a história?

a)

O próprio Jonas.

b)

O vizinho de Jonas.

c)

O cão.

d)

Um narrador observador que está fora da história.

13.

FUGA DO CÃO

JULIANO MARTINZ

Era uma perseguição implacável. Injusta, poderia dizer. Afinal, como duas pernas podem competir contra quatro?

Enquanto corria tanto quanto podia, percebia em assustadores relances que o cachorro ia alcançá-lo.

Podia ouvir os sons guturais que provinham das entranhas do quadrúpede sedento de sangue.

Neste momento, ao perceber o fôlego lhe faltando, Jonas se arrependeu. Maldita hora que decidira entrar pelo portão deixado aberto pelo vizinho para pegar algumas frutas. Seus pais não haviam lhe ensinado tão incisivamente que pegar bens alheios é roubo?

Malditas laranjas suculentas, pensou!

Tarde demais para lamentos. Entrara no quintal do vizinho sem autorização, despertara o cão raivoso e agora fugia do facínora.

Em certo momento, nem sentia as pernas – eram tão rápidas que dispensavam qualquer coordenação. Jamais imaginaria ser capaz de correr tanto assim.

Tanto correu que, de repente, descobriu-se em outro bairro. Parou, resfolegando como um cavalo. Olhou para trás e descobriu que o cachorro desaparecera.

Deu um grito de alegria ao perceber que fora mais rápido do que o cão. Quem poderia imaginar? Enfim, duas pernas venceram quatro! O feito renderia muitas histórias entre os amigos.

E isto sem contar o fato de que o susto servira para lhe ensinar uma importante lição: da próxima vez, ouviria os pais e a voz da consciência.

Foi quando um quintal alheio lhe chamou a atenção. Ao lado da casa, Jonas se deparou com uma cintilante árvore carregada de malditas laranjas suculentas!

https://corrosiva.com.br/cronicas/fuga-do-cao/

O que Jonas sentiu quando notou que o cachorro estava muito perto de alcançá-lo?

a)

Raiva.

b)

Gratidão.

c)

Arrependimento.

d)

Alegria.

14.

FUGA DO CÃO

JULIANO MARTINZ

Era uma perseguição implacável. Injusta, poderia dizer. Afinal, como duas pernas podem competir contra quatro?

Enquanto corria tanto quanto podia, percebia em assustadores relances que o cachorro ia alcançá-lo.

Podia ouvir os sons guturais que provinham das entranhas do quadrúpede sedento de sangue.

Neste momento, ao perceber o fôlego lhe faltando, Jonas se arrependeu. Maldita hora que decidira entrar pelo portão deixado aberto pelo vizinho para pegar algumas frutas. Seus pais não haviam lhe ensinado tão incisivamente que pegar bens alheios é roubo?

Malditas laranjas suculentas, pensou!

Tarde demais para lamentos. Entrara no quintal do vizinho sem autorização, despertara o cão raivoso e agora fugia do facínora.

Em certo momento, nem sentia as pernas – eram tão rápidas que dispensavam qualquer coordenação. Jamais imaginaria ser capaz de correr tanto assim.

Tanto correu que, de repente, descobriu-se em outro bairro. Parou, resfolegando como um cavalo. Olhou para trás e descobriu que o cachorro desaparecera.

Deu um grito de alegria ao perceber que fora mais rápido do que o cão. Quem poderia imaginar? Enfim, duas pernas venceram quatro! O feito renderia muitas histórias entre os amigos.

E isto sem contar o fato de que o susto servira para lhe ensinar uma importante lição: da próxima vez, ouviria os pais e a voz da consciência.

Foi quando um quintal alheio lhe chamou a atenção. Ao lado da casa, Jonas se deparou com uma cintilante árvore carregada de malditas laranjas suculentas!

https://corrosiva.com.br/cronicas/fuga-do-cao/


Quando Jonas teve certeza de que havia conseguido escapar do cão?

a)

Somente quando chegou em sua casa.

b)

Quando correu tanto que chegou a outro bairro.

c)

Quando entrou numa casa ao lado da sua para se esconder.

d)

Quando o cão se espantou com a presença de um cavalo.

15.

Qual alternativa que melhor explica uma das características de uma crônica:

a)

As crônicas narram fatos comuns ao dia a dia.

b)

Os acontecimentos não se referem a fatos comuns ao dia a dia das pessoas.

c)

Os personagens não são seres humanos normais como qualquer um de nós.

d)

O humor não é uma característica marcante.