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REDAÇÃO E LEITURA - interpretação de texto

Total questions: 19

Worksheet time: 57mins

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1.

REDAÇÃO E LEITURA

Texto 1


Água


A água é um recurso natural abundante essencial para a existência de vida na Terra. O planeta Terra é constituído por uma extensa massa de água, correspondendo ao que conhecemos como hidrosfera. Além de estar presente na composição do planeta, a água também compõe parte do nosso corpo, permitindo-nos pensar que falar de água é falar de sobrevivência. Essa substância é utilizada em atividades essenciais ao ser humano, como a produção agrícola, e também usada como solvente universal.

A água era considerada um recurso inesgotável. Contudo, desde que foi considerado um símbolo de riqueza, por ter sido transformada em uma mercadoria, passou também a ser sinônimo de conflito. O mau uso, o desperdício, sua distribuição, bem como sua ocorrência são responsáveis por criar conflitos em diversas regiões do mundo. A preocupação com a disponibilidade de água é pauta frequente nas discussões ambientais e geopolíticas.

Água no Brasil

O Brasil é um país abundante em recursos hídricos, representando cerca de 12% do total mundial. Contudo, sua distribuição não é uniforme no território. Segundo a Agência Nacional das Águas (ANA), a água doce é distribuída nas regiões brasileiras da seguinte maneira: Região Norte corresponde a 68% dos recursos hídricos; Região Centro-Oeste corresponde a 16% dos recursos hídricos; Região Sul corresponde a 7% dos recursos hídricos; Região Sudeste corresponde a 6% dos recursos hídricos e Região Nordeste corresponde a 3% dos recursos hídricos.

Quanto à Distribuição de água no Brasil, há um contraste visível em relação à distribuição populacional. A Região Norte, que detém o maior volume de água doce do país, é a região com menor densidade demográfica, ou seja, é uma das regiões menos povoadas, contando com apenas 7% da população. Já a Região Sudeste, a mais povoada do país com cerca de 42,63% da população, conta com apenas 6% da disponibilidade de recursos hídricos.

No que tange ao desperdício de água, o Brasil, segundo o Ministério do Meio Ambiente, desperdiça entre 20% a 60% da água destinada ao consumo ao longo da distribuição. Os hábitos dos brasileiros também não favorecem a economia de água, já que boa parte dessa substância é desperdiçada seja em uso pessoal ou atividades de limpeza.


(Texto adaptado de

https://brasilescola.uol.com.br/geografia/agua.htm, acesso em

janeiro de 2020).


Texto 2


Planeta Água

Água que nasce na fonte serena do mundo

E que abre um profundo grotão

Água que faz inocente riacho e deságua na corrente do ribeirão

Águas escuras dos rios que levam a fertilidade ao sertão

Águas que banham aldeias e matam a sede da população

Águas que caem das pedras no véu das cascatas, ronco de trovão

E depois dormem tranquilas no leito dos lagos, no leito dos lagos


Água dos igarapés, onde Iara, a mãe d'água é misteriosa canção

Água que o sol evapora, pro céu vai embora, virar nuvem de algodão

Gotas de água da chuva, alegre arco-íris sobre a plantação

Gotas de água da chuva, tão tristes, são lágrimas na inundação

Águas que movem moinhos são as mesmas águas que encharcam o chão

E sempre voltam humildes pro fundo da terra, pro fundo da terra


Terra, planeta água, Terra, planeta água, Terra, planeta água


Água que nasce na fonte serena do mundo

E que abre um profundo grotão

Água que faz inocente riacho e deságua na corrente do ribeirão

Águas escuras dos rios que levam a fertilidade ao sertão

Águas que banham aldeias e matam a sede da população

Águas que movem moinhos são as mesmas águas que encharcam o chão

E sempre voltam humildes pro fundo da terra, pro fundo da terra

Terra, planeta água, Terra, planeta água, Terra, planeta água

Terra, planeta água, Terra, planeta água, Terra planeta água.


Guilherme Arantes

(Fonte: https://www.letras.mus.br/guilherme-arantes/46315/, acesso em janeiro de 2020.)


Comparando os textos 1 (Água) e 2 (Planeta Água), pode-se afirmar que:

a)

o segundo, por ser a letra de uma canção, é mais completo que o primeiro.

b)

o primeiro tem de ser lido antes do segundo, caso contrário, aquele não terá sentido.

c)

o primeiro, por ser um texto informativo, apresenta uma linguagem denotativa.

d)

o segundo, por ser a letra de uma canção, apresenta, obrigatoriamente, uma linguagem denotativa.

2.

Sendo considerada um “recurso natural abundante essencial para a existência de vida na Terra.”, o texto I, com essa afirmação, destaca que:

a)

a água é uma substância usada em atividades essenciais ao ser humano.

b)

o desperdício não compromete o uso da água.

c)

o brasileiro não considera importante a economia de água.

d)

a produção agrícola é essencial à vida humana.

3.

"Gotas de água da chuva

Tão tristes, são lágrimas"


Sabe-se que poemas e letras de canções são textos literários e apresentam, frequentemente, figuras de linguagem com o objetivo de enriquecer a composição.


Os versos de Guilherme Arantes apresentam a figura de linguagem que estabelece uma comparação implícita. Essa é nomeada de:

a)

metonímia.

b)

hipérbole.

c)

metáfora.

d)

sinestesia.

4.

"Águas que movem moinhos

São as mesmas águas

Que encharcam o chão

E sempre voltam humildes

Pro fundo da terra

Pro fundo da terra"


Com relação à figura de linguagem, o trecho em destaque é um exemplo de atribuição de ação humana a um ser inanimado. Logo, a figura de linguagem presente no trecho é:

a)

personificação ou prosopopeia.

b)

sinestesia.

c)

metáfora.

d)

hipérbole.

5.

A partir da leitura do texto podemos inferir que:

a)

quem está na chuva acaba todo molhado.

b)

só existe uma maneira de pensar e agir: sempre igual aos outros.

c)

aquele que pensa e age de forma diferente sempre acaba prejudicando-se.

d)

pensar e agir de forma diferente de outras pessoas pode ser bom para a humanidade.

6.

No último quadrinho, a expressão de Mafalda demonstra:

a)

arrependimento.

b)

preocupação.

c)

surpresa.

d)

espanto.

7.

Enem 2012.

A publicidade, de uma forma geral, alia elementos verbais e imagéticos na constituição de seus textos. Nessa peça publicitária, cujo tema é a sustentabilidade, o autor procura convencer o leitor a

a)

assumir uma atitude reflexiva diante dos fenômenos naturais.

b)

evitar o consumo excessivo de produtos reutilizáveis.

c)

aderir à onda sustentável, evitando o consumo excessivo.

d)

consumir produtos de modo responsável e ecológico.

8.

Mafalda é criação do cartunista argentino Quino. Menina precoce, serviu como porta-voz de seu criador nos tempos da Ditadura Militar argentina

a)

Mafalda emprega o mesmo valor semântico para o vocábulo “indicador” no primeiro e no último quadrinho.

b)

Mafalda não sabe a importância do dedo indicador.

c)

Apesar de ser uma criança, Mafalda já percebe as injustas relações de trabalho estabelecidas entre patrões e operários.

d)

Mafalda ainda não sabe exatamente o significado da expressão “indicador de desemprego”

9.

Gastei uma hora pensando um verso

Que a pena não quer escrever.

No entanto ele está cá dentro

Inquieto, vivo.

Ele está cá dentro

E não quer sair.

Mas a poesia deste momento

Inunda minha vida inteira.


Carlos Drummond de Andrade. “Poesia”, In: Reunião: 10 livros de poesia. Rio de Janeiro: José Olympio, 1974.


É exemplo de metonímia o verso “Que a pena não quer escrever”. O mesmo recurso expressivo aparece em:

a)

No pomar de casas antigas, havia sempre um pé de laranja.

b)

As ideias desse pensador são um rio caudaloso.

c)

Após a festa, guardou os cristais de novo na caixa.

d)

Amava-o, mas percebeu que ele seria seu bem e seu mal.

10.

Tulipas da Holanda

Todos os anos, durante a primavera, gente de todo o mundo procura um pequeno parque colorido e perfumado, cheio de lagos e flores, na Holanda.

Ali se encontra a famosa tulipa, a flor nacional do país. A floricultura é uma fonte de renda na Holanda e a cultura dessa flor constitui a base dessa renda.

O valor das tulipas está no tamanho das flores e na sua coloração. Suas cores são variadas, mas a Rainha da Noite é a mais apreciada pela sua raridade. É também conhecida como tulipa negra, embora sua cor seja azul-roxo bem escuro

DIAS, Ieda; CARVALHO, Aciléia. Tulipas da Holanda. In: Bolhas de sabão. Belo Horizonte: Vigília, 1987. Fragmento.


De acordo com esse texto, a expressão “Rainha da Noite” refere-se

a)

à margem do lago.

b)

à tulipa negra.

c)

às cores na primavera.

d)

às flores dos lagos.

11.

Selecione a alternativa em que a opção apresentada pode ser utilizada como sinônimo da expressão em negrito, sem modificar o sentido da frase.


Minha mãe sempre guarda o queijo e o presunto na geladeira para mantê-los fresquinhos.

a)

joga

b)

armazena

c)

esquenta

d)

come

12.

Leia o excerto da notícia a seguir.


A Prefeitura de Sorocaba, por meio da Secretaria do Meio Ambiente, Parques e Jardins (Sema), fará quinta-feira (22) e sexta-feira (23), das 9h às 11h e das 13h às 16h, as inscrições para a castração gratuita de cães e gatos com mais de seis meses de vida. [...] A iniciativa municipal visa realizar o controle populacional de cães e gatos, reduzir a população de animais abandonados, a transmissão de doenças e, por consequência, promover a melhoria da qualidade de vida dos animais domésticos castrados.

Disponível em: <https://www.jornalcruzeiro.com.br/materia/862196/inscricao-para-castrar-caes-e-gatos-e-amanha>. Acesso em: 17 abr. 2018.


No texto, a expressão sublinhada “iniciativa municipal” refere-se a quê?

a)

À Prefeitura de Sorocaba.

b)

Às inscrições.

c)

À castração gratuita de cães e gatos.

d)

À Secretaria do Meio Ambiente, Parques e Jardins.

13.

Observe a tirinha a seguir.

a)

Vendo”, na mensagem da placa, refere-se apenas ao verbo “vender”, pois o menino estava colocando o pôr do sol à venda.

b)

Não há ambiguidade causada pela expressão “vendo”, pois, da maneira como aparece a mensagem, fica evidente que o menino se refere à observação do pôr do sol.

c)

Conforme a intenção do menino, para evitar a dupla interpretação, “vendo” poderia ser substituída por “estou vendendo”.

d)

A expressão “vendo” gerou ambiguidade de interpretação (duplo sentido).

14.

Picolé

Um garoto desleixado ou um visionário? Em 1905, o norte-americano Frank Epperson, de 11 anos, misturou água e suco em pó e deixou o composto na varanda de sua casa, com um palito dentro. Fez muito frio na madrugada, e, no dia seguinte, ele encontrou um pedaço de gelo com sabor. A criança teve o mérito de patentear essa invenção e vendê-la anos depois para uma empresa de sorvetes.


Esse texto apresenta

a)

fatos e opiniões.

b)

apenas fatos.

c)

apenas opiniões.

d)

reflexões.

15.

Leia o texto para responder à questão.


O labirinto dos manuais

Há alguns meses troquei meu celular. Um modelo lindo, pequeno, prático. Segundo a vendedora, era capaz de tudo e mais um pouco. Fotografava, fazia vídeos, recebia e-mails e até servia para telefonar. Abri o manual, entusiasmado. “Agora eu aprendo”, decidi, folheando as 49 páginas. Já na primeira, tentei executar as funções. Duas horas depois, eu estava prestes a roer o aparelho. O manual tentava prever todas as possibilidades. Virou um labirinto de instruções!

Na semana seguinte, tentei baixar o som da campainha. Só aumentava. Buscava o vibracall, não achava. Era só alguém me chamar e todo mundo em torno saía correndo, pensando que era o alarme de incêndio! Quem me salvou foi um motorista de táxi.

— Manual só confunde – disse didaticamente. – Dá uma de curioso.

Insisti e finalmente descobri que estava no vibracall há meses! O único problema é que agora não consigo botar a campainha de volta!

Atualmente, estou de computador novo. Fiz o que toda pessoa minuciosa faria. Comprei um livro. Na capa, a promessa: “Rápido e fácil” – um guia prático, simples e colorido! Resolvi: “Vou seguir cada instrução, página por página. Do que adianta ter um supercomputador se não sei usá-lo?”. Quando cheguei à página 20, minha cabeça latejava. O livro tem 342! Cada vez que olho, dá vontade de chorar! Não seria melhor gastar o tempo relendo Guerra e Paz*?

Tudo foi criado para simplificar. Mas até o micro-ondas ficou difícil. A não ser que eu queira fazer pipoca, que possui sua tecla própria. Mas não posso me alimentar só de pipoca! Ainda se emagrecesse... E o fax com secretária eletrônica? O anterior era simples. Eu apertava um botão e apagava as mensagens. O atual exige que eu toque em um, depois em outro para confirmar, e de novo no primeiro! Outro dia, a luzinha estava piscando. Tentei ouvir a mensagem. A secretária disparou todas as mensagens, desde o início do ano!

Eu sei que para a garotada que está aí tudo parece muito simples. Mas o mundo é para todos, não é? Talvez alguém dê aulas para entender manuais! Ou o jeito seria aprender só aquilo de que tenho realmente necessidade, e não usar todas as funções. É o que a maioria das pessoas acaba fazendo!

(Walcyr Carrasco, Veja SP, 19.09.2007. Adaptado)

* Livro do escritor russo Liev Tolstói. Com mais de mil páginas e centenas de personagens, é considerada uma das maiores obras da história da literatura.

Pelos comentários feitos pelo narrador, pode-se concluir corretamente que

a)

a leitura de obras-primas da literatura é atividade mais produtiva do que utilizar celulares e computadores.

b)

os manuais cujas diversas instruções os usuários não conseguem compreender e pôr em prática são improdutivos.

c)

a vendedora foi convincente, pois o narrador comprou o celular, embora duvidasse das qualidades prometidas pelo aparelho.

d)

o manual sobre computadores, ao contrário de outros do gênero, cumpria a promessa assumida nos dizeres impressos na capa.

16.

Analise as afirmações sobre trechos do texto e assinale a correta.

a)

Em – alguns meses, troquei meu celular. –, o verbo haver indica tempo decorrido e pode ser substituído, corretamente, por Fazem.

b)

Em – Fotografava, fazia vídeos, recebia e-mails e até servia para telefonar. –, o termo em destaque expressa a ideia de exclusão.

c)

Em – Virou um labirinto de instruções! –, o termo em destaque foi empregado em sentido figurado, indicando confusão, incompreensibilidade.

d)

Em – Fiz o que toda pessoa minuciosa faria. –, o termo em destaque pode ser substituído, corretamente e sem alteração do sentido do texto, por limitada.

17.

A vida dá voltas

Sou um tipo meio fatalista. Acho que a vida dá voltas. Um amigo meu, Luís, casou-se com Cláudia, uma mulher egoísta. Ele era filho único, de mãe separada e sem pensão. Durante algum tempo, a mãe de Luís foi sustentada pelo próprio tio, um solteirão. Quando este faleceu, começaram as brigas domésticas: Cláudia não admitia que Luís desse dinheiro à mãe. Ele era um rapaz de classe média. Por algum tempo, arrumou trabalhos extras para ajudar a idosa.

Convencido pela esposa, ele mudou-se para longe. Visitava a mãe uma vez por ano. Para se livrar da questão financeira, Luís convenceu a mãe a vender o apartamento.

Durante alguns anos, ela viveu desse dinheiro. Muitas vezes, lamentava a falta do filho, mas o que fazer? Luís, sempre tão ocupado, viajando pelo mundo todo, não tinha tempo disponível. Na casa da mãe, faltou até o essencial. E ela faleceu sozinha.

O tempo passou. Hoje, Luís, antes um profissional disputado, está desempregado. Foi obrigado a se instalar com a família na casa dos sogros, onde é atormentado diariamente. A filha de Luís e Cláudia cresceu e saiu de casa. Quer seguir seu próprio rumo!

Luís não tem renda, nem bens. Está quase se divorciando. Ficou fora do mercado de trabalho. O que vai acontecer? A filha cuidará dele? Tenho dúvidas, porque ele não a ensinou com seu próprio exemplo.

A vida é um eterno ciclo afetivo. Em uma época todos nós somos filhos. Em outra, tornamo-nos pais: é a nossa vez de cuidar de quem cuidou de nós.

Considerando o último parágrafo do texto, pode-se afirmar que a relação entre pais e filhos deve ser baseada

a)

no medo.

b)

na persistência.

c)

na expectativa.

d)

na troca.

18.

A publicidade, de uma forma geral, alia elementos verbais e imagéticos na constituição de seus textos. Nessa peça publicitária, cujo tema é a sustentabilidade, o autor procura convencer o leitor a

a)

assumir uma atitude reflexiva diante dos fenômenos naturais.

b)

evitar o consumo excessivo de produtos reutilizáveis.

c)

aderir à onda sustentável, evitando o consumo excessivo.

d)

consumir produtos de modo responsável e ecológico.

19.

[…]

O menino ouviu a narrativa de um arqueiro que passou anos e anos treinando a arte do arco e flecha, até se tornar um especialista. Ao chegar a uma reunião com outros arqueiros, encontrou uma extensa parede com inúmeros alvos – e flechas cravadas bem no centro deles. O arqueiro ficou impressionado. Não acreditava que uma única pessoa havia feito aquilo. Era uma proeza. Uma multidão de flechas milimetricamente no centro dos alvos, quem realizou aquele feito? Havia um garotinho perto dos alvos e o arqueiro perguntou:

“Você sabe quem lançou essas flechas?”. E o garoto disse: “Sim, fui eu”. O arqueiro não conseguia acreditar. Como assim? Aquele garotinho era o responsável por tamanha façanha? Então o menino contou como fez aquilo: “Primeiro eu jogo a flecha e depois pinto o alvo ao redor”. […]

Os ditados populares e provérbios têm a propriedade de sintetizar interpretações sobre fatos da vida cotidiana, geralmente ilustrados por narrativas que contêm quebras de expectativa. Considerando essas informações, o possível provérbio que melhor sintetiza o texto é

a)

não adianta chorar sobre o leite derramado.

b)

água mole em pedra dura tanto bate até que fura.

c)

cada macaco no seu galho.

d)

em terra de cego, quem tem um olho é rei.