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1ª série - 3ª AAS -1

Total questions: 27

Worksheet time: 1hrs 21mins

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1.

O mercantilismo empenhava-se em criar um mercado interno unificado para a produção de mercadorias. Com o objetivo de aumentar o poder do Estado diante dos outros Estados, encorajava a exportação de mercadorias, ao mesmo tempo que proibia exportações de ouro, de prata e de moeda, na crença de que existia uma quantidade fixa de comércio e riqueza no mundo. A dinâmica econômica descrita no texto indica que o mercantilismo tinha como uma de suas principais bases o(a)

a)

esforço para o enriquecimento individual.

b)

distanciamento do intervencionismo estatal.

c)

incentivo ao consumo de produtos estrangeiros.

d)

manutenção de uma balança comercial favorável

e)

integração de territórios colonizados aos impérios.

2.

Com um discurso religioso islâmico que apresentava um caráter universal, Maomé construiu uma identidade entre os indivíduos que aceitaram seguir os seus dogmas, colocando, em tese, abaixo dos ideais islâmicos, as disputas entre tribos e instituindo a igualdade entre os seguidores da nova religião. O texto mostra que a expansão da religião islâmica promoveu a

a)

isonomia jurídica.

b)

identificação pela fé.

c)

fragmentação do território.

d)

competição econômica.

e)

organização militarizada.

3.

O trauma sofrido pelos autóctones tem a ver com a ordem biológica, afinal, antes de qualquer ataque armado, o que ocorria era o choque microbiano e viral que se traduzia por epidemias assustadoras para os índios. Estes não tinham qualquer espécie de imunidade, porque estavam em um tipo de circuito fechado desde o Paleolítico. Enfatiza-se no texto um fator que contribuiu para a conquista do território americano pelos espanhóis, que foi a

a)

exploração das riquezas locais.

b)

conversão dos nativos à fé cristã.

c)

superioridade bélica dos espanhóis.

d)

formação de alianças entre inimigos.

e)

transmissão de doenças estrangeiras.

4.

Para Lutero, a missão não depende de determinadas estruturas eclesiásticas, de determinado sistema jurídico eclesiástico, da instituição Igreja. Lutero não aceitou a antiga tradição segundo a qual só pode haver salvação dentro da Igreja como instituição. Sugere-se no texto que o movimento reformista iniciado por Lutero tinha como base a crença na

a)

salvação pela fé.

b)

autoridade do papa.

c)

subordinação ao rei.

d)

proibição do divórcio.

e)

ideia da predestinação.

5.

A noção de “heresia” tendeu a se referir, em meados do século XII, principalmente a um desvio ou rompimento em relação à Igreja enquanto instituição concretamente estabelecida, ao seu projeto universal e à sua legitimidade como único guia da religiosidade na cristandade ocidental. Por exemplo, algumas das mais combatidas heresias desse período foram aquelas que romperam com a Igreja no que diz respeito aos sacramentos e ao reconhecimento do direito que teriam os padres e frades para ministrá-los, isto é, seu papel como intermediários de Deus. No texto, apresenta-se um contexto que motivou, entre os séculos XII e XIII, a criação do(a)

a)

Cisma do Oriente.

b)

Primeira Cruzada.

c)

Ordem Franciscana.

d)

Igreja Cristã do Oriente.

e)

Tribunal do Santo Ofício.

6.

Com a crise do século XIV, o mapa econômico e social da Cristandade rapidamente se reorganizou. Ele favoreceu e acentuou a evolução anterior em direção à centralização estatal. Preparou a monarquia francesa de Carlos VII e Luís XI, a realeza inglesa dos Tudor, a unificação espanhola sob os reis católicos, o advento [...] do “príncipe”, suscitou novas clientelas, burguesas principalmente, para produtos e para uma arte que tendem, talvez, para a fabricação em série – o que, no domínio intelectual, será possível graças à imprensa.

Apresenta-se no texto a perspectiva histórica de que a crise econômica e social que assolou a Europa no século XIV contribuiu para o(a)

a)

desmoronamento do absolutismo monárquico

b)

intensificação dos investimentos marítimos.

c)

fortalecimento do protagonismo camponês.

d)

estabelecimento da religiosidade católica

e)

enfraquecimento das estruturas feudais.

7.

Os aldeamentos indígenas, também chamados de reduções ou missões, foram criados pela Ordem dos Jesuítas no fim do século XVII, a qual visava principalmente à catequização dos indígenas, pois, com a Reforma Protestante na Europa, a Igreja Católica foi em busca de novos fiéis.
A relação apresentada no texto indica que a ação jesuítica na América foi motivada pelo(a)

a)

avanço do reformismo na Europa.

b)

alta de escolarização na América.

c)

cisma do cristianismo em Avignon.

d)

falha da Contrarreforma em Roma.

e)

expansão do islamismo em Portugal.

8.

A imagem é considerada um símbolo do absolutismo monárquico europeu, pois dá destaque à

a)

superioridade da religião do rei.

b)

reprodução do modelo senhorial.

c)

aplicação de princípios iluministas

d)

unificação dos territórios europeus.

e)

soberania do representante do povo.

9.

Algumas narrativas enaltecem a situação inicial da colonização portuguesa, quando indígenas e portugueses conviviam em certa harmonia, por vezes, beirando um tom idílico e inocente. Mesmo nas narrativas mais críticas – que apontam o caráter mercantil da colonização, explorando recursos naturais e o trabalho indígena para a acumulação de riquezas em favor da metrópole portuguesa –, pouco se discute sobre os impactos socioambientais de tal empreendimento.

Ao criticar a idealização da situação inicial da colonização portuguesa na América, o texto faz referência a um período marcado por

a)

obtenção de minérios e alfabetização da população local.

b)

criação de capitanias hereditárias e plantação de café.

c)

evolução do tráfico negreiro e aculturação indígena.

d)

extração do pau-brasil e escambo com os nativos.

e)

interiorização do território e exploração do Sertão

10.

Ao criar o quadro apresentado, o que o pintor buscava evidenciar?

a)

O convívio entre indígenas e africanos escravizados

b)

A resistência nativa e a religiosidade africana.

c)

A arquitetura e os trabalhos em um engenho.

d)

A violência colonial contra povos nativos.

e)

O cotidiano da elite imperial brasileira.

11.

O escravizado é forçado ao trabalho ou ao serviço de outro com base em coações de ordem extraeconômica – basicamente fundadas na captura, violência física ou ameaças de violência física e de morte. Além disso, a ameaça de venda a qualquer instante e outros deslocamentos para condições ainda piores de trabalho constituíam uma coerção adicional presente no horizonte de vida do escravizado.
O texto anterior indica que, na Modernidade, as pessoas em condição de escravidão eram

a)

mantidas em seus grupos familiares para evitar revoltas.

b)

protegidas de abusos severos pela ação de missionários.

c)

assimiladas naturalmente pelos colonizadores europeus.

d)

convertidas à categoria de propriedade e de mercadoria.

e)

consideradas propriedades invendáveis que não poderiam ser novamente comercializadas.

12.

Um mistério continua ligado à conquista; trata-se do resultado do combate. Por que esta vitória fulgurante, se os habitantes da América são tão superiores em número a seus adversários, e lutam em seu próprio solo? Se nos limitarmos à conquista do México: como explicar que Cortez, liderando algumas centenas de homens, tenha conseguido tomar o reino de Montezuma, que dispunha de várias centenas de milhares de guerreiros?

Entre as estratégias utilizadas pelos espanhóis para superar as desvantagens citadas no texto, destacam-se o(a)

a)

apropriação de práticas culturais astecas, a destruição de cidades sagradas e a prática do escambo.

b)

integração pacífica entre nativos e espanhóis, o estímulo à miscigenação e a participação em rituais.

c)

substituição do líder da civilização, a dominação militar do território e a destruição de estradas reais.

d)

estabelecimento do trabalho compulsório, a disseminação de doenças e o estímulo a revoltas internas.

e)

investimento no tráfico negreiro, o pagamento de exércitos mercenários e o desmatamento das terras.

13.

A pintura anterior, do artista italiano Michelangelo, evidencia o elemento renascentista do

a)

cientificismo, que expressa a evolução humana no tempo.

b)

ateísmo, pelo qual é negada a existência de um Deus criador.

c)

hedonismo, que é a ânsia por satisfazer as vontades humanas.

d)

antropocentrismo, exaltando a semelhança entre o homem e Deus.

e)

paganismo, simbolizado na representação de uma crença politeísta.

14.

A representação iconográfica de Deus na Sociedade Medieval é limitada, sobretudo pela imagem de uma mão que desponta por entre as nuvens: “Essa mão define a um só tempo a natureza e a função reconhecidas do Deus feudal. É uma função de comando, trata-se de uma mão que ordena; é uma função de punição, trata-se de uma mão que pune; e é uma função de proteção, trata-se de uma mão que protege”.
O fragmento anterior indica que a religiosidade na Idade Média tinha um caráter de

a)

indiferença.

b)

cientificidade.

c)

marginalização.

d)

ordenação militar.

e)

centralidade social.

15.

A cidade medieval é um lugar de produção e de trocas, onde se articulam o artesanato e o comércio, sustentados por uma economia monetária. É também o centro de um sistema de valores particular, do qual emerge a prática laboriosa e criativa do trabalho, o gosto pelo negócio e pelo dinheiro, a inclinação para o luxo, o senso de beleza. Mas também é um organismo social e político baseado na vizinhança, no qual os ricos não formam uma hierarquia, e sim um grupo de iguais.

O texto apresenta elementos que descrevem

a)

a rígida estrutura social hierárquica e o fortalecimento da Igreja medieval.

b)

o processo de interiorização medieval e o aumento da produção agrícola.

c)

as novas tecnologias de transporte e o investimento em navegações.

d)

as relações de servidão e o desenvolvimento de técnicas de plantio.

e)

o renascimento urbano e comercial e o surgimento da burguesia.

16.

Construíram-se nas colônias 70 mil igrejas e 500 conventos, com mais de 3 mil religiosos. A Espanha era, ou havia sido, a mais alta expressão política e militar do Ocidente cristão. Por meio dos homens mais enérgicos e desesperados, ergueram uma sociedade mais ou menos equivalente àquela que conheciam na velha metrópole. A língua espanhola, o precioso vínculo de união nacional, encontrava o mais vasto espaço geográfico, humano e histórico da época para sua expansão.

O excerto anterior indica que a religiosidade estava atrelada à colonização da América espanhola uma vez que o(a)

a)

conversão religiosa legitimava a expansão espanhola, enquanto a língua deveria unificar territórios.

b)

urbanização era responsável pela legitimação, e a religião, pela moral no projeto metropolitano.

c)

território já se assemelhava ao da Europa, e a língua viria a ser um instrumento de dominação.

d)

respeito à diversidade religiosa em territórios americanos possibilitou interações comerciais.

e)

tática do sincretismo cultural e a manutenção linguística nativa foram estratégias de adaptação.

17.

Com o declínio da Idade Média, no decorrer do século XV, tudo se modificou. Surgiram nações, as divisões nacionais se tornaram acentuadas, as literaturas nacionais fizeram seu aparecimento e as regulamentações nacionais para a indústria substituíram as regulamentações locais. Passaram a existir leis nacionais, línguas nacionais e até mesmo igrejas nacionais. Os homens começaram a considerar-se não como cidadãos de Madri, de Kent ou de Paris, mas como da Espanha, Inglaterra ou França.

As mudanças históricas apresentadas no texto anterior evidenciam o processo de

a)

centralização do poder real e formação dos Estados nacionais.

b)

êxodo rural europeu desencadeado pelo cercamento dos campos.

c)

fragmentação territorial dos burgos, decorrente do declínio dos feudos.

d)

melhoria da qualidade de vida dos cidadãos após o renascimento urbano.

e)

permanência e unificação das estruturas fundiárias na passagem para a Modernidade.

18.

A capacidade de concentração mental bem como a atitude absolutamente central de sentir-se no dever de trabalhar encontram-se associadas com particular frequência a um rigoroso espírito de poupança que calcula o ganho e seu montante geral a um severo domínio de si e uma sobriedade que elevam de maneira excepcional a produtividade. Para essa concepção do trabalho com fim em si mesmo, como vocação numa profissão, o cenário capitalista é um dos mais férteis e possibilita a superação da rotina tradicional de trabalho em consequência da educação religiosa.

A análise sociológica de Weber apresentada no texto anterior contribui para a interpretação histórica da reforma da Igreja Católica no aspecto da

a)

relação entre trabalho e salvação, pregada por João Calvino.

b)

salvação pela fé em vez das ações, como defendia John Huss.

c)

intolerância com a venda de indulgências, liderada por Lutero.

d)

separação entre política e religião, defendida por Henrique VIII.

e)

livre interpretação das escrituras, conforme Pio XII recomendava.

19.

A comparação entre as duas obras de arte revela uma mudança na forma de retratar os seres humanos. Isso indica uma transformação da ordem teocêntrica para a

a)

ateísta, na qual os pintores negavam a influência dos elementos divinos

b)

humanista, na qual os artistas abandonaram as referências à arte clássica

c)

dogmática, na qual a Igreja permitiu que seus fiéis adorassem deuses pagãos.

d)

medieval, na qual os valores religiosos eram compreendidos como verdades inquestionáveis.

e)

antropocêntrica, na qual os seres humanos passaram a ser o tema central do pensamento racional.

20.

No século XVII, quando se iniciou a Dinastia Stuart, a Inglaterra estava fragmentada em inúmeras denominações protestantes, com vários focos de resistência e perseguição à Igreja Anglicana oficial. Assim, a América seria um refúgio também para esses grupos protestantes perseguidos. Quando chegaram às colônias americanas, para manter a sua identidade e a coesão do grupo, os puritanos exerceram um controle muito grande sobre todas as atividades dos indivíduos. A ideia de uma moral coletiva em que o erro de um indivíduo pode comprometer o grupo é também um diálogo com a concepção da moral hebraica no deserto.

De acordo com o texto, os protestantes vindos da Inglaterra iniciaram uma forma de colonização na América que objetivava

a)

empregar a mão de obra escrava nas plantações agrícolas.

b)

produzir riquezas para o enriquecimento da metrópole.

c)

construir uma sociedade baseada no catolicismo.

d)

desenvolver o senso de comunidade local.

e)

estimular o regime político democrático

21.

Nela, até agora, não pudemos saber que haja ouro nem prata, nem coisa alguma de metal ou ferro; nem lho vimos. Porém, a terra em si é de muitos bons ares, assim frios e temperados como os de Entre Douro e Minho, porque neste tempo de agora os achávamos como os de lá. Águas são muitas, infindas. E em tal maneira é graciosa que, querendo-a aproveitar, dar-se á nela tudo.

O trecho da carta de Caminha enfatiza um discurso que foi utilizado para legitimar o(a)

a)

respeito aos valores culturais dos povos nativos.

b)

prática da antropofagia realizada pelos indígenas.

c)

exploração dos ecossistemas ambientais brasileiros.

d)

processo de catequização das sociedades indígenas.

e)

adaptação natural dos indígenas aos ideais europeus.

22.

Esse era o princípio que indicava que a riqueza das nações era medida pela quantidade de metais preciosos presentes na metrópole. Passou a ser criticado a partir do século XVII, quando se verificou que não bastava acumular riquezas sem se preocupar em manter outras relações comerciais, como exemplo disso temos a Espanha, que era, no século XV, o país mais rico da Europa em consequência do ouro e da prata oriundos de suas colônias da América. O atraso do comércio das mercadorias espanholas, entretanto, obrigava a Espanha a importar de outros países europeus a quase totalidade dos produtos necessários ao seu consumo.

O princípio apresentado no texto foi denominado como

a)

desenvolvimento manufatureiro.

b)

protecionismo socioeconômico.

c)

balança comercial favorável.

d)

absolutismo.

e)

metalismo.

23.

No início do século XVI, a Coroa e os comerciantes portugueses estavam mais interessados nas relações com os povos africanos (com os quais comercializavam ouro e marfim) e com os povos do Oriente, de onde traziam seda, pedras preciosas e especiarias. Mas, diante da ameaça dos franceses, a Coroa portuguesa elaborou uma política de ocupação e colonização do Brasil, concedendo grandes extensões de terra a nobres lusitanos que deveriam, em contrapartida, dedicar-se à proteção das terras sob sua responsabilidade e à produção do açúcar, seguindo a experiência bem-sucedida da ilhas atlânticas dos Açores e da Madeira.

O processo de colonização mencionado tinha como base a produção do açúcar, que ocorria principalmente por meio do trabalho dos

a)

indígenas, que se recusavam a realizar grande parte das atividades produtivas.

b)

negros escravizados, que foram trazidos forçadamente para o território brasileiro.

c)

lavradores livres, que obtinham a posse de terras por meio do sistema de parceria.

d)

senhores de engenho, que realizavam a exploração das áreas próprias para cultivo.

e)

colonizadores, que realizavam as atividades de captura e aprisionamento dos indígenas.

24.

A iluminura apresentada indica que a sociedade medieval era

a)

estamental, marcada pelas relações hierárquicas de poder

b)

moderna, centrada no desenvolvimento industrial nos feudos.

c)

democrática, caracterizada pela fragmentação do poder político.

d)

laica, centrada na possibilidade de o indivíduo romper com a doutrina cristã.

e)

urbana, baseada no fato de que os indivíduos mudavam de posição social na cidade.

25.

Essa revolta foi organizada pelos homens-bons de São Luís por causa de suas insatisfações com as medidas tomadas pela Coroa em questões relacionadas ao comércio local e ao trato dos indígenas. Iniciou-se em 1684 e se estendeu até 1685, quando uma esquadra portuguesa conseguiu restabelecer o domínio português sobre a cidade maranhense. O texto se refere

a)

aos acontecimentos que ocasionaram a União Ibérica.

b)

aos fatos que precederam a colonização do Brasil.

c)

ao processo de cultivo do café em solo brasileiro.

d)

aos conflitos ocorridos na Revolta de Beckman.

e)

às consequências da Guerra dos Mascates.

26.

Houve um tempo em que os homens Em suas tribos eram iguais Veio a fome e então a guerra Pra alimentá-los como animais Não houve tempo em que o homem Por sobre a Terra viveu em paz Desde sempre tudo é motivo Pra jorrar sangue cada vez mais. O homem é o lobo do homem! O homem é o lobo do homem! Para escapar do estado de guerra indicado pela canção, o teórico Thomas Hobbes defendia que os indivíduos deveriam

a)

combater o direito divino concedido aos reis absolutistas.

b)

apoiar o poder papal, valorizando a hierarquia sagrada.

c)

estabelecer um pacto de obediência com o poder soberano.

d)

estimular a adesão popular ao modelo político democrático.

e)

confrontar o poder soberano, promovendo rupturas no regime.

27.

O mundo era um oceano escuro. Kukulcán, a Serpente Emplumada, Huracán e Tepeu deram forma à Terra, com vales e montanhas. Depois, vieram as plantas e os animais – que tinham um problema, do ponto de vista dos criadores: não falavam nem louvavam os deuses. Por isso, foram condenados a se alimentarem uns dos outros.
Referindo-se à mitologia maia, o texto revela que essa civilização era

a)

monoteísta, já que as crenças populares defendiam a existência de uma única divindade.

b)

hierárquica, na qual havia uma divindade suprema que reinava sobre os outros deuses.

c)

politeísta, na qual a natureza era explicada com base em várias divindades.

d)

absolutista, já que havia um rei que concentrava em si todos os poderes.

e)

medieval, já que os maias eram ligados ao cultivo agrícola.