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Worksheets08/11/2023
Total questions: 90
Worksheet time: 4hrs 18mins
Quem é você?
Compreendemos por Linguagem um fenômeno social que envolve múltiplos saberes. Combine as respostas a seguir de modo que isso se comprove:
Verbal
Habilidade que se concentra na oralidade e na grafia.
Língua
Fenômeno determinado pelo meio social em que o sujeito está inserido.
Não-Verbal
Elementos sensoriais: visão, audição, tato... são usados para compreensão da linguagem.
Significante e significado
Relação entre a escrita e a imagem mental de uma palavra.
Multissemiótica
Unem-se elementos sensoriais e gráficos para o entendimento do texto.
A linguagem (a) associa a imagem a um contexto. Por exemplo, as placas de trânsito só fazem (b) nesse tipo de organização (c)
Observe com atenção a imagem ao lado e marque AS ALTERNATIVAS corretas:
O significante é a parte concreta de uma palavra definida por cada idioma.
O significado é abstrato, já que é um processo mental.
O significado é INdependente do significante.
Mesa e "table" são significantes.
O significado é dependente do significante.
O texto ao lado representa a linguagem (a) , mas seu sentido está exclusivamente na imagem do (b) , já que o (c) de proibido se repetem em outros textos da mesma ordem.
Relacione cada texto à sua definição correta:
Texto Não-verbal
Texto Não-verbal
Multissemiótico
Significado
CARRO
Significante
Analise o texto ao lado e responda: a palavra REDE é:
Ambiguidade
Polissemia
Sinônimo
Antônimo
O texto ao lado se classifica como um exemplo de discursividade, ele utiliza recursos...
Verbais
Não-verbais
Multissemióticos
Sobre a cobrança do chargista Duke, analise as seguintes afirmações e julgue aquelas que são verdadeiras:
I. Através da expressão do torcedor, podemos notar que ele se encontra entusiasmado com a realização da Copa do Mundo de 2014 no Brasil;
II. Através da gradação na mudança de expressão do torcedor, podemos perceber que ele possui uma visão crítica sobre a realização da Copa no Brasil;
III. Não podemos afirmar que existe qualquer tipo de comentário crítico nas entrelinhas da charge, pois essa tem apenas a função de divertir o leitor;
IV. Podemos inferir que o entusiamo inicial pela realização dos jogos no Brasil foi substituído por uma postura pessimista por parte da personagem retratada.
São verdadeiras:
I e II
I, II e III
I e IV
I, II e IV
O sentido da palavra CORRIGIR no exemplo é?
Polissêmico
Ambíguo
Sinônimo
Antônimo
O efeito de humor que se obtém na tirinha decorre, principalmente:
Da despreocupação de Zé Lelé com a situação de risco em que se encontra seu amigo.
Da variedade informal usada na fala do segundo quadrinho.
Da incoerência que se verifica na relação entre fala e imagem.
Da ambiguidade que pode resultar da compreensão da primeira fala.
A publicidade, de uma forma geral, alia elementos verbais e imagéticos na constituição de seus textos. Nessa peça publicitária, cujo tema é a sustentabilidade, o autor procura convencer o leitor a:
assumir uma atitude reflexiva diante dos fenômenos naturais.
evitar o consumo excessivo de produtos reutilizáveis.
abraçar a campanha, desenvolvendo projetos sustentáveis.
consumir produtos de modo responsável e ecológico.
Examine o cartum. O efeito d ehumor presente no cartum decorre, principalmente, da:
semelhança entre a língua de origem e a local.
falha d ecomunicação causada pelo uso do aparelho eletrônico.
discrepância entre situar-se geograficamente e dominar o idioma local.
incerteza sobre o nome do produto turístico inde as personagens se encontram.
Adolescentes: mais altos, gordos e preguiçosos
A oferta de produtos industrializados e a falta de tempo têm sua parcela de responsabilidade no aumento da silhueta dos jovens. “Os nossos hábitos alimentares, de modo geral, mudaram muito”, observa Vivian Ellinger, presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), no Rio de Janeiro. Pesquisas mostram que, aqui no Brasil, estamos exagerando no sal e no açúcar, além de tomar pouco leite e comer menos frutas e feijão.
Outro pecado, velho conhecido de quem exibe excesso de gordura por causa da gula, surge como marca da nova geração: a preguiça. “Cem por cento das meninas que participam do Programa não praticavam nenhum esporte”, revela a psicóloga Cristina Freire, que monitora o desenvolvimento emocional das voluntárias.
Você provavelmente já sabe quais são as consequências de uma rotina sedentária e cheia de gordura. “E não é novidade que os obesos têm uma sobrevida menor”, acredita Claudia Cozer, endocrinologista da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica. Mas, se há cinco anos os estudos projetavam um futuro sombrio para os jovens, no cenário atual as doenças que viriam na velhice já são parte da rotina deles. “Os adolescentes já estão sofrendo com hipertensão e diabete”, exemplifica Claudia.
Sobre a relação entre os hábitos da população adolescente e as suas condições de saúde, as informações apresentadas no texto indicam que:
A falta de atividade física somada a uma alimentação nutricionalmente desequilibrada constituem fatores relacionados ao aparecimento de doenças crônicas entre os adolescentes.
A diminuição do consumo de alimentos fontes de carboidratos combinada com um maior consumo de alimentos ricos em proteínas contribuíram para o aumento da obesidade entre os adolescentes.
A maior particpação dos alimentos industrializados e gordurosos na dieta da população adolescente tem tornado escasso o consumo de sais e açúcares, o que prejudica o equilíbrio metabólico.
Os textos publicitários são produzidos para cumprir determinadas funções comunicativas. Os objetivos desse cartaz estão voltados para a conscientização dos brasileiros sobre a necessidade de:
as crianças frequentarem a escola regularmenbte.
a formação leitora começar na infância.
a literatura ter seu mercado consumidor ampliado.
as ecolas desenvolverem campanhas a favor da leitura.
A resposta que Hagar recebe do inglês contém formas verbais que a tornam menos rude e agressiva. De forma mais incisiva, o inglês diria:
Será melhor que não o faz.
Era melhor que não o fizesse.
É melhor que não o faça.
Fosse melhor que não o fará.
O texto acima trata de:
trabalho infantil
brincadeiras de criança.
aniversário.
um presente legal.
A palavra que está no diminutivo é:
ganhar
exatamente
tipo
carrinho
Observe a chargem que satiriza o comportamento dos participantes de uma entrevista coletiva por causa do que fazem, do que falam e do ambiente em que se encontram. Considerando-se os elementos da charge, conclui-se que ela:
Critica a ineficácia das políticas.
Ironiza o comportamento da imprensa.
Defende, em teoria, o desmatamento.
Valoriza a transparência pública.
A fala do personagem no segundo quadrinho indica que ele quer:
Ficar meditando sobre seu trabalho.
Ganhar tempo até começar a trabalhar.
Saborear o almoço que lhe foi servido.
Trabalhar depois do almoço.
O objetivo do texto é:
Mostrar a importância dos livros.
Divulgaruma feira de livros.
Explicar como são feitos os livros.
Indicar locais onde se vendem livros.
-Parece que o autor está lidando com o sentimento de inferioridade...
-Pois é. Também achei.
-Qual é o tema central do texto, Pedro?
A beleza física como resultado da educação.
A vaidade do autor em relação à sua posição no Ministério.
A discriminação racial e social sofrida pelo autor.
A importância da autoafirmação e fortalecimento da autoestima.
Qual das seguintes opções é a correta em relação à ambiguidade na frase
"Eu vi o carro do João passando pela rua com a Maria."?
A frase é ambígua porque não fica claro se João estava dirigindo ou se apenas era o dono do carro.
A frase é ambígua porque não fica claro se Maria estava dentro ou fora do carro.
A frase não apresenta ambiguidade, pois é possível entender claramente que João estava dirigindo e Maria estava no carro.
A ambiguidade presente na frase é subjetiva e depende da interpretação do leitor.
-Bem, para mim, situação desenhada revela que as mulheres...
têm mais medo de pegar o vírus que o medo de armas.
têm medo de serem assaltadas nas ruas.
são mais assaltadas na rua que os homens.
contaminadas estão passando o vírus para as pessoas nas ruas.
Texto 1
Água
A água é um recurso natural abundante essencial para a existência de vida na Terra. O planeta Terra é constituído por uma extensa massa de água, correspondendo ao que conhecemos como hidrosfera. Além de estar presente na composição do planeta, a água também compõe parte do nosso corpo, permitindo-nos pensar que falar de água é falar de sobrevivência. Essa substância é utilizada em atividades essenciais ao ser humano, como a produção agrícola, e também usada como solvente universal.
A água era considerada um recurso inesgotável. Contudo, desde que foi considerado um símbolo de riqueza, por ter sido transformada em uma mercadoria, passou também a ser sinônimo de conflito. O mau uso, o desperdício, sua distribuição, bem como sua ocorrência são responsáveis por criar conflitos em diversas regiões do mundo. A preocupação com a disponibilidade de água é pauta frequente nas discussões ambientais e geopolíticas.
Água no Brasil
O Brasil é um país abundante em recursos hídricos, representando cerca de 12% do total mundial. Contudo, sua distribuição não é uniforme no território. Segundo a Agência Nacional das Águas (ANA), a água doce é distribuída nas regiões brasileiras da seguinte maneira: Região Norte corresponde a 68% dos recursos hídricos; Região Centro-Oeste corresponde a 16% dos recursos hídricos; Região Sul corresponde a 7% dos recursos hídricos; Região Sudeste corresponde a 6% dos recursos hídricos e Região Nordeste corresponde a 3% dos recursos hídricos.
Quanto à Distribuição de água no Brasil, há um contraste visível em relação à distribuição populacional. A Região Norte, que detém o maior volume de água doce do país, é a região com menor densidade demográfica, ou seja, é uma das regiões menos povoadas, contando com apenas 7% da população. Já a Região Sudeste, a mais povoada do país com cerca de 42,63% da população, conta com apenas 6% da disponibilidade de recursos hídricos.
No que tange ao desperdício de água, o Brasil, segundo o Ministério do Meio Ambiente, desperdiça entre 20% a 60% da água destinada ao consumo ao longo da distribuição. Os hábitos dos brasileiros também não favorecem a economia de água, já que boa parte dessa substância é desperdiçada seja em uso pessoal ou atividades de limpeza.
(Texto adaptado de
https://brasilescola.uol.com.br/geografia/agua.htm, acesso em
janeiro de 2020).
Texto 2
Planeta Água
Água que nasce na fonte serena do mundo
E que abre um profundo grotão
Água que faz inocente riacho e deságua na corrente do ribeirão
Águas escuras dos rios que levam a fertilidade ao sertão
Águas que banham aldeias e matam a sede da população
Águas que caem das pedras no véu das cascatas, ronco de trovão
E depois dormem tranquilas no leito dos lagos, no leito dos lagos
Água dos igarapés, onde Iara, a mãe d'água é misteriosa canção
Água que o sol evapora, pro céu vai embora, virar nuvem de algodão
Gotas de água da chuva, alegre arco-íris sobre a plantação
Gotas de água da chuva, tão tristes, são lágrimas na inundação
Águas que movem moinhos são as mesmas águas que encharcam o chão
E sempre voltam humildes pro fundo da terra, pro fundo da terra
Terra, planeta água, Terra, planeta água, Terra, planeta água
Água que nasce na fonte serena do mundo
E que abre um profundo grotão
Água que faz inocente riacho e deságua na corrente do ribeirão
Águas escuras dos rios que levam a fertilidade ao sertão
Águas que banham aldeias e matam a sede da população
Águas que movem moinhos são as mesmas águas que encharcam o chão
E sempre voltam humildes pro fundo da terra, pro fundo da terra
Terra, planeta água, Terra, planeta água, Terra, planeta água
Terra, planeta água, Terra, planeta água, Terra planeta água.
Guilherme Arantes
(Fonte: https://www.letras.mus.br/guilherme-arantes/46315/, acesso em janeiro de 2020.)
Comparando os textos 1 (Água) e 2 (Planeta Água), pode-se afirmar que:
o segundo, por ser a letra de uma canção, é mais completo que o primeiro.
o primeiro tem de ser lido antes do segundo, caso contrário, aquele não terá sentido.
o primeiro, por ser um texto informativo, apresenta uma linguagem denotativa.
o segundo, por ser a letra de uma canção, apresenta, obrigatoriamente, uma linguagem denotativa.
Sendo considerada um “recurso natural abundante essencial para a existência de vida na Terra.”, o texto I, com essa afirmação, destaca que:
a água é uma substância usada em atividades essenciais ao ser humano.
o desperdício não compromete o uso da água.
o brasileiro não considera importante a economia de água.
a produção agrícola é essencial à vida humana.
"Gotas de água da chuva
Tão tristes, são lágrimas"
Sabe-se que poemas e letras de canções são textos literários e apresentam, frequentemente, figuras de linguagem com o objetivo de enriquecer a composição.
Os versos de Guilherme Arantes apresentam a figura de linguagem que estabelece uma comparação implícita. Essa é nomeada de:
metonímia.
hipérbole.
metáfora.
sinestesia.
"Águas que movem moinhos
São as mesmas águas
Que encharcam o chão
E sempre voltam humildes
Pro fundo da terra
Pro fundo da terra"
Com relação à figura de linguagem, o trecho em destaque é um exemplo de atribuição de ação humana a um ser inanimado. Logo, a figura de linguagem presente no trecho é:
personificação ou prosopopeia.
sinestesia.
metáfora.
hipérbole.
A partir da leitura do texto podemos inferir que:
quem está na chuva acaba todo molhado.
só existe uma maneira de pensar e agir: sempre igual aos outros.
aquele que pensa e age de forma diferente sempre acaba prejudicando-se.
pensar e agir de forma diferente de outras pessoas pode ser bom para a humanidade.
No último quadrinho, a expressão de Mafalda demonstra:
arrependimento.
preocupação.
surpresa.
espanto.
Enem 2012.
A publicidade, de uma forma geral, alia elementos verbais e imagéticos na constituição de seus textos. Nessa peça publicitária, cujo tema é a sustentabilidade, o autor procura convencer o leitor a
assumir uma atitude reflexiva diante dos fenômenos naturais.
evitar o consumo excessivo de produtos reutilizáveis.
aderir à onda sustentável, evitando o consumo excessivo.
consumir produtos de modo responsável e ecológico.
Mafalda é criação do cartunista argentino Quino. Menina precoce, serviu como porta-voz de seu criador nos tempos da Ditadura Militar argentina
Mafalda emprega o mesmo valor semântico para o vocábulo “indicador” no primeiro e no último quadrinho.
Mafalda não sabe a importância do dedo indicador.
Apesar de ser uma criança, Mafalda já percebe as injustas relações de trabalho estabelecidas entre patrões e operários.
Mafalda ainda não sabe exatamente o significado da expressão “indicador de desemprego”
Gastei uma hora pensando um verso
Que a pena não quer escrever.
No entanto ele está cá dentro
Inquieto, vivo.
Ele está cá dentro
E não quer sair.
Mas a poesia deste momento
Inunda minha vida inteira.
Carlos Drummond de Andrade. “Poesia”, In: Reunião: 10 livros de poesia. Rio de Janeiro: José Olympio, 1974.
É exemplo de metonímia o verso “Que a pena não quer escrever”. O mesmo recurso expressivo aparece em:
No pomar de casas antigas, havia sempre um pé de laranja.
As ideias desse pensador são um rio caudaloso.
Após a festa, guardou os cristais de novo na caixa.
Amava-o, mas percebeu que ele seria seu bem e seu mal.
Salustiano era um bom garfo. Mas o jantar que lhe haviam oferecido nada teve de abundante. - Quando voltará a jantar conosco? - perguntou-lhe a dona da casa.
- Agora mesmo, se quiser.
(Barão de Itararé, in Máximas e Mínimas do Barão de Itararé)
Deduz-se do texto que Salustiano:
come pouco.
é uma pessoa educada.
não ficou satisfeito com o jantar.
é um grande amigo da dona da casa.
decidiu que não mais comeria naquela casa.
Salustiano era um bom garfo. Mas o jantar que lhe haviam oferecido nada teve de abundante. - Quando voltará a jantar conosco? - perguntou-lhe a dona da casa.
- Agora mesmo, se quiser.
(Barão de Itararé, in Máximas e Mínimas do Barão de Itararé)
O adjetivo que não substitui sem alteração de sentido a palavra “abundante” é:
copiosa
frugal
opípara
lauta
abundosa
A mulher foi passear na capital. Dias depois o marido dela recebeu um telegrama:
"Envie quinhentos cruzeiros. Preciso comprar uma capa de chuva. Aqui está chovendo sem parar”.
E ele respondeu:
“Regresse. Aqui chove mais barato".
(Ziraldo, in As Anedotas do Pasquim)
A resposta do homem se deu por razões:
econômicas
de segurança
sentimentais
de machismo
lúdicas
A mulher foi passear na capital. Dias depois o marido dela recebeu um telegrama:
"Envie quinhentos cruzeiros. Preciso comprar uma capa de chuva. Aqui está chovendo sem parar”.
E ele respondeu:
“Regresse. Aqui chove mais barato".
(Ziraldo, in As Anedotas do Pasquim)
Com relaçào aos elementos conectores do texto, NÃO se pode dizer que:
O advérbio aqui, em seus dois empregos, não possui os mesmos referentes.
dela tem como referente mulher.
o referente do pronome ele é marido.
a preposição de tem valor semântico de finalidade.
A oração "Aqui está chovendo sem parar” poderia ligar-se à anterior, sem alteração de sentido, pela conjunção conquanto.
Não existe essa coisa de um ano sem Senna, dois anos sem Senna...Não há calendário para a saudade.
(Adriane Galisteu, no Jornal do Brasil)
Segundo o texto, a saudade:
aumenta a cada ano.
é maior no primeiro ano.
é maior na data do falecimento.
é constante.
incomoda muito.
Não existe essa coisa de um ano sem Senna, dois anos sem Senna...Não há calendário para a saudade.
(Adriane Galisteu, no Jornal do Brasil)
A repetição da palavra não exprime:
dúvida
convicção
tristeza
confiança
esperança
Passei a vida atrás de eleitores e agora busco os leitores.
(José Sarney, na Veja, dez/97)
O autor do texto sugere estar passando de:
escritor a político
político a jornalista
político a romancista
senador a escritor
político a escritor
Passei a vida atrás de eleitores e agora busco os leitores.
(José Sarney, na Veja, dez/97)
Infere-se do texto que a atividade inicial do autor foi:
agradável
duradoura
simples
honesta
coerente
Estou com saudade de ficar bom. Escrever é consequência natural.
(Jorge Amado, na Folha de São Paulo, 22/10/96)
Segundo o texto:
o autor não escreve porque está doente.
o autor está doente e continua escrevendo.
o autor está doente porque não escreve.
o autor esteve doente e voltou a escrever.
o autor ficou bom, mas não voltou a escrever.
Estou com saudade de ficar bom. Escrever é consequência natural.
(Jorge Amado, na Folha de São Paulo, 22/10/96)
“Escrever é consequência natural.” Consequência de:
recuperar a saúde.
voltar a trabalhar.
ter ficado muito tempo doente.
estar enfermo.
ter saúde.
A imprensa peca mais pela omissão que pela intromissão. Essa máxima muitas vezes é esquecida em meio à investigação, às vezes obsessiva, que as revistas e os jornais brasileiros fazem da vida de políticos e autoridades, tendência que se acentuou muito nos últimos anos. Os 5 órgãos de imprensa correm nesses casos o risco de parecer persecutórios ou de estar patrocinando campanhas gratuitas, movidas por interesses inconfessáveis, contra determinadas figuras públicas. Esta revista marcou sua presença na vida brasileira justamente pela convicção de que esse é um risco que vale a pena correr. É dever da imprensa investigar e divulgar 10 os fatos que cercam a ascensão dos políticos. Mesmo que, às vezes, eles estejam enterrados em pontos remotos de suas biografias. Quando esses fatos passados servem para iluminar a personalidade atual do político ou para desnudar as entranhas da atividade pública, eles precisam ser expostos à sociedade.
(Veja, 7/11 /01)
Entre as “virtudes da intromissão" está:
desenterrar pontos remotos das biografias de políticos.
investigar obsessivamente a vida de políticos brasileiros.
patrocinar campanhas meritórias.
explicar a prosperidade atual de políticos e autoridades.
arriscar-se a fazer campanhas gratuitas.
A imprensa peca mais pela omissão que pela intromissão. Essa máxima muitas vezes é esquecida em meio à investigação, às vezes obsessiva, que as revistas e os jornais brasileiros fazem da vida de políticos e autoridades, tendência que se acentuou muito nos últimos anos. Os 5 órgãos de imprensa correm nesses casos o risco de parecer persecutórios ou de estar patrocinando campanhas gratuitas, movidas por interesses inconfessáveis, contra determinadas figuras públicas. Esta revista marcou sua presença na vida brasileira justamente pela convicção de que esse é um risco que vale a pena correr. É dever da imprensa investigar e divulgar 10 os fatos que cercam a ascensão dos políticos. Mesmo que, às vezes, eles estejam enterrados em pontos remotos de suas biografias. Quando esses fatos passados servem para iluminar a personalidade atual do político ou para desnudar as entranhas da atividade pública, eles precisam ser expostos à sociedade.
(Veja, 7/11 /01)
“A imprensa peca mais pela omissão que pela intromissão”; deduz-se desse primeiro período do texto que a imprensa:
peca pela omissão e pela intromissão.
se intromete mais do que deve.
deveria omitir-se mais.
se intromete mais do que se omite.
não peca quando se intromete.
AS VIRTUDES DA INTROMISSÃO
A imprensa peca mais pela omissão que pela intromissão. Essa máxima muitas vezes é esquecida em meio à investigação, às vezes obsessiva, que as revistas e os jornais brasileiros fazem da vida de políticos e autoridades, tendência que se acentuou muito nos últimos anos. Os 5 órgãos de imprensa correm nesses casos o risco de parecer persecutórios ou de estar patrocinando campanhas gratuitas, movidas por interesses inconfessáveis, contra determinadas figuras públicas. Esta revista marcou sua presença na vida brasileira justamente pela convicção de que esse é um risco que vale a pena correr. É dever da imprensa investigar e divulgar 10 os fatos que cercam a ascensão dos políticos. Mesmo que, às vezes, eles estejam enterrados em pontos remotos de suas biografias. Quando esses fatos passados servem para iluminar a personalidade atual do político ou para desnudar as entranhas da atividade pública, eles precisam ser expostos à sociedade.
(Veja, 7/11 /01)
Segundo o texto, a revista VEJA:
corre o risco consciente de investigar.
peca mais pela omissão que pela intromissão.
patrocina campanhas gratuitas, desinteressadas.
é movida por interesses inconfessáveis.
evitar expor à sociedade fatos escabrosos.
AS VIRTUDES DA INTROMISSÃO
A imprensa peca mais pela omissão que pela intromissão. Essa máxima muitas vezes é esquecida em meio à investigação, às vezes obsessiva, que as revistas e os jornais brasileiros fazem da vida de políticos e autoridades, tendência que se acentuou muito nos últimos anos. Os 5 órgãos de imprensa correm nesses casos o risco de parecer persecutórios ou de estar patrocinando campanhas gratuitas, movidas por interesses inconfessáveis, contra determinadas figuras públicas. Esta revista marcou sua presença na vida brasileira justamente pela convicção de que esse é um risco que vale a pena correr. É dever da imprensa investigar e divulgar 10 os fatos que cercam a ascensão dos políticos. Mesmo que, às vezes, eles estejam enterrados em pontos remotos de suas biografias. Quando esses fatos passados servem para iluminar a personalidade atual do político ou para desnudar as entranhas da atividade pública, eles precisam ser expostos à sociedade.
(Veja, 7/11 /01)
O texto tem a finalidade clara de:
promover a própria revista.
denunciar os maus políticos.
incentivar a denúncia de crimes.
mostrar a face oculta de muitos políticos.
justificar a omissão da revista em alguns casos
"Que país é este, que nega oportunidades às suas crianças e jovens, em qualquer que seja a profissão, de serem atores na vida? Milhões de brasileiros precisam, apenas, ter o direito à educação para dar, com dignidade, sua contribuição à sociedade.
Milhares de crianças utilizam sua criatividade, inteligência e seus dons apenas para sobreviver. São artistas nos sinais de trânsito, pedintes do asfalto. No entanto, a grande e esmagadora maioria tem como alternativas a violência, o furto, as drogas e a morte prematura.
É possível transformar essa realidade e isto custa muito pouco."
(Maurício Andrade, Coordenador Geral da Ação da Cidadania)
Ao perguntar “Que país é este” , o autor deseja:
protestar contra uma injustiça.
satisfazer uma curiosidade.
tomar conhecimento de algo.
definir o seu país.
revelar algo desconhecido.
"Que país é este, que nega oportunidades às suas crianças e jovens, em qualquer que seja a profissão, de serem atores na vida? Milhões de brasileiros precisam, apenas, ter o direito à educação para dar, com dignidade, sua contribuição à sociedade.
Milhares de crianças utilizam sua criatividade, inteligência e seus dons apenas para sobreviver. São artistas nos sinais de trânsito, pedintes do asfalto. No entanto, a grande e esmagadora maioria tem como alternativas a violência, o furto, as drogas e a morte prematura.
É possível transformar essa realidade e isto custa muito pouco."
(Maurício Andrade, Coordenador Geral da Ação da Cidadania)
“Que país é este que nega oportunidades às suas crianças e jovens, em qualquer que seja a profissão, de serem atores na vida?”; neste segmento do texto, com a expressão “de serem atores na vida” , o autor quis dizer que:
todos deveriam ter a oportunidade de ser alguém na vida.
muitos meninos e meninas poderiam trabalhar em teatro.
crianças e jovens são atores para sobreviver.
ser ator é uma atividade que não requer muito estudo.
trabalhar em circo pode ser a saída de sobrevivência para muitos.
"Que país é este, que nega oportunidades às suas crianças e jovens, em qualquer que seja a profissão, de serem atores na vida? Milhões de brasileiros precisam, apenas, ter o direito à educação para dar, com dignidade, sua contribuição à sociedade.
Milhares de crianças utilizam sua criatividade, inteligência e seus dons apenas para sobreviver. São artistas nos sinais de trânsito, pedintes do asfalto. No entanto, a grande e esmagadora maioria tem como alternativas a violência, o furto, as drogas e a morte prematura.
É possível transformar essa realidade e isto custa muito pouco."
(Maurício Andrade, Coordenador Geral da Ação da Cidadania)
Ao usar apenas no segmento “milhares de crianças utilizam sua criatividade, inteligência e seus dons apenas para sobreviver”, o autor quer dizer que:
o talento das crianças poderia ser mais bem empregado.
as crianças têm pouco a oferecer.
milhares de crianças lutam pela sobrevivência.
as crianças têm pouca criatividade inteligência.
a sobrevivência é apenas uma das preocupações da criança.
"Que país é este, que nega oportunidades às suas crianças e jovens, em qualquer que seja a profissão, de serem atores na vida? Milhões de brasileiros precisam, apenas, ter o direito à educação para dar, com dignidade, sua contribuição à sociedade.
Milhares de crianças utilizam sua criatividade, inteligência e seus dons apenas para sobreviver. São artistas nos sinais de trânsito, pedintes do asfalto. No entanto, a grande e esmagadora maioria tem como alternativas a violência, o furto, as drogas e a morte prematura.
É possível transformar essa realidade e isto custa muito pouco."
(Maurício Andrade, Coordenador Geral da Ação da Cidadania)
“são artistas no sinais de trânsito, pedintes do asfalto”, o comentário INCORRETO sobre esse segmento de texto é:
“ artistas” é usado, neste caso, com sentido pejorativo.
ser artista no sinal de trânsito é mostrar a criatividade para a sobrevivência.
“ asfalto” se opõe tradicionalmente a“ morro”.
“artista” e “pedinte” são atividades que se opõem indignidade.
todo o segmento se refere a“ milhares de crianças”, no período anterior.
Texto I
XLI
Ouvia:
Que não podia odiar
E nem temer
Porque tu eras eu.
E como seria
Odiar a mim mesma
E a mim mesma temer.
HILST, H. Cantares. São Paulo: Globo, 2004 (fragmento).
Texto II
Transforma-se o amador na cousa amada
Transforma-se o amador na cousa amada,
por virtude do muito imaginar;
não tenho, logo, mais que desejar,
pois em mim tenho a parte desejada.
Camões. Sonetos. Disponível em: http://www.jornaldepoesia.jor.br. Acesso em: 03 set. 2010 (fragmento).
Nesses fragmentos de poemas de Hilda Hilst e de Camões, a temática comum é
o “outro” transformado no próprio eu lírico, o que se realiza por meio de uma espécie de fusão de dois seres em um só
a fusão do “outro” com o eu lírico, havendo, nos versos de Hilda Hilst, a afirmação do eu lírico de que odeia a si mesmo
o “outro” que se confunde com o eu lírico, verificando- se, porém, nos versos de Camões, certa resistência do ser amado
a dissociação entre o “outro” e o eu lírico, porque o ódio ou o amor se produzem no imaginário, sem a realização concreta
o “outro” que se associa ao eu lírico, sendo tratados, nos Textos I e II, respectivamente, o ódio e o amor
Alma minha gentil, que te partiste
tão cedo desta vida descontente,
repousa lá no Céu eternamente,
e viva eu cá na terra sempre triste.
Se lá no assento etéreo, onde subiste,
memória desta vida se consente,
não te esqueças daquele amor ardente
que já nos olhos meus tão puro viste.
E se vires que pode merecer-te
alguma coisa a dor que me ficou
da mágoa, sem remédio, de perder-te,
roga a Deus, que teus anos encurtou,
que tão cedo de cá me leve a ver-te,
quão cedo de meus olhos te levou.
(Sonetos, 2001.)
No soneto, o eu lírico
suplica a Deus que suas memórias afetivas lhe sejam subtraídas.
expressa o desejo de que sua amada seja em breve restituída à vida.
expressa o desejo de que sua própria vida também seja abreviada.
) suplica a Deus que sua amada também se liberte dos sofrimentos terrenos.
lamenta que sua própria conduta tenha antecipado a morte da amada.
A partir da leitura do texto podemos inferir que:
quem está na chuva acaba todo molhado.
só existe uma maneira de pensar e agir: sempre igual aos outros.
aquele que pensa e age de forma diferente sempre acaba prejudicando-se.
pensar e agir de forma diferente de outras pessoas pode ser bom para a humanidade.
No último quadrinho, a expressão de Mafalda demonstra:
arrependimento.
preocupação.
surpresa.
espanto.
A última fala da tirinha causa um estranhamento, porque assinala a ausência de um elemento fundamental para a instalação de um tribunal: a existência de alguém que esteja sendo acusado.
Essa fala sugere o seguinte ponto de vista do autor em relação aos usuários da internet:
proferem vereditos fictícios sem que haja legitimidade do processo
configuram julgamentos vazios ainda que existam crimes comprovados
emitem juízos sobre os outros mas não se veem na posição de acusados
apressam-se em opiniões superficiais mesmo que possuam dados concretos
O arco colorido surge quando os raios de luz do Sol passam através das gotinhas de água que ficam suspensas no ar. A luz solar parece branca, mas é formada por muita cores. Ao passar pelas gotinhas e se refletir nelas, a luz se decompõe e se divide em sete cores. Aí vemos um arco com faixas nas cores violeta, anil, azul, verde, amarelo, laranja e vermelho. [...]Quando observar um arco-íris no céu, lembre-se de como ele é raro e aproveite o visual. Geralmente ele dura poucos minutos, já o caminho colorido some quando o Sol muda de posição [...]. Faça o seu!Você vai precisar de:– 1 folha de papel em branco;– 1 copo com água;– 1 lanterna pequena e de luz branca intensa.Escolha um local com pouca claridade ou uma sala escura. Coloque o papel em frente ao copo com água. Acenda a lanterna do outro lado do copo, projetando a luz no papel. Você vai ver um arco-íris no papel.O que acontece: o copo com água faz com a luz da lanterna exatamente o que as gotinhas de água fazem com a luz do Sol, ou seja, separa as cores da luz. O objetivo desse texto é:
contar uma história.
defender uma opinião.
divertir o leitor.
informar o leitor.
Ana Luisa
Trazendo surpresas
Setembro chegou!
Pintado de rosa
Meu mundo ficou.
Sonho de criança,
Princesa encantada,
Boneca que anda,
Que canta e que fala.
Cheia de alegria,
Minha vida sorriu,
Amor verdadeiro
Que nunca se viu!
Presente de Deus
Um sopro de vida!
Boneca dos sonho
Ana Luisa!!!
Entende-se desse texto que Ana Luísa
ganhou presentes.
nasceu em setembro.
pintou com a cor rosa.
quis uma boneca.
Os professores são seres que ampliam o universo
O conhecimento é algo que abre as portas do mundo para que possamos explorar e fazer da vida algo mais válido. Criam-se portais que nos levam às mais diversas aventuras e mostram qual o caminho a seguir na vida. Os guias são os professores que, com cuidado, criam paixões em nossa mente. A eles, todo o carinho e reconhecimento. Com base nesse texto conclui-se que:
As pessoas se apaixonam fácil
As pessoas devem viajar pelo mundo
As pessoas não sabem sobre tudo
Os professores devem ser valorizados
Os professores sabem sobre tudo
De acordo com as informações verbais e não verbais apresentadas na charge, pode-se depreender, corretamente, que:
a alta qualificação profissional da maioria da população acarreta um aumento no número de vagas não preenchidas no mercado de trabalho.
as vagas de emprego cresceram devido à alta concorrência entre os trabalhadores, incluindo-se até mesmo crianças e mulheres na disputa por uma vaga no mercado de trabalho.
a falta de oportunidade de trabalho, aliada a novos meios de transporte de massa, impedem o desenvolvimento de atividades paralelas no mercado de trabalho.
as vagas ofertadas no mercado de trabalho, apesar de inúmeras e constantes, não garantem estabilidade e remuneram menos do que as atividades “empreendedoras”.
a resiliência, aliada à persistência, levam as pessoas a se realocarem dentro do mercado de trabalho e, consequentemente, adaptarem-se a novas oportunidades de trabalho.
É necessário que a mulher se coloque em um espaço mínimo de resistência, denunciando ameaças – quando há tempo para isso –, mas, ainda que ela denuncie, não evitará o crime se o Estado não se mobilizar para protegê-la. O que evita o feminicídio é a resposta estatal à violência.
COSTA, Waleska. No aniversário da Lei mas 48h. Disponível em:. Acesso em 07 de agosto de 2018.
O apelo central da fala de Waleska é:
A falta de tempo para as mulheres vitimadas denunciarem.
O Estado não protege as mulheres.
Alertar o Estado para a busca de ações com celeridade para proteção de mulheres vítimas de violência.
As mulheres não denunciam a violência doméstica.
Os motivos que levam as mulheres vitimadas a não denunciarem.
O efeito de humor presente no cartum decorre, principalmente, da:
semelhança entre a língua de origem e o local.
falha de comunicação causada pelo uso do aparelho eletrônico.
falta de habilidade da personagem em operar o localizador geográfico.
discrepância entre situar-se geograficamente e dominar o idioma local.
incerteza sobre o nome do ponto turístico onde as personagens se encontram.
O governo pretende, com esta campanha...
criticar as pessoas que dirigem embriagadas.
fazer propaganda das medidas socioeducativas criadas pelo governo.
conclamar o povo brasileiro contra as pessoas que dirigem mal.
expor aos leitores sobre as penalidades decorrentes de se dirigir inadequadamente.
convencer os leitores a se envolverem em uma campanha a favor da vida.
Texto I
Peixinho sem água, floresta sem mata
É o planeta assim sem você
Rios poluídos, indústria do inimigo
http://mataatlantica-pangea.blogspot.com. br/2009/10/parodia-meio-ambiente_02.html
Texto II
Avião sem asa
Fogueira sem brasa
Sou eu assim, sem você
Futebol sem bola
Piu-Piu sem Frajola
(Claudinho e Buchecha)
Os textos I e II apresentam intertextualidade, que, para Julia Kristeva, é um conjunto de enunciados, tomados de outros textos, que se cruzam e se relacionam. Dessa forma, pode-se dizer que o tipo de intertextualidade do texto I em relação ao texto II é:
epígrafe, pois o texto I recorre a trecho do texto II para introduzir o seu texto.
citação, porque há transcrição de um trecho do texto II ao longo do texto I.
paródia, pois a voz do texto II é retomada no texto I para transformar seu sentido, levando a uma reflexão crítica.
paráfrase, porque apesar das mudanças das palavras no texto I, a ideia do texto II é confirmada pelo novo texto.
alusão, porque faz referência, de modo implícito, ao texto II para servir de termo de comparação.
Quais as principais atitudes necessárias para interpretar um texto?
Imaginar o que o autor poderia ter dito
Análise do contexto em que foi escrito
Mobilizar seu conhecimento
Respeito ao texto
Que conhecimentos devem ser mobilizados na interpretação de textos?
Fofocas sobre o autor.
Vocabulário
Público para o qual se dirige
Gênero discursivo
Para que serve a intertextualidade?
Fofocas sobre o autor.
Estabelecer relações entre textos diferentes.
Não tem utilidade na interpretação de texto.
Esconder detalhes do texto.
Como se caracteriza a metalinguagem?
Trata da história do autor.
É um texto que fala do seu próprio formato.
Trata do contexto social em que foi escrito o texto.
Trata do público para o qual o texto se dirige.
Que aspectos são mais importantes na escolha de gêneros textuais?
Tratar da história do autor.
A intencionalidade.
O efeito produzido no leitor.
O impacto social esperado.
Que esferas devo considerar para interpretar o âmbito de produção e distribuição do texto?
A formulação
A intencionalidade.
O efeito produzido no leitor.
Circulação
Que perguntas norteiam a formulação do texto?
Como foi escrito?
Qual o autor?
O efeito produzido no leitor.
Quando foi escrito?
Que perguntas norteiam a esfera de circulação do texto?
Em que suporte será distribuído?
Qual o alvo da informação?
Qual a história do autor?
Quando foi escrito?
Texto 1
Água
A água é um recurso natural abundante essencial para a existência de vida na Terra. O planeta Terra é constituído por uma extensa massa de água, correspondendo ao que conhecemos como hidrosfera. Além de estar presente na composição do planeta, a água também compõe parte do nosso corpo, permitindo-nos pensar que falar de água é falar de sobrevivência. Essa substância é utilizada em atividades essenciais ao ser humano, como a produção agrícola, e também usada como solvente universal.
A água era considerada um recurso inesgotável. Contudo, desde que foi considerado um símbolo de riqueza, por ter sido transformada em uma mercadoria, passou também a ser sinônimo de conflito. O mau uso, o desperdício, sua distribuição, bem como sua ocorrência são responsáveis por criar conflitos em diversas regiões do mundo. A preocupação com a disponibilidade de água é pauta frequente nas discussões ambientais e geopolíticas.
Água no Brasil
O Brasil é um país abundante em recursos hídricos, representando cerca de 12% do total mundial. Contudo, sua distribuição não é uniforme no território. Segundo a Agência Nacional das Águas (ANA), a água doce é distribuída nas regiões brasileiras da seguinte maneira: Região Norte corresponde a 68% dos recursos hídricos; Região Centro-Oeste corresponde a 16% dos recursos hídricos; Região Sul corresponde a 7% dos recursos hídricos; Região Sudeste corresponde a 6% dos recursos hídricos e Região Nordeste corresponde a 3% dos recursos hídricos.
Quanto à Distribuição de água no Brasil, há um contraste visível em relação à distribuição populacional. A Região Norte, que detém o maior volume de água doce do país, é a região com menor densidade demográfica, ou seja, é uma das regiões menos povoadas, contando com apenas 7% da população. Já a Região Sudeste, a mais povoada do país com cerca de 42,63% da população, conta com apenas 6% da disponibilidade de recursos hídricos.
No que tange ao desperdício de água, o Brasil, segundo o Ministério do Meio Ambiente, desperdiça entre 20% a 60% da água destinada ao consumo ao longo da distribuição. Os hábitos dos brasileiros também não favorecem a economia de água, já que boa parte dessa substância é desperdiçada seja em uso pessoal ou atividades de limpeza.
(Texto adaptado de
https://brasilescola.uol.com.br/geografia/agua.htm, acesso em
janeiro de 2020).
Texto 2
Planeta Água
Água que nasce na fonte serena do mundo
E que abre um profundo grotão
Água que faz inocente riacho e deságua na corrente do ribeirão
Águas escuras dos rios que levam a fertilidade ao sertão
Águas que banham aldeias e matam a sede da população
Águas que caem das pedras no véu das cascatas, ronco de trovão
E depois dormem tranquilas no leito dos lagos, no leito dos lagos
Água dos igarapés, onde Iara, a mãe d'água é misteriosa canção
Água que o sol evapora, pro céu vai embora, virar nuvem de algodão
Gotas de água da chuva, alegre arco-íris sobre a plantação
Gotas de água da chuva, tão tristes, são lágrimas na inundação
Águas que movem moinhos são as mesmas águas que encharcam o chão
E sempre voltam humildes pro fundo da terra, pro fundo da terra
Terra, planeta água, Terra, planeta água, Terra, planeta água
Água que nasce na fonte serena do mundo
E que abre um profundo grotão
Água que faz inocente riacho e deságua na corrente do ribeirão
Águas escuras dos rios que levam a fertilidade ao sertão
Águas que banham aldeias e matam a sede da população
Águas que movem moinhos são as mesmas águas que encharcam o chão
E sempre voltam humildes pro fundo da terra, pro fundo da terra
Terra, planeta água, Terra, planeta água, Terra, planeta água
Terra, planeta água, Terra, planeta água, Terra planeta água.
Guilherme Arantes
(Fonte: https://www.letras.mus.br/guilherme-arantes/46315/, acesso em janeiro de 2020.)
Comparando os textos 1 (Água) e 2 (Planeta Água), pode-se afirmar que:
o segundo, por ser a letra de uma canção, é mais completo que o primeiro.
o primeiro tem de ser lido antes do segundo, caso contrário, aquele não terá sentido.
o primeiro, por ser um texto informativo, apresenta uma linguagem denotativa.
o segundo, por ser a letra de uma canção, apresenta, obrigatoriamente, uma linguagem denotativa.
Sendo considerada um “recurso natural abundante essencial para a existência de vida na Terra.”, o texto I, com essa afirmação, destaca que:
a água é uma substância usada em atividades essenciais ao ser humano.
o desperdício não compromete o uso da água.
o brasileiro não considera importante a economia de água.
a produção agrícola é essencial à vida humana.
"Gotas de água da chuva
Tão tristes, são lágrimas"
Sabe-se que poemas e letras de canções são textos literários e apresentam, frequentemente, figuras de linguagem com o objetivo de enriquecer a composição.
Os versos de Guilherme Arantes apresentam a figura de linguagem que estabelece uma comparação implícita. Essa é nomeada de:
metonímia.
hipérbole.
metáfora.
sinestesia.
"Águas que movem moinhos
São as mesmas águas
Que encharcam o chão
E sempre voltam humildes
Pro fundo da terra
Pro fundo da terra"
Com relação à figura de linguagem, o trecho em destaque é um exemplo de atribuição de ação humana a um ser inanimado. Logo, a figura de linguagem presente no trecho é:
personificação ou prosopopeia.
sinestesia.
metáfora.
hipérbole.
A partir da leitura do texto podemos inferir que:
quem está na chuva acaba todo molhado.
só existe uma maneira de pensar e agir: sempre igual aos outros.
aquele que pensa e age de forma diferente sempre acaba prejudicando-se.
pensar e agir de forma diferente de outras pessoas pode ser bom para a humanidade.
No último quadrinho, a expressão de Mafalda demonstra:
arrependimento.
preocupação.
surpresa.
espanto.
Enem 2012.
A publicidade, de uma forma geral, alia elementos verbais e imagéticos na constituição de seus textos. Nessa peça publicitária, cujo tema é a sustentabilidade, o autor procura convencer o leitor a
assumir uma atitude reflexiva diante dos fenômenos naturais.
evitar o consumo excessivo de produtos reutilizáveis.
aderir à onda sustentável, evitando o consumo excessivo.
consumir produtos de modo responsável e ecológico.
Mafalda é criação do cartunista argentino Quino. Menina precoce, serviu como porta-voz de seu criador nos tempos da Ditadura Militar argentina
Mafalda emprega o mesmo valor semântico para o vocábulo “indicador” no primeiro e no último quadrinho.
Mafalda não sabe a importância do dedo indicador.
Apesar de ser uma criança, Mafalda já percebe as injustas relações de trabalho estabelecidas entre patrões e operários.
Mafalda ainda não sabe exatamente o significado da expressão “indicador de desemprego”
Gastei uma hora pensando um verso
Que a pena não quer escrever.
No entanto ele está cá dentro
Inquieto, vivo.
Ele está cá dentro
E não quer sair.
Mas a poesia deste momento
Inunda minha vida inteira.
Carlos Drummond de Andrade. “Poesia”, In: Reunião: 10 livros de poesia. Rio de Janeiro: José Olympio, 1974.
É exemplo de metonímia o verso “Que a pena não quer escrever”. O mesmo recurso expressivo aparece em:
No pomar de casas antigas, havia sempre um pé de laranja.
As ideias desse pensador são um rio caudaloso.
Após a festa, guardou os cristais de novo na caixa.
Amava-o, mas percebeu que ele seria seu bem e seu mal.
Texto 1
Água
A água é um recurso natural abundante essencial para a existência de vida na Terra. O planeta Terra é constituído por uma extensa massa de água, correspondendo ao que conhecemos como hidrosfera. Além de estar presente na composição do planeta, a água também compõe parte do nosso corpo, permitindo-nos pensar que falar de água é falar de sobrevivência. Essa substância é utilizada em atividades essenciais ao ser humano, como a produção agrícola, e também usada como solvente universal.
A água era considerada um recurso inesgotável. Contudo, desde que foi considerado um símbolo de riqueza, por ter sido transformada em uma mercadoria, passou também a ser sinônimo de conflito. O mau uso, o desperdício, sua distribuição, bem como sua ocorrência são responsáveis por criar conflitos em diversas regiões do mundo. A preocupação com a disponibilidade de água é pauta frequente nas discussões ambientais e geopolíticas.
Água no Brasil
O Brasil é um país abundante em recursos hídricos, representando cerca de 12% do total mundial. Contudo, sua distribuição não é uniforme no território. Segundo a Agência Nacional das Águas (ANA), a água doce é distribuída nas regiões brasileiras da seguinte maneira: Região Norte corresponde a 68% dos recursos hídricos; Região Centro-Oeste corresponde a 16% dos recursos hídricos; Região Sul corresponde a 7% dos recursos hídricos; Região Sudeste corresponde a 6% dos recursos hídricos e Região Nordeste corresponde a 3% dos recursos hídricos.
Quanto à Distribuição de água no Brasil, há um contraste visível em relação à distribuição populacional. A Região Norte, que detém o maior volume de água doce do país, é a região com menor densidade demográfica, ou seja, é uma das regiões menos povoadas, contando com apenas 7% da população. Já a Região Sudeste, a mais povoada do país com cerca de 42,63% da população, conta com apenas 6% da disponibilidade de recursos hídricos.
No que tange ao desperdício de água, o Brasil, segundo o Ministério do Meio Ambiente, desperdiça entre 20% a 60% da água destinada ao consumo ao longo da distribuição. Os hábitos dos brasileiros também não favorecem a economia de água, já que boa parte dessa substância é desperdiçada seja em uso pessoal ou atividades de limpeza.
(Texto adaptado de
https://brasilescola.uol.com.br/geografia/agua.htm, acesso em
janeiro de 2020).
Texto 2
Planeta Água
Água que nasce na fonte serena do mundo
E que abre um profundo grotão
Água que faz inocente riacho e deságua na corrente do ribeirão
Águas escuras dos rios que levam a fertilidade ao sertão
Águas que banham aldeias e matam a sede da população
Águas que caem das pedras no véu das cascatas, ronco de trovão
E depois dormem tranquilas no leito dos lagos, no leito dos lagos
Água dos igarapés, onde Iara, a mãe d'água é misteriosa canção
Água que o sol evapora, pro céu vai embora, virar nuvem de algodão
Gotas de água da chuva, alegre arco-íris sobre a plantação
Gotas de água da chuva, tão tristes, são lágrimas na inundação
Águas que movem moinhos são as mesmas águas que encharcam o chão
E sempre voltam humildes pro fundo da terra, pro fundo da terra
Terra, planeta água, Terra, planeta água, Terra, planeta água
Água que nasce na fonte serena do mundo
E que abre um profundo grotão
Água que faz inocente riacho e deságua na corrente do ribeirão
Águas escuras dos rios que levam a fertilidade ao sertão
Águas que banham aldeias e matam a sede da população
Águas que movem moinhos são as mesmas águas que encharcam o chão
E sempre voltam humildes pro fundo da terra, pro fundo da terra
Terra, planeta água, Terra, planeta água, Terra, planeta água
Terra, planeta água, Terra, planeta água, Terra planeta água.
Guilherme Arantes
(Fonte: https://www.letras.mus.br/guilherme-arantes/46315/, acesso em janeiro de 2020.)
Comparando os textos 1 (Água) e 2 (Planeta Água), pode-se afirmar que:
o segundo, por ser a letra de uma canção, é mais completo que o primeiro.
o primeiro tem de ser lido antes do segundo, caso contrário, aquele não terá sentido.
o primeiro, por ser um texto informativo, apresenta uma linguagem denotativa.
o segundo, por ser a letra de uma canção, apresenta, obrigatoriamente, uma linguagem denotativa.
Sendo considerada um “recurso natural abundante essencial para a existência de vida na Terra.”, o texto I, com essa afirmação, destaca que:
a água é uma substância usada em atividades essenciais ao ser humano.
o desperdício não compromete o uso da água.
o brasileiro não considera importante a economia de água.
a produção agrícola é essencial à vida humana.
"Gotas de água da chuva
Tão tristes, são lágrimas"
Sabe-se que poemas e letras de canções são textos literários e apresentam, frequentemente, figuras de linguagem com o objetivo de enriquecer a composição.
Os versos de Guilherme Arantes apresentam a figura de linguagem que estabelece uma comparação implícita. Essa é nomeada de:
metonímia.
hipérbole.
metáfora.
sinestesia.
"Águas que movem moinhos
São as mesmas águas
Que encharcam o chão
E sempre voltam humildes
Pro fundo da terra
Pro fundo da terra"
Com relação à figura de linguagem, o trecho em destaque é um exemplo de atribuição de ação humana a um ser inanimado. Logo, a figura de linguagem presente no trecho é:
personificação ou prosopopeia.
sinestesia.
metáfora.
hipérbole.
A partir da leitura do texto podemos inferir que:
quem está na chuva acaba todo molhado.
só existe uma maneira de pensar e agir: sempre igual aos outros.
aquele que pensa e age de forma diferente sempre acaba prejudicando-se.
pensar e agir de forma diferente de outras pessoas pode ser bom para a humanidade.
No último quadrinho, a expressão de Mafalda demonstra:
arrependimento.
preocupação.
surpresa.
espanto.
Enem 2012.
A publicidade, de uma forma geral, alia elementos verbais e imagéticos na constituição de seus textos. Nessa peça publicitária, cujo tema é a sustentabilidade, o autor procura convencer o leitor a
assumir uma atitude reflexiva diante dos fenômenos naturais.
evitar o consumo excessivo de produtos reutilizáveis.
aderir à onda sustentável, evitando o consumo excessivo.
consumir produtos de modo responsável e ecológico.
Mafalda é criação do cartunista argentino Quino. Menina precoce, serviu como porta-voz de seu criador nos tempos da Ditadura Militar argentina
Mafalda emprega o mesmo valor semântico para o vocábulo “indicador” no primeiro e no último quadrinho.
Mafalda não sabe a importância do dedo indicador.
Apesar de ser uma criança, Mafalda já percebe as injustas relações de trabalho estabelecidas entre patrões e operários.
Mafalda ainda não sabe exatamente o significado da expressão “indicador de desemprego”
Gastei uma hora pensando um verso
Que a pena não quer escrever.
No entanto ele está cá dentro
Inquieto, vivo.
Ele está cá dentro
E não quer sair.
Mas a poesia deste momento
Inunda minha vida inteira.
Carlos Drummond de Andrade. “Poesia”, In: Reunião: 10 livros de poesia. Rio de Janeiro: José Olympio, 1974.
É exemplo de metonímia o verso “Que a pena não quer escrever”. O mesmo recurso expressivo aparece em:
No pomar de casas antigas, havia sempre um pé de laranja.
As ideias desse pensador são um rio caudaloso.
Após a festa, guardou os cristais de novo na caixa.
Amava-o, mas percebeu que ele seria seu bem e seu mal.
