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Reposição: Redação e Leitura

Total questions: 96

Worksheet time: 4hrs 25mins

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Date
1.

São elemenos da narrativa, exceto:

a)

Espaço

b)

Tempo

c)

Final

2.

O ponto auge de uma narrativa,chama-se:

a)

Enredo

b)

desfecho

c)

clímax

d)

estabelecimento de um conflito

3.

É aquele que apenas relata os fatos e não participa das ações.

a)

narrador-personagem

b)

narrador simples

c)

narrador-observador

d)

narrador composto

4.

O conjunto de fatos ligados entre si que fundametam a ação de um texto narrativo:

a)

Espaço

b)

Enredo

c)

Clímax

d)

desfecho

5.

O conflito é solucionado:

a)

Enredo

b)

Desfecho

c)

Clímax

6.

Apresentação dos personagens, do tempo e do espaço:

a)

Estabelecimento de um conflito

b)

Situação inicial

c)

Desenvolvimento

d)

Desfecho

7.

É a entidade que é criada para participar das ações de um texto narrativo:

a)

Enredo

b)

Personagem

c)

Espaço

d)

Clímax

8.

Corresponde a duração da ação na narrativa:

a)

Espaço

b)

Tempo

c)

Lugar

d)

Enredo

9.

Apresenta um texto em 3ª pessoa:

a)

narrador-personagem

b)

narrador-observador

c)

narrador duplo

10.

O personagem que desempenha papel central na trama é denominado de:

a)

personagem plana

b)

personagem redonda

c)

antagonista

d)

protagonista

11.

O tempo de uma narrativa pode ser

a)

cronológico e psicológico

b)

cronológico e onisciente

c)

psicológico e onisciente

d)

cronológico e onipresente

12.

O clímax em uma narrativa é:

a)

momento de maior tensão.

b)

momento de inicial

c)

momento de intermediário

d)

momento de pouca tensão.

13.

O foco narrativo é determinado pelo ponto de vista do(a):

a)

tempo

b)

cenário

c)

personagem

d)

narrador

14.

Na narrativa o lugar onde a história ocorre é denominado de:

a)

espaço

b)

tempo

c)

onisciente

d)

clímax

15.

As personagens redondas são aquelas que:

a)

não se modificam ao longo da narrativa

b)

se modificam ao longo da narrativa

c)

mantém a mesma postura até o final da trama

d)

não alteram seu comportamento ao longo da história

16.

Quando a narrativa é feita em 3ª pessoa o tipo de narrador é:

a)

observador

b)

personagem

c)

onisciente

d)

intruso

17.

Quando o narrador participa da história dizemos que é um narrador

a)

Observador

b)

Personagem

c)

Autor

d)

Onisciente

18.

... é o tema ou o assunto da história que pode ser contada de maneira linear ou não linear.

a)

Personagem

b)

Clímax

c)

Foco Narrativo

d)

Enredo

19.

É o local onde a narrativa se desenvolve. Ele pode ser físico ou mesmo psicológico.

a)

Tempo

b)

Espaço

c)

Personagem

d)

Narrador

20.

Protagonista é um tipo de....

a)

Espaço

b)

Tempo

c)

Personagem

d)

Narrador

21.

Leia o texto a seguir, de Carlos Drummond de Andrade:


Quadrilha


João amava Teresa que amava Raimundo

que amava Maria que amava Joaquim que amava Lili

que não amava ninguém.

João foi para os Estados Unidos, Teresa para o convento,

Raimundo morreu de desastre, Maria ficou para tia,

Joaquim suicidou-se e Lili casou-se com J. Pinto Fernandes

que não tinha entrado na história.


(Reunião. 10. ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 1980. p. 191.)


A que gênero textual ele pertence?

a)

Poema

b)

Crônica

c)

Conto

d)

Romance

22.

A visão sobre o amor que o poema apresenta é:

a)

Otimista, pois tudo isso faz parte da vida.

b)

Trágica, porém otimista, pois pelo menos alguém se casou.

c)

Crítica, mas bem humorada sobre os desencontros amorosos e os amores não correspondidos ao longo da vida.

d)

Não é possível identificar um posicionamento do autor em relação ao amor.

23.

No último quadrinho, a expressão de Mafalda demonstra:

a)

arrependimento.

b)

preocupação.

c)

surpresa.

d)

espanto.

24.

Qual a intenção do pai com essa atitude?

a)

Nao tem dinheiro para comprar presentes

b)

Quer que o filho aprenda a valorizar o que tem.

c)

Quer que o filho perceba que e mais legal o brinquedo simples.

25.

QUAL A INTENÇÃO DE MÔNICA?

a)

PRESENTEAR SUA MÃE

b)

FICAR COM O VESTIDO DELA

26.

Certamente você já escreveu um bilhete. Quais elementos esse gênero textual precisa apresentar?

a)

destinatário (a pessoa que receberá o bilhete), mensagem, nome legível do emissor e data.

b)

destinatário e mensagem

c)

Remetente, mensagem e código

d)

Emissor, remetente, destinatário, data e local

27.

A ideia principal do anúncio é:

a)

A) mostrar que é preferível deixar de olhar para baixo e acompanhar o filho

b)

B) comprovar que deixar de olhar para os filhos potencializa o excesso de conexão.

c)

C) confirmar que o excesso de vida online interfere no acompanhamento dos filhos.

d)

D) propor que é mais importante desconectar-se a passar uma vida sem acompanhar o filho.

e)

E) enfatizar que olhar para baixo faz a pessoa desconectar-se da realidade dos filhos em sua volta.

28.

Aviso Importante

O uso excessivo do telefone celular Frita o seu cérebro como uma fornalha. Não é verdade, mas espalha, espalha. (Da série “Poesia numa Hora dessas?!) VERÍSSIMO, Luís. Mais comédias para ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2008. A PARTIR DO TEXTO 1 PODEMOS INFERIR QUE

a)

A) a verdade sempre se espalha.

b)

B) o que é verdade pode se tornar mentira.

c)

C) a mentira contada muitas vezes pode ser falsa.

d)

D) o uso do celular pode acabar com o seu cérebro.

e)

E) a mentira pode se espalhar como se fosse verdade.

29.

Novas tecnologias


Atualmente, prevalece na mídia um discurso de exaltação das novas tecnologias, principalmente aquelas ligadas às atividades de telecomunicações. Expressões frequentes como ―o futuro já chegou‖, ―maravilhas tecnológicas‖ e ―conexão total com o mundo‖ ―fetichi - zam‖ novos produtos, transformando-os em objetos do desejo, de consumo obrigatório. Por esse motivo carregamos hoje nos bolsos, bolsas e mochilas o ―futuro‖ tão festejado. Todavia, não podemos reduzir-nos a meras vítimas de um aparelho midiático perverso, ou de um aparelho capitalista controlador. Há perversão, certamente, e controle, sem sombra de dúvida. Entretanto, desenvolvemos uma relação simbiótica de dependência mútua com os veículos de comunicação, que se estreita a cada imagem compartilhada e a cada dossiê pessoal transformado em objeto público de entretenimento. Não mais como aqueles acorrentados na caverna de Platão, somos livres para nos aprisionar, por espontânea vontade, a esta relação sadomasoquista com as estruturas midiáticas, na qual tanto controlamos quanto somos controlados.


SAMPAIO A. S. A microfísica do espetáculo. Disponível em: http://observatoriodaimprensa.com.br. Acesso em: 1 mar 2013 (adaptado).


Ao escrever um artigo de opinião, o produtor precisa criar uma base de orientação linguística que permita alcançar os leitores e convencê-los com relação ao ponto de vista defendido. Diante disso, nesse texto, a escolha das formas verbais em destaque objetiva

a)

a) criar relação de subordinação entre leitor e autor, já que ambos usam as novas tecnologias.

b)

b) enfatizar a probabilidade de que toda população brasileira esteja aprisionada às novas tecnologias.

c)

c) indicar, de forma clara, o ponto de vista de que hoje as pessoas são controladas pelas novas tecnologias.

d)

d) tornar o leitor copartícipe do ponto de vista de que ele manipula as novas tecnologias e por elas é manipulado.

e)

e) demonstrar ao leitor sua parcela de responsabilidade por deixar que as novas tecnologias controlem as pessoas.

30.

Pelas características da linguagem visual e pelas escolhas vocabulares, pode-se entender que o texto possibilita a reflexão sobre uma problemática contemporânea ao

a)

a) criticar o transporte rodoviário brasileiro, em razão da grande quantidade de caminhões nas estradas

b)

b) ironizar a dificuldade de locomoção no trânsito urbano, devida ao grande fluxo de veículos.

c)

c) expor a questão do movimento como um problema existente desde tempos antigos, conforme frase citada.

d)

d) restringir os problemas de tráfego a veículos particulares, defendendo, como solução, o transporte público.

e)

e) propor a ampliação de vias nas estradas, detalhando o espaço exíguo ocupado pelos veículos nas ruas.

31.

Sobre o texto que aparece na imagem, podemos afirmar que se trata de uma:

a)

narração

b)

descrição

c)

redação

d)

prescrição

32.

Sobre o texto dissertativo, é correto afirmar que:

a)

texto que descreve o que se viu e se observou

b)

texto que conta uma história

c)

texto que defende um ponto de vista

d)

texto que indica procedimentos a serem realizados

33.

Como identificamos o início de um parágrafo?

a)

Tema ou ideia central

b)

Recuo à esquerda

c)

Uma linha branca entre os blocos

34.

" Até fins da década passada, possuir um tapete oriental no Brasil era privilégio de alguns poucos colecionadores particulares. Com a abertura das importações e consequente diminuição das taxas, a oferta dessas peças aumentou significativamente nos anos 90, provocando uma crescente curiosidade sobre o assunto. Por isso, e também pelo quase total desconhecimento dos consumidores brasileiros sobre a matéria, nos sentimos compelidos a elaborar este trabalho".


Em que período o autor apresenta a explanação da

ideia central?

a)

1º Período

b)

2º Período

c)

3º Período

35.

Que tipo textual predomina no gênero Artigo científico?

a)

Descritivo

b)

Narrativo

c)

Narrativo-dissertativo

d)

Dissertativo

36.

A partir da leitura do texto podemos inferir que:

a)

quem está na chuva acaba todo molhado.

b)

só existe uma maneira de pensar e agir: sempre igual aos outros.

c)

aquele que pensa e age de forma diferente sempre acaba prejudicando-se.

d)

pensar e agir de forma diferente de outras pessoas pode ser bom para a humanidade.

37.

A internet proporcionou o surgimento de novos paradigmas sociais e impulsionou a modificação d eoutros já estabelecidos nas esferas da comunicação e da informação. A principal consequência criticada na tirinha sobre esse processo é:

a)

criação de memes

b)

supremacia das ideias cibernéticas

c)

comercialização de pontos de vista

d)

banalização de comércio eletrônico

38.

Na tririnha, o leitor é conduzido a refletir sobre relacionamentos afetivos. A articulação dos recursos verbais e não verbais tem o objetivo de:

a)

criticar a superficialidade com que as relações amorosas são expostas nas redes sociais

b)

negar antigos conceitos ou experiências afetivas ligadas à vida amorosa dos adolescentes.

c)

enfatizar a importância de incorporar novas experiências na vida amorosa dos adolescentes.

d)

valorizar as manifestações nas redes sociais como medida do sucesso de uma relação amorosa.

39.

Entendendo-se que os gêneros textuais são os textos correntes na sociedade, no gênero aviso da placa anterior:

a)

a compreensão da mensagem foi totalmente prejudicada por conta dos desvios gramaticais.

b)

o termo "do zoto" corresponde ao "dos outros", reportando, assim, apenas a um desvio de concordância entre artigo e substantivo.

c)

a forma como se encontra a palavra "zoto" parece ser um substantivo próprio, referindo-se ao nome do dono da casa proibida de jogar lixo.

40.

Em "recicla-me ou te devoro", há a presença de duas orações que estabelecem entre si uma relação de:

a)

adição

b)

alternância

c)

explicação

d)

oposição

41.

A tirinha e o poema "Estas mãos", embora pertençam a gêneros textuais diferentes, são semelhantes no que se refere:

a)

à abordagem da mesma temática, ainda que com diferentes intenções comunicativas

b)

às tarefas exercidas pelas mãos femininas

c)

à redução do termo mão à questão do trabalho doméstico

d)

à denúncia da exploração do trabalho doméstico feminino

42.

Assinale a alternativa correta:

a)

o título do texto sugere tratar-se de dúvidas comuns a todos os adolescentes, o que é ratificado pela imagem.

b)

A charge tem como objetivo criticar a condição em que se encontram os adolescentes brasileiros.

c)

Há uma discrepância em termos de registro no que se refer às duas partes de que se compõe a resposta.

d)

A primeira parte do diálogo sinaliza uma insatsifação dos três jovens quanto à fase da vida em que se encontram.

43.

Fraudador é preso por emitir atestados com erro de português

Mais um erro de português leva um criminoso às mãos da policia. Desde 2003, M.O.P., de 37 anos, administrava a empresa MM, que falsificava boletins de ocorrência, carteiras profissionais e atestados de óbito, tudo para anular multas de trânsito. Amparado pela documentação fajuta de M.O.P., um motorista poderia alegar às Juntas Administrativas de Recursos de Infrações que ultrapassou o limite de velocidade para levar uma parente que passou mal e morreu a caminho do hospital.

O esquema funcionou até setembro, quando M.O.P. foi indiciado. Atropelara a gramática. Havia emitido, por exemplo, um atestado de abril do ano passado em que estava escrito aneurisma “celebral” (com I no lugar de r) e “insuficiência” múltipla de órgãos (com um I desnecessário em “insuficiência” – além do fato de a expressão médica adequada ser “falência múltipla de órgãos”)

M.O.P. foi indiciado pela 2° Delegacia de Divisão de Crimes de Trânsito. Na casa do acusado, em São Miguel Paulista, zona leste de São Paulo, a polícia encontrou um computador com modelos de documentos.


Língua Portuguesa, n. 12, set. 2006 (adaptado).


O texto apresentado trata da prisão de um fraudador que emitia documentos com erros de escrita. Tendo em vista o assunto, a organização, bem como os recursos linguísticos, depreende-se que esse texto é um(a):

a)

Conto, porque discute problemas existenciais e sociais de um fraudador.

b)

Notícia, porque relata fatos que resultaram no indiciamento de um fraudador.

c)

Crônica, porque narra o imprevisto que levou a polícia a prender um fraudador.

d)

Editorial, porque opina sobre aspectos linguísticos dos documentos redigidos por um fraudador.

e)

Piada, porque narra o fato engraçado de um fraudador descoberto pela polícia por causa de erros de grafia.

44.

QUESTÃO 100

O correr da vida embrulha tudo. A vida é assim: esquenta e esfria, aperta e daí afrouxa, sossega e depois desinquieta. O que ela quer da gente é coragem.

ROSA, J. G. Grande sertão: veredas. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1986.


No romance Grande sertão: veredas, o protagonista Riobaldo narra sua trajetória de jagunço. A leitura do trecho permite identificar que o desabafo de Riobaldo se aproxima de um(a):

a)

Diário, por trazer lembranças pessoais.

b)

Fábula, por apresentar uma lição de moral.

c)

Notícia, por informar sobre um acontecimento.

d)

Aforismo, por expor uma máxima em poucas palavras.

e)

Crônica, por tratar de fatos do cotidiano.

45.

A tirinha denota a postura assumida por seu produtor frente ao uso social da tecnologia para fins de interação e de informação. Tal posicionamento é expresso, de forma argumentativa, por meio de uma atitude:

a)

Crítica, expressa pelas ironias.

b)

Resignada, expressa pelas enumerações.

c)

Indignada, expressa pelos discursos diretos.

d)

Agressiva, expressa pela contra-argumentação.

e)

Alienada, expressa pela negação da realidade.

46.

Os tipos cheios de si

O difícil é encontrar quem nunca cruzou com (ou se passou por) um desses on-line.


De acordo com esse infográfico, as redes sociais estimulam diferentes comportamentos dos usuários que revelam:

a)

Exposição exagerada dos indivíduos.

b)

Comicidade ingênua dos usuários.

c)

Engajamento social das pessoas.

d)

Disfarce do sujeito por meio de avatares.

e)

Autocrítica dos internautas.

47.

Nesse cartaz, o uso da imagem do calçado aliada ao texto verbal tem o objetivo de:

a)

Criticar as difíceis condições de vida dos refugiados.

b)

Revelar a longa trajetória percorrida pelos refugiados.

c)

Incentivar a campanha de doações para os refugiados.

d)

Denunciar a situação de carência vivida pelos refugiados.

e)

Simbolizar a necessidade de adesão à causa dos refugiados.

48.

Campanhas publicitárias podem evidenciar problemas sociais. O Cartaz tem como finalidade:

a)

Alertar os homens agressores sobre as consequências de seus atos.

b)

Conscientizar a população sobre a necessidade de denunciar a violência doméstica.

c)

Instruir as mulheres sobre o que fazer em casos de agressão.

d)

Despertar nas crianças a capacidade de reconhecer atos de violência doméstica.

e)

Exigir das autoridades ações preventivas contra a Violência doméstica.

49.

O texto tem o formato de uma carta de jogo e apresenta dados a respeito de Marcelo Gleiser, premiado pesquisador brasileiro da atualidade. Essa apresentação subverte um gênero textual ao:

a)

Vincular áreas distintas do conhecimento.

b)

Evidenciar a formação acadêmica do pesquisador.

c)

Relacionar o universo lúdico a informações biográficas.

d)

Especificar as contribuições mais conhecidas do pesquisador.

e)

Destacar o nome do pesquisador e sua imagem no início do texto.

50.

A internet proporcionou o surgimento de novos paradigmas sociais e impulsionou a modificação de outros já estabelecidos nas esferas da comunicação e da informação. A principal consequência criticada na tirinha sobre esse processo é a:

a)

Criação de memes.

b)

Ampliação da blogosfera.

c)

Supremacia das ideias cibernéticas.

d)

Comercialização de pontos de vista.

e)

Banalização do comércio eletrônico.

51.

Blues da piedade

Vamos pedir piedade

Senhor, piedade

Pra essa gente careta e covarde

Vamos pedir piedade

Senhor, piedade

Lhes dê grandeza e um pouco de coragem

CAZUZA. Cazuza: o poeta não morreu. Rio de Janeiro:

Universal Music, 2000 (fragmento).


Todo gênero apresenta elementos constitutivos que condicionam seu uso em sociedade. A letra de canção identifica-se com o gênero ladainha, essencialmente, pela utilização da sequência textual:

a)

Expositiva, por discorrer sobre um dado tema.

b)

Narrativa, por apresentar uma cadeia de ações.

c)

Injuntiva, por chamar o interlocutor à participação.

d)

Descritiva, por enumerar características de um personagem.

e)

Argumentativa, por incitar o leitor a uma tomada de atitude.

52.

Você pode não acreditar

Você pode não acreditar: mas houve um tempo em que os leiteiros deixavam as garrafinhas de leite do lado de fora das casas, seja ao pé da porta, seja na janela.

A gente ia de uniforme azul e branco para o grupo, de manhãzinha, passava pelas casas e não ocorria que alguém pudesse roubar aquilo.

Você pode não acreditar: mas houve um tempo em que os padeiros deixavam o pão na soleira da porta ou na janela que dava para a rua. A gente passava e via aquilo como uma coisa normal.

Você pode não acreditar: mas houve um tempo em que você saía à noite para namorar e voltava andando pelas ruas da cidade, caminhando displicentemente, sentindo cheiro de jasmim e de alecrim, sem olhar para trás, sem temer as sombras.

Você pode não acreditar: houve um tempo em que as pessoas se visitavam airosamente. Chegavam no meio da tarde ou à noite, Contavam casos, tomavam café, falavam da saúde, tricotavam sobre a vida alheia e voltavam de bonde às suas casas.

Você pode não acreditar: mas houve um tempo em que o namorado primeiro ficava andando com a moça numa rua perto da casa dela, depois passava a namorar no portão, depois tinha ingresso na sala da família. Era sinal de que já estava praticamente noivo e seguro.

Houve um tempo em que havia tempo.

Houve um tempo.

SANT’ANNA, A. R. Estado de Minas. 5 maio 2013 (fragmento).


Nessa crônica, a repetição do trecho “Você pode não acreditar: mas houve um tempo em que…” configura-se como uma estratégia argumentativa que visa:

a)

Surpreender o leitor com a descrição do que as pessoas faziam durante o seu tempo livre antigamente.

b)

Sensibilizar o leitor sobre o modo como as pessoas se relacionavam entre si num tempo mais aprazível.

c)

Advertir o leitor mais jovem sobre o mau uso que se faz do tempo nos dias atuais.

d)

Incentivar o leitor a organizar melhor o seu tempo sem deixar de ser nostálgico.

e)

Convencer o leitor sobre a veracidade de fatos relativos à vida no passado.

53.

01 – Os “restos do carnaval” a que se refere a autora, no título do texto, pode ser entendido como um(a)?

a)

A) Encantamento pela atmosfera que tomava toda a cidade após as festividades carnavalescas.

b)

B) referência à festa simples e pouco alegre que era destinada à narradora em épocas carnavalescas.

c)

C) referência à fantasia feita para ela com as sobras de papel crepom da fantasia da amiga.

d)

d) referência às migalhas de felicidades às quais ela se agarrava para viver diante da crueldade mundana.

.

54.

01 – Os “restos do carnaval” a que se refere a autora, no título do texto, pode ser entendido como um(a)?

a)

A) Encantamento pela atmosfera que tomava toda a cidade após as festividades carnavalescas.

b)

B) referência à festa simples e pouco alegre que era destinada à narradora em épocas carnavalescas.

c)

C) referência à fantasia feita para ela com as sobras de papel crepom da fantasia da amiga.

d)

d) referência às migalhas de felicidades às quais ela se agarrava para viver diante da crueldade mundana.

.

55.

02– O trecho que inicia a história principal da narrativa é:

a)

a) “Não, não deste último carnaval. Mas não sei por que este me transportou para a minha infância…”

b)

b) “Só horas depois é que veio a salvação. E se depressa agarrei-me a ela é porque tanto precisava me salvar.”

c)

C) “Porque sinto como ficarei de coração escuro ao constatar que, mesmo me agregando tão pouco à alegria, eu era de tal modo sedenta que um quase nada já me tornava uma menina feliz.”

d)

D) “Mas houve um carnaval diferente dos outros. Tão milagroso que eu não conseguia acreditar que tanto me fosse dado, eu, que já aprendera a pedir pouco.”

56.

03 – “… Quando eu estava vestida de papel crepom todo armado, ainda com os cabelos enrolados e ainda sem batom e ruge – minha mãe de súbito piorou muito de saúde, um alvoroço repentino se criou em casa e mandaram-me comprar depressa um remédio na farmácia. Fui correndo vestida de rosa – mas o rosto ainda nu não tinha a máscara de moça que cobriria minha tão exposta vida infantil – fui correndo, correndo, perplexa, atônita, entre serpentinas, confetes e gritos de carnaval. A alegria dos outros me espantava.”

Todo esse segmento é uma exemplificação do período anterior, através do termo

:

a)

a) orgulho

b)

b) irracional.

c)

c) impiedoso.

d)

d) jogo de dados.

57.

04) No trecho “… economizava-as com avareza para durarem…”, o pronome destacado retoma o termo:

a)

a) várias fantasias.

b)

b) altas horas da noite.

c)

c) duas coisas preciosas.

d)

d) máscaras de rosa escarlate.

58.

05– No excerto “Como se enfim o mundo se abrisse de botão que era em grande rosa escarlate. Como se as ruas e praças do Recife enfim explicassem para que tinham sido feitas. Como se vozes humanas enfim cantassem a capacidade de prazer que era secreta em mim. Carnaval era meu, meu.”, predomina a linguagem:

a)

a) coloquial.

b)

b) pejorativa.

c)

c) denotativa.

d)

d) conotativa.

59.

06 – No segundo parágrafo, a autora diz: "Ah, está se tornando difícil escrever." Qual é a razão para esse desabafo da autora neste ponto do texto?

a)

A) A autora já estava cansada, pois já havia escrito muito.

b)

B) Ela estava em um momento de grande melancólica, por isso se tornava difícil o processo de escrita.

c)

C) As lembranças de que tão pouco era suficiente para deixá-la feliz na infância deixam seu coração escuro ('apertado') e ela sente dificuldades de pôr estes sentimentos no papel.

d)

D) A exposição dos sentimentos é uma maneira dos escritores criarem uma intimidade com o leitor, o envolvendo na história.

60.

07) No último parágrafo, a autora nos diz: "Só horas depois é que veio a salvação". Por que o gesto do menino acabou sendo tão importante para a menina?

a)

A) Porque era a primeira vez na vida dela que ela era notada por um menino.

b)

B) Ela espeva que ela a ajudasse encontrar o remédio.

c)

C) Ela se considerou reconhecida com o gesto do menino quando nada mais restava da festa que quase tinha acontecido.

d)

D) Porque ele foi o único a se comover com a aflição dela.

61.

08 – O último carnaval traz à memória da autora os carnavais de sua infância. Na primeira parte do texto, ela nos fala daqueles carnavais em geral. Na segunda parte, de "um carnaval diferente dos outros". O que fez a diferença?

a)

A) Desta vez sua mãe se encontrava enferma, o que a deixou desanimada para a fulia.

b)

B) Porque ela teve a oportunidade de está,aos menos que de passagem, entre os que estavam se divertindo.

c)

C) O carnaval foi diferente porque, pela primeira vez, ela poderia se fantasiar e participar da festa.

d)

D) Pela primeira vez ela na vida ela teria o que sempre quisera: ia ser outra que não ela mesma.

62.

01 – Os “restos do carnaval” a que se refere a autora, no título do texto, pode ser entendido como um(a)?

a)

A) Encantamento pela atmosfera que tomava toda a cidade após as festividades carnavalescas.

b)

B) referência à festa simples e pouco alegre que era destinada à narradora em épocas carnavalescas.

c)

C) referência à fantasia feita para ela com as sobras de papel crepom da fantasia da amiga.

d)

d) referência às migalhas de felicidades às quais ela se agarrava para viver diante da crueldade mundana.

.

63.

01 – Os “restos do carnaval” a que se refere a autora, no título do texto, pode ser entendido como um(a)?

a)

A) Encantamento pela atmosfera que tomava toda a cidade após as festividades carnavalescas.

b)

B) referência à festa simples e pouco alegre que era destinada à narradora em épocas carnavalescas.

c)

C) referência à fantasia feita para ela com as sobras de papel crepom da fantasia da amiga.

d)

d) referência às migalhas de felicidades às quais ela se agarrava para viver diante da crueldade mundana.

.

64.

Como as pessoas viviam sem eletricidade?

Até o fim do século 19, não havia energia elétrica no Brasil e o dia a dia das pessoas era bem diferente do que temos hoje!


No século 19, ainda não existiam aparelhos eletrodomésticos, como máquina de lavar roupas, e, por isso, as pessoas tinham muito mais trabalho para realizar as tarefas do dia a dia. As roupas, toalhas e lençóis eram lavados em tanques ou bacias, com sabão em barra. Já para passar a roupa, era usada uma brasa colocada em um compartimento dentro do ferro. Era preciso ter muita atenção, pois a fuligem da brasa poderia sujar a roupa ou o ferro poderia esquentar muito e queimar o tecido.


Sem geladeira, as famílias precisavam comprar frutas, verduras e legumes frescos todos os dias – se o estoque fosse muito grande, a comida acabava estragando. Outros alimentos eram guardados já cozidos para o consumo. As carnes, por exemplo, eram guardadas em latões, imersas em banha de porco. Os fogões da época funcionavam à lenha.


O banho era feito com água fria ou com água aquecida no fogão à lenha. A água era colocada em banheiras, barris ou jarras. Também era comum tomar banho em rios. Mas ainda não existia o hábito de tomar banho todos os dias – o costume era de tomar banho cerca de cinco vezes por ano, quando as roupas de baixo eram trocadas.


Antes de os telefones se popularizarem, na metade do século 20, transmitir recados era bem demorado. Era preciso ir até a casa da pessoa com quem se desejava falar. Quem tinha melhor condição podia contratar um contínuo, pessoa que levava e trazia recados. Para mandar uma mensagem para alguém que estava longe, era necessário enviar uma correspondência, que podia demorar meses para chegar.


Não havia iluminação pública e, à noite, as ruas ficavam muito escuras. Por isso, as pessoas dormiam cedo ou se reuniam em casa, iluminadas pela luz de velas, lamparinas ou lampiões. Nas noites de lua cheia, aproveitavam para passear nas praças e ruas mais movimentadas.


Também não existia televisão, rádio ou computador. Para se divertir, as famílias mais ricas iam a espetáculos e frequentavam bailes familiares. As mais pobres se reuniam em casa ou em locais públicos. Toda a população das cidades participava de festas religiosas ou populares. As crianças brincavam com piões, soldadinhos de chumbo e bonecas de pano.


Antes do ventilador e do ar condicionado surgirem, o jeito mais comum de se refrescar era usando leques ou outros objetos para se abanar. Espaços públicos fechados, como teatros, precisavam ter sistemas de ventilação especial – em alguns lugares, eram usados ventiladores manuais.


Revista Recreio. Acesso em 25/08/2020


À partir da leitura do texto, responda:

Sem a energia elétrica, como as pessoas lavavam suas roupas?

a)

Em tanques.

b)

Em máquinas à vapor.

c)

Em máquinas de lavar.

65.

Onde eram guardados os alimentos, como a carne, para não estragarem?

a)

Nas geladeiras.

b)

Em armários.

c)

Em latões com banha de porco.

66.

Em relação ao banho, qual era o costume no século 19?

a)

Banhar-se todos os dias nos rios.

b)

Banhar-se apenas cinco vezes no ano.

c)

Banhar-se uma vez por semana.

67.

De acordo com o texto, por que as pessoas dormiam cedo?

a)

Porque não havia iluminação pública e as ruas ficavam escuras.

b)

Porque a energia era muito cara.

c)

Porque estavam com sono.

68.

As palavras televisão, rádio e computador são exemplos de:

a)

Adjetivos.

b)

Substantivos comuns.

c)

Substantivos próprios.

69.

Porque a palavra Recreio foi escrita com letra maiúscula?

a)

Porque ela é uma palavra importante.

b)

Porque é um substantivo comum que nomeia um momento de comer na escola.

c)

Porque é um substantivo próprio que nomeia uma revista.

70.

Juiz defende direito a aborto em

casos de microcefalia com risco comprovado de morte


As consequências da epidemia de microcefalia, que atinge pelo menos 20 Estados brasileiros, além do Distrito Federal, vão além do cotidiano de mães, hospitais e clínicas de saúde de família, e chegam também aos tribunais.

___ ¹ BBC Brasil, o juiz goiano Jesseir Coelho de Alcântara, que autorizou uma série de abortos legais em casos de anencefalia (condição em que o feto nasce sem parte de seu sistema nervoso central) e outras doenças raras, disse que a interrupção da gravidez em casos de microcefalia com previsão médica de morte do bebê é "válida" e precisa ser avaliada "caso a caso".

"Se houver pedido por alguma gestante nesse caso de gravidez com microcefalia e zika, com comprovação médica de que esse bebê não vai nascer com vida, aí sim a gente autoriza o aborto", afirma o titular da 1ª Vara dos Crimes Dolosos Contra a Vida de Goiânia, que já permitiu interrupção de gestações em casos de síndromes de Edwards e de Body-Stalk, anomalias que inviabilizariam a sobrevida do bebê fora do útero.

A afirmação foi feita no momento em que Pernambuco, principal ________² da doença no Brasil, registra aumento nas mortes de bebês com microcefalia associada ao zika vírus.

Mesmo em casos comprovados de morte do bebê, a interrupção da gravidez está longe de ser unanimidade no país e gera intenso debate entre juristas, ativistas e sociedade civil.

Formado por membros da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), da Federação Espírita Brasileira (FEB), do Fórum Evangélico Nacional de Ação Social e Política (FENASP), entre outros, o Movimento Brasil Sem Aborto afirma que interrupções em gestações de fetos com microcefalia ou outras más-formações são "inaceitáveis" sob qualquer aspecto.

Na opinião do juiz, entretanto, se o aborto é permitido por lei em casos de fetos anencéfalos, "cuja vida após o nascimento é inviável", também se justifica em "gestações em que o feto comprovadamente nascerá sem vida", devido à microcefalia.

"A anencefalia e a microcefalia severa, com morte no nascimento, são casos similares", argumenta o juiz Alcântara, por telefone. Ele afirma que, para que tomar a decisão, são necessários três laudos médicos, mais parecer favorável do Ministério Público.

Procurado, o Conselho Federal de Medicina disse discordar dessa visão. Em nota, a entidade afirma que "no caso de fetos com diagnóstico de microcefalia, em princípio, não há incompatibilidade com a vida". (...)


A partir da leitura do texto 01, podemos afirmar que o os integrantes do “Movimento Brasil Sem Aborto” são também:

a)

Juristas

b)

Médicos

c)

Religiosos

d)

Pesquisadores

71.

Juiz defende direito a aborto em

casos de microcefalia com risco comprovado de morte


As consequências da epidemia de microcefalia, que atinge pelo menos 20 Estados brasileiros, além do Distrito Federal, vão além do cotidiano de mães, hospitais e clínicas de saúde de família, e chegam também aos tribunais.

___ ¹ BBC Brasil, o juiz goiano Jesseir Coelho de Alcântara, que autorizou uma série de abortos legais em casos de anencefalia (condição em que o feto nasce sem parte de seu sistema nervoso central) e outras doenças raras, disse que a interrupção da gravidez em casos de microcefalia com previsão médica de morte do bebê é "válida" e precisa ser avaliada "caso a caso".

"Se houver pedido por alguma gestante nesse caso de gravidez com microcefalia e zika, com comprovação médica de que esse bebê não vai nascer com vida, aí sim a gente autoriza o aborto", afirma o titular da 1ª Vara dos Crimes Dolosos Contra a Vida de Goiânia, que já permitiu interrupção de gestações em casos de síndromes de Edwards e de Body-Stalk, anomalias que inviabilizariam a sobrevida do bebê fora do útero.

A afirmação foi feita no momento em que Pernambuco, principal ________² da doença no Brasil, registra aumento nas mortes de bebês com microcefalia associada ao zika vírus.

Mesmo em casos comprovados de morte do bebê, a interrupção da gravidez está longe de ser unanimidade no país e gera intenso debate entre juristas, ativistas e sociedade civil.

Formado por membros da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), da Federação Espírita Brasileira (FEB), do Fórum Evangélico Nacional de Ação Social e Política (FENASP), entre outros, o Movimento Brasil Sem Aborto afirma que interrupções em gestações de fetos com microcefalia ou outras más-formações são "inaceitáveis" sob qualquer aspecto.

Na opinião do juiz, entretanto, se o aborto é permitido por lei em casos de fetos anencéfalos, "cuja vida após o nascimento é inviável", também se justifica em "gestações em que o feto comprovadamente nascerá sem vida", devido à microcefalia.

"A anencefalia e a microcefalia severa, com morte no nascimento, são casos similares", argumenta o juiz Alcântara, por telefone. Ele afirma que, para que tomar a decisão, são necessários três laudos médicos, mais parecer favorável do Ministério Público.

Procurado, o Conselho Federal de Medicina disse discordar dessa visão. Em nota, a entidade afirma que "no caso de fetos com diagnóstico de microcefalia, em princípio, não há incompatibilidade com a vida". (...)


Sobre o posicionamento do juiz goiano Jesseir Coelho de Alcântara sobre o aborto é correto afirmar que ele:

a)

é favorável ao aborto apenas nos casos de anencefalia

b)

defende que todas as mães de bebês com microcefalia têm direito de abortar.

c)

acredita que o aborto deve ser autorizado apenas em casos em que haja previsão de morte do bebê.

d)

Considera que a mulher tem o direito de decidir se leva ou não a gravidez adiante, em todos os casos.

72.

Juiz defende direito a aborto em

casos de microcefalia com risco comprovado de morte


As consequências da epidemia de microcefalia, que atinge pelo menos 20 Estados brasileiros, além do Distrito Federal, vão além do cotidiano de mães, hospitais e clínicas de saúde de família, e chegam também aos tribunais.

___ ¹ BBC Brasil, o juiz goiano Jesseir Coelho de Alcântara, que autorizou uma série de abortos legais em casos de anencefalia (condição em que o feto nasce sem parte de seu sistema nervoso central) e outras doenças raras, disse que a interrupção da gravidez em casos de microcefalia com previsão médica de morte do bebê é "válida" e precisa ser avaliada "caso a caso".

"Se houver pedido por alguma gestante nesse caso de gravidez com microcefalia e zika, com comprovação médica de que esse bebê não vai nascer com vida, aí sim a gente autoriza o aborto", afirma o titular da 1ª Vara dos Crimes Dolosos Contra a Vida de Goiânia, que já permitiu interrupção de gestações em casos de síndromes de Edwards e de Body-Stalk, anomalias que inviabilizariam a sobrevida do bebê fora do útero.

A afirmação foi feita no momento em que Pernambuco, principal ________² da doença no Brasil, registra aumento nas mortes de bebês com microcefalia associada ao zika vírus.

Mesmo em casos comprovados de morte do bebê, a interrupção da gravidez está longe de ser unanimidade no país e gera intenso debate entre juristas, ativistas e sociedade civil.

Formado por membros da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), da Federação Espírita Brasileira (FEB), do Fórum Evangélico Nacional de Ação Social e Política (FENASP), entre outros, o Movimento Brasil Sem Aborto afirma que interrupções em gestações de fetos com microcefalia ou outras más-formações são "inaceitáveis" sob qualquer aspecto.

Na opinião do juiz, entretanto, se o aborto é permitido por lei em casos de fetos anencéfalos, "cuja vida após o nascimento é inviável", também se justifica em "gestações em que o feto comprovadamente nascerá sem vida", devido à microcefalia.

"A anencefalia e a microcefalia severa, com morte no nascimento, são casos similares", argumenta o juiz Alcântara, por telefone. Ele afirma que, para que tomar a decisão, são necessários três laudos médicos, mais parecer favorável do Ministério Público.

Procurado, o Conselho Federal de Medicina disse discordar dessa visão. Em nota, a entidade afirma que "no caso de fetos com diagnóstico de microcefalia, em princípio, não há incompatibilidade com a vida". (...)


Ainda de acordo com o texto 01, podemos afirmar que a epidemia de microcefalia nele referida:

a)

Já atinge todos os estados brasileiros.

b)

Está presente na maioria dos estados brasileiros

c)

É mais grave nos estados mais pobres.

d)

É mais grave nos estados mais frios.

73.

Juiz defende direito a aborto em casos de microcefalia com risco comprovado de morte


As consequências da epidemia de microcefalia, que atinge pelo menos 20 Estados brasileiros, além do Distrito Federal, vão além do cotidiano de mães, hospitais e clínicas de saúde de família, e chegam também aos tribunais.

___ ¹ BBC Brasil, o juiz goiano Jesseir Coelho de Alcântara, que autorizou uma série de abortos legais em casos de anencefalia (condição em que o feto nasce sem parte de seu sistema nervoso central) e outras doenças raras, disse que a interrupção da gravidez em casos de microcefalia com previsão médica de morte do bebê é "válida" e precisa ser avaliada "caso a caso".

"Se houver pedido por alguma gestante nesse caso de gravidez com microcefalia e zika, com comprovação médica de que esse bebê não vai nascer com vida, aí sim a gente autoriza o aborto", afirma o titular da 1ª Vara dos Crimes Dolosos Contra a Vida de Goiânia, que já permitiu interrupção de gestações em casos de síndromes de Edwards e de Body-Stalk, anomalias que inviabilizariam a sobrevida do bebê fora do útero.

A afirmação foi feita no momento em que Pernambuco, principal ________² da doença no Brasil, registra aumento nas mortes de bebês com microcefalia associada ao zika vírus.

Mesmo em casos comprovados de morte do bebê, a interrupção da gravidez está longe de ser unanimidade no país e gera intenso debate entre juristas, ativistas e sociedade civil.

Formado por membros da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), da Federação Espírita Brasileira (FEB), do Fórum Evangélico Nacional de Ação Social e Política (FENASP), entre outros, o Movimento Brasil Sem Aborto afirma que interrupções em gestações de fetos com microcefalia ou outras más-formações são "inaceitáveis" sob qualquer aspecto.

Na opinião do juiz, entretanto, se o aborto é permitido por lei em casos de fetos anencéfalos, "cuja vida após o nascimento é inviável", também se justifica em "gestações em que o feto comprovadamente nascerá sem vida", devido à microcefalia.

"A anencefalia e a microcefalia severa, com morte no nascimento, são casos similares", argumenta o juiz Alcântara, por telefone. Ele afirma que, para que tomar a decisão, são necessários três laudos médicos, mais parecer favorável do Ministério Público.

Procurado, o Conselho Federal de Medicina disse discordar dessa visão. Em nota, a entidade afirma que "no caso de fetos com diagnóstico de microcefalia, em princípio, não há incompatibilidade com a vida". (...)


A afirmação do juiz goiano Jesseir Coelho de Alcântara de que "A anencefalia e a microcefalia severa, com morte no nascimento, são casos similares" apresenta, como justificativa para esta similaridade:

a)

O desejo das mães de interromper a gravidez.

b)

A inviabilidade da vida extrauterina.

c)

As dificuldades do tratamento das duas doenças.

d)

Os altos custos do tratamento das doenças.

74.

Juiz defende direito a aborto em casos de microcefalia com risco comprovado de morte


As consequências da epidemia de microcefalia, que atinge pelo menos 20 Estados brasileiros, além do Distrito Federal, vão além do cotidiano de mães, hospitais e clínicas de saúde de família, e chegam também aos tribunais.

___ ¹ BBC Brasil, o juiz goiano Jesseir Coelho de Alcântara, que autorizou uma série de abortos legais em casos de anencefalia (condição em que o feto nasce sem parte de seu sistema nervoso central) e outras doenças raras, disse que a interrupção da gravidez em casos de microcefalia com previsão médica de morte do bebê é "válida" e precisa ser avaliada "caso a caso".

"Se houver pedido por alguma gestante nesse caso de gravidez com microcefalia e zika, com comprovação médica de que esse bebê não vai nascer com vida, aí sim a gente autoriza o aborto", afirma o titular da 1ª Vara dos Crimes Dolosos Contra a Vida de Goiânia, que já permitiu interrupção de gestações em casos de síndromes de Edwards e de Body-Stalk, anomalias que inviabilizariam a sobrevida do bebê fora do útero.

A afirmação foi feita no momento em que Pernambuco, principal ________² da doença no Brasil, registra aumento nas mortes de bebês com microcefalia associada ao zika vírus.

Mesmo em casos comprovados de morte do bebê, a interrupção da gravidez está longe de ser unanimidade no país e gera intenso debate entre juristas, ativistas e sociedade civil.

Formado por membros da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), da Federação Espírita Brasileira (FEB), do Fórum Evangélico Nacional de Ação Social e Política (FENASP), entre outros, o Movimento Brasil Sem Aborto afirma que interrupções em gestações de fetos com microcefalia ou outras más-formações são "inaceitáveis" sob qualquer aspecto.

Na opinião do juiz, entretanto, se o aborto é permitido por lei em casos de fetos anencéfalos, "cuja vida após o nascimento é inviável", também se justifica em "gestações em que o feto comprovadamente nascerá sem vida", devido à microcefalia.

"A anencefalia e a microcefalia severa, com morte no nascimento, são casos similares", argumenta o juiz Alcântara, por telefone. Ele afirma que, para que tomar a decisão, são necessários três laudos médicos, mais parecer favorável do Ministério Público.

Procurado, o Conselho Federal de Medicina disse discordar dessa visão. Em nota, a entidade afirma que "no caso de fetos com diagnóstico de microcefalia, em princípio, não há incompatibilidade com a vida". (...)


A expressão referencial “dessa visão” (em azul acima) aponta no texto 01 para a visão de que:

a)

a anencefalia e microcefalia severa, com morte ao nascimento, são casos similares

b)

a microcefalia impede a criança de ter um desenvolvimento normal.

c)

é impossível a sobrevivência de crianças portadoras de anencefalia

d)

laudos médicos podem comprovar a inviabilidade da vida.

75.

Juiz defende direito a aborto em casos de microcefalia com risco comprovado de morte


As consequências da epidemia de microcefalia, que atinge pelo menos 20 Estados brasileiros, além do Distrito Federal, vão além do cotidiano de mães, hospitais e clínicas de saúde de família, e chegam também aos tribunais.

___ ¹ BBC Brasil, o juiz goiano Jesseir Coelho de Alcântara, que autorizou uma série de abortos legais em casos de anencefalia (condição em que o feto nasce sem parte de seu sistema nervoso central) e outras doenças raras, disse que a interrupção da gravidez em casos de microcefalia com previsão médica de morte do bebê é "válida" e precisa ser avaliada "caso a caso".

"Se houver pedido por alguma gestante nesse caso de gravidez com microcefalia e zika, com comprovação médica de que esse bebê não vai nascer com vida, aí sim a gente autoriza o aborto", afirma o titular da 1ª Vara dos Crimes Dolosos Contra a Vida de Goiânia, que já permitiu interrupção de gestações em casos de síndromes de Edwards e de Body-Stalk, anomalias que inviabilizariam a sobrevida do bebê fora do útero.

A afirmação foi feita no momento em que Pernambuco, principal ________² da doença no Brasil, registra aumento nas mortes de bebês com microcefalia associada ao zika vírus.

Mesmo em casos comprovados de morte do bebê, a interrupção da gravidez está longe de ser unanimidade no país e gera intenso debate entre juristas, ativistas e sociedade civil.

Formado por membros da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), da Federação Espírita Brasileira (FEB), do Fórum Evangélico Nacional de Ação Social e Política (FENASP), entre outros, o Movimento Brasil Sem Aborto afirma que interrupções em gestações de fetos com microcefalia ou outras más-formações são "inaceitáveis" sob qualquer aspecto.

Na opinião do juiz, entretanto, se o aborto é permitido por lei em casos de fetos anencéfalos, "cuja vida após o nascimento é inviável", também se justifica em "gestações em que o feto comprovadamente nascerá sem vida", devido à microcefalia.

"A anencefalia e a microcefalia severa, com morte no nascimento, são casos similares", argumenta o juiz Alcântara, por telefone. Ele afirma que, para que tomar a decisão, são necessários três laudos médicos, mais parecer favorável do Ministério Público.

Procurado, o Conselho Federal de Medicina disse discordar dessa visão. Em nota, a entidade afirma que "no caso de fetos com diagnóstico de microcefalia, em princípio, não há incompatibilidade com a vida". (...)


A forma ortográfica adequada da palavra que inicia o segundo parágrafo do texto é

a)

À

b)

A

c)

d)

Ah

76.

Juiz defende direito a aborto em casos de microcefalia com risco comprovado de morte


As consequências da epidemia de microcefalia, que atinge pelo menos 20 Estados brasileiros, além do Distrito Federal, vão além do cotidiano de mães, hospitais e clínicas de saúde de família, e chegam também aos tribunais.

___ ¹ BBC Brasil, o juiz goiano Jesseir Coelho de Alcântara, que autorizou uma série de abortos legais em casos de anencefalia (condição em que o feto nasce sem parte de seu sistema nervoso central) e outras doenças raras, disse que a interrupção da gravidez em casos de microcefalia com previsão médica de morte do bebê é "válida" e precisa ser avaliada "caso a caso".

"Se houver pedido por alguma gestante nesse caso de gravidez com microcefalia e zika, com comprovação médica de que esse bebê não vai nascer com vida, aí sim a gente autoriza o aborto", afirma o titular da 1ª Vara dos Crimes Dolosos Contra a Vida de Goiânia, que já permitiu interrupção de gestações em casos de síndromes de Edwards e de Body-Stalk, anomalias que inviabilizariam a sobrevida do bebê fora do útero.

A afirmação foi feita no momento em que Pernambuco, principal epicentro da doença no Brasil, registra aumento nas mortes de bebês com microcefalia associada ao zika vírus.

Mesmo em casos comprovados de morte do bebê, a interrupção da gravidez está longe de ser unanimidade no país e gera intenso debate entre juristas, ativistas e sociedade civil.

Formado por membros da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), da Federação Espírita Brasileira (FEB), do Fórum Evangélico Nacional de Ação Social e Política (FENASP), entre outros, o Movimento Brasil Sem Aborto afirma que interrupções em gestações de fetos com microcefalia ou outras más-formações são "inaceitáveis" sob qualquer aspecto.

Na opinião do juiz, entretanto, se o aborto é permitido por lei em casos de fetos anencéfalos, "cuja vida após o nascimento é inviável", também se justifica em "gestações em que o feto comprovadamente nascerá sem vida", devido à microcefalia.

"A anencefalia e a microcefalia severa, com morte no nascimento, são casos similares", argumenta o juiz Alcântara, por telefone. Ele afirma que, para que tomar a decisão, são necessários três laudos médicos, mais parecer favorável do Ministério Público.

Procurado, o Conselho Federal de Medicina disse discordar dessa visão. Em nota, a entidade afirma que "no caso de fetos com diagnóstico de microcefalia, em princípio, não há incompatibilidade com a vida". (...)


A partir da leitura do texto 01, podemos afirmar que as síndromes de Edwards e de Body-Stalk:

I – São doenças raras

II – Impedem que o bebê sobreviva depois do parto

III – Têm sintomas parecidos com os da anencefalia

a)

Estão corretas apenas I e III

b)

Estão corretas apenas II e III

c)

Estão corretas apenas I e II

d)

Todas estão corretas

77.

Observando o anúncio acima, podemos afirmar que ele faz parte de uma campanha que visa:

a)

Impedir que as mulheres possam realizar aborto.

b)

Dar, apenas às mulheres que estão grávidas de crianças com doenças graves, a oportunidade de interromper a gravidez de modo legal

c)

Legalizar o aborto mesmo em casos em que não há risco de morte para a criança

d)

Incentivar as mulheres a não engravidarem

78.

REDAÇÃO E LEITURA

Texto 1


Água


A água é um recurso natural abundante essencial para a existência de vida na Terra. O planeta Terra é constituído por uma extensa massa de água, correspondendo ao que conhecemos como hidrosfera. Além de estar presente na composição do planeta, a água também compõe parte do nosso corpo, permitindo-nos pensar que falar de água é falar de sobrevivência. Essa substância é utilizada em atividades essenciais ao ser humano, como a produção agrícola, e também usada como solvente universal.

A água era considerada um recurso inesgotável. Contudo, desde que foi considerado um símbolo de riqueza, por ter sido transformada em uma mercadoria, passou também a ser sinônimo de conflito. O mau uso, o desperdício, sua distribuição, bem como sua ocorrência são responsáveis por criar conflitos em diversas regiões do mundo. A preocupação com a disponibilidade de água é pauta frequente nas discussões ambientais e geopolíticas.

Água no Brasil

O Brasil é um país abundante em recursos hídricos, representando cerca de 12% do total mundial. Contudo, sua distribuição não é uniforme no território. Segundo a Agência Nacional das Águas (ANA), a água doce é distribuída nas regiões brasileiras da seguinte maneira: Região Norte corresponde a 68% dos recursos hídricos; Região Centro-Oeste corresponde a 16% dos recursos hídricos; Região Sul corresponde a 7% dos recursos hídricos; Região Sudeste corresponde a 6% dos recursos hídricos e Região Nordeste corresponde a 3% dos recursos hídricos.

Quanto à Distribuição de água no Brasil, há um contraste visível em relação à distribuição populacional. A Região Norte, que detém o maior volume de água doce do país, é a região com menor densidade demográfica, ou seja, é uma das regiões menos povoadas, contando com apenas 7% da população. Já a Região Sudeste, a mais povoada do país com cerca de 42,63% da população, conta com apenas 6% da disponibilidade de recursos hídricos.

No que tange ao desperdício de água, o Brasil, segundo o Ministério do Meio Ambiente, desperdiça entre 20% a 60% da água destinada ao consumo ao longo da distribuição. Os hábitos dos brasileiros também não favorecem a economia de água, já que boa parte dessa substância é desperdiçada seja em uso pessoal ou atividades de limpeza.


(Texto adaptado de

https://brasilescola.uol.com.br/geografia/agua.htm, acesso em

janeiro de 2020).


Texto 2


Planeta Água

Água que nasce na fonte serena do mundo

E que abre um profundo grotão

Água que faz inocente riacho e deságua na corrente do ribeirão

Águas escuras dos rios que levam a fertilidade ao sertão

Águas que banham aldeias e matam a sede da população

Águas que caem das pedras no véu das cascatas, ronco de trovão

E depois dormem tranquilas no leito dos lagos, no leito dos lagos


Água dos igarapés, onde Iara, a mãe d'água é misteriosa canção

Água que o sol evapora, pro céu vai embora, virar nuvem de algodão

Gotas de água da chuva, alegre arco-íris sobre a plantação

Gotas de água da chuva, tão tristes, são lágrimas na inundação

Águas que movem moinhos são as mesmas águas que encharcam o chão

E sempre voltam humildes pro fundo da terra, pro fundo da terra


Terra, planeta água, Terra, planeta água, Terra, planeta água


Água que nasce na fonte serena do mundo

E que abre um profundo grotão

Água que faz inocente riacho e deságua na corrente do ribeirão

Águas escuras dos rios que levam a fertilidade ao sertão

Águas que banham aldeias e matam a sede da população

Águas que movem moinhos são as mesmas águas que encharcam o chão

E sempre voltam humildes pro fundo da terra, pro fundo da terra

Terra, planeta água, Terra, planeta água, Terra, planeta água

Terra, planeta água, Terra, planeta água, Terra planeta água.


Guilherme Arantes

(Fonte: https://www.letras.mus.br/guilherme-arantes/46315/, acesso em janeiro de 2020.)


Comparando os textos 1 (Água) e 2 (Planeta Água), pode-se afirmar que:

a)

o segundo, por ser a letra de uma canção, é mais completo que o primeiro.

b)

o primeiro tem de ser lido antes do segundo, caso contrário, aquele não terá sentido.

c)

o primeiro, por ser um texto informativo, apresenta uma linguagem denotativa.

d)

o segundo, por ser a letra de uma canção, apresenta, obrigatoriamente, uma linguagem denotativa.

79.

Sendo considerada um “recurso natural abundante essencial para a existência de vida na Terra.”, o texto I, com essa afirmação, destaca que:

a)

a água é uma substância usada em atividades essenciais ao ser humano.

b)

o desperdício não compromete o uso da água.

c)

o brasileiro não considera importante a economia de água.

d)

a produção agrícola é essencial à vida humana.

80.

"Gotas de água da chuva

Tão tristes, são lágrimas"


Sabe-se que poemas e letras de canções são textos literários e apresentam, frequentemente, figuras de linguagem com o objetivo de enriquecer a composição.


Os versos de Guilherme Arantes apresentam a figura de linguagem que estabelece uma comparação implícita. Essa é nomeada de:

a)

metonímia.

b)

hipérbole.

c)

metáfora.

d)

sinestesia.

81.

"Águas que movem moinhos

São as mesmas águas

Que encharcam o chão

E sempre voltam humildes

Pro fundo da terra

Pro fundo da terra"


Com relação à figura de linguagem, o trecho em destaque é um exemplo de atribuição de ação humana a um ser inanimado. Logo, a figura de linguagem presente no trecho é:

a)

personificação ou prosopopeia.

b)

sinestesia.

c)

metáfora.

d)

hipérbole.

82.

A partir da leitura do texto podemos inferir que:

a)

quem está na chuva acaba todo molhado.

b)

só existe uma maneira de pensar e agir: sempre igual aos outros.

c)

aquele que pensa e age de forma diferente sempre acaba prejudicando-se.

d)

pensar e agir de forma diferente de outras pessoas pode ser bom para a humanidade.

83.

No último quadrinho, a expressão de Mafalda demonstra:

a)

arrependimento.

b)

preocupação.

c)

surpresa.

d)

espanto.

84.

Enem 2012.

A publicidade, de uma forma geral, alia elementos verbais e imagéticos na constituição de seus textos. Nessa peça publicitária, cujo tema é a sustentabilidade, o autor procura convencer o leitor a

a)

assumir uma atitude reflexiva diante dos fenômenos naturais.

b)

evitar o consumo excessivo de produtos reutilizáveis.

c)

aderir à onda sustentável, evitando o consumo excessivo.

d)

consumir produtos de modo responsável e ecológico.

85.

Mafalda é criação do cartunista argentino Quino. Menina precoce, serviu como porta-voz de seu criador nos tempos da Ditadura Militar argentina

a)

Mafalda emprega o mesmo valor semântico para o vocábulo “indicador” no primeiro e no último quadrinho.

b)

Mafalda não sabe a importância do dedo indicador.

c)

Apesar de ser uma criança, Mafalda já percebe as injustas relações de trabalho estabelecidas entre patrões e operários.

d)

Mafalda ainda não sabe exatamente o significado da expressão “indicador de desemprego”

86.

Gastei uma hora pensando um verso

Que a pena não quer escrever.

No entanto ele está cá dentro

Inquieto, vivo.

Ele está cá dentro

E não quer sair.

Mas a poesia deste momento

Inunda minha vida inteira.


Carlos Drummond de Andrade. “Poesia”, In: Reunião: 10 livros de poesia. Rio de Janeiro: José Olympio, 1974.


É exemplo de metonímia o verso “Que a pena não quer escrever”. O mesmo recurso expressivo aparece em:

a)

No pomar de casas antigas, havia sempre um pé de laranja.

b)

As ideias desse pensador são um rio caudaloso.

c)

Após a festa, guardou os cristais de novo na caixa.

d)

Amava-o, mas percebeu que ele seria seu bem e seu mal.

87.

Tulipas da Holanda

Todos os anos, durante a primavera, gente de todo o mundo procura um pequeno parque colorido e perfumado, cheio de lagos e flores, na Holanda.

Ali se encontra a famosa tulipa, a flor nacional do país. A floricultura é uma fonte de renda na Holanda e a cultura dessa flor constitui a base dessa renda.

O valor das tulipas está no tamanho das flores e na sua coloração. Suas cores são variadas, mas a Rainha da Noite é a mais apreciada pela sua raridade. É também conhecida como tulipa negra, embora sua cor seja azul-roxo bem escuro

DIAS, Ieda; CARVALHO, Aciléia. Tulipas da Holanda. In: Bolhas de sabão. Belo Horizonte: Vigília, 1987. Fragmento.


De acordo com esse texto, a expressão “Rainha da Noite” refere-se

a)

à margem do lago.

b)

à tulipa negra.

c)

às cores na primavera.

d)

às flores dos lagos.

88.

Selecione a alternativa em que a opção apresentada pode ser utilizada como sinônimo da expressão em negrito, sem modificar o sentido da frase.


Minha mãe sempre guarda o queijo e o presunto na geladeira para mantê-los fresquinhos.

a)

joga

b)

armazena

c)

esquenta

d)

come

89.

Leia o excerto da notícia a seguir.


A Prefeitura de Sorocaba, por meio da Secretaria do Meio Ambiente, Parques e Jardins (Sema), fará quinta-feira (22) e sexta-feira (23), das 9h às 11h e das 13h às 16h, as inscrições para a castração gratuita de cães e gatos com mais de seis meses de vida. [...] A iniciativa municipal visa realizar o controle populacional de cães e gatos, reduzir a população de animais abandonados, a transmissão de doenças e, por consequência, promover a melhoria da qualidade de vida dos animais domésticos castrados.

Disponível em: <https://www.jornalcruzeiro.com.br/materia/862196/inscricao-para-castrar-caes-e-gatos-e-amanha>. Acesso em: 17 abr. 2018.


No texto, a expressão sublinhada “iniciativa municipal” refere-se a quê?

a)

À Prefeitura de Sorocaba.

b)

Às inscrições.

c)

À castração gratuita de cães e gatos.

d)

À Secretaria do Meio Ambiente, Parques e Jardins.

90.

Observe a tirinha a seguir.

a)

Vendo”, na mensagem da placa, refere-se apenas ao verbo “vender”, pois o menino estava colocando o pôr do sol à venda.

b)

Não há ambiguidade causada pela expressão “vendo”, pois, da maneira como aparece a mensagem, fica evidente que o menino se refere à observação do pôr do sol.

c)

Conforme a intenção do menino, para evitar a dupla interpretação, “vendo” poderia ser substituída por “estou vendendo”.

d)

A expressão “vendo” gerou ambiguidade de interpretação (duplo sentido).

91.

Picolé

Um garoto desleixado ou um visionário? Em 1905, o norte-americano Frank Epperson, de 11 anos, misturou água e suco em pó e deixou o composto na varanda de sua casa, com um palito dentro. Fez muito frio na madrugada, e, no dia seguinte, ele encontrou um pedaço de gelo com sabor. A criança teve o mérito de patentear essa invenção e vendê-la anos depois para uma empresa de sorvetes.


Esse texto apresenta

a)

fatos e opiniões.

b)

apenas fatos.

c)

apenas opiniões.

d)

reflexões.

92.

Leia o texto para responder à questão.


O labirinto dos manuais

Há alguns meses troquei meu celular. Um modelo lindo, pequeno, prático. Segundo a vendedora, era capaz de tudo e mais um pouco. Fotografava, fazia vídeos, recebia e-mails e até servia para telefonar. Abri o manual, entusiasmado. “Agora eu aprendo”, decidi, folheando as 49 páginas. Já na primeira, tentei executar as funções. Duas horas depois, eu estava prestes a roer o aparelho. O manual tentava prever todas as possibilidades. Virou um labirinto de instruções!

Na semana seguinte, tentei baixar o som da campainha. Só aumentava. Buscava o vibracall, não achava. Era só alguém me chamar e todo mundo em torno saía correndo, pensando que era o alarme de incêndio! Quem me salvou foi um motorista de táxi.

— Manual só confunde – disse didaticamente. – Dá uma de curioso.

Insisti e finalmente descobri que estava no vibracall há meses! O único problema é que agora não consigo botar a campainha de volta!

Atualmente, estou de computador novo. Fiz o que toda pessoa minuciosa faria. Comprei um livro. Na capa, a promessa: “Rápido e fácil” – um guia prático, simples e colorido! Resolvi: “Vou seguir cada instrução, página por página. Do que adianta ter um supercomputador se não sei usá-lo?”. Quando cheguei à página 20, minha cabeça latejava. O livro tem 342! Cada vez que olho, dá vontade de chorar! Não seria melhor gastar o tempo relendo Guerra e Paz*?

Tudo foi criado para simplificar. Mas até o micro-ondas ficou difícil. A não ser que eu queira fazer pipoca, que possui sua tecla própria. Mas não posso me alimentar só de pipoca! Ainda se emagrecesse... E o fax com secretária eletrônica? O anterior era simples. Eu apertava um botão e apagava as mensagens. O atual exige que eu toque em um, depois em outro para confirmar, e de novo no primeiro! Outro dia, a luzinha estava piscando. Tentei ouvir a mensagem. A secretária disparou todas as mensagens, desde o início do ano!

Eu sei que para a garotada que está aí tudo parece muito simples. Mas o mundo é para todos, não é? Talvez alguém dê aulas para entender manuais! Ou o jeito seria aprender só aquilo de que tenho realmente necessidade, e não usar todas as funções. É o que a maioria das pessoas acaba fazendo!

(Walcyr Carrasco, Veja SP, 19.09.2007. Adaptado)

* Livro do escritor russo Liev Tolstói. Com mais de mil páginas e centenas de personagens, é considerada uma das maiores obras da história da literatura.

Pelos comentários feitos pelo narrador, pode-se concluir corretamente que

a)

a leitura de obras-primas da literatura é atividade mais produtiva do que utilizar celulares e computadores.

b)

os manuais cujas diversas instruções os usuários não conseguem compreender e pôr em prática são improdutivos.

c)

a vendedora foi convincente, pois o narrador comprou o celular, embora duvidasse das qualidades prometidas pelo aparelho.

d)

o manual sobre computadores, ao contrário de outros do gênero, cumpria a promessa assumida nos dizeres impressos na capa.

93.

Analise as afirmações sobre trechos do texto e assinale a correta.

a)

Em – alguns meses, troquei meu celular. –, o verbo haver indica tempo decorrido e pode ser substituído, corretamente, por Fazem.

b)

Em – Fotografava, fazia vídeos, recebia e-mails e até servia para telefonar. –, o termo em destaque expressa a ideia de exclusão.

c)

Em – Virou um labirinto de instruções! –, o termo em destaque foi empregado em sentido figurado, indicando confusão, incompreensibilidade.

d)

Em – Fiz o que toda pessoa minuciosa faria. –, o termo em destaque pode ser substituído, corretamente e sem alteração do sentido do texto, por limitada.

94.

A vida dá voltas

Sou um tipo meio fatalista. Acho que a vida dá voltas. Um amigo meu, Luís, casou-se com Cláudia, uma mulher egoísta. Ele era filho único, de mãe separada e sem pensão. Durante algum tempo, a mãe de Luís foi sustentada pelo próprio tio, um solteirão. Quando este faleceu, começaram as brigas domésticas: Cláudia não admitia que Luís desse dinheiro à mãe. Ele era um rapaz de classe média. Por algum tempo, arrumou trabalhos extras para ajudar a idosa.

Convencido pela esposa, ele mudou-se para longe. Visitava a mãe uma vez por ano. Para se livrar da questão financeira, Luís convenceu a mãe a vender o apartamento.

Durante alguns anos, ela viveu desse dinheiro. Muitas vezes, lamentava a falta do filho, mas o que fazer? Luís, sempre tão ocupado, viajando pelo mundo todo, não tinha tempo disponível. Na casa da mãe, faltou até o essencial. E ela faleceu sozinha.

O tempo passou. Hoje, Luís, antes um profissional disputado, está desempregado. Foi obrigado a se instalar com a família na casa dos sogros, onde é atormentado diariamente. A filha de Luís e Cláudia cresceu e saiu de casa. Quer seguir seu próprio rumo!

Luís não tem renda, nem bens. Está quase se divorciando. Ficou fora do mercado de trabalho. O que vai acontecer? A filha cuidará dele? Tenho dúvidas, porque ele não a ensinou com seu próprio exemplo.

A vida é um eterno ciclo afetivo. Em uma época todos nós somos filhos. Em outra, tornamo-nos pais: é a nossa vez de cuidar de quem cuidou de nós.

Considerando o último parágrafo do texto, pode-se afirmar que a relação entre pais e filhos deve ser baseada

a)

no medo.

b)

na persistência.

c)

na expectativa.

d)

na troca.

95.

A publicidade, de uma forma geral, alia elementos verbais e imagéticos na constituição de seus textos. Nessa peça publicitária, cujo tema é a sustentabilidade, o autor procura convencer o leitor a

a)

assumir uma atitude reflexiva diante dos fenômenos naturais.

b)

evitar o consumo excessivo de produtos reutilizáveis.

c)

aderir à onda sustentável, evitando o consumo excessivo.

d)

consumir produtos de modo responsável e ecológico.

96.

[…]

O menino ouviu a narrativa de um arqueiro que passou anos e anos treinando a arte do arco e flecha, até se tornar um especialista. Ao chegar a uma reunião com outros arqueiros, encontrou uma extensa parede com inúmeros alvos – e flechas cravadas bem no centro deles. O arqueiro ficou impressionado. Não acreditava que uma única pessoa havia feito aquilo. Era uma proeza. Uma multidão de flechas milimetricamente no centro dos alvos, quem realizou aquele feito? Havia um garotinho perto dos alvos e o arqueiro perguntou:

“Você sabe quem lançou essas flechas?”. E o garoto disse: “Sim, fui eu”. O arqueiro não conseguia acreditar. Como assim? Aquele garotinho era o responsável por tamanha façanha? Então o menino contou como fez aquilo: “Primeiro eu jogo a flecha e depois pinto o alvo ao redor”. […]

Os ditados populares e provérbios têm a propriedade de sintetizar interpretações sobre fatos da vida cotidiana, geralmente ilustrados por narrativas que contêm quebras de expectativa. Considerando essas informações, o possível provérbio que melhor sintetiza o texto é

a)

não adianta chorar sobre o leite derramado.

b)

água mole em pedra dura tanto bate até que fura.

c)

cada macaco no seu galho.

d)

em terra de cego, quem tem um olho é rei.