WorksheetsQuiz sobre o Mosteiro de Alcobaça
Total questions: 20
Worksheet time: 2hrs 54mins
O _______________ foi a primeira obra plenamente gótica erguida em solo português, tendo sido começada a sua construção em 1178 pelos monges da Ordem de Cister.
mosteiro da Batalha
mosteiro de Alcobaça
mosteiro de Cister
mosteiro de São Bernardo
Fundado pelo primeiro rei, ______________, e desde logo consagrado ao culto mariano, o mosteiro de Alcobaça nasceu da doação das terras de Alcobaça a Bernardo de Claraval e à Ordem de Cister pela vitória sobre os mouros na conquista de Santarém. A construção iniciou-se em 1178 e terminou cerca de 100 anos depois.
D. Afonso Henriques
D. Afonso III
D. Sancho I
D. Afonso II
Em que século foi construída a igreja do Mosteiro de Alcobaça?
Século XV
Século XIV
Século XIII
Século XII
Ordem de Cister, ou Ordem Cisterciense, é uma ordem religiosa monástica católica beneditina restaurada. Aos seus membros religiosos de clausura monástica, dá-se o nome de monges cistercienses, ou monges brancos, como ficaram conhecidos devido à cor do hábito. Qual era a principal característica da Ordem de Cister?
Ornamentação excessiva das suas igrejas.
Vida dedicada exclusivamente à cópia de iluminuras.
Trabalho árduo, humildade e austeridade.
Dedicavam-se exclusivamente ao trabalho missionário.
A que estilo arquitetónico pertence a igreja do Mosteiro de Alcobaça?
Barroco
Gótico
Românico
Renascentista
Qual era a função do Lavabo no Mosteiro de Alcobaça?
Banho dos monges
Ritual de lavagem antes das refeições e tonsura.
Lavagem de roupas
Lavagem dos alimentos
Quem mandou construir o Claustro de D. Dinis?
D. Afonso III
D. Dinis
D. Sancho II
D. Manuel I
Que tipo de atividades se faziam na Sala do Capítulo do Mosteiro de Alcobaça?
Leitura em grupo
Descanso dos monges
Refeições dos monges
Confissão em comunidade
Qual era o papel da leitura na vida monástica?
Era apenas um entretenimento.
Não tinha importância, pois os monges estavam ocupados com as funções eclesiásticas.
Era proibida.
Era essencial e obrigatória, nas diversas atividades diárias dos monges.
Qual foi o motivo da construção da Capela de Nossa Senhora do Claustro?
Foi construído em honra de D. Manuel I
Foi construído em honra de D. Sancho I
Foi construído em honra de D. Inês de Castro
Foi construído em honra de D. Afonso Henriques
Quais eram os principais alimentos consumidos pelos monges no Mosteiro de Alcobaça?
Cereais
Fruta
Vegetais
Carne e peixe
COMPLETA A FRASE:
No Túmulo de D. Pedro, encontramos uma rosácea, chamada_________ e a Roda da Fortuna, onde estão representadas cenas da vida de____________. Nas faces laterais do túmulo, encontramos cenas da vida de S. _________, o seu padroeiro.
1- Roda da vida
2-D. Pedro e D. Inês
3- São Bernardo de Claraval
1- Roda da morte
2-D. Pedro e D. Inês
3- São Luís de Claraval
1- Roda da vida
2-D. Pedro e D. Clara
3- São Bernardo de Claraval
1- Roda do amor
2-D. Pedro e D. Inês
3- São João de Claraval
O mosteiro de Alcobaça pertence ao estilo...
barroco.
românico.
renascentista
gótico.
Qual o nome do elemento da imagem?
(a)
9. Atualmente, é possível visitar os túmulos de D. Pedro I e de D. Inês de Castro no...
a) Mosteiro dos Jerónimos.
b) Mosteiro de Alcobaça.
c) Mosteiro da Batalha.
d) Convento de Mafra.
A cultura monástica está relacionada com:
clero
nobreza
povo
burguesia
Que elementos permitiram que a arquitetura gótica se tornasse mais alta, leve e com mais aberturas?
Colunas e abóbadas de berço
Arco romano, Abóbadas de berço e de aresta
Arcos ogivais, abóbadas de nervuras e arcobotante
Cúpulas e colunas
Identifica o tipo de obra presente na imagem.
Escultura tumular.
Escultura modernista
Escultura romana.
Escultura de vulto redondo.
Analisa a fachada do mosteiro e identifica o elemento assinalado.
Pista: é a mãe mais importante para a Igreja Católica.
Responde, usando apenas uma palavra, respeitando a sua ortografia e acentuação, iniciando com maiúscula, sem ponto final.
(a)
História de Amor no Mosteiro de Alcobaça
Se há estória de amor que tenha marcado a história de Portugal, é a do amor proibido entre o infante D. Pedro e Inês de Castro, dama de companhia da sua mulher D. Constança Manuel. Apesar do casamento, o Infante marcava encontros românticos com Inês nos jardins da Quinta das Lágrimas. Depois da morte de D. Constança em 1345, D. Pedro passou a viver maritalmente com Inês, o que acabou por afrontar o rei D. Afonso IV, seu pai, que condenava de forma veemente a ligação, e provocou forte reprovação da corte e do povo.
Durante anos, Pedro e Inês viveram nos Paços de Santa Clara, em Coimbra, com os seus três filhos. Mas o crescendo de censura à união por parte da corte pressionava constantemente D. Afonso IV, que acabou por mandar assassinar Inês de Castro em Janeiro de 1355. Louco de dor, Pedro liderou uma revolta contra o rei, nunca perdoando ao pai o assassinato da amada. Quando finalmente assumiu a coroa em 1357, D. Pedro mandou prender e matar os assassinos de Inês, arrancando-lhes o coração, o que lhe valeu o cognome de o Cruel.
Mais tarde, jurando que se havia casado secretamente com Inês de Castro, D. Pedro impôs o seu reconhecimento como rainha de Portugal. Em Abril de 1360, ordenou a trasladação o corpo de Inês de Coimbra para o Mosteiro Real de Alcobaça, onde mandou construir dois magníficos túmulos, para que pudesse descansar para sempre ao lado da sua eterna amada. Assim ficaria imortalizada em pedra a mais arrebatadora história de amor portuguesa.
No Mosteiro de Alcobaça, encontramos vestígios importantes desta história de amor: os túmulos dos dois amantes, imortalizados desde o século XIV, lembram-nos que o amor pode ser eterno. Colocados frente a frente, os túmulos permitem que os dois apaixonados se reencontrem no Dia da Ressurreição, simbolizando a eternidade do amor. Os túmulos são de estilo Estilo gótico e feitos em calcário da região de Coimbra.
A localização primitiva dos túmulos era lado a lado (estando o de D. Inês do lado direito de D. Pedro, o que deveria acontecer entre marido e mulher) no transepto sul da Igreja do Mosteiro de Alcobaça. Daqui passaram para a Sala dos Túmulos. No século XX voltaram a ser colocados no transepto da Igreja, onde se encontram atualmente: frente a frente, estando o túmulo de D. Inês no braço norte do transepto e o túmulo de D. Pedro I no braço sul, de tal modo a que quando ressuscitarem se levantem e vejam um ao outro.
Nos jacentes ambas as figuras estão coroadas, de expressão tranquila e rodeadas por seis anjos que lhes ajeitam as roupagens e lhes levantam a cabeça (como que a elevá-los para o Céu). As faces dos sarcófagos estão decorados com temática heráldica (representações de brasões das respetivas famílias), bíblica, vegetalista e geométrica. Em termos escultóricos, o túmulo de D. Pedro I é considerado uma melhor obra, chegando os altos-relevos a atingir 15 cm de profundidade, enquanto no túmulo de D. Inês atingem os 10 cm.
Túmulo de D. Inês:
Inês de Castro está representada com a expressão tranquila, rodeada por anjos e coroada de rainha. A mão direita toca na ponta do colar que lhe cai do peito e a mão esquerda, enluvada, segura a outra luva.
Os temas representados no túmulo são: nos frontais, a Infância de Cristo e a Paixão de Cristo e, nos faciais, o Calvário e o Juízo Final.
Neste túmulo salienta-se um dos faciais, que representa o Juízo Final. Pensa-se que D. Pedro, com a representação desta cena dramática da religião cristã, quis mostrar a todos (inclusive a seu pai e aos assassinos) que ele e Inês tinham um lugar no Paraíso e que quem os fizera sofrer tanto podia ter a certeza que iria entrar pela bocarra de Levitão representada no canto inferior direito do facial. Podemos observar também a figura de Cristo entronizado, e a Virgem e os Apóstolos que à sua direita rezam. Em baixo estão representados os mortos que se levantam das suas sepulturas para serem julgados.
Túmulo de D. Pedro:
D. Pedro I está representado também com a expressão tranquila, coroado e rodeado por anjos. Segura o punho da espada na mão direita, enquanto com a esquerda agarra a bainha.
Nas faces do túmulos estão representadas: nos frontais, a Infância de S. Bartolomeu e o Martírio de S. Bartolomeu e, nos faciais, a Roda da Vida e a Roda da Fortuna e ainda a Boa Morte de D. Pedro.
Neste túmulo destaca-se o facial da cabeceira onde está representada a Roda da Vida e a Roda da Fortuna. A Roda da Vida possui 12 edículas com os momentos da vida amorosa e trágica de D. Pedro e de D. Inês. Na leitura das edículas (feita no sentido ascendente e da esquerda para a direita), podemos observar:
1 D. Inês acaricia um dos filhos;
2 O casal convive com os três filhos;
3 D. Inês e D. Pedro jogam xadrez;
4 Os dois amantes mostram-se em terno convívio;
5 D. Inês subjuga uma figura prostrada no chão;
6 D. Pedro sentado num grandioso trono;
7 D. Inês apanhada de surpresa pelos assassinos enviados pelo rei D. Afonso IV;
8 D. Inês desmascarando um dos seus assassinos;
9 Degolação de D. Inês;
10 D. Inês já morta;
11 Castigo dos assassinos de Inês;
12 D. Pedro I envolto numa mortalha.
Nas edículas interiores – Roda da Fortuna – podemos observar (no mesmo sentido da Roda da Vida):
I D. Inês sentada à esquerda de D. Pedro (por ainda não estarem casados);
II O casal troca de posição (D. Inês sentada à direita de D. Pedro, o que indica que já estão casados);
III D. Pedro e D. Inês sentados lado a lado parecendo um retrato oficial;
IV D. Afonso IV a expulsar (por apontar do dedo) Inês do reino;
V D. Inês repele um homem que parece ser de novo D. Afonso IV;
VI D. Pedro e D. Inês prostrados no chão subjugados pela figura híbrida da Fortuna que segura com as mãos a roda.
Qual a simbologia do posicionamento dos túmulos de D. Pedro e D. Inês?
O facto dos túmulos estarem posicionados, frente a frente, simbolizam o amor eterno.
Simbolizam a separação terrena.
Apresentam uma simbologia histórica relacionada com a morte de D. Inês.
Apresentam um simbolismo religioso.
Qual o simbolismo da Roda da vida , representada nos túmulos?
A Roda da Vida possui 12 edículas com os momentos da vida amorosa e trágica de D. Pedro e seu pai, bem como de D. Inês.
A Roda da Vida possui 12 edículas com os momentos da vida amorosa e trágica de D. Pedro e de D. Inês.
A Roda da Vida possui 12 edículas com os últimos momentos da vida trágica de D. Inês.
A Roda da Vida possui 25 edículas com os momentos da vida amorosa e trágica de D. Pedro e de D. Inês.
Quando finalmente assumiu a coroa em 1357, D. Pedro mandou prender e matar os assassinos de Inês, arrancando-lhes o coração, o que lhe valeu o cognome de o (a) .
Responde, usando apenas uma palavra, respeitando a sua acentuação e ortografia, iniciando por maiúscula, sem ponto final.
