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Pressão atmosférica e precipitação

Total questions: 40

Worksheet time: 41mins

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1.

Pressão atmosférica é...

a)

a força do ar atmosférico sobre a superfície da terra

b)

o peso da troposfera sobre a superfície da terra

c)

a força da troposfera sobre a superfície da terra

d)

o conjunto de altas e baixas pressões do planeta

2.

A pressão é normal de for

a)

igual a 1015 mb

b)

maior que 1015 mb

c)

menor que 1013 mb

d)

igual a 1013 mb

3.

A figura em anexo representa...

a)

Um centro de baixas pressões.

b)

Uma depressão.

c)

Um anticiclone.

d)

Um centro de médias pressões.

4.

Selecione a sequência de valores que completa o centro barométrico, sabendo que os mesmos se encontram dispostos da periferia para o centro.

a)

1020; 1025; 1030; 1035.

b)

1010; 1005; 1000; 995.

c)

1020; 1025; 1005; 1000

d)

1015; 1020; 1030; 1035

5.

Podemos classificar as baixas pressões equatoriais, quanto à origem da sua formação, de...

a)

Termodinâmica.

b)

Dinâmica.

c)

Térmica.

d)

Termoativa.

6.

Diz-se que as altas pressões polares são de origem térmica, porque...

a)

Resultam do intenso arrefecimento do ar em contacto com o solo gelado nas regiões polares.

b)

Resultam do intenso aquecimento do ar em contacto com o solo sobreaquecido nas regiões do equador.

c)

Resultam da convergência dos ventos alísios.

d)

Resultam das elevadas temperaturas que dilatam o ar tornando-o mais leve.

7.

A célula atmosférica de Hadley está localizada...

a)

Na zona intertropical.

b)

Na zona temperada do norte e do sul.

c)

Na zona quente do hemisfério norte.

d)

Na zona fria do hemisfério sul.

8.

1. A força que o ar exerce sobre a superfície da Terra pode ser medida em …

a)

· mbar ou em hPa

b)

· mm de Hg e mm

c)

· 0C e mbar

d)

· hPa e 0C

9.

O centro de ação da figura é ...

a)

· um anticiclone porque o ar é divergente à superfície e descendente em altitude.

b)

· uma depressão porque o ar é descendente e divergente.

c)

· um centro de altas pressões porque o ar é convergente em altitude e descendente à superfície.

d)

· um centro de baixas pressões porque o ar é ascendente em altitude e convergente à superfície.

10.

A diferença de pressão de lugar para lugar denomina-se …

a)

· gradiente térmico.

b)

· gradiente pluviométrico.

c)

· força de Coriolis.

d)

· força do gradiente

11.

Nestes casos

a)

X e Y representam ambos baixas pressões

b)

X é uma alta pressão e Y é uma baixa pressão

c)

X é uma baixa pressão e Y é uma alta pressão

d)

X é um Anticiclone enquanto Y é uma depressão

12.

Esta imagem de um anticiclone refere-se

a)

ao hemisfério Sul, porque a força de Coriolis desvia para a direita.

b)

ao hemisfério Norte, porque a força de Coriolis desvia para a direita.

c)

ao Hemisfério Sul, porque a força de Coriolis desvia para a esquerda ao ir para sul.

d)

ao Hemisfério Norte, porque a força de Coriolis desvia para a direita ao ir para norte.

13.

Numa baixa pressão as correntes verticais são ___(1)___, provocando ___(2)___ do ar e possível precipitação.

a)

(1) ascendentes, (2) arrefecimento

b)

(1) subsidentes, (2) arrefecimento

c)

(1) ascendentes, (2) aquecimento

d)

(1) subsidentes, (2) aquecimento

14.

A frente representada na figura é...

a)

uma frente oclusa.

b)

uma frente tropical.

c)

uma frente fria.

d)

uma frente quente.

15.

Na zona temperada do Norte formam-se, na frente polar, perturbações que dão origem a famílias de depressões barométricas que, no Inverno, afectam, com frequência, o estado do tempo em Portugal. A Figura 1 representa, em corte vertical, a posição relativa dos diferentes sectores de uma perturbação da frente polar.

A passagem das superfícies frontais, em Portugal, na situação que a Figura 1 representa, é acompanhada, em regra, por precipitação com características diferentes. Assim,...

a)

a superfície frontal quente origina chuva miudinha e a superfície frontal fria origina aguaceiros mais ou menos intensos.

b)

a superfície frontal quente origina queda de neve e a superfície frontal fria origina queda de saraiva e de granizo.

c)

a superfície frontal quente origina aguaceiros mais ou menos intensos e a superfície frontal fria origina chuva miudinha

d)

a superfície frontal quente origina queda de saraiva e de granizo e a superfície frontal fria origina queda de neve

16.

O esquema que representa a variação mais frequente da temperatura num lugar sujeito à passagem de uma perturbação da frente polar é o que se encontra identificado pela letra...

a)

A

b)

B

c)

C

d)

D

17.

O estado do tempo em Portugal continental no dia 17 de julho de 2012, de acordo com a Figura 2, foi influenciado

a)

pelo anticiclone dos Açores, que se estendia em crista até à Europa Central.

b)

por um anticiclone de origem térmica formado no centro da Europa.

c)

por um centro de baixas pressões de origem térmica formado no interior da Península Ibérica

d)

pela perturbação da frente polar localizada a noroeste de Portugal continental.

18.

A Figura corresponde à carta sinóptica do dia 3 de janeiro de 2014.

A depressão barométrica identificada na Figura está centrada na proximidade

a)

das Ilhas Britânicas

b)

da Noruega.

c)

da Islândia

d)

das ilhas açoreanas.

19.

As isolinhas traçadas na carta sinóptica da Figura denominam-se

a)

isóbaras.

b)

isoietas

c)

isotérmicas

d)

isótimas.

20.

A interpretação da carta sinóptica da Figura permite-nos afirmar que

a)

a massa de ar que afeta o arquipélago da Madeira é mais quente do que a massa de ar que afeta o arquipélago dos Açores.

b)

a massa de ar que afeta Portugal continental é mais fria do que a massa de ar que afeta a Grã- -Bretanha

c)

a massa de ar que afeta a Grã-Bretanha é mais quente do que a massa de ar que afeta o arquipélago da Madeira.

d)

a massa de ar que afeta Portugal continental é mais fria do que a massa de ar que afeta o arquipélago dos Açores.

21.

. O estado de tempo que se fará sentir em Portugal continental, nas horas seguintes à situação meteorológica representada na Figura , caracterizar-se-á por uma elevada probabilidade de

a)

ocorrência de nuvens de desenvolvimento vertical e de aguaceiros, devido à aproximação da frente fria, que progride de oeste para este.

b)

ocorrência de nuvens de desenvolvimento horizontal e de chuviscos, devido à aproximação da frente fria, que progride de oeste para este

c)

ausência de vento e fraca nebulosidade, devido à aproximação da frente quente, que progride de este para oeste.

d)

ausência de vento e forte nebulosidade, devido à aproximação da frente quente, que progride de este para oeste.

22.

.Identifique a imagem de satélite (A, B, C ou D) que corresponde à carta sinótica representada na Figura

a)

B

b)

A

c)

D

d)

C

23.

De acordo com a Figura , podemos inferir que o estado de tempo em Portugal continental se caracterizou por uma situação de

a)

estabilidade atmosférica, devido à influência de um anticiclone que se estendeu desde a Grã‑Bretanha até à Península Ibérica.

b)

estabilidade atmosférica, devido à aproximação de uma massa de ar quente proveniente do oceano Atlântico.

c)

instabilidade atmosférica, devido à influência de uma depressão que se estendeu desde a Grã‑Bretanha até à Península Ibérica

d)

instabilidade atmosférica, devido à aproximação de uma frente quente proveniente do oceano Atlântico.

24.

Nesta imagem está implícita...

a)

Chuva frontal

b)

Chuva convectiva

c)

Chuva orográfica

d)

Chuva convergente

25.

As chuvas convectivas são provocadas

a)

pelo intenso aquecimento do ar à superfície

b)

pelo intenso arrefecimento do ar à superfície

c)

pelo aquecimento do ar quando sobe

d)

pelo encontro de duas massas de ar

26.

As chuvas convectivas são típicas no nosso país...

a)

no início da Primavera

b)

no final do Outono

c)

durante o Inverno e no interior

d)

durante o Verão e no interior

27.

A precipitação orográfica ocorre principalmente...

a)

quando o ar húmido é obrigado a subir vertentes montanhosas

b)

quando o ar húmido é obrigado a descer das vertentes montanhosas

c)

quando duas massas de ar de características diferentes se encontram

d)

principalmente no interior dos países

28.

Relativamente aos tipos de chuvas da imagem, pode dizer-se que

a)

a situação I representa chuva frontal e a II chuva orográfica

b)

a situação I representa chuva convectiva e a III chuva orográfica

c)

a situação II representa chuva frontal e a III chuva convectiva

d)

a situação II representa chuva convectiva e a III chuva orográfica

29.

Os valores de precipitação do noroeste de Portugal continental explicam-se por

a)

Influência das chuvas frontais e das chuvas orográficas

b)

principalmente pelas chuvas frontais

c)

principalmente pelas chuvas orográficas

d)

pela frequência com que ocorrem chuvas convectivas

30.

A Cordilheira Central (serras da Estrela, Lousã, Açor), na sua orientação em relação à linha de costa, é um relevo...

a)

discordante.

b)

concordante.

31.

No noroeste de Portugal, a precipitação é mais elevada porque...

a)

existem montanhas concordantes à linha de costa.

b)

existem montanhas discordantes à linha de costa.

c)

é uma região do país muito influenciada pelos anticiclones subtropicais.

d)

nenhuma das opções anteriores está correta.

32.

A precipitação frontal é muito frequente em Portugal...

a)

no sul e durante o verão.

b)

no norte e durante o verão.

c)

no sul e durante o inverno.

d)

no norte e durante o inverno.

33.

Com a passagem de uma frente fria, a pressão atmosférica...

a)

aumenta.

b)

mantém-se.

c)

diminui.

d)

anula-se.

34.

O estado de tempo mais associado à passagem de uma frente quente é...

a)

ausência de precipitação, devido à subida da temperatura.

b)

precipitação intensa e descida da temperatura.

c)

precipitação sob a forma de chuvisco e aumento da temperatura.

d)

precipitação intensa, com nuvens de grande desenvolvimento vertical.

35.

A irregularidade intra-anual explica-se principalmente

a)

pela oscilação para Norte e Sul ao longo do ano das baixas pressões subpolares e pela variação anual da temperatura

b)

pela deslocação para Sul ao longo de todo o ano das baixas pressões subpolares e pela variação da temperatura

c)

pela deslocação para Norte ao longo de todo o ano das altas pressões subtropicais e pela variação da temperatura

d)

pela oscilação para Norte e Sul ao longo do ano das baixas pressões subpolares e uma temperatura praticamente constante

36.

O Nordeste do país tem menos precipitação devido

a)

à influência do relevo concordante do Noroeste e de ventos de Leste, mais secos

b)

ao seu relevo plano e baixo

c)

ao facto de apresentar temperaturas bastante mais extremas que no litoral

d)

a sofrer mais vezes influência de massas de ar quente e seco do Norte de África

37.

No sul do país

a)

chove menos, porque se faz sentir menos a influência das perturbações frontais e a temperatura média é mais elevada

b)

chove menos, porque o relevo é concordante e portanto protege dos ventos húmidos de oeste

c)

chove mais, devido aos ventos húmidos de oeste, que conseguem penetrar para o interior devido ao relevo plano

d)

chove menos, exclusivamente devido às massas de ar quente e seco do Norte de África

38.

A frente representada na figura é...

a)

uma frente oclusa.

b)

uma frente tropical.

c)

uma frente fria.

d)

uma frente quente.

39.

No noroeste de Portugal, a precipitação é mais elevada porque...

a)

existem montanhas concordantes à linha de costa.

b)

existem montanhas discordantes à linha de costa.

c)

é uma região do país muito influenciada pelos anticiclones subtropicais.

d)

nenhuma das opções anteriores está correta.

40.

Nos Anticiclones ....

a)

o ar movimenta-se da periferia para o centro

b)

a pressão do centro é maior do que na periferia.

c)

o centro está identificado pela letra B ou sinal +.

d)

a pressão da periferia é maior do que no centro.