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Praticando os Descritores

Total questions: 10

Worksheet time: 5mins

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1.

TEXTO I

Piscina natural no Morro do Moreno vira atração no ES

Local tem sido descoberto por moradores da Grande Vitória no calor.

A piscina de águas naturais da Ponta do Farol, no Morro do Moreno, em Vila Velha,

virou atração durante o calor no Espírito Santo. O local, antes pouco visitado, foi divulgado

em uma página que mostra os pontos turísticos do estado nas redes sociais. Depois da

publicação, a piscina tem recebido visitantes de toda a Grande Vitória.

Nem mesmo os moradores de Vila Velha e frequentadores antigos da formação de pedra

que cerca o local conheciam o pequeno recanto. É o caso do administrador Deverson Daltio,

que costuma passear de bicicleta e fazer caminhadas com a amiga Joseane de Carvalho

bem pertinho da piscina.

“Agente sempre passou por aqui, mas não sabia da piscina. Vimos que é um lugar maravilhoso

para relaxar, fazer fotos, então viemos descobrir. Estamos adorando”, disse Deverson.

As estudantes Eduarda Furtado e Juliana Moreira saíram de Vitória para ir até a piscina.

As duas também já conheciam o Farol de Santa Luzia e o Morro do Moreno, mas a piscina

natural foi uma surpresa.

Enquanto a maré estiver alta, o local pode ser curtido para banhos. A água cristalina e a

vista para a Terceira Ponte fizeram sucesso entre os moradores e turistas. [...]

Disponível em: <http://g1.globo.com/espirito-santo/noticia/2015/12/piscina-natural-no-morro-do-moreno-vira-atracao-no-es.

html>. Acesso em: 12 jan. 2016. Fragmento.

TEXTO II

Ecoturismo na Rota do Caparaó é a dica para o fim de semana no Espírito Santo

O fim de semana se aproxima e a Secretaria de Estado de Turismo (Setur) indica o

Parque Nacional do Caparaó, que abriga o Pico da Bandeira, como opção para os adeptos

do ecoturismo.

O Pico da Bandeira é o terceiro ponto mais alto do país, com 2 890 metros de altitude.

O parque que abriga o pico situa-se na divisa entre o Espírito Santo e Minas Gerais e tem

70% de sua extensão em território capixaba. A entrada principal do parque localiza-se no

município de Dores do Rio Preto, ao Sul do Espírito Santo.

O relevo favorece a formação de quedas d’água, sendo as mais conhecidas a Cachoeira

Bonita, com 80 metros de altura, e o Vale Verde, famoso por belas piscinas naturais. A

fauna e a flora são riquíssimas e podem ser observadas nos trekkings realizados com a

companhia de um guia. [...]

O clima no parque é frio e em alguns meses do ano as temperaturas chegam a ser

negativas. O Caparaó é um dos cenários de ecoturismo mais visitados do país e seu grande

fluxo de visitantes é responsável por movimentar a região em seu entorno.

Disponível em: <http://ruralcentro.uol.com.br/noticias/ecoturismo-na-rota-do-caparao-e-a-dica-para-o-fim-de-semana-no-

espirito-santo-38145#y=563>. Acesso em: 15 jan. 2016. Fragmento.

(P110170H6) Esses textos têm em comum o fato de

a)

apresentarem parques ecológicos naturais.

b)

citarem atrações turísticas do Espírito Santo.

c)

destacarem o turismo na cidade de Vitória.

d)

divulgarem as cachoeiras do Espírito Santo.

2.

(P120008H6) O objetivo comunicativo desse texto é

a)

anunciar um produto.

b)

dar uma orientação.

c)

divulgar uma campanha.

d)

ensinar um procedimento.

3.

Leia novamente o texto “Doe... sonhos” para responder à questão abaixo.

Nesse texto, no trecho “Se você tem brinquedos...”, o termo em destaque expressa uma

relação de

a)

adição.

b)

causa.

c)

conclusão.

d)

condição.

4.

Leia o texto abaixo.

Cardápio existencial

– E se a vida for como um cardápio?

A pergunta pegou Rosinha de surpresa. Ela levantou os olhos do menu e se deparou

com o marido em estado reflexivo.

– Ora, Alfredo, deixe de filosofar e escolha logo o seu prato.

Os dois haviam saído para jantar e estavam na varanda do Bar Lagoa, de onde se pode

ver um cantinho de céu e o Redentor.

– Rosinha, pense nas consequências do que estou dizendo. Se a vida for como um

cardápio, nós talvez estejamos escolhendo errado. No lugar da buchada de bode em que

nossas vidas se transformaram, poderíamos nos deliciar com escargots. Experimentar

sabores novos, mais sofisticados...

– Por que a vida seria como um cardápio, Alfredo? Tenha dó.

– E por que não seria? Ninguém sabe de fato o que é a vida, portanto qualquer acepção

é válida, até prova em contrário.

– Benhê, acorda. Ninguém vai aparecer para servir o seu cardápio imaginário. Na vida, a gente

tem que ir buscar. A vida é mais parecida com um restaurante a quilo, self-service, entende?

– Boa imagem. Concordo com o restaurante a quilo. É assim para quase todo mundo.

Mas quando evoluímos um pouco, chega a hora em que podemos nos servir a la carte.

Rosinha, nós estamos nesse nível. Podemos fazer opções mais ousadas.

– Alfredo, se você está querendo aventuras, variar o arroz com feijão, seja claro. Não me

venha com essa conversa de cardápio existencial. Além disso, se a nossa vida virou uma

buchada de bode, com quem você pensa experimentar essa coisa gosmenta, o tal escargot?

– Querida, não reduza minhas ideias a uma trivial variação gastronômica. Minha hipótese,

caso correta, tem implicações metafísicas. Se a vida for como um cardápio, do outro lado

teria que existir o Grand Chef, o criador do menu.

– Alfredo, fofo, agora você viajou na maionese.

FARIAS, Antônio Carlos de. Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/ult686u141.shtml>. Acesso em: 9 mar. 2014.Fragmento. (P120131G5_SUP)

O enredo dessa história desenvolveu-se a partir

a)

da comparação com os dois pratos feita pelo marido.

b)

da saída do casal para jantar na varanda do Bar Lagoa.

c)

do momento que Rosinha diz que o marido viajou na maionese.

d)

do questionamento do marido sobre a filosofia da vida.

5.

(...) – Por que a vida seria como um cardápio, Alfredo? Tenha dó.

– E por que não seria? Ninguém sabe de fato o que é a vida, portanto qualquer acepção

é válida, até prova em contrário.

– Benhê, acorda. Ninguém vai aparecer para servir o seu cardápio imaginário. Na vida, a gente

tem que ir buscar. A vida é mais parecida com um restaurante a quilo, self-service, entende? (...)

Reconhecer o efeito de sentido decorrente da escolha de palavras, frases ou expressões.

Nesse texto, o trecho “– Benhê, acorda.” (l. 14) revela

a)

carinho.

b)

infantilidade.

c)

irritação.

d)

preocupação.

6.

Com base nesse texto, conclui-se que o menino

a)

é um excelente aluno.

b)

faz sempre os deveres.

c)

tem medo da professora.

d)

tenta enganar a mãe.

7.

Leia o texto abaixo.

O anel de vidro

Aquele pequenino anel que tu me deste,

– Ai de mim – era vidro e logo se quebrou

Assim também o eterno amor que prometeste,

– Eterno! era bem pouco e cedo se acabou.

Frágil penhor1 que foi do amor que me tiveste,

Símbolo da afeição que o tempo aniquilou, –

Aquele pequenino anel que tu me deste,

– Ai de mim – era vidro e logo se quebrou

Não me turbou, porém, o despeito que investe

Gritando maldições contra aquilo que amou.

De ti conservo no peito a saudade celeste

Como também guardei o pó que me ficou

Daquele pequenino anel que tu me deste

Vocabulário:

1Penhor: garantia, segurança.

BANDEIRA, M. Disponível em: <http://www.revistabula.com/564-os-10-melhores-poemas-de-manuel-bandeira/>. Acesso em: 12 jan. 2015.

(P120011H6_SUP)

De acordo com esse texto, o anel se quebrou porque

a)

a saudade foi conservada.

b)

era de frágil penhor.

c)

foi feito de vidro.

d)

o amor foi prometido.

8.

Leia novamente o texto “O anel de vidro” para responder às questões abaixo.

O anel de vidro

Aquele pequenino anel que tu me deste,

– Ai de mim – era vidro e logo se quebrou

Assim também o eterno amor que prometeste,

– Eterno! era bem pouco e cedo se acabou.

Frágil penhor1 que foi do amor que me tiveste,

Símbolo da afeição que o tempo aniquilou, –

Aquele pequenino anel que tu me deste,

– Ai de mim – era vidro e logo se quebrou

Não me turbou, porém, o despeito que investe

Gritando maldições contra aquilo que amou.

De ti conservo no peito a saudade celeste

Como também guardei o pó que me ficou

Daquele pequenino anel que tu me deste

Vocabulário:

1Penhor: garantia, segurança.

Nesse texto, há um traço de ironia no verso:

a)

“Aquele pequenino anel que tu me deste,”. (v. 1)

b)

“– Eterno! era bem pouco e cedo se acabou.”. (v. 4)

c)

“Símbolo da afeição que o tempo aniquilou, –”. (v. 6)

d)

“Não me turbou, porém, o despeito que investe”. (v. 9)

9.

Leia o texto abaixo.

Idioma ajuda a criar marcas de identidade

A língua é patrimônio de uma coletividade, seja ela a língua oficial de um Estado

constituído, seja ela a língua materna de uma comunidade minoritária de imigrantes em

um país estrangeiro, [...] e assim por diante. De qualquer modo, a língua constitui marca

identitária da comunidade que a usa [...].

Entretanto, nenhuma língua compõe um bloco de formas e construções cristalizadas,

usadas sempre do mesmo modo por todos os falantes, isto é, nenhuma língua é cristalizada,

sem variações, imutável. Aliás, imaginar uma língua que assim fosse é imaginar algo

completamente impossível.

Uma língua cumpre suas funções em uma comunidade exatamente porque: ela é moldável,

para satisfação dos propósitos da fala; ela é variável, para oferta às escolhas dos falantes;

ela é dinâmica, para servir às necessidades de expressão nas diferentes situações, nos

diferentes lugares, nos diferentes momentos. Só assim ela revela as identidades individuais

que se constroem no espaço simbólico que ela própria identifica e marca, no conjunto. [...]

Significa isso que se esteja negando a existência de padrões? Não, pelo contrário. Nessa

variabilidade e nesse dinamismo naturalmente se formam “padrões” de uso, que, por sua

vez, identificam grupos, e, numa apuração mais fina, identificam os próprios indivíduos.

NEVES, Maria Helena de Moura. Língua Portuguesa. Set. 2010. Fragmento. (P120091F5_SUP)

A ideia defendida nesse texto está no trecho:

a)

“A língua é patrimônio de uma coletividade,...”. (l. 1)

b)

“... a língua constitui marca identitária da comunidade que a usa.”. (l. 3-4)

c)

“... nenhuma língua é cristalizada, sem variações, imutável.”. (l. 6-7)

d)

“Uma língua cumpre suas funções em uma comunidade...”. (l. 9)

10.

(...) Uma língua cumpre suas funções em uma comunidade exatamente porque: ela é moldável,

para satisfação dos propósitos da fala; ela é variável, para oferta às escolhas dos falantes;

ela é dinâmica, para servir às necessidades de expressão nas diferentes situações, nos

diferentes lugares, nos diferentes momentos. Só assim ela revela as identidades individuais

que se constroem no espaço simbólico que ela própria identifica e marca, no conjunto. [...]

No trecho “... que se constroem no espaço simbólico...”, a palavra destacada retoma

o termo

a)

diferentes situações.

b)

escolhas.

c)

identidades individuais.

d)

necessidades.