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RECUPERAÇÃO 8 ANO

Total questions: 40

Worksheet time: 44mins

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1.

Nossa vida


Lá em casa, a situação estava difícil. O pai tinha ficado desempregado. A mãe achava que qualquer trabalho podia pelo menos pagar a comida. A gente morava em Mambaí, Estado de Goiás. Aí apareceu um emprego numa fazenda pro lado dos Gerais da Bahia, bem perto da fronteira. Fui trabalhar junto com meus irmãos nessa tal fazenda. Era o projeto de um grande banco, apoiado pelo governo.

A fazenda dizia que pagava o salário, mas nunca existiu salário nenhum. No final do mês, tudo que se comia ou se usava era descontado. Não sobrava nada de dinheiro. E a gente era obrigada a trabalhar de sol a sol.

─ Trabalho escravo ─ disseram os peões de Mambaí que já tinham passado por isso.

─ Mas usar criança é judiação! ─ falou um dia o dono do bar.

Disseram também que essas fazendas usam crianças como trabalhadores porque fica mais barato. Quatro ou cinco custam o mesmo que um adulto, comem menos, obedecem melhor e cada uma faz o trabalho de gente grande.

O capataz da fazenda dizia que o dinheiro podia sobrar se a gente trabalhasse direito. Ouvi falar de gente que saiu de lá com dívida, mas não com dinheiro.

Se pelo menos a gente estivesse se alimentando bem... Minha mãe não sabia que a comida na fazenda era ruim. Achava que era frescura de criança. Mas não era, não. De manhãzinha, café aguado com pão duro. No almoço, só coisa de entupir ─ macarrão puro ou arroz com farinha.

Pro serviço na fazenda render, o capataz fazia a gente trabalhar firme. Eu tenho catorze anos. Sou forte. Mas meus irmãos e um monte de outras crianças com corpinho fraco faziam serviço pesado de adulto ─ roçar e capinar era duro de lascar, mas a gente ainda aguentava. O pior era carregar carrinhos de mão pesados, cheios de material para a lavoura.

Ninguém tem ideia da vida dura que a gente levava nessa fazenda dos Gerais da Bahia.


Paula Saldanha. “Heróis dos Gerais”. São Paulo, FTD, 1998, p. 7-9.

O objetivo do texto é:

a)

divulgar algo

b)

noticiar um fato

c)

narrar uma história

2.

Nossa vida


Lá em casa, a situação estava difícil. O pai tinha ficado desempregado. A mãe achava que qualquer trabalho podia pelo menos pagar a comida. A gente morava em Mambaí, Estado de Goiás. Aí apareceu um emprego numa fazenda pro lado dos Gerais da Bahia, bem perto da fronteira. Fui trabalhar junto com meus irmãos nessa tal fazenda. Era o projeto de um grande banco, apoiado pelo governo.

A fazenda dizia que pagava o salário, mas nunca existiu salário nenhum. No final do mês, tudo que se comia ou se usava era descontado. Não sobrava nada de dinheiro. E a gente era obrigada a trabalhar de sol a sol.

─ Trabalho escravo ─ disseram os peões de Mambaí que já tinham passado por isso.

─ Mas usar criança é judiação! ─ falou um dia o dono do bar.

Disseram também que essas fazendas usam crianças como trabalhadores porque fica mais barato. Quatro ou cinco custam o mesmo que um adulto, comem menos, obedecem melhor e cada uma faz o trabalho de gente grande.

O capataz da fazenda dizia que o dinheiro podia sobrar se a gente trabalhasse direito. Ouvi falar de gente que saiu de lá com dívida, mas não com dinheiro.

Se pelo menos a gente estivesse se alimentando bem... Minha mãe não sabia que a comida na fazenda era ruim. Achava que era frescura de criança. Mas não era, não. De manhãzinha, café aguado com pão duro. No almoço, só coisa de entupir ─ macarrão puro ou arroz com farinha.

Pro serviço na fazenda render, o capataz fazia a gente trabalhar firme. Eu tenho catorze anos. Sou forte. Mas meus irmãos e um monte de outras crianças com corpinho fraco faziam serviço pesado de adulto ─ roçar e capinar era duro de lascar, mas a gente ainda aguentava. O pior era carregar carrinhos de mão pesados, cheios de material para a lavoura.

Ninguém tem ideia da vida dura que a gente levava nessa fazenda dos Gerais da Bahia.


Paula Saldanha. “Heróis dos Gerais”. São Paulo, FTD, 1998, p. 7-9.

Na parte "Disseram também que essas fazendas usam crianças como trabalhadores porque fica mais barato", o narrador revela:

a)

o motivo de essas fazendas usarem crianças como trabalhadores.

b)

a finalidade de essas fazendas usarem crianças como trabalhadores.

c)

a consequência de essas fazendas usarem crianças como trabalhadores.

3.

Nossa vida


Lá em casa, a situação estava difícil. O pai tinha ficado desempregado. A mãe achava que qualquer trabalho podia pelo menos pagar a comida. A gente morava em Mambaí, Estado de Goiás. Aí apareceu um emprego numa fazenda pro lado dos Gerais da Bahia, bem perto da fronteira. Fui trabalhar junto com meus irmãos nessa tal fazenda. Era o projeto de um grande banco, apoiado pelo governo.

A fazenda dizia que pagava o salário, mas nunca existiu salário nenhum. No final do mês, tudo que se comia ou se usava era descontado. Não sobrava nada de dinheiro. E a gente era obrigada a trabalhar de sol a sol.

─ Trabalho escravo ─ disseram os peões de Mambaí que já tinham passado por isso.

─ Mas usar criança é judiação! ─ falou um dia o dono do bar.

Disseram também que essas fazendas usam crianças como trabalhadores porque fica mais barato. Quatro ou cinco custam o mesmo que um adulto, comem menos, obedecem melhor e cada uma faz o trabalho de gente grande.

O capataz da fazenda dizia que o dinheiro podia sobrar se a gente trabalhasse direito. Ouvi falar de gente que saiu de lá com dívida, mas não com dinheiro.

Se pelo menos a gente estivesse se alimentando bem... Minha mãe não sabia que a comida na fazenda era ruim. Achava que era frescura de criança. Mas não era, não. De manhãzinha, café aguado com pão duro. No almoço, só coisa de entupir ─ macarrão puro ou arroz com farinha.

Pro serviço na fazenda render, o capataz fazia a gente trabalhar firme. Eu tenho catorze anos. Sou forte. Mas meus irmãos e um monte de outras crianças com corpinho fraco faziam serviço pesado de adulto ─ roçar e capinar era duro de lascar, mas a gente ainda aguentava. O pior era carregar carrinhos de mão pesados, cheios de material para a lavoura.

Ninguém tem ideia da vida dura que a gente levava nessa fazenda dos Gerais da Bahia.


Paula Saldanha. “Heróis dos Gerais”. São Paulo, FTD, 1998, p. 7-9.

O narrador do texto expôe uma opinião na passagem:

a)

"Era o projeto de um grande barco, apoiado pelo governo".

b)

"De manhãzinha, café aguado com pão duro".

c)

"Ninguém tem ideia da vida dura que a gente levava nessa fazenda dos Gerais da Bahia."

4.

O objetivo do texto é:

a)

Mostrar a importância do livro.

b)

Divulgar uma feria de livros.

c)

Explicar como são feitos os livros.

d)

Indicar locais onde se vendem livros.

5.

Podemos dizer que o texto acima é instrucional porque:

a)

divulga o trabalho de um artista.

b)

informa como, onde e quando o trabalho foi realizado.

c)

é organizado em tópicos.

d)

apresenta um conjunto de procedimentos a serem seguidos.

6.

A GANSA DOS OVOS DE OURO


Era uma vez um casal de camponeses que tinha uma gansa muito especial. De vez em quando, quase todo dia, ela botava um ovo de ouro. Era uma sorte enorme, mas em pouco tempo eles começaram a achar que podiam ficar mais ricos se ela pusesse um ovo daqueles por hora, ou a todo momento que eles quisessem. Falavam nisso sem parar, imaginando o que fariam com tanto ouro. – Que bobagem a gente ficar esperando que todo dia saia dessa gansa um pouquinho... A gansa deve ter dentro dela um jeito especial de fabricar ouro. Isso era o que a gente precisava. – Isso mesmo. Deve ter uma maquininha, um aparelho, alguma coisa assim. Se a gente pegar prá nós, não precisa mais de gansa. – É... Era melhor ter tudo de uma vez. E ficar muito rico. E resolveram matar a gansa para pegar todo o ouro. Mas dentro não tinha nada diferente das outras gansas que eles já tinham visto – só carne, tripa, gordura... E eles não pegaram mais ouro. Nem mesmo ganharam um ovo de ouro, nunca mais. (Ana Maria Machado. O tesouro das virtudes para crianças. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1999.)


Em "Era uma sorte enorme, MAS em pouco tempo eles começaram a achar que podiam ficar MAIS ricos se ela pusesse um ovo daqueles por hora...", as palavras MAS e MAIS indicam, respectivamente a ideia de:

a)

oposição e intensidade

b)

oposição e finalidade

c)

intensidade e oposição

d)

adição e adversidade

7.

A GANSA DOS OVOS DE OURO

Era uma vez um casal de camponeses que tinha uma gansa muito especial. De vez em quando, quase todo dia, ela botava um ovo de ouro. Era uma sorte enorme, mas em pouco tempo eles começaram a achar que podiam ficar mais ricos se ela pusesse um ovo daqueles por hora, ou a todo momento que eles quisessem. Falavam nisso sem parar, imaginando o que fariam com tanto ouro. – Que bobagem a gente ficar esperando que todo dia saia dessa gansa um pouquinho... A gansa deve ter dentro dela um jeito especial de fabricar ouro. Isso era o que a gente precisava. – Isso mesmo. Deve ter uma maquininha, um aparelho, alguma coisa assim. Se a gente pegar prá nós, não precisa mais de gansa. – É... Era melhor ter tudo de uma vez. E ficar muito rico. E resolveram matar a gansa para pegar todo o ouro. Mas dentro não tinha nada diferente das outras gansas que eles já tinham visto – só carne, tripa, gordura... E eles não pegaram mais ouro. Nem mesmo ganharam um ovo de ouro, nunca mais. (Ana Maria Machado. O tesouro das virtudes para crianças. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1999.)


O trecho "... mas em pouco tempo eles começaram a achar que podiam ficar mais ricos." demonstra que o casal era:

a)

inteligente

b)

esperto

c)

ganancioso

d)

maldoso

8.

A GANSA DOS OVOS DE OURO

Era uma vez um casal de camponeses que tinha uma gansa muito especial. De vez em quando, quase todo dia, ela botava um ovo de ouro. Era uma sorte enorme, mas em pouco tempo eles começaram a achar que podiam ficar mais ricos se ela pusesse um ovo daqueles por hora, ou a todo momento que eles quisessem. Falavam nisso sem parar, imaginando o que fariam com tanto ouro. – Que bobagem a gente ficar esperando que todo dia saia dessa gansa um pouquinho... A gansa deve ter dentro dela um jeito especial de fabricar ouro. Isso era o que a gente precisava. – Isso mesmo. Deve ter uma maquininha, um aparelho, alguma coisa assim. Se a gente pegar prá nós, não precisa mais de gansa. – É... Era melhor ter tudo de uma vez. E ficar muito rico. E resolveram matar a gansa para pegar todo o ouro. Mas dentro não tinha nada diferente das outras gansas que eles já tinham visto – só carne, tripa, gordura... E eles não pegaram mais ouro. Nem mesmo ganharam um ovo de ouro, nunca mais. (Ana Maria Machado. O tesouro das virtudes para crianças. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1999.)

O ditado popular que melhor combina com o desfecho dessa história é:

a)

"Cavalo dado não se olha os dentes."

b)

"Quem tudo quer, nada tem."

c)

De grão em grão a galinha enche o pote."

d)

"A união faz a força."

9.

LEMBRANÇAS DO PASSADO

Nasci na Itália e vim pequena para o Brasil. Meu pai era lavrador e trabalhou duro nas fazendas de café. Ganhava pouco, mas, com muita economia, conseguiu juntar dinheiro e mudamos para a cidade de São Paulo, em 1900. Foi uma emoção viajar naquele trem que soltava fagulhas pela chaminé! Fomos morar em uma casa pequena, mas o quintal era enorme. Tinha horta; galinheiro; forno de barro para fazer pães e pizzas; duas cabras e um porco. De tardezinha, a gente brincava na rua. Nem era preciso olhar para os lados, porque não tinha carros naquele tempo. Para ir de um lugar para outro, só a pé, a cavalo ou nos bondes puxados a burros. Quando escurecia, passava o acendedor de lampiões, carregando uma vara comprida, com fogo na ponta, e, com ela, ia acendendo os bicos de gás dos postes. Quando a eletricidade chegou, muita coisa mudou. Os lampiões a gás foram substituídos pelas lâmpadas elétricas. Chegou o rádio e a família toda ficava ouvindo as notícias e as novelas. Chegou também o cinema, que, naquele tempo, tinha imagem, mas não tinha som. A inauguração dos bondes elétricos foi uma emoção. Todo mundo foi ver. Ele passou descendo a ladeira, e a molecada foi correndo atrás... No fim de semana, a diversão preferida era o futebol. Foram os ingleses que trouxeram este esporte para o Brasil e todo mundo gostou. Cada bairro tinha seu time e muitos campinhos de futebol. Os rios eram tão limpos que neles a gente nadava e fazia competições de natação. Os primeiros automóveis foram uma sensação. No começo eram poucos, mas foram aumentando e tomando conta da cidade. Os cheiros e barulhos mudaram. A cidade foi mudando cada vez mais depressa e a vida da gente também. As novidades foram chegando: panelas de alumínio, geladeira, liquidificador, aspirador de pó, fogão a gás, objetos de plástico, roupas de náilon e, por fim, a melhor das novidades – a televisão. Mas quem era pobre só conseguiu comprar essas coisas depois que elas começaram a ser fabricadas no Brasil. São Paulo foi crescendo sem parar. Dizem que é a cidade que mais depressa cresceu em todo o mundo, e isso era motivo de grande orgulho para os paulistas. Mas, hoje, é motivo de preocupação, pois esse crescimento causou muitos problemas. Mesmo assim, eu gosto dela. Aqui passei minha vida, aqui estão minhas lembranças. (Rosicler Martins Rodrigues. Cidades brasileiras: o passado e o presente. São Paulo: Moderna, 1992.)

O principal objetivo do texto é:

a)

apontar as mudanças que o progresso trouxe para a cidade.

b)

criticar a tecnologia.

c)

contar a vida da autora que veio da Itália.

d)

contar a história de São Paulo.

10.

LEMBRANÇAS DO PASSADO

Nasci na Itália e vim pequena para o Brasil. Meu pai era lavrador e trabalhou duro nas fazendas de café. Ganhava pouco, mas, com muita economia, conseguiu juntar dinheiro e mudamos para a cidade de São Paulo, em 1900. Foi uma emoção viajar naquele trem que soltava fagulhas pela chaminé! Fomos morar em uma casa pequena, mas o quintal era enorme. Tinha horta; galinheiro; forno de barro para fazer pães e pizzas; duas cabras e um porco. De tardezinha, a gente brincava na rua. Nem era preciso olhar para os lados, porque não tinha carros naquele tempo. Para ir de um lugar para outro, só a pé, a cavalo ou nos bondes puxados a burros. Quando escurecia, passava o acendedor de lampiões, carregando uma vara comprida, com fogo na ponta, e, com ela, ia acendendo os bicos de gás dos postes. Quando a eletricidade chegou, muita coisa mudou. Os lampiões a gás foram substituídos pelas lâmpadas elétricas. Chegou o rádio e a família toda ficava ouvindo as notícias e as novelas. Chegou também o cinema, que, naquele tempo, tinha imagem, mas não tinha som. A inauguração dos bondes elétricos foi uma emoção. Todo mundo foi ver. Ele passou descendo a ladeira, e a molecada foi correndo atrás... No fim de semana, a diversão preferida era o futebol. Foram os ingleses que trouxeram este esporte para o Brasil e todo mundo gostou. Cada bairro tinha seu time e muitos campinhos de futebol. Os rios eram tão limpos que neles a gente nadava e fazia competições de natação. Os primeiros automóveis foram uma sensação. No começo eram poucos, mas foram aumentando e tomando conta da cidade. Os cheiros e barulhos mudaram. A cidade foi mudando cada vez mais depressa e a vida da gente também. As novidades foram chegando: panelas de alumínio, geladeira, liquidificador, aspirador de pó, fogão a gás, objetos de plástico, roupas de náilon e, por fim, a melhor das novidades – a televisão. Mas quem era pobre só conseguiu comprar essas coisas depois que elas começaram a ser fabricadas no Brasil. São Paulo foi crescendo sem parar. Dizem que é a cidade que mais depressa cresceu em todo o mundo, e isso era motivo de grande orgulho para os paulistas. Mas, hoje, é motivo de preocupação, pois esse crescimento causou muitos problemas. Mesmo assim, eu gosto dela. Aqui passei minha vida, aqui estão minhas lembranças. (Rosicler Martins Rodrigues. Cidades brasileiras: o passado e o presente. São Paulo: Moderna, 1992.)


Em "QUANDO a eletricidade chegou, muita coisa mudou", sem alteração de sentido, o conectivo em destaque pode ser substituído por:

a)

Embora

b)

desde que

c)

uma vez que

d)

no momento em que

11.

O humor desse texto está no fato de o menino:

a)

querer gastar dinheiro para impressionar a menina.

b)

não se lembrar do aniversário da menina.

c)

levar a menina a uma loja em que tudo era barato.

d)

escolher uma lojinha com poucas opções.

12.

A integração de imagens e palavras contribui para a formação de novos sentidos do texto. A atitude de Romeu em relação a Dalila revela:

a)

compaixão

b)

companheirismo

c)

insensibilidade

d)

revolta

13.

Que frase costuma iniciar os contos de encantamento?

a)

E viveram felizes para sempre

b)

De repente

c)

Era uma vez...

d)

Então...

14.

Qual dos contos abaixo tem um diminutivo no título?

a)

Branca de Neve e os sete anões

b)

João e Maria

c)

O Pequeno Polegar

d)

O Patinho Feio

15.

A tirinha acima apresenta uma linguagem

a)

verbal, somente.

b)

não verbal, somente.

c)

mista.

d)

nenhum tipo de linguagem.

16.

QUAL O GÊNERO DO TEXTO APRESENTADO NA IMAGEM?

a)

POEMA

b)

CONTO

c)

NOTÍCIA

17.

01 – Na canção, a asa branca é uma pomba que simboliza a partida do personagem que canta.

Essa partida é sentida por esse personagem como um(a):

a)

Alívio. Ele não quer mais encontrar Rosinha.

b)

Alegria, pois ele irá para longe.

c)

Tristeza, porque ele não verá mais seu amor.

d)

Alívio, porque não aguenta mais a terra seca do sertão.

18.

A personagem, ao constatar que até a asa branca fugiu, se despede de:

a)

Deus.

b)

Seu sertão.

c)

Seu alazão.

d)

Rosinha.

19.

Devido a situação em que a terra se encontra, a vida da personagem sofreu algumas sérias consequências. Entre essas consequências, encontra-se o fato de que ele:

a)

Perdeu seu gado, seu cavalo e sua plantação.

b)

Viu a asa branca voando em torno da plantação.

c)

Pergunta a Deus por que tamanha judiação?

d)

Perdeu seu amor por Rosinha.

20.

Devido a situação em que a terra se encontra, a vida da personagem sofreu algumas sérias consequências. Entre essas consequências, encontra-se o fato de que ele:

a)

Perdeu seu gado, seu cavalo e sua plantação.

b)

Viu a asa branca voando em torno da plantação.

c)

Pergunta a Deus por que tamanha judiação?

d)

Perdeu seu amor por Rosinha.

21.

Para que possa voltar à sua terra, o personagem espera que:

a)

A asa branca volte a voar por lá.

b)

A chuva volte a cair no sertão.

c)

A Rosinha pare de chorar.

d)

Ele consiga encontrar seu gado.

22.

Que grupo de expressões se aplica mais adequadamente ao sertão brasileiro, que é a região descrita na música “Asa Branca”?

a)

Terra ardendo / falta d’água.

b)

Chuva / Rosinha.

c)

Plantação / meu coração.

d)

Hoje / Deus do céu.

23.

Sobre Rosinha, é possível concluir da letra da canção:

a)

que ela não ficou no sertão.

b)

que ela foi embora com a Asa branca

c)

que ela tinha olhos verdes.

d)

que ela morreu com a seca.

24.

Em qual quadrinho encontramos o humor da tirinha?

a)

No Primeiro quadrinho

b)

No segundo quadrinho

c)

No terceiro quadrinho

d)

em todos

25.

Quais são os recursos NÃO VERBAIS da tirinha ao lado.

a)

somente o cachorro

b)

a casa

c)

a casa o cachorro e as cores

d)

o que o cachorro esta pensando

26.

Quais são as principais características de uma tirinha?

a)

As tirinhas são um gênero textual que se caracteriza pelas histórias curtas, geralmente formadas por três ou quatro quadrinhos. Usualmente fazendo uso do humor, as tirinhas podem apenas contar uma história mas, por vezes, têm propósitos adicionais, como a crítica social, por exemplo

b)

A linguagem é a mista (que mistura imagem e palavras).

c)

Quanto à estrutura, a charge é composta, normalmente, de um único quadro, cujo destaque é a imagem, que pode ou não ser acompanhada de texto.

d)

História em quadrinhos - ou HQ - é o nome dado à arte de narrar histórias através de desenhos e textos em sequência, normalmente na horizontal. Essas histórias possuem os fundamentos básicos das narrativas: enredo, personagens, tempo, lugar e desfecho.

27.

o sinal de "?" foi utilizado com qual função?

a)

Para mostrar um espanto

b)

Uma dúvida

c)

uma emoção

d)

uma pausa

28.

Qual a principal função da tirinha?

4 lines
29.

Qual a função sócio comunicativa da tirinha?

a)

Esse tipo de texto tem o intuito de informar, ao mesmo tempo que prevê criar uma opinião nos leitores. Portanto, ela possui uma função social muito importante como formadora de opinião.

b)

Partimos da hipótese de que as histórias em quadrinhos e as tirinhas são textos narrativos, que conjugam duas linguagens, a verbal e a não verbal, cuja principal função sócio-comunicativa é divertir.

c)

é um formato de divulgação de um acontecimento por meios jornalísticos. É a matéria-prima do Jornalismo, normalmente reconhecida como algum dado ou evento, socialmente relevante que merece publicação em um meio de comunicação social.

d)

é o desenhista especializado em cartum, um dos tipos de humor gráfico caracterizado por retratar de forma crítica aspectos que envolvem o dia a dia de uma sociedade.

30.

1. No primeiro quadrinho, Mônica faz um convite ao seu amigo Cebolinha. O convite foi para:

a)

A. fazer exercícios físicos.

b)

B. estudar.

c)

C. brincar.

d)

D. fazer as tarefas de casa solicitadas pela professora.

31.

2. Ainda no primeiro quadrinho, Cebolinha responde ao convite de sua amiga. De acordo com a imagem, Cebolinha parece:

a)

A. satisfeito com a ideia de brincar.

b)

B. aborrecido, pois não gosta de brincar.

c)

C. irritado, porque não gosta de brincar com meninas.

d)

D. entediado, porque não acha graça nas brincadeiras de Mônica.

32.

3. Com base no segundo quadrinho, podemos dizer que o leitor é surpreendido com uma informação. Qual é a informação responsável por gerar humor na história?

a)

A. Cebolinha está aborrecido.

b)

B. O brinquedo de Mônica na verdade não é um brinquedo.

c)

C. Cebolinha não sabe brincar.

d)

D. Cebolinha tem problemas de saúde.

33.

4. Leia o primeiro quadrinho e responda: o que a palavra "menininha" usada pelo homem expressa sobre Mônica?

a)

A. A menina é pequena e frágil.

b)

B. Mônica adora brincar.

34.

4. Qual é o fato, no segundo quadrinho, responsável por gerar o humor na tirinha?

a)

A. É o fato de Mônica ter ido embora.

b)

B. É o fato de, mesmo aparentando ser frágil, Mônica enterrar o homem numa montanha de areia.

35.

5. Que recurso é utilizado na tirinha para gerar o humor?

a)

A HQ surpreende o leitor, quebrando sua expectativa.

b)

As histórias em quadrinhos são narrativas gráficas compostas por imagens e textos.

c)

O conteúdo pode abordar assuntos filosóficos, políticos e sociais ou apenas entretenimento.

d)

Uso de balões que indicam unem duas mensagens e permitem infinitas interações entre elas. A disposição dos balões pode indicar ordem cronológica das falas.

36.

6. Em que ponto da história houve quebra da expectativa do leitor?

a)

A. Quando a menina atrasa o início da competição.

b)

B. Quando Mônica permite a saída da colega da competição.

c)

C. Quando a menina, mesmo estando numa competição, lembra-se de favorecer seu oponente.

d)

D. Não houve quebra de expectativa por parte do leitor.

37.

7. De acordo com o primeiro quadrinho, Cebolinha ouviu de alguém que Mônica queria:

a)

A. participar de um desfile de 7 de setembro.

b)

B. brincar com bonecas.

c)

C. abrigar-se do Sol.

d)

D. construir um castelo de papelão.

38.

8. De acordo com Cebolinha, no segundo quadrinho, a expressão "trabalho pesado" significa:

a)

A. Um trabalho que envolve necessariamente mexer com pedras.

b)

B. Um trabalho que exige força, disposição e iniciativa.

c)

C. Um trabalho que exige pouco esforço físico.

d)

D. Um trabalho muito agradável de ser realizado.

39.

9. Observe o último quadrinho: quais são as características de Mônica que Cebolinha parece não se lembrar?

a)

A. Ela é forte e proativa.

b)

B. Ela é delicada.

c)

C. Ela é divertida.

d)

D. Ela é inteligente.

40.

10. De acordo com os quadrinhos, podemos afirmar que o diálogo se dá entre:

a)

A. Mônica e o cão.

b)

B. a amiga de Mônica e Cebolinha.

c)

C. as duas meninas.

d)

D. Mônica e Cebolinha.