WorksheetsAntiguidade Oriental
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A respeito da sociedade fenícia podemos afirmar corretamente que:
A Fenícia desconhecia centralização do poder, pois era formada por cidades-estados que tinham ampla autonomia política, econômica, religiosa e administrativa.
A independência política das cidades-estados fenícias foi possível, durante séculos, pelas alianças estabelecidas com os romanos que, por
sua vez, faziam frente à expansão persa.
Os extensos vales situados entre as montanhas
e o mediterrâneo possibilitaram o grande
desenvolvimento da agricultura e do pastoreio e,
conseqüentemente, do comércio.
De todas as criações fenícias, a mais
importante foi a caravela, posteriormente
aperfeiçoada pelos gregos.
A grande e original contribuição dos feníciospara a história da civilização foi a introdução das vogais no alfabeto criado pelos gregos e romanos, o que veio tornar a comunicação mais fácil e rápida.
Os hebreus desenvolveram sua civilização no primeiro milênio antes de Cristo. A respeito dela podemos afirmar, corretamente que:
A importância da história da civilização hebraica
se expressa, especialmente, através da formação
de um Estado centralizado.
A civilização hebraica apresenta traços
específicos que decorrem do seu distanciamento
frente às demais culturas do Oriente Próximo.
A importância do estudo dos hebreus se
justifica pelo monoteísmo ético que surge e se
desenvolve entre eles, constituindo-se um ponto
de partida para o cristianismo e o islamismo.
Os antigos hebreus têm como livro sagrado o
Novo Testamento, que compreende vários outros
livros, dentre os quais está o Gênesis, que trata da
Criação.
A antecedência da civilização hebraica à
sumeriana explica a presença de mitos
semelhantes nas duas culturas.
Na região onde atualmente se encontra o Líbano, instalou-se, no III milênio a.C., um povo semita, que passou a ocupar a estreita faixa de terra, com cerca de 200 quilômetros de comprimento, apertada entre o mar e as montanhas. Várias razões os levaram ao comércio marítimo, merecendo destaque sua proximidade geográfica com o Egito; a costa, que oferecia lugares para bons portos; e os cedros, principal riqueza, usados na construção de navios. O contido nesse parágrafo refere-se ao povo:
Fenício.
Hebreu.
Sumério.
Hitita.
Assírio.
Na Antigüidade, durante o reinado de Ciro I (559-529 a. C.), os persas construíram um vasto império e governaram diferentes povos, adotando uma política que respeitava as diferenças culturais e religiosas. Esse modo de proceder está exemplificado no fato de:
Incorporarem a cultura sumeriana,
especialmente os registros da nova língua
semítica em caracteres cuneiformes.
Arregimentarem entre os caldeus, após a
conquista da Babilônia, os sátrapas,
administradores encarregados das províncias
imperiais.
Libertarem os judeus cativos na Babilônia, que
retornaram à Palestina e reconstruíram o templo
de Salomão e o culto a Iavé.
Difundirem no Egito o culto de Ahura-Mazda,
que, integrando-se às idéias religiosas egípcias,
deu origem ao maniqueísmo.
Entre os povos do oriente médio, os hebreus foram os que mais influenciaram a cultura da civilização ocidental, uma vez que o cristianismo é considerado como uma continuação das tradições religiosas hebraicas. A partir do texto anterior, assinale a alternativa INCORRETA:
Originários da Arábia, os hebreus constituíram
dois reinos: o de Judá e o de Israel na Palestina.
As guerras geraram a unidade política dos
hebreus. Esta unidade se firmou primeiro em torno
de juízes e, depois em volta dos reis.
Os profetas surgiram na Palestina por volta dos
séculos VIII e VII aC., quando ocorreu uma onda
de protestos dos trabalhadores contra os
comerciantes.
A religião hebraica passou por diversas fases,
evoluindo do politeísmo ao monoteísmo difundido
pelos profetas.
Os hebreus se organizaram social e
economicamente com base na propriedade da
terra, o que deu início à Diáspora.
O soberano dividiu o seu império em províncias, chamadas satrápias, sendo a terra considerada como propriedade real e trabalhada pelas comunidades. Estas características identificam o:
Império dos persas durante o reinado de Dario.
Império babilônico durante o governo de
Hamurabi.
Antigo império egípcio durante a dinastia de
Quéops.
Reino de Israel sob o comando de Davi.
Estado espartano durante a vigência das leis de
Dracon.
Os sumérios, povo antigo que habitou a Mesopotâmia, destacou-se na construção de zigurates. O que eram estes zigurates?
Palácios onde viviam os reis e toda nobreza do
povo sumério.
Canais de irrigação construídos nas margens
dos rios Tigre e Eufrates.
Construções em formato de pirâmides, que
eram usadas como locais de armazenagem de
gêneros agrícolas e também como templos
religiosos.
Torres de pedra construídas para proteger as
cidades sumérias.
Qual característica geográfica possibilitava a sobrevivência dos povos da Mesopotâmia?
Presença de um vasto deserto com milhares de
oásis.
Presença de florestas com grande quantidade
de animais e árvores frutíferas.
Muitas montanhas com presença de vales
férteis.
Presença de dois rios (Tigre e Eufrates) que
garantia margens férteis (na época das cheias)
para a agricultura, água para beber e peixes.
No Novo Império Egípcio (1580 - 525 a. C.), a revolução promovida por Amenófis IV (também chamado Akhnaton) teve grande significado porque consistiu na:
expulsão dos hicsos, povo semita que
dominava o Egito desde o Antigo Império;
unificação das diferentes províncias - nomos -
evitando assim a fragmentação do Estado
realização de modificações na estrutura social
do Egito, para eliminar as oligarquias agrárias
promoção de ampla reforma agrária, de modo a
atenuar a miséria dos camponeses
introdução de uma religião monoteísta, a fim de
limitar a influência política dos sacerdotes.
Em 3200 a.C., Menés ficou conhecido por ser o primeiro Faraó do Egito Antigo. Durante os seus reinados, os faraós possuíam bastante poder político e econômico. Diante disso, marque a alternativa correta sobre o que foi a Teocracia na civilização egípcia.
Os Faraós tinham autonomia política e econômica na civilização egípcia, mas, em relação à religião, eles não demonstravam tanta autoridade, pois os deuses eram considerados os mais poderosos pelos indivíduos egípcios.
Teocracia foi uma forma de governo no Egito Antigo em que os Faraós promoveram uma aliança entre religião e política, uma vez que eles eram adorados como deuses e respeitados como rei.
Um governo teocrático era simplesmente aquele em que os indivíduos eram governados por um Faraó que, apesar do grande poder político e econômico, não era visto como um deus.
Somente o Faraó Mentuhotep II, durante o Médio Império, conseguiu promover uma monarquia teocrática em que ele era visto como um deus perante os indivíduos egípcios.
