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Worksheets2024.2 - AB - FIL - 3A
Total questions: 10
Worksheet time: 15mins
A palavra Filosofia é de origem Grega e significa:
razão pelo conhecimento.
lealdade pela sabedoria.
amor e respeito pelo saber.
busca pela sabedoria.
A Filosofia originou-se de:
os gregos eram pessoas que viviam fora da realidade.
inquietação gerada pela curiosidade humana em compreender e questionar os valores e as interpretações comumente aceitas sobre a sua própria realidade.
falta de cultura dos homens da época, os gregos, que não se interessavam por Filosofia.
inquietação gerada pela falta de curiosidade humana em compreender e questionar os valores e as interpretações comumente aceitas sobre a sua própria realidade.
“É preciso dizer que, com a superioridade excessiva que proporcionam a força, a riqueza, […] [os muito ricos] não sabem e nem mesmo querem obedecer aos magistrados […] Ao contrário, aqueles que vivem em extrema penúria desses benefícios tornam-se demasiados humildes e rasteiros. Disso resulta que uns, incapazes de mandar, só sabem mostrar uma obediência servil e que outros, incapazes de se submeter a qualquer poder legítimo, só sabem exercer uma autoridade despótica” (Aristóteles, A Política). Segundo Aristóteles (384-322 a.C.), que viveu em Atenas e em outras cidades gregas, o bom exercício do poder político pressupõe
o confronto social entre ricos e pobres.
a atenuação das desigualdades entre cidadãos.
a coragem e a bondade dos cidadãos.
uma eficiente organização militar do Estado.
O brasileiro tem noção clara dos comportamentos éticos e morais adequados, mas vive sob o espectro da corrupção, revela pesquisa. Se o país fosse resultado dos padrões morais que as pessoas dizem aprovar, pareceria mais com a Escandinávia do que com Bruzundanga (corrompida nação fictícia de Lima Barreto). O distanciamento entre “reconhecer” e “cumprir” efetivamente o que é moral constitui uma ambiguidade inerente ao humano, porque as normas morais são:
criadas pelo homem, que concede a si mesmo a lei à qual deve se submeter.
decorrentes da vontade divina e, por esse motivo, utópicas.
parâmetros idealizados, cujo cumprimento é destituído de obrigação.
amplas e vão além da capacidade de o indivíduo conseguir cumpri-las integralmente.
“Apenas a procriação de filhos legítimos, embora essencial, não justifica a escolha da esposa. As ambições políticas e as necessidades econômicas que as subentendem exercem um papel igualmente poderoso. Como demonstraram inúmeros estudos, os dirigentes atenienses casam-se entre si, e geralmente com o parente mais próximo possível, isto é, primos coirmãos. É sintomático que os autores antigos que nos informam sobre o casamento de homens políticos atenienses omitam os nomes das mulheres desposadas, mas nunca o nome do seu pai ou do seu marido precedente” (Adaptado de Alain Corbin e outros, História da virilidade, vol. 1. Petrópolis: Vozes, 2014, p. 62). Considerando o texto e a situação da mulher na Atenas clássica, podemos afirmar que se trata de uma sociedade
Em que, por democrática, todos desfrutavam de todos os direitos, inclusive, mulheres e crianças.
Na qual o casamento também tem implicações políticas e sociais.
Em que o direito da mulher se sobrepõe ao interesse político e social.
Em que o amor é o critério principal para a formação de casais da elite.
“Em situações de crise econômica, social, institucional, moral, aquilo que era aceito porque não havia outra possibilidade deixa de sê-lo. E aquilo que era um modelo de representação desmorona na subjetividade das pessoas. Só resta o poder descarnado de que as coisas são assim, e aqueles que não aceitarem que saiam às ruas, onde a polícia os espera. Essa é a crise de legitimidade” (CASTELLS, Manuel. Ruptura: a crise da democracia liberal. Trad. Joana Angélica d’Avila Melo. Rio de Janeiro: Zahar, 2018, p.14). O texto acima adverte para a crise do modelo político representativo pensado e legitimado por pensadores como Thomas Hobbes, Locke e outros. Trata-se da crise da república representativa, na qual o poder é exercido por representantes eleitos. Considerando o texto de Castells, é correto dizer que o modelo representativo está em crise de legitimidade, o que quer dizer que
Os pensadores da representação estão teoricamente errados, mas as instituições representativas estão estáveis.
A crise da representação se resolve com uma boa conscientização política, com o povo sabendo escolher seus representantes.
A plenitude da cidadania dá-se na não participação política dos indivíduos no seio da sua comunidade.
Os eleitores passaram a acreditar que os seus representantes representam não a eles, mas sim a interesses estranhos.
O conceito de poder é um dos principais conceitos debatidos pela ciência política. Norberto Bobbio é um autor que traça uma análise sobre Estado, política, governo, argumentando que o poder teria como objetivo o uso da força para a obtenção de alguma vantagem de uns sobre outros. Ainda se tratando do conceito de poder, o autor aponta que que podemos citar 3 tipos [_ _ _]. Assinale a alternativa que preencha corretamente a lacuna.
poder político, poder ideológico e poder religioso
poder econômico, poder ideológico e poder político
poder material, poder geográfico e poder ideológico
poder físico, poder geográfico e poder parental
“Nasce daqui uma questão: se vale mais ser amado que temido ou temido que amado. Responde-se que ambas as coisas seriam de desejar; mas porque é difícil juntá-las, é muito mais seguro ser temido que amado, quando haja de faltar uma das duas. Porque dos homens se pode dizer, duma maneira geral, que são ingratos, volúveis, simuladores, covardes e ávidos de lucro, e enquanto lhes fazes bem são inteiramente teus, oferecem-te o sangue, os bens, a vida e os filhos, quando, como acima disse, o perigo está longe; mas quando ele chega, revoltam-se” (MAQUIAVEL, N. O príncipe. Rio de Janeiro: Bertrand, 1991). A partir da análise histórica do comportamento humano em suas relações sociais e políticas, Maquiavel define o homem como um ser
munido de virtude, com disposição nata a praticar o bem a si e aos outros.
possuidor de fortuna, valendo-se de riquezas para alcançar êxito na política.
guiado por interesses, de modo que suas ações são imprevisíveis e inconstantes.
naturalmente racional, vivendo em um estado pré-social e portando seus direitos naturais.
Porque as leis de natureza (como a justiça, a equidade, a modéstia, a piedade, ou, em resumo, fazer aos outros o que queremos que nos façam) por si mesmas, na ausência do temor de algum poder capaz de levá-las a ser respeitadas, são contrárias a nossas paixões naturais, as quais nos fazem tender para a parcialidade, o orgulho, a vingança e coisas semelhantes (HOBBES, Thomas. Leviatã. São Paulo: Nova Cultural, 1988, p. 103). Assinale a alternativa correta. Em relação ao papel do Estado, Hobbes considera que:
O seu poder deve ser parcial. O soberano que nasce com o advento do contrato social deve assiná-lo, para submeter-se aos compromissos ali firmados.
Os homens são, por natureza, desiguais. Por isso, a criação do Estado deve servir como instrumento de realização da isonomia entre tais homens.
A condição natural do homem é de guerra de todos contra todos. Resolver tal condição é possível apenas com um poder estatal pleno.
A guerra de todos contra todos surge com o Estado repressor. O homem não deve se submeter de bom grado à violência estatal.
– “O verdadeiro fundador da sociedade civil foi o primeiro que, tendo cercado um terreno, lembrou-se de dizer isto é meu e encontrou pessoas suficientemente simples para acreditá-lo”. Levando em conta a principal ideia que Rousseau quer transmitir com essa afirmação, assinale a alternativa verdadeira:
A propriedade privada, já existente antes da sociedade civil, trouxe a possibilidade de melhor organização entre os indivíduos e, consequentemente, facilitou sua convivência.
A sociedade civil tem sua origem na propriedade privada que, junto consigo, trouxe os principais problemas entre os homens.
A propriedade privada é um direito natural fundado no trabalho.
A expressão “isto é meu” da frase de Rousseau quer mostrar que naturalmente o homem anseia por propriedade privada.
