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Simulado Lingua Portuguesa 2° trimestre 3° ano

Total questions: 20

Worksheet time: 55mins

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1.

No desfecho desse texto, o narrador relata a

a)

aproximação da civilização.

b)

chegada à Marina da Glória.

c)

entrada na baía de Guanabara.

d)

grande cidade no horizonte.

e)

vista da praia de Copacabana.

2.

Nesse texto, o trecho “Uma, duas, três, quatro, havia muitas estrelas, havia mais de cinco estrelas no céu.” apresenta

a)

a descrição do lugar.

b)

a passagem do tempo.

c)

o clímax textual.

d)

o conflito gerador.

e)

o desfecho do enredo.

3.

Qual é o valor humano e social em evidência nesse texto

a)

A humildade perante o outro.

b)

A consideração ao próximo.

c)

A espiritualidade nos gestos.

d)

A honestidade nas ações.

e)

A justiça dos homens.

4.

Lucíola

 

[...] – Aí está a Lúcia, disse Cunha na segunda ordem, quarto camarote depois de vésper. 

Assim havíamos batizado um planeta que se recolhia infalivelmente entre nove e dez horas da noite. 

Esqueci-me dizer que a ópera começara; as nossas observações podiam fazer-se então em céu desnublado. Vi Lúcia sentada na frente do seu camarote, vestida com certa galantaria [...]. 

Não me posso agora recordar das minúcias do traje de Lúcia naquela noite. O que ainda vejo neste momento, se fecho os olhos, são as nuvens brancas e nítidas, que se frocavam graciosamente, aflando com o lento movimento de seu leque; o mesmo leque de penas que eu apanhara, e que de longe parecia uma grande borboleta rubra pairando no cálice das magnólias. O rosto suave e harmonioso [...]. 

A expressão angélica de sua fisionomia naquele instante, a atitude modesta e quase tímida, e a singeleza das vestes níveas [...], davam-lhe frescor e viço de infância, que devia influir pensamentos calmos [...]. 

– É uma bonita mulher! disse ao meu vizinho, com um ar de indiferença para disfarçar a minha emoção. 

– A mais bonita mulher do Rio de Janeiro e também a mais caprichosa e excêntrica. Ninguém a compreende. [...]

ALENCAR, José de. Lucíola. Disponível em: <https://www.literaturabrasileira.ufsc.br/documentos/?action=download&id=116831>. Acesso em: 2 ago. 2021. Fragmento.Nesse texto, a característica que remete ao Romantismo é

a)

a idealização da mulher.

b)

a valorização do passado.o egoísmo das personagens.

c)

o enaltecimento da natureza.

d)

a criação de um herói nacionaL

5.

Texto 2

 

Primavera  

Quando o inverno chegar Eu quero estar junto a ti Pode o outono voltar Eu quero estar junto a ti Porque (é primavera) Te amo (é primavera) Te amo, meu amor Trago esta rosa (para te dar) Trago esta rosa (para te dar) Trago esta rosa (para te dar) Meu amor Hoje o céu está tão lindo (vai chuva) Hoje o céu está tão lindo (vai chuva) Hoje o céu está tão lindo (vai chuva) Hoje o céu está tão lindo (vai chuva)

 MAIA, Tim. Primavera. Disponível em: <https://www.letras.mus.br/tim-maia/48934/>. Acesso em: 14 ago. 2020.

 Apesar de pertencerem a épocas distintas, esses textos são parecidos, pois

a)

apontam que o eu lírico traz consigo rosas para a amada.

b)

expressam o envolvimento do eu lírico em um amor platônico.

c)

mostram que a primavera é a estação propícia ao romance romântico.

d)

revelam o exagero do eu lírico ao se dedicar exclusivamente ao amor.

e)

descrevem a coroa de flores vestida pela mulher amada.

6.

A liberdade de expressão é um direito de todos, mas que nem sempre pode ser colocado em prática. A charge apresentada faz uma crítica a esse respeito, mostrando que:

a)

Todos os indivíduos têm dificuldade de lidar com opiniões diferentes das suas

b)

Todas as pessoas deveriam pensar do mesmo modo para termos um mundo sem violência.

c)

A opinião do outro, para muitas pessoas, só é considerada quando é igual à sua.

d)

É aceitável que as pessoas tratem mal aqueles que pensam diferente delas.

e)

Todos nós somos diferentes e, por isso, é normal que não aceitemos as formas de pensar dos outros.

7.

A partir do texto e da imagem que a personagem aparenta ter de si mesma, podemos inferir que o gato

a)

Imagina que não precisa se apresentar porque Papai Noel já o conhece de outros anos.

b)

Sabe que Papai Noel deixará um presente para ele, mesmo não o conhecendo muito bem.

c)

Supõe que o Papai Noel entrega presentes a todos, independentemente do comportamento de cada um

d)

Acredita que o Papai Noel só entrega presentes para pessoas que agem corretamente durante o ano.

8.

O que levou Mafalda a pensar que o grito ouvido era do mundo?

a)

Ela acha que tudo causa dor

b)

O mundo para ela é um animal.

c)

As notícias drásticas que ela ouviu no rádio.

d)

Ela ouviu no rádio que o mundo ia gritar.

e)

Mafalda é bastante imatura.

9.

A partir da leitura verbal e não verbal, conclui-se que:

a)

Os cadeirantes não podem usar banheiros públicos.

b)

existem locais que não são adaptados para cadeirantes.

c)

existem cadeiras de rodas que passam por portas estreitas.

d)

os bebedouros devem ser colocados próximos aos banheiros.

e)

os bebedouros de locais públicos são acessíveis a qualquer pessoa

10.

O romântico trata dos assuntos de forma pessoal, de acordo com sua opinião sobre o mundo. Isso designa-se ...

a)

Individualismo

b)

Idealização

c)

Subjetivismo

d)

Exaltação

11.

“Cantor das selvas, entre bravas matas

Áspero tronco da palmeira escolho,

Unido a ele soltarei meu canto,

Enquanto o vento nos palmares zune,

Rugindo os longos, encontrados leques.”


Os versos acima, de Os Timbiras, de Gonçalves Dias, apresentam características da primeira geração romântica:

a)

apego ao equilíbrio na forma de expressão; presença do nacionalismo, pela temática indianista e pela valorização da natureza brasileira.

b)

resistência aos exageros sentimentais e à forma de expressão subordinada às emoções; visão da poesia a serviço de causas sociais, como a escravidão.

c)

expressão preocupada com o senso de medida; “mal do século”; natureza como amiga e confidente.

d)

transbordamento na forma de expressão; valorização do índio como típico homem nacional; apresentação da natureza como refúgio dos males do coração.

e)

expressão a serviço da manifestação dos estados de espírito mais exagerados; sentimento profundo de solidão.

Ver Resposta

12.

"Quando aprendi a ser poente

já não havia céu." (Mia Couto)

A conjunção adverbial temporal QUANDO pode ser substituída, sem prejuízo de sentido, por quais conjunções?

a)

Logo que

b)

Assim que

c)

Mal

d)

À medida que

13.

Fez isso, ______ não conseguiu o resultado.

Qual conjunção adversativa preenche a lacuna:

a)

portanto

b)

pois

c)

porém

d)

ou

14.

Quais alimentos foram trazidos ao Brasil pelos japoneses?

Pensou em um festival de sushis e sashimis? Pense maior. No total, os japoneses

trouxeram mais de 50 tipos de alimentos ao Brasil. Os primeiros provavelmente foram

as variedades de caqui doce e a tangerina poncã, que chegaram nos anos 20. Mas foi

a partir da década de 1930 que a maioria dos novos gêneros aportou por aqui.

O cenário era favorável aos agricultores japoneses: comprando ou arrendando lotes

de terras das fazendas cafeeiras falidas após a crise da Bolsa de Nova York, os pequenos

proprietários dedicaram-se a uma variedade de culturas que não eram populares

no Brasil. Muitos imigrantes traziam mudas junto com suas bagagens nos navios.

Foi o caso do morango e até mesmo de um tipo de fruta insuspeita: a uva-itália, que

apesar de ser italiana, como o nome entrega, pintou no Brasil por mãos japonesas, na

década de 1940. A coisa era mais fácil quando vinha por meios oficiais, via acordos de

cooperação entre os dois países. De tempos em tempos, o governo nipônico liberava

sementes para cultivo no Brasil, como as da maçã Fuji, em 1971. Junto com as comidas

“inéditas”, os japoneses trouxeram técnicas para ampliar a escala de produção de

gêneros alimentícios já presentes no país, mas ainda restritos ao esquema de fundo

de quintal, como o alface, o tomate, o chá preto, a batata e o emblemático exemplo da

produção de frangos e ovos.

A avicultura brasileira apenas ensaiava um vôo de galinha até a década de 1930.

A atividade só decolou de vez com a importação de aves-matrizes do Japão e com a

experiência dos imigrantes japoneses nas granjas.

Fonte: Revista Superinteressante. pág.59. Edição 246 – Dezembro. 2007

25

Caderno de Atividades

14. A idéia central do texto é:

a)

a) 315 milhões de africanos vivem com menos de um dólar.

b)

b) Um terço da população não sabe o que é água encanada.

c)

c) 84 milhões deles estão desnutridos.

d)

d) Pelo amor de Deus, parem de ajudar a África.

15.

Cerca de 315 milhões de africanos vivem com menos de um dólar por dia – 84 milhões

deles estão desnutridos. Um terço da população não sabe o que é água encanada

e mais da metade não tem acesso a hospitais. Sem garantias básicas, o continente

vira ninho de conflitos de terra, ditaduras e terroristas que podem agir na Europa ou nos

EUA. (...) Com tantos problemas, nada melhor que receber ajuda do resto do mundo,

certo? Pois é no meio dessa empolgação para fazer a pobreza virar história que o economista

queniano James Shikwati grita para o mundo: “Pelo amor de Deus, parem de

ajudar a África”.

Fonte: Revista Superinteressante, edição 240- junho;2007,p. 87.

A parte do texto que mostra opinião é:

a)

a) 315 milhões de africanos vivem com menos de um dólar.

b)

b) Um terço da população não sabe o que é água encanada.

c)

c) 84 milhões deles estão desnutridos.

d)

d) Pelo amor de Deus, parem de ajudar a África.

16.

Leia o texto abaixo:

Debussy

Para cá, para lá...

Para cá, para lá...

Um novelozinho de linha...

Para cá, para lá...

Para cá, para lá...

Oscila no ar pela mão de uma criança

(Vem e vai...)

Que delicadamente e quase a adormecer o balanço

Psio...-

Para cá, para lá...

Para cá e ...

- O novelozinho caiu.

Manuel Bandeira

1. O autor repete várias vezes “Para cá, para lá...”. Esse recurso foi utilizado

para:

a)

a) Acompanhar o movimento do novelo e criar o ritmo do balanço.

b)

b) Reproduzir exatameante os sons repetitivos do novelo.

c)

c) Provocar a sensação de agitação da criança.

d)

d) Sugerir que a rima é o único recurso utilizado na poesia.

17.

Texto I

A criação segundo os índios Macuxis

No início era assim: água e céu. Um dia, um Menino caiu na água. O sol quente soltou a pele do Menino. A pele escorregou e formou a terra. Então, a água dividiu o lugar com a terra. E o Menino recebeu uma nova pele cor de fogo. No dia seguinte, o Menino subiu numa árvore. Provou de todos os frutos. E jogou todas as sementes ao vento. Muitas sementes caíram no chão. E viraram bichos. Muitas sementes caíram na água. E viraram peixes. Muitas sementes continuaram boiando no vento. E viraram pássaros. No outro dia, o Menino foi nadar. Mergulhou fundo. E encontrou um peixe ferido. O peixe explodiu. E da explosão surgiu uma Menina. O Menino deu a mão para a Menina. E foram andando. E o Menino e a Menina foram conhecer os quatro cantos da Terra.


Texto II

A criação segundo os negros Nagôs

Olorum. Só existia Olorum. No início, só existia Olorum. Tudo o mais surgiu depois. Olorum é o Senhor de todos os seres. Certa vez, conversando com Oxalá, Olorum pediu: – Vá preparar o mundo! E ele foi. Mas Oxalá vivia sozinho e resolveu casar com Odudua. Deste casamento, nasceram Aganju, a Terra Firme, e Iemanjá, Dona das Águas. De Iemanjá, muito tempo depois, nasceram os Orixás. Os Orixás são os protetores do mundo.

BORGES, G. et al. Criação. Belo Horizonte: Terra, 1999.


Comparando-se essas duas versões da criação do mundo, constata-se que

a)

a diferença entre elas consiste na relação entre o criador e a criação.

b)

a origem do princípio religioso da criação do mundo é a mesma nas duas versões.

c)

as divindades, em cada uma delas, têm diferentes graus de importância.

d)

as diferenças são apenas de nomes em decorrência da diversidade das línguas originárias.

18.

Texto I

Cinquenta camundongos, alguns dos quais clones de clones, derrubaram os obstáculos técnicos à clonagem. Eles foram produzidos por dois cientistas da Universidade do Havaí num estudo considerado revolucionário pela revista britânica ― Nature, uma das mais importantes do mundo. [...]

A notícia de que cientistas da Universidade do Havaí desenvolveram uma técnica eficiente de clonagem fez muitos pesquisadores temerem o uso do método para clonar seres humanos.

O GLOBO. Caderno Ciências e Vida. 23 jul. 1998, p. 36.

Texto II

Cientistas dos EUA anunciaram a clonagem de 50 ratos a partir de células de animais adultos, inclusive de alguns já clonados. Seriam os primeiros clones de clones, segundo estudos publicados na edição de hoje da revista ― Nature.

A técnica empregada na pesquisa teria um aproveitamento de embriões — da fertilização ao nascimento — três vezes maior que a técnica utilizada por pesquisadores britânicos para gerar a ovelha Dolly.

Folha De S. Paulo. 1º caderno – Mundo. 03 jul. 1998, p.16.


Os dois textos tratam de clonagem. Qual aspecto dessa questão é tratado apenas no texto I?

a)

A divulgação da clonagem de 50 ratos.

b)

A referência à eficácia da nova técnica de clonagem.

c)

O temor de que seres humanos sejam clonados.

d)

A informação acerca dos pesquisadores envolvidos no experimento.

19.

Nicholas Negroponte, destaque na era digital, defende que o computador é uma das ferramentas responsáveis por estimular e garantir a liberdade dos indivíduos. Entretanto, a forma como a informática se impõe parece tornar as pessoas mais inquietas, o que gera um dos piores distúrbios comportamentais: a ansiedade. Enredado por essa agonia, o homem não parece estar cada vez mais livre, mas cada vez mais escravo desse cenário.


A parte em destaque do texto é

a)

o tema

b)

o argumento

c)

a tese

20.

O argumento que sustenta a tese de que o etanol da cana de açúcar brasileira é melhor que todos os outros é que

a)

o nosso etanol reduz em até 80% as emissões de gases.

b)

o etanol americano reduz apenas 30% das emissões.

c)

o etanol europeu tem efeito de 50% na poluição.

d)

o Brasil defende a cana-de-açúcar como energia alternativa.