WorksheetsAula 1 Cosmovisões e memoria
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Leia os textos:
O calendário islâmico iniciou em 622 d.C., o ano em que o profeta Muhammad saiu de Meca para estabelecer-se em Medina. A abreviação “H” ou “AH” é usada após a data, significando “Hégira” ou “Anno Hejira”. É um calendário puramente lunar que se repete a cada 30 anos. [...].
Disponível em: http://www.batebyte.pr.gov.br/Pagina/Decalendario-e-contagem-do-tempo.
O calendário cristão é o mais usado no Brasil. Contamos o tempo a partir do nascimento de Jesus Cristo. Para nós, portanto, há os fatos ocorridos antes e depois de Cristo nascer. No caso dos acontecimentos anteriores ao nascimento de Cristo, ao lado da data colocamos a abreviatura a.C.
BOULOS, Alfredo. 2023. p. 17.
Sobre a contagem do tempo, os dois textos mostram que
o calendário cristão é universal.
ambos os calendários seguem referências religiosas.
tanto o calendário muçulmano quanto o cristão são calendários lunares.
No Brasil somente se utiliza o calendário cristão.
“[...] Memória individual e memória coletiva: memória deve ser entendida também, ou sobretudo, como um fenômeno coletivo e social, ou seja, como um fenômeno construído coletivamente e submetido a flutuações, transformações, mudanças constantes”. POLLACK, Michael. Estudos Históricos, Rio de Janeiro., vol. 5. n. lO, 1992, p. 202.
O conceito de memória utilizado nos estudos da História, refere-se à memória social ou coletiva, que significa:
a verdade histórica do tempo passado;
a memória da psicologia, as lembranças do cérebro humano;
a memória da psicologia, as lembranças do cérebro humano;
lembranças que fazem parte da nossa vida e de eventos, que muitas vezes não vivenciamos, mas que, de alguma forma, interferem em nosso cotidiano;
a união de várias representações do cérebro humano, chamado pela medicina de eletro encefalograma.
. “Bênção, mamãe África”. Foi através da tradição oral, chamada na língua yorubá de ipitan, que entrei em contato com a maravilhosa arte de viver do africano, que tem na alegria um de seus fundamentos. Entretanto, nós brasileiros, que temos nesse povo uma de nossas ascendências, não devemos correr o risco de sermos megalomaníacos e considerar a filosofia africana a melhor. Todo povo possui sabedoria, mas a Sabedoria, assim como Deus, é uma só. A mesma base, os mesmos fundamentos, apenas transmitidos de acordo com a cultura e o lugar de viver correspondente. Se foi através da tradição oral que aprendi, é agora na escrita, iwe-kikó, que encontro condições favoráveis para transmitir, a um maior número de pessoas, os ensinamentos absorvidos e os quais ainda pretendo assimilar, de maneira profunda. SANTOS, M. S. A. A Tarde, 25 maio 2013 (adaptado).
Por meio da tradição oral, podemos conhecer as práticas sociais que constroem a identidade cultural de um povo. Para a autora, a transposição da tradição oral para o registro escrito proporciona ao grupo social que utiliza uma língua
a) a preservação da memória cultural.
b) a assimilação de conteúdos religiosos.
c) a fundamentação da sabedoria popular.
d) a introdução de conhecimentos linguísticos.
