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WorksheetsGÊNERO CRÔNICA
Total questions: 28
Worksheet time: 21mins
Com relação à crônica, é possível afirmar:
As personagens são geralmente animais que possuem características humanas.
Está relacionada à tradição de contar histórias de forma verbal.
Texto narrativo curto, geralmente produzido para meios de comunicação, por exemplo: jornais, revistas etc.
O narrador personagem é aquele que:
observa os fatos e apenas conta a história.
participa dos fatos ativamente e também conta a história.
não participa e não observa nada.
escreve a obra literária.
Pneu furado
O carro estava encostado no meio-fio, com um pneu furado. De pé ao lado do carro, olhando desconsoladamente para o pneu, uma moça muito bonita. Tão bonita que atrás parou outro carro e dele desceu uma homem dizendo: ”Pode deixar”.Ele trocarei o pneu.
- Você tem macaco? - perguntou o homem.
- Não – respondeu a moça.
- Vamos usar o meu – disse o homem – Você tem estepe?
- Não - disse a moça.
- Vamos usar o meu – disse o homem.
E pôs-se a trabalhar, trocando o pneu, sob o olhar da moça. Terminou no momento em que chegava o ônibus que a moça estava esperando. Ele ficou ali, suando, de boca aberta, vendo o ônibus se afastar.
Dali a pouco chegou o dono do carro.
- Puxa, você trocou o pneu do carro pra mim. Muito obrigado.
- É. Eu... Eu não posso ver pneu furado. Tenho que trocar.
- Coisa estranha.
- É uma compulsão. Sei lá.
Por que o homem trocou o pneu do carro?
Porque ele queria ser simpático com a moça.
Porque ele tinha compulsão de trocar pneus.
Porque era seu dever ajudar o próximo.
Porque ele tinha estepe e macaco.
A linguagem da crônica costuma ser rebuscada e complexa. A leveza na linguagem é típica do gênero.
Verdadeiro
Falso
O objetivo da crônica é...
informar e esclarecer o leitor.
persuadir o leitor.
comentar, criticar e motivar a reflexão do leitor.
entreter o leitor.
Onde são publicadas as crônicas? Você pode selecionar mais de uma opção.
Jornais
Cartas
Revistas
Blogs
Geralmente os assuntos das crônicas estão ligados
à política.
à educação.
ao dia a dia das pessoas.
à área policial.
Sobre a crônica:
Gênero textual em que se apresentam fatos do cotidiano.
Não propõe reflexões,e nem argumentações;
Pode ser apenas narrativa;
Pode ser apenas jornalística;
Quanto ás classificações , podem ser :
Narrativas, jornalísticas, publicitárias e conto.
Jornalísticas, Narrativas, poéticas e humorísticas.
Argumentativa, fábula, narrativa,conto.
Jornalísticas, Narrativas, poéticas, mitos e humorísticas.
Toda crônica é baseada em:
Fatos novos, informar.
Assuntos do dia a dia.
Leva o leitor a refletir de forma humorística.
Narrativa em 1ª pessoa.
Verbos no futuro.
Qual o elemento mais importante da crônica?
fantasia
lirismo
temas do cotidiano
rimas
Que tipo de linguagem podemos perceber nas crônicas?
linguagem simples e objetiva
linguagem formal
linguagem nao verbal
linguagem complexa e objetiva
A Crônica apresenta-se como um gênero narrativo híbrido dado que:
Mistura características da poesia com características da narrativa.
Mistura características do jornalismo com as características do texto dramático.
Mistura características da literatura com o jornalismo.
Nenhuma das opções está correta.
Quais afirmações abaixo sobre o gênero textual crônica são corretas?
I - A crônica é um gênero textual muito presente em jornais e revistas.
II - Em geral, os assuntos abordados em textos desse tipo são voltados à situações inusitadas e fantásticas.
III - Embora não seja uma regra, as crônicas costumam tratar de assuntos mais leves e de um modo humorístico.
IV - A linguagem da crônica costuma ser leve, marcada por coloquialidade
V - Os temas comuns a esse gênero não são variados.
Afirmativas II, III e IV
Afirmativas III e V
Afirmativas I, III e IV
Afirmativas II, IV e V
Afirmativas I, II e III
Pneu furado
O carro estava encostado no meio-fio, com um pneu furado. De pé ao lado do carro, olhando desconsoladamente para o pneu, uma moça muito bonita. Tão bonita que atrás parou outro carro e dele desceu uma homem dizendo: ”Pode deixar”.Ele trocarei o pneu.
- Você tem macaco? - perguntou o homem.
- Não – respondeu a moça.
- Vamos usar o meu – disse o homem – Você tem estepe?
- Não - disse a moça.
- Vamos usar o meu – disse o homem.
E pôs-se a trabalhar, trocando o pneu, sob o olhar da moça. Terminou no momento em que chegava o ônibus que a moça estava esperando. Ele ficou ali, suando, de boca aberta, vendo o ônibus se afastar.
Dali a pouco chegou o dono do carro.
- Puxa, você trocou o pneu do carro pra mim. Muito obrigado.
- É. Eu... Eu não posso ver pneu furado. Tenho que trocar.
- Coisa estranha.
- É uma compulsão. Sei lá.
Quem conta a história é:
A moça que esperava o ônibus.
O dono do carro que estava com o pneu furado.
Um narrador que participa da história.
Um narrador observador que está fora da história.
Pneu furado
O carro estava encostado no meio-fio, com um pneu furado. De pé ao lado do carro, olhando desconsoladamente para o pneu, uma moça muito bonita. Tão bonita que atrás parou outro carro e dele desceu uma homem dizendo: ”Pode deixar”.Ele trocarei o pneu.
- Você tem macaco? - perguntou o homem.
- Não – respondeu a moça.
- Vamos usar o meu – disse o homem – Você tem estepe?
- Não - disse a moça.
- Vamos usar o meu – disse o homem.
E pôs-se a trabalhar, trocando o pneu, sob o olhar da moça. Terminou no momento em que chegava o ônibus que a moça estava esperando. Ele ficou ali, suando, de boca aberta, vendo o ônibus se afastar.
Dali a pouco chegou o dono do carro.
- Puxa, você trocou o pneu do carro pra mim. Muito obrigado.
- É. Eu... Eu não posso ver pneu furado. Tenho que trocar.
- Coisa estranha.
- É uma compulsão. Sei lá.
O que ele sentiu vendo a moça entrar no ônibus?
Raiva.
Gratidão.
Espanto.
Felicidade.
Pneu furado
O carro estava encostado no meio-fio, com um pneu furado. De pé ao lado do carro, olhando desconsoladamente para o pneu, uma moça muito bonita. Tão bonita que atrás parou outro carro e dele desceu uma homem dizendo: ”Pode deixar”.Ele trocarei o pneu.
- Você tem macaco? - perguntou o homem.
- Não – respondeu a moça.
- Vamos usar o meu – disse o homem – Você tem estepe?
- Não - disse a moça.
- Vamos usar o meu – disse o homem.
E pôs-se a trabalhar, trocando o pneu, sob o olhar da moça. Terminou no momento em que chegava o ônibus que a moça estava esperando. Ele ficou ali, suando, de boca aberta, vendo o ônibus se afastar.
Dali a pouco chegou o dono do carro.
- Puxa, você trocou o pneu do carro pra mim. Muito obrigado.
- É. Eu... Eu não posso ver pneu furado. Tenho que trocar.
- Coisa estranha.
- É uma compulsão. Sei lá.
A reação do homem quando o dono do carro agradeceu por ele ter trocado o pneu foi de:
vergonha.
violência.
satisfação.
timidez.
Um jogo que é uma vergonha
Imagina um jogo deste jeito: o campo é de pedra bem pontuda e acontece num dia muito frio. Num time, os jogadores têm tênis e camisa de manga comprida e, no outro, os caras jogam descalços e só de calção.
O time que tem tênis e camisa ganha fácil, dá aquela goleada! O outro fica a maior parte do tempo tomando cuidado pra não cortar os pés ou então esfregando o braço arrepiado de frio.
Times iguais
Pra mim, a diferença da vida entre nós, que temos escola e casa e as crianças que não têm é um jogo assim. Quem não tem, perde sempre.
Não acho que todo mundo que tem as coisas é culpado por causa dos outros que não têm, mas isso não quer dizer que a gente não possa fazer nada. Porque pode.
Porque, se a gente quiser jogar um jogo justo, pode exigir que os dois times sejam iguais, para começar. Casa e escola
Não acredito que as crianças de rua viveriam na rua se tivessem outro lugar melhor pra escolher. Se a gente não exigir que todo mundo tenha casa e escola, vai sempre ficar jogando esse jogo besta.
Ganhando de dez a zero de um time tão fácil, mas tão fácil, que não vai mais ter o gosto da vitória, vai ter só vergonha.
Fernando Bonassi
O texto “Um jogo que é uma vergonha” é uma crônica. Foi escrito a partir de uma situação da vida real, com o objetivo de fazer uma crítica a essa situação. Se o autor teve esse objetivo ao escrever, que objetivo tem em relação ao leitor?
Que aceite suas ideias.
Que rejeite suas ideias.
Que reflita sobre o assunto.
Que se divirta com o assunto.
Um jogo que é uma vergonha
Imagina um jogo deste jeito: o campo é de pedra bem pontuda e acontece num dia muito frio. Num time, os jogadores têm tênis e camisa de manga comprida e, no outro, os caras jogam descalços e só de calção.
O time que tem tênis e camisa ganha fácil, dá aquela goleada! O outro fica a maior parte do tempo tomando cuidado pra não cortar os pés ou então esfregando o braço arrepiado de frio.
Times iguais
Pra mim, a diferença da vida entre nós, que temos escola e casa e as crianças que não têm é um jogo assim. Quem não tem, perde sempre.
Não acho que todo mundo que tem as coisas é culpado por causa dos outros que não têm, mas isso não quer dizer que a gente não possa fazer nada. Porque pode.
Porque, se a gente quiser jogar um jogo justo, pode exigir que os dois times sejam iguais, para começar. Casa e escola
Não acredito que as crianças de rua viveriam na rua se tivessem outro lugar melhor pra escolher. Se a gente não exigir que todo mundo tenha casa e escola, vai sempre ficar jogando esse jogo besta.
Ganhando de dez a zero de um time tão fácil, mas tão fácil, que não vai mais ter o gosto da vitória, vai ter só vergonha.
Fernando Bonassi
O trecho:
“Num time, os jogadores têm tênis e camisa de manga comprida” e, no outro, os caras jogam descalços e só de calção” significa que:
um time toma cuidado para não cortar os pés, o outro time sente muito calor.
um time tem tênis e o outro time tem camisa.
um time é formado por jogadores bem equipados, o outro time por jogadores mal equipados.
um time tem jogadores ganhadores, o outro tem jogadores que usam tênis e camisa comprida.
Um jogo que é uma vergonha
Imagina um jogo deste jeito: o campo é de pedra bem pontuda e acontece num dia muito frio. Num time, os jogadores têm tênis e camisa de manga comprida e, no outro, os caras jogam descalços e só de calção.
O time que tem tênis e camisa ganha fácil, dá aquela goleada! O outro fica a maior parte do tempo tomando cuidado pra não cortar os pés ou então esfregando o braço arrepiado de frio.
Times iguais
Pra mim, a diferença da vida entre nós, que temos escola e casa e as crianças que não têm é um jogo assim. Quem não tem, perde sempre.
Não acho que todo mundo que tem as coisas é culpado por causa dos outros que não têm, mas isso não quer dizer que a gente não possa fazer nada. Porque pode.
Porque, se a gente quiser jogar um jogo justo, pode exigir que os dois times sejam iguais, para começar. Casa e escola
Não acredito que as crianças de rua viveriam na rua se tivessem outro lugar melhor pra escolher. Se a gente não exigir que todo mundo tenha casa e escola, vai sempre ficar jogando esse jogo besta.
Ganhando de dez a zero de um time tão fácil, mas tão fácil, que não vai mais ter o gosto da vitória, vai ter só vergonha.
Fernando Bonassi
Esta crônica, de fato, compara:
a vida de pessoas que têm escola e casa com a vida de crianças que não têm escola e casa.
vida de crianças que têm casa com a vida de crianças que têm escola.
crianças que são culpadas com crianças que são inocentes.
crianças que podem fazer tudo com crianças que não fazem nada.
Um jogo que é uma vergonha
Imagina um jogo deste jeito: o campo é de pedra bem pontuda e acontece num dia muito frio. Num time, os jogadores têm tênis e camisa de manga comprida e, no outro, os caras jogam descalços e só de calção.
O time que tem tênis e camisa ganha fácil, dá aquela goleada! O outro fica a maior parte do tempo tomando cuidado pra não cortar os pés ou então esfregando o braço arrepiado de frio.
Times iguais
Pra mim, a diferença da vida entre nós, que temos escola e casa e as crianças que não têm é um jogo assim. Quem não tem, perde sempre.
Não acho que todo mundo que tem as coisas é culpado por causa dos outros que não têm, mas isso não quer dizer que a gente não possa fazer nada. Porque pode.
Porque, se a gente quiser jogar um jogo justo, pode exigir que os dois times sejam iguais, para começar. Casa e escola
Não acredito que as crianças de rua viveriam na rua se tivessem outro lugar melhor pra escolher. Se a gente não exigir que todo mundo tenha casa e escola, vai sempre ficar jogando esse jogo besta.
Ganhando de dez a zero de um time tão fácil, mas tão fácil, que não vai mais ter o gosto da vitória, vai ter só vergonha.
Fernando Bonassi
Quando o autor diz: “nós que temos escola e casa” e “isto não quer dizer que a gente não possa fazer nada”, as palavras “nós” e “a gente” ocupam o lugar:
do autor e de todos os leitores.
dos leitores que são conhecidos do autor.
dos ricos.
do leitor.
Um jogo que é uma vergonha
Imagina um jogo deste jeito: o campo é de pedra bem pontuda e acontece num dia muito frio. Num time, os jogadores têm tênis e camisa de manga comprida e, no outro, os caras jogam descalços e só de calção.
O time que tem tênis e camisa ganha fácil, dá aquela goleada! O outro fica a maior parte do tempo tomando cuidado pra não cortar os pés ou então esfregando o braço arrepiado de frio.
Times iguais
Pra mim, a diferença da vida entre nós, que temos escola e casa e as crianças que não têm é um jogo assim. Quem não tem, perde sempre.
Não acho que todo mundo que tem as coisas é culpado por causa dos outros que não têm, mas isso não quer dizer que a gente não possa fazer nada. Porque pode.
Porque, se a gente quiser jogar um jogo justo, pode exigir que os dois times sejam iguais, para começar. Casa e escola
Não acredito que as crianças de rua viveriam na rua se tivessem outro lugar melhor pra escolher. Se a gente não exigir que todo mundo tenha casa e escola, vai sempre ficar jogando esse jogo besta.
Ganhando de dez a zero de um time tão fácil, mas tão fácil, que não vai mais ter o gosto da vitória, vai ter só vergonha.
Fernando Bonassi
De acordo com o autor da crônica, diante da situação que é discutida:
“a gente” não pode fazer nada.
“a gente” pode fazer uma aposta.
“a gente” pode jogar.
“a gente” pode jogar um jogo justo.
Um jogo que é uma vergonha
Imagina um jogo deste jeito: o campo é de pedra bem pontuda e acontece num dia muito frio. Num time, os jogadores têm tênis e camisa de manga comprida e, no outro, os caras jogam descalços e só de calção.
O time que tem tênis e camisa ganha fácil, dá aquela goleada! O outro fica a maior parte do tempo tomando cuidado pra não cortar os pés ou então esfregando o braço arrepiado de frio.
Times iguais
Pra mim, a diferença da vida entre nós, que temos escola e casa e as crianças que não têm é um jogo assim. Quem não tem, perde sempre.
Não acho que todo mundo que tem as coisas é culpado por causa dos outros que não têm, mas isso não quer dizer que a gente não possa fazer nada. Porque pode.
Porque, se a gente quiser jogar um jogo justo, pode exigir que os dois times sejam iguais, para começar. Casa e escola
Não acredito que as crianças de rua viveriam na rua se tivessem outro lugar melhor pra escolher. Se a gente não exigir que todo mundo tenha casa e escola, vai sempre ficar jogando esse jogo besta.
Ganhando de dez a zero de um time tão fácil, mas tão fácil, que não vai mais ter o gosto da vitória, vai ter só vergonha.
Fernando Bonassi
Quando o autor fala sobre “jogo justo”, ele quer dizer que:
as pessoas podem jogar mesmo sem saber.
as pessoas justas às vezes perdem.
as pessoas podem ajudar a fazer justiça.
as pessoas jogam um jogo besta.
Um jogo que é uma vergonha
Imagina um jogo deste jeito: o campo é de pedra bem pontuda e acontece num dia muito frio. Num time, os jogadores têm tênis e camisa de manga comprida e, no outro, os caras jogam descalços e só de calção.
O time que tem tênis e camisa ganha fácil, dá aquela goleada! O outro fica a maior parte do tempo tomando cuidado pra não cortar os pés ou então esfregando o braço arrepiado de frio.
Times iguais
Pra mim, a diferença da vida entre nós, que temos escola e casa e as crianças que não têm é um jogo assim. Quem não tem, perde sempre.
Não acho que todo mundo que tem as coisas é culpado por causa dos outros que não têm, mas isso não quer dizer que a gente não possa fazer nada. Porque pode.
Porque, se a gente quiser jogar um jogo justo, pode exigir que os dois times sejam iguais, para começar. Casa e escola
Não acredito que as crianças de rua viveriam na rua se tivessem outro lugar melhor pra escolher. Se a gente não exigir que todo mundo tenha casa e escola, vai sempre ficar jogando esse jogo besta.
Ganhando de dez a zero de um time tão fácil, mas tão fácil, que não vai mais ter o gosto da vitória, vai ter só vergonha.
Fernando Bonassi
O tema central da crônica é:
desigualdade.
miséria.
futebol.
crianças de rua.
Chatear e encher
Um amigo meu me ensina a diferença entre “chatear” e “encher”.
Chatear é assim:
Você telefona para um escritório qualquer na cidade.
– Alô! Quer me chamar por favor o Valdemar?
– Aqui não tem nenhum Valdemar.
Daí a alguns minutos você liga de novo:
– O Valdemar, por obséquio.
– Cavalheiro, aqui não trabalha nenhum Valdemar.
– Mas não é do número tal?
– É, mas aqui não trabalha nenhum Valdemar.
Mais cinco minutos, você liga o mesmo número:
– Por favor, o Valdemar já chegou?
– Vê se te manca, palhaço. Já não lhe disse que o diabo desse Valdemar nunca trabalhou aqui?
– Mas ele mesmo me disse que trabalhava aí.
– Não chateia.
Daí a dez minutos, liga de novo.
– Escute uma coisa! O Valdemar não deixou pelo menos um recado?
O outro desta vez esquece a presença da datilógrafa e diz coisas impublicáveis.
Até aqui é chatear. Para encher, espere passar mais dez minutos, faça nova ligação:
– Alô! Quem fala? Quem fala aqui é o Valdemar. Alguém telefonou para mim?
CAMPOS, Paulo Mendes.
Qual alternativa que melhor explica uma das características de uma crônica:
As crônicas narram fatos comuns ao dia a dia.
Os acontecimentos não se referem a fatos comuns ao dia a dia das pessoas.
Os personagens não são seres humanos normais como qualquer um de nós.
O humor não é uma característica marcante.
Para produzir uma boa crônica, é necessário:
apelar pela criatividade e narrar situações inéditas.
estudar acontecimentos históricos e descrevê-los.
ter conhecimentos acerca da métrica e rima.
possuir um amplo vocabulário que abrange palavras rebuscadas.
observar os acontecimentos da vida cotidiana das cidades.
Quantos são os elementos da narrativa?
1
2
3
4
5
Por norma, a Crônica parte de um acontecimento do cotidiano de caráter:
(Você pode selecionar mais de uma resposta)
social
econômico
cultural
político
