WorksheetsSEED-PR_2º FD_3º Trimestre Nivelamento_N14-N19
Total questions: 12
Worksheet time: 6mins
Leia trechos da resenha do filme japonês “Depois da tempestade”, de 2016 para responder às questões.
Longa é crônica no Japão atual.
A obra acompanha Ryota, escritor fracassado que paga as contas como detetive.
Em certo momento, no meio da tempestade que dá título ao novo longa de Hirokazu Koreeda, o detetive Ryota (Hiroshi Abe), seu filho Shingo (Taiyô Yoshizawa) e sua ex-esposa Kyoko (Yôko Maki) saem correndo atrás de bilhetes de loteria carregados pelo vento incessante. É uma cena poética e carregada de sentido, em que o diretor japonês tenta mostrar a seu protagonista que aquele momento, aquela cumplicidade, aquela união é o prêmio valioso de verdade. Não o dinheiro que os bilhetes podem trazer.
Não que Ryota entenda totalmente a lição. Porque as pessoas não mudam quem elas realmente são. Elas são imperfeitas. E ainda assim, é possível amá-las e entender sua dor.
E esse forte teor humanista é a matéria-prima de “Depois da Tempestade”, belíssima obra de Koreeda que estreia nesta quinta-feira (17) nos cinemas. O longa acompanha Ryota, escritor fracassado que paga as contas como detetive. Ou não paga as contas, já que usa quase todo seu dinheiro apostando em corridas. O que fez a ex-mulher Kyoko – cuja vida ele espiona obsessivamente – pedir o divórcio. Durante o 23º tufão do ano no Japão, porém, eles acabam presos na casa de Yoshiko (a ótima Kirin Kiki), mãe de Ryota, e o protagonista tem sua última tentativa de conquistar sua família de volta.
O melhor de “Tempestade” é que Koreeda não faz disso um grande dramalhão moralista. O filme é uma pequena crônica da sociedade japonesa contemporânea, narrada pelo cineasta com um humor sarcástico afiado e um olhar nada romântico sobre seu protagonista.
Disponível em: https://www.otempo.com.br/diversao/magazine/longa-e-cronica-humanista-do-japao-atual-1.1400130. Acesso em: 05 abr. 2021.
Há uma opinião do autor da resenha em:
[...] saem correndo atrás de bilhetes de loteria carregados pelo vento incessante.
[...] 'Depois da Tempestade', belíssima obra de Koreeda que estreia nesta quinta-feira [...]
O longa acompanha Ryota, escritor fracassado que paga as contas como detetive.
[...] Durante o 23º tufão do ano no Japão, porém, eles acabam presos na casa de Yoshiko [...].
Leia trechos da resenha do filme japonês “Depois da tempestade”, de 2016 para responder às questões.
Longa é crônica no Japão atual.
A obra acompanha Ryota, escritor fracassado que paga as contas como detetive.
Em certo momento, no meio da tempestade que dá título ao novo longa de Hirokazu Koreeda, o detetive Ryota (Hiroshi Abe), seu filho Shingo (Taiyô Yoshizawa) e sua ex-esposa Kyoko (Yôko Maki) saem correndo atrás de bilhetes de loteria carregados pelo vento incessante. É uma cena poética e carregada de sentido, em que o diretor japonês tenta mostrar a seu protagonista que aquele momento, aquela cumplicidade, aquela união é o prêmio valioso de verdade. Não o dinheiro que os bilhetes podem trazer.
Não que Ryota entenda totalmente a lição. Porque as pessoas não mudam quem elas realmente são. Elas são imperfeitas. E ainda assim, é possível amá-las e entender sua dor.
E esse forte teor humanista é a matéria-prima de “Depois da Tempestade”, belíssima obra de Koreeda que estreia nesta quinta-feira (17) nos cinemas. O longa acompanha Ryota, escritor fracassado que paga as contas como detetive. Ou não paga as contas, já que usa quase todo seu dinheiro apostando em corridas. O que fez a ex-mulher Kyoko – cuja vida ele espiona obsessivamente – pedir o divórcio. Durante o 23º tufão do ano no Japão, porém, eles acabam presos na casa de Yoshiko (a ótima Kirin Kiki), mãe de Ryota, e o protagonista tem sua última tentativa de conquistar sua família de volta.
O melhor de “Tempestade” é que Koreeda não faz disso um grande dramalhão moralista. O filme é uma pequena crônica da sociedade japonesa contemporânea, narrada pelo cineasta com um humor sarcástico afiado e um olhar nada romântico sobre seu protagonista.
Disponível em: https://www.otempo.com.br/diversao/magazine/longa-e-cronica-humanista-do-japao-atual-1.1400130. Acesso em: 05 abr. 2021.
Qual é a finalidade da resenha lida?
Publicar informações sobre um filme, livro ou outras obras, sem comentar e avaliar.
Apresentar uma síntese das principais ideias da obra por meio de comentários e avaliações do próprio autor da obra e não do resenhista.
Divulgar o filme “Depois da tempestade”, do diretor japonês Hirokazu Koreeda. Para tal, o autor narra os principais fatos do longa e o avalia de forma argumentada.
Mostrar ao público as principais cenas do filme “Depois da tempestade”, do diretor japonês Hirokazu Koreda.
Leia o texto a seguir.
Pantera Negra passa-se em Wakanda, o fictício país africano isolado do resto do mundo e que é uma potência tecnológica. Com o super-herói negro T’Challa, não é por acaso que a trilha sonora dessa produção cinematográfica, que une ancestralidade com modernidade, tem a força dos tambores africanos. (...)
É um sucesso de bilheteria muito interessante para assistir e talvez ainda mais para discutir, já que ele levanta questões sobre preconceito racial, relação entre países, e até mesmo sobre os refugiados.
Disponível em: https://www.todamateria.com.br/resenha-de-filme-como-fazer-com-exemplos/
Qual das assertivas abaixo contém um fato e uma opinião respectivamente de acordo com o texto?
O filme Pantera Negra é muito interessante e os londrinos gostaram muito.
O filme Pantera Negra passa-se em Londres e não teve muita bilheteira.
O filme Pantera Negra cujo enredo se tornará clássico é extremamente interessante.
O filme Pantera Negra passa-se em Londres e seu enredo é muito interessante.
Leia o texto a seguir.
Pantera Negra passa-se em Wakanda, o fictício país africano isolado do resto do mundo e que é uma potência tecnológica. Com o super-herói negro T’Challa, não é por acaso que a trilha sonora dessa produção cinematográfica, que une ancestralidade com modernidade, tem a força dos tambores africanos. (...)
É um sucesso de bilheteria muito interessante para assistir e talvez ainda mais para discutir, já que ele levanta questões sobre preconceito racial, relação entre países, e até mesmo sobre os refugiados.
Disponível em: https://www.todamateria.com.br/resenha-de-filme-como-fazer-com-exemplos/
Sabendo que a resenha é um texto com linguagem para acesso da maioria das pessoas, podemos afirmar que o texto foi escrito
em linguagem acessível, para torná-lo mais expressivo e comunicativo ao leitor.
em linguagem coloquial, porque o escritor ainda não tem o domínio da norma culta.
em linguagem técnica, para especialistas na área de cinema.
em linguagem formal, para um público acadêmico.
Com mais de 74 milhões de condutores habilitados, Brasil ainda sofre com acidentes de trânsito
Registros no Ministério da Saúde mostram que de 2009 a 2019 foram mais de um milhão e meio de vítimas graves.
Dados do Ministério da Infraestrutura/Denatran mostram que o Brasil conta com, aproximadamente, 74 milhões de condutores habilitados. Um número bastante expressivo de pessoas que compartilham diariamente as vias e estradas do país, enfrentando os mesmos desafios e com a mesma responsabilidade: promover um ambiente no trânsito mais seguro para todos. A Semana Nacional de Trânsito, que ocorre anualmente de 18 a 25 de setembro, traz em 2020 o tema “Perceba o risco, proteja a vida”, reforçando o caráter coletivo do trânsito e a necessidade de cuidar de si e do outro nesse espaço.
A conscientização é essencial, tendo em vista que, mesmo com isolamento social devido à pandemia da covid-19, acidentes de trânsito continuaram a ocorrer em grande número em todo o país. Segundo a Seguradora Líder, que administra o seguro DPVAT, no primeiro semestre deste ano, só a vítimas de acidentes envolvendo motocicletas, foram pagas 125.395 indenizações. O número representa 79% do total de benefícios concedidos no período.
O Conselho Regional de Medicina (CRM) divulgou um manifesto há um ano, concordando que o número de vítimas de trânsito no país é alarmante, e mostrando que o trânsito continua sendo a segunda causa de morte não natural no Brasil, onde oito estados “despontam numa trágica liderança”. A entidade já apontava na oportunidade que mais de um milhão e meio (1.636.878) de vítimas graves do tráfego constavam nos registros de mortalidade no Ministério da Saúde entre 2009 e 2019. Desse total, 60% eram pessoas com idades entre 15 e 39 anos e quase 80% do sexo masculino.
Fonte: portaldotransito.com.br
O texto lido pertence ao gênero textual notícia. Qual é a finalidade desse tipo de texto?
Despertar sentimentos.
Divertir o leitor.
Transmitir um ensinamento.
Informar o leitor sobre um acontecimento.
Com mais de 74 milhões de condutores habilitados, Brasil ainda sofre com acidentes de trânsito
Registros no Ministério da Saúde mostram que de 2009 a 2019 foram mais de um milhão e meio de vítimas graves.
Dados do Ministério da Infraestrutura/Denatran mostram que o Brasil conta com, aproximadamente, 74 milhões de condutores habilitados. Um número bastante expressivo de pessoas que compartilham diariamente as vias e estradas do país, enfrentando os mesmos desafios e com a mesma responsabilidade: promover um ambiente no trânsito mais seguro para todos. A Semana Nacional de Trânsito, que ocorre anualmente de 18 a 25 de setembro, traz em 2020 o tema “Perceba o risco, proteja a vida”, reforçando o caráter coletivo do trânsito e a necessidade de cuidar de si e do outro nesse espaço.
A conscientização é essencial, tendo em vista que, mesmo com isolamento social devido à pandemia da covid-19, acidentes de trânsito continuaram a ocorrer em grande número em todo o país. Segundo a Seguradora Líder, que administra o seguro DPVAT, no primeiro semestre deste ano, só a vítimas de acidentes envolvendo motocicletas, foram pagas 125.395 indenizações. O número representa 79% do total de benefícios concedidos no período.
O Conselho Regional de Medicina (CRM) divulgou um manifesto há um ano, concordando que o número de vítimas de trânsito no país é alarmante, e mostrando que o trânsito continua sendo a segunda causa de morte não natural no Brasil, onde oito estados “despontam numa trágica liderança”. A entidade já apontava na oportunidade que mais de um milhão e meio (1.636.878) de vítimas graves do tráfego constavam nos registros de mortalidade no Ministério da Saúde entre 2009 e 2019. Desse total, 60% eram pessoas com idades entre 15 e 39 anos e quase 80% do sexo masculino.
Fonte: portaldotransito.com.br
De acordo com o texto, é correto afirmar que:
O trânsito não é uma das maiores causas de morte não natural no Brasil.
Mesmo com o isolamento social devido à pandemia da covid-19, acidentes de trânsito continuaram a ocorrer em grande número em todo o país.
Dentre as vítimas graves do tráfego, de acordo com os registros de mortalidade no Ministério da Saúde entre 2009 e 2019, a maior parte são do sexo feminino.
Os motociclistas são os que menos recebem indenizações por acidentes de trânsito.
Leia o texto a seguir.
Exposição destaca edições raras de Machado de Assis
Em cartaz na USP até 22 de novembro, mostra enfatiza a variedade e a amplitude da carreira do escritor
Cultura - 11/10/2018 Por Leila Kiyomura
O leitor de Machado de Assis, considerado o maior romancista brasileiro, tem um encontro inusitado com Memórias Póstumas de Brás Cubas, Dom Casmurro, Quincas Borba e outras obras-primas da literatura brasileira. E, além de ver edições raras dessas obras, vai conhecer o cotidiano do jornalista Machado de Assis escrevendo para periódicos de sua época.
Para os que desejam conhecer e descobrir a obra de Machado de Assis, o professor Guimarães repete a orientação que dá aos seus alunos: “Além de Memórias Póstumas de Brás Cubas e Dom Casmurro e dos contos antológicos, como O Alienista, A Cartomante e Missa do Galo, sempre indico aos alunos a leitura de textos menos conhecidos, como o conto O Relógio de Ouro, o romance Ressurreição e poemas como Potira.
Disponível em: https://jornal.usp.br/?p=201131
O texto apresenta um formato muito específico de uma:
reportagem, pois problematiza as edições raras com a finalidade de alertar o leitor sobre suas escolhas de livros.
propaganda, pois tem a finalidade de divulgar a obra do autor para que o leitor tenha escolhas.
entrevista, pois tem a finalidade de questionar o entrevistado sobre as obras que serão expostas.
notícia, pois tem a finalidade de informar ao leitor sobre uma exposição de edições raras.
Leia o texto a seguir.
Exposição destaca edições raras de Machado de Assis
Em cartaz na USP até 22 de novembro, mostra enfatiza a variedade e a amplitude da carreira do escritor
Cultura - 11/10/2018 Por Leila Kiyomura
O leitor de Machado de Assis, considerado o maior romancista brasileiro, tem um encontro inusitado com Memórias Póstumas de Brás Cubas, Dom Casmurro, Quincas Borba e outras obras-primas da literatura brasileira. E, além de ver edições raras dessas obras, vai conhecer o cotidiano do jornalista Machado de Assis escrevendo para periódicos de sua época.
Para os que desejam conhecer e descobrir a obra de Machado de Assis, o professor Guimarães repete a orientação que dá aos seus alunos: “Além de Memórias Póstumas de Brás Cubas e Dom Casmurro e dos contos antológicos, como O Alienista, A Cartomante e Missa do Galo, sempre indico aos alunos a leitura de textos menos conhecidos, como o conto O Relógio de Ouro, o romance Ressurreição e poemas como Potira.
Disponível em: https://jornal.usp.br/?p=201131
O que podemos deduzir sobre a obra de Machado de Assis a partir da leitura do texto?
A obra de Machado de Assis é pouco conhecida.
A obra de Machado de Assis é bastante limitada.
A obra de Machado de Assis é bastante lida.
A obra de Machado de Assis é muito ampla.
Leia o texto a seguir para responder às questões.
Expor-se nas redes sociais ou não?
Por Fernanda Kalianny
Comecei a pensar nisso outro dia quando recebi uma mensagem de uma jornalista. Ela estava falando sobre um texto que escrevi há mais de dois anos e que já não tenho nenhuma vontade de falar a respeito. Confesso que achei curioso que o texto tenha despertado a atenção dela, porque era um texto-desabafo, em que eu contava muito sobre uma experiência ruim que eu vivi. Passados mais de dois anos eu nem imaginava que alguém me procuraria para falar sobre ele. Isso me remeteu a uma frase que ouvi de um colega em um seminário: “textos têm vida própria, uma vez colocados no mundo, não temos mais controle de onde irão parar”. Ele não estava se referindo ao mundo das telinhas e da web. Falava sobre livros. E aí eu fiquei um pouco alarmada de pensar que na internet esse controle é ainda menor. Vira e mexe algum texto viraliza. Alguém fica famoso no Facebook. Uma resposta bem dada ou uma briga vem à tona e se torna assunto de todas as salas de aula. Uma foto retirada do contexto parece algo engraçado e ronda os grupos de Whatsapp e do Facebook via prints. E por aí vai.
Estamos bastante habituados a tudo isso. Faz mesmo parte de nosso cotidiano. O que nunca tinha parado para pensar é se um dia terei algo meu viralizado por aí. Vocês já pensaram sobre isso? Como seria ter um texto, foto ou vídeo ficando super conhecidos? Em alguns casos, imagino que poderia ser divertido. Aqueles 15 minutinhos de fama que passam na cabeça de quase todo mundo. No entanto, se nos arrependêssemos do conteúdo ou fôssemos mal interpretados poderia ser bastante negativo.
Disponível em: http://www.revistacapitolina.com.br/expor-se-nas-redes-sociais-ou-nao/
No texto, a autora apresenta uma problematização sobre a exposição nas redes sociais, sua posição diante do fato:
defende que não se deve expor textos ou discussões em redes sociais e permanece a mesma do começo ao fim do trecho lido.
defende que a fama é importante e modifica sua tese ao dizer que a fama pode trazer problemas.
argumenta que a fama pode até ser divertida e aponta para os problemas que uma má interpretação pode trazer.
acredita que a exposição nas redes sociais é sempre negativa e deve ser evitada.
Leia o texto a seguir para responder às questões.
Expor-se nas redes sociais ou não?
Por Fernanda Kalianny
Comecei a pensar nisso outro dia quando recebi uma mensagem de uma jornalista. Ela estava falando sobre um texto que escrevi há mais de dois anos e que já não tenho nenhuma vontade de falar a respeito. Confesso que achei curioso que o texto tenha despertado a atenção dela, porque era um texto-desabafo, em que eu contava muito sobre uma experiência ruim que eu vivi. Passados mais de dois anos eu nem imaginava que alguém me procuraria para falar sobre ele. Isso me remeteu a uma frase que ouvi de um colega em um seminário: “textos têm vida própria, uma vez colocados no mundo, não temos mais controle de onde irão parar”. Ele não estava se referindo ao mundo das telinhas e da web. Falava sobre livros. E aí eu fiquei um pouco alarmada de pensar que na internet esse controle é ainda menor. Vira e mexe algum texto viraliza. Alguém fica famoso no Facebook. Uma resposta bem dada ou uma briga vem à tona e se torna assunto de todas as salas de aula. Uma foto retirada do contexto parece algo engraçado e ronda os grupos de Whatsapp e do Facebook via prints. E por aí vai.
Estamos bastante habituados a tudo isso. Faz mesmo parte de nosso cotidiano. O que nunca tinha parado para pensar é se um dia terei algo meu viralizado por aí. Vocês já pensaram sobre isso? Como seria ter um texto, foto ou vídeo ficando super conhecidos? Em alguns casos, imagino que poderia ser divertido. Aqueles 15 minutinhos de fama que passam na cabeça de quase todo mundo. No entanto, se nos arrependêssemos do conteúdo ou fôssemos mal interpretados poderia ser bastante negativo.
Disponível em: http://www.revistacapitolina.com.br/expor-se-nas-redes-sociais-ou-nao/
O trecho: “Vira e mexe algum texto viraliza.” é um exemplo de linguagem:
científica.
coloquial.
jurídica.
literária.
regional.
Leia o texto.
Você tem uma poupança de saúde?
O autocuidado é o caminho para prevenir doenças e viver mais
Publicado por Hospital Israelita Albert Einstein em 02/01/2020 | Atualizado em 30/03/2020
Como diz o dito popular: "quem poupa tem". Seja juntando moedinhas ou investindo quantias mais polpudas em aplicações de fundo fixo, o importante é pensar no futuro. Transportar essa prática para a saúde pode parecer uma ideia absurda, mas, na verdade, faz sentido. É o que garante o cardiologista Marcelo Katz, da Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein, em São Paulo.
Ela pode ser iniciada em qualquer idade, mas, claro, quanto mais cedo, melhor. “Sempre é hora de dar início a ela. Estudos mostram, por exemplo, que um indivíduo de 60 anos que começa a fazer uma atividade física vai viver mais do que um da mesma idade que é sedentário”, diz Katz. “Nossa vida e nossa saúde não são modulares”, prossegue. Segundo ele, as pessoas tendem a achar que o estado do organismo é um aos 20, 30, 40, sem interligação entre as décadas vividas. O que está longe de ser verdade. A atitude mais usual é, na juventude, focar em demasia no trabalho ou na família, por exemplo. “Nesse cenário, o autocuidado fica em quarto, quinto, sexto lugar na lista de prioridades.” Em muitos casos, a consciência de que precisamos ter uma compaixão com o próprio corpo só vem à tona depois de que um evento inesperado e ruim acontece: um problema de saúde, seja conosco ou com alguém conhecido. “Que bom seria se tivéssemos no nosso mindset um olhar para nós mesmos, de que precisamos nos priorizar”, afirma o cardiologista do Einstein.
Disponível em: https://vidasaudavel.einstein.br/voce-tem-uma-poupanca-de-saude/
A partir do texto, é possível inferir que:
muitas pessoas negligenciam os cuidados com a saúde ao longo da vida.
o autocuidado não fica em primeiro lugar na lista de prioridades das pessoas.
é possível iniciar os cuidados com a saúde a qualquer tempo, mas mais cedo é melhor.
só percebemos a necessidade de cuidar do corpo após a ocorrência de um evento negativo, nosso ou de alguém próximo.
seria ótimo se adotássemos uma mentalidade voltada para nós mesmos, reconhecendo a importância de nos colocarmos como prioridade.
Leia o texto.
Você tem uma poupança de saúde?
O autocuidado é o caminho para prevenir doenças e viver mais
Publicado por Hospital Israelita Albert Einstein em 02/01/2020 | Atualizado em 30/03/2020
Como diz o dito popular: "quem poupa tem". Seja juntando moedinhas ou investindo quantias mais polpudas em aplicações de fundo fixo, o importante é pensar no futuro. Transportar essa prática para a saúde pode parecer uma ideia absurda, mas, na verdade, faz sentido. É o que garante o cardiologista Marcelo Katz, da Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein, em São Paulo.
Ela pode ser iniciada em qualquer idade, mas, claro, quanto mais cedo, melhor. “Sempre é hora de dar início a ela. Estudos mostram, por exemplo, que um indivíduo de 60 anos que começa a fazer uma atividade física vai viver mais do que um da mesma idade que é sedentário”, diz Katz. “Nossa vida e nossa saúde não são modulares”, prossegue. Segundo ele, as pessoas tendem a achar que o estado do organismo é um aos 20, 30, 40, sem interligação entre as décadas vividas. O que está longe de ser verdade. A atitude mais usual é, na juventude, focar em demasia no trabalho ou na família, por exemplo. “Nesse cenário, o autocuidado fica em quarto, quinto, sexto lugar na lista de prioridades.” Em muitos casos, a consciência de que precisamos ter uma compaixão com o próprio corpo só vem à tona depois de que um evento inesperado e ruim acontece: um problema de saúde, seja conosco ou com alguém conhecido. “Que bom seria se tivéssemos no nosso mindset um olhar para nós mesmos, de que precisamos nos priorizar”, afirma o cardiologista do Einstein.
Disponível em: https://vidasaudavel.einstein.br/voce-tem-uma-poupanca-de-saude/
A reportagem é um texto que apresenta fatos e opiniões. Qual alternativa traz uma opinião?
O autocuidado é o caminho para prevenir doenças e viver mais
…o importante é pensar no futuro
É o que garante o cardiologista Marcelo Katz
…afirma o cardiologista do Einstein.
