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WorksheetsAV. PORT E MAT V = 60 / 6º ANO 3º TRIM
Total questions: 11
Worksheet time: 1hrs 28mins
Leia esse fragmento da reportagem para responder às questões:
Em Pernambuco, catador de lixo dá exemplo de solidariedade
Sebastião construiu uma escola para 75 crianças. Catador também constrói barracos para quem não
tem onde morar.
Edição do dia 14/01/2017 - 21h41
Atualizado em 14/01/2017 22h14
Edição do dia 14/01/2017
Em Pernambuco, um catador de lixo dá um exemplo de solidariedade. O pouco que ganha, divide para melhorar a vida na comunidade onde mora.
Há 24 anos, o seu Sebastião puxa uma carroça pelas ruas de Olinda atrás de material reciclável. A vida nunca foi fácil para ele. Ficou órfão aos 4 anos, teve pouco estudo. Com sacrifício, criou sete filhos. Ele é um exemplo para a família.
“É o valor do suor”, diz familiar.
“Acho perfeito o que ele faz ajudando os outros em vez de si mesmo”, afirma a estudante Maria Eduarda Ramos.
Nunca falta trabalho para o catador. O lixo que sufoca o manguezal é fonte de renda para o seu Sebastião. Neste garimpo diário ele tira o sustento.
“A gente tira uma faixa de 40 a 50 sacos, que dá uma média de 80 a 100 quilos”, conta o catador de lixo Sebastião Pereira Duque.
O que ele faz com o pouco dinheiro que ganha vendendo o que tira do lixo é de se admirar.
E de pouco em pouco, juntando cada quilo do material recolhido, o seu Sebastião construiu uma obra permanente e muito necessária na comunidade, a escola que ganhou um nome apropriado: Escola Nova Esperança.
A pequena escola é um refúgio para 75 crianças que têm entre 2 e 6 anos de idade.
Os pais pagam uma taxa simbólica de R$ 25 para ajudar no salário de três professoras. O que não tem preço é a gratidão.
“Eu acho maravilhoso o trabalho que ele faz” “Os pais pagam uma taxa simbólica de R$ 25 para ajudar no salário de três professoras. O que não tem preço é a gratidão.”
Disponível em: http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2017/01/em-pernambuco-catador-de-lixo-da-exemplo-de-solidariedade.html#:ext=E%20 de%20 pouco%20em%20 pouco,e%206%20 anos%20de%20 idade.
Leia o trecho a seguir.
“Os pais pagam uma taxa simbólica de R$ 25 para ajudar no salário de três professoras. O que não tem preço é a gratidão.”
Quantas orações compõem esse parágrafo?
Leia o texto.
Entrevista com o grafiteiro Speto
Speto é pioneiro no grafite brasileiro, começando a praticar na década de 1980. De lá para cá, o artista tornou-se referência internacional na área. Com desenhos estampados em paredes do mundo inteiro, o artista apresenta um estilo singular, criado a partir de aspectos da cultura brasileira e suas histórias folclóricas. A arte de Speto já foi parte da identidade visual de grandes marcas, como Coca-Cola, e de videoclipes de artistas, como Beyoncé e O Rappa. O grafiteiro conversou com O POVO sobre criticidade, consumo de arte e inspirações. OP: Conhecer as cidades que você grafita muda o que você tinha em mente para pintar? Speto: Normalmente quando vou fazer uma história, um grafite, eu sempre estou observando as pessoas. Por exemplo, essa cadeira que tem um coqueiro me inspirou a incluir um coqueiro no desenho. Um dia, voltando pela orla, reparei que tem muita gente de óculos escuros, por isso vou colocar um óculos na personagem. Sempre vou colocando os elementos em que reparo. Diferente do que as pessoas pensam, fazer grafite requer uma disciplina rígida que me deixa sem tempo de investigação. E não gosto de fazer as coisas pela internet. Então estou toda hora observando. Em toda cidade que vou é assim. OP: Você já é um artista reconhecido e vive do grafite. Como vê essa relação entre a arte de rua, que é criminalizada, e a que é reconhecida? Speto: Por lei, o grafite é proibido no mundo inteiro. Se todos os governantes deixassem sair grafitando, imagina a baderna que ia ser. Proibido já tem muito, se fosse legalizado não teria limite. Eu moro na Vila Madalena (SP), e lá tem muitas paredes de propriedades privadas que é só pedir autorização para pintar. Eu já fiz muito isso. Faço grafite há 32 anos, dos quais 20, foram dureza. Arte é difícil e demora muito tempo, por isso tem que persistir. Não esperar as coisas caírem do céu. Eu já fui muito marginalizado também. OP: A visibilidade dada a essa arte e a comercialização permitiu o acesso a outros espaços, como museus. Isso tirou o espaço da crítica nessa arte? Você percebe a arte de rua tornando-se “menos transgressora” e mais acomodada nesses novos espaços? Speto: É errado achar que o artista só faz um tipo de grafite. Temos curiosidade e queremos desafios de mídias e técnicas. Não tem porque se limitar, sem isso não há evolução. Também acho errado pensar que os grafiteiros não podem ser profissionais. É natural querer consumir arte. Na História da Arte vemos que sempre existiu a comercialização.
Por Alexia Vieira — Jornal O Povo — Publicado 01:30 | nov. 28, 2017 — Editado.
Marque a alternativa correta, conforme o texto:
O tema PRINCIPAL dessa entrevista é:
A trajetória e a visão artística de Speto, pioneiro do grafite brasileiro.
A evolução do grafite como uma forma de arte ao longo das décadas.
As dificuldades financeiras enfrentadas por artistas de grafite.
A relação entre o grafite e as leis municipais.
Sabe-se que 124,1 litros de vinho devem ser colocados, igualmente, em 17 tonéis. Quantos litros de vinho serão colocados em cada tonel?
As árvores de um parque estão dispostas de tal maneira que se construíssemos uma linha entre a primeira árvore (A) de um trecho e a última árvore (B) conseguiríamos visualizar que elas estão situadas à mesma distância uma das outras.
De acordo com a imagem acima, que fração que representa a distância entre a primeira e a segunda árvore?
1/5
João tinha 4/6 de uma pizza e comeu mais 1/6. Quanto de pizza João comeu no total?
Pedro tinha 5/8 de um chocolate e deu 3/8 para seu amigo. Quanto de chocolate sobrou com Pedro?
Obs.: Simplifique a resposta.
Em uma corrida, um carro percorre 2,75 km em cada volta. Quantos quilômetros ele terá percorrido após completar 4 voltas?
Como se lê a fração 7/8?
Leia o texto a seguir sobre Luiz Gonzaga, um grande representante da música e da cultura brasileira.
O jovem Luiz Gonzaga
Manhã de sábado, 18 de junho de 1988. Uma camioneta Chevrolet Veraneio 1984, de cor bege, cruza a ponte Presidente Dutra – a divisa das cidades de Petrolina, em Pernambuco, e Juazeiro, na Bahia. Sopra um vento frio vindo das margens do rio São Francisco, de época de inverno, mas o calor que chega de outra direção, das terras áridas da caatinga, ao norte, logo vai aquecer o asfalto da estrada de rodagem.
Os cinco passageiros que lotam o veículo são músicos. Entre eles está Luiz Gonzaga, o mais famoso sanfoneiro do país, que vai se apresentar à noite na abertura das festas juninas de Senhor do Bonfim, a cerca de 120 quilômetros de distância. A Veraneio segue devagar. Desde que sofrera dois acidentes de carro, muitos anos atrás, Gonzaga sempre reclama quando o motorista pisa forte no acelerador.
Depois da ponte Presidente Dutra, já em terras da Bahia, a Veraneio entra na BR-407. O carro roda deixando para trás a cidade de Juazeiro. Sentindo um ligeiro mal-estar, Gonzaga aprecia a paisagem à beira da estrada, ali de extrema penúria.
– Aqui é pior do que Exu – comenta.
Um dos músicos gargalha.
– Pensa que é brincadeira?
A estrada corta o meio da caatinga, de vegetação árida, de solo seco e pedregoso. De vez em quando, se vê um bode ou uma cabra que pasta perto do acostamento ou um raro pássaro em busca de água e comida.
– Se Exu fosse assim eu não teria sobrevivido — diz Gonzaga.
O carro passa por um entroncamento, à esquerda, que segue para as minas de cobre da Caraíba Metais.
– Por ali dá para se chegar a Euclides da Cunha. E também em Canudos, terra do
Conselheiro — ensina Gonzaga, que conhecia meio mundo. – Sem asfalto, estrada de terra. Bem mais adiante, os passageiros cruzam com a pequena cidade de Jaguarari, próxima a Senhor do Bonfim.
Dali em diante, a natureza muda de água para vinho. Em lugar de chão pedregoso e vegetação catingueira, surgem terras férteis, morros verdejantes, nessa hora cobertos de nuvens de chuva.
– Exu é assim — diz Gonzaga, depois gargalha e aponta o dedo para o agrupamento de morros e grotas da serra do Gado Bravo, extensão da Chapada Diamantina, na cordilheira do Espinhaço, e segue em direção a Minas Gerais.
– Pé de serra.
A Veraneio passa pela rodoviária de Senhor do Bonfim.
– O movimento aqui já está grande — diz um dos músicos. — À noite o show vai lotar — completa Gonzaga.
JATOBÁ, Roniwalter. O jovem Luiz Gonzaga. São Paulo: Nova Alexandria, 2009.
Disponível em: <http://www.cinemaepipoca.com.br/entrevista-com-wendel-bezerra/>. Acesso em 06 de dez. 2020.
Considerando as informações apresentadas no texto, assinale a afirmativa verdadeira.
O narrador relata os fatos como se estivesse presente.
O narrador é um personagem fictício que não está presente na cena.
A linguagem do texto é puramente poética.
O sanfoneiro Luiz Gonzaga conta a história de outros músicos.
Leia o texto.
POR QUE O SOL E A LUA VIVEM NO CÉU
Tempos atrás, o Sol e a Água viviam na terra e eram grandes amigos. O Sol visitava a Água frequentemente, mas a Água nunca retornava as visitas. Um dia, o Sol perguntou à Água por que ela nunca o visitava. A Água respondeu que a casa do Sol não era grande o suficiente e, se todo o povo da água fosse visitá-lo, acabaria por tirá-lo de lá. Disse ao amigo: “Se você quer a minha visita, deve construir um enorme cômodo, mas aviso, deve ser muito, muito grande, pois meu povo é muito numeroso e precisa de muitas acomodações”.
O Sol prometeu construir um enorme cercado e, em seguida, foi encontrar sua mulher, a Lua, que o recebeu com um largo sorriso assim que ele abriu a porta. O Sol contou, então, o que havia prometido à Água. No dia seguinte, começou a construção de um grande cercado, no qual receberia sua amiga. Ao final da construção, convidou a Água e todo o seu povo para ir visitá-lo.
Quando a Água chegou, chamou pelo Sol e perguntou se estava seguro para sua entrada. O Sol respondeu: “Sim, minha amiga, entre”. A Água, então, começou a fluir, acompanhada pelos peixes e todos os animais aquáticos.
Logo, a Água estava na altura dos joelhos. Perguntou ao Sol se permanecia seguro e ele respondeu mais uma vez: “Sim”. Então, mais água entrou. Quando estava na altura do topo da cabeça de um homem, ela tornou a perguntar ao Sol: “Você quer mais visita de meu povo?” O Sol e a Lua responderam: “Sim!”
Então Água entrou, enquanto o Sol e a Lua tiveram que subir no topo do telhado. Mais uma vez a Água consultou o Sol e recebeu a mesma resposta e mais do seu povo entrou enchendo de água até o topo do telhado. O sol e a lua foram forçados a subir até o céu, onde permanecem até hoje.
Conto Nigeriano
No trecho “Se você quer a minha visita, deve construir um enorme cômodo...”, o verbo “deve” está no modo imperativo. O efeito de sentido desse verbo, no contexto da frase, indica
uma afirmação de certeza.
uma sugestão ou recomendação.
uma advertência ou aviso.
uma ordem ou comando direto.
Leia o texto.
POR QUE O SOL E A LUA VIVEM NO CÉU
Tempos atrás, o Sol e a Água viviam na terra e eram grandes amigos. O Sol visitava a Água frequentemente, mas a Água nunca retornava as visitas. Um dia, o Sol perguntou à Água por que ela nunca o visitava. A Água respondeu que a casa do Sol não era grande o suficiente e, se todo o povo da água fosse visitá-lo, acabaria por tirá-lo de lá. Disse ao amigo: “Se você quer a minha visita, deve construir um enorme cômodo, mas aviso, deve ser muito, muito grande, pois meu povo é muito numeroso e precisa de muitas acomodações”.
O Sol prometeu construir um enorme cercado e, em seguida, foi encontrar sua mulher, a Lua, que o recebeu com um largo sorriso assim que ele abriu a porta. O Sol contou, então, o que havia prometido à Água. No dia seguinte, começou a construção de um grande cercado, no qual receberia sua amiga. Ao final da construção, convidou a Água e todo o seu povo para ir visitá-lo.
Quando a Água chegou, chamou pelo Sol e perguntou se estava seguro para sua entrada. O Sol respondeu: “Sim, minha amiga, entre”. A Água, então, começou a fluir, acompanhada pelos peixes e todos os animais aquáticos.
Logo, a Água estava na altura dos joelhos. Perguntou ao Sol se permanecia seguro e ele respondeu mais uma vez: “Sim”. Então, mais água entrou. Quando estava na altura do No trecho “Quando a Água chegou, chamou pelo Sol e perguntou se estava seguro para sua entrada”, o verbo “perguntou” está no modo indicativo. O efeito de sentido desse verbo, nessa frase, indica
a) uma dúvida ou incerteza sobre a ação.
b) uma ação que aconteceu de fato no passado.
c) uma ordem ou comando que deve ser seguido.
d) uma ação hipotética que pode ou não acontecer.
da cabeça de um homem, ela tornou a perguntar ao Sol: “Você quer mais visita de meu povo?” O Sol e a Lua responderam: “Sim!”
Então Água entrou, enquanto o Sol e a Lua tiveram que subir no topo do telhado. Mais uma vez a Água consultou o Sol e recebeu a mesma resposta e mais do seu povo entrou enchendo de água até o topo do telhado. O sol e a lua foram forçados a subir até o céu, onde permanecem até hoje.
Conto Nigeriano
No trecho “Quando a Água chegou, chamou pelo Sol e perguntou se estava seguro para sua entrada”, o verbo “perguntou” está no modo indicativo. O efeito de sentido desse verbo, nessa frase, indica
uma ação que pode ser interpretada de várias maneiras.
uma afirmação que não tem relação com o passado.
uma pergunta que não requer resposta.
uma ação que aconteceu de fato no passado.
