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Total questions: 47

Worksheet time: 1hrs 9mins

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1.

3ano-DESCRITORES PARA A PROVA PARANÁ 2ª EDIÇÃO – PORTUGUÊS

 

D03           Inferir o sentido de uma palavra ou expressão.

D04           Inferir uma informação implícita em um texto.

D05           Interpretar texto com auxílio de material gráfico diverso (propagandas, quadrinhos, foto etc.).

D08           Estabelecer relação entre a tese e os argumentos oferecidos para sustentá-la.

D09           Diferenciar as partes principais das secundárias em um texto.

 D14          Distinguir um fato da opinião relativa a esse fato.

D15           Estabelecer relações lógico-discursivas presentes no texto, marcadas por conjunções, advérbios etc

D16           Identificar efeitos de ironia ou humor em textos variados.

D17           Reconhecer o efeito de sentido decorrente do uso da pontuação e de outras notações.

D21           Reconhecer posições distintas entre duas ou mais opiniões relativas ao mesmo fato ou ao mesmo tema.

 

(D03 – Inferir o sentido de uma palavra ou expressão) Leia o texto abaixo.

Tanto faz

Quando você for sair da sua casa

Não se esqueça de levar coragem

Sempre equipe sua alma com asas

Cada dia é uma nova viagem

Todo mundo gosta de viajar

A saudade muitas vezes faz bem [...]

Ame demais, sofra demais

Consequentemente é assim, entendeu?

Só quem sofreu poderá dizer que já sentiu o amor

E aí, já sofreu?

Tanto faz, tanto fez

Não dá nada, dessa vez

Vou lutar por vocês

E quando tudo for melhor

Eu vou ligar pra ela [...]

PROJOTA. Disponível em:

<http://www.somusica10.com.br/2015/08/projota-tanto-faz-malhacao.html#ixzz3oT3mtTYl&gt.

Nesse texto, as formas verbais “esqueça”, “Ame” e “sofra” indicam

a)

um alerta.

b)

um convite.

c)

uma ordem.

d)

uma recomendação.

e)

uma negação.

2.

(D03) Leia o texto abaixo.

Domingão

 

Domingo, eu passei o dia todo de bode. Mas, no

começo da noite, melhorei e resolvi bater um fio para

o Zeca.

– E aí, cara? Vamos no cinema?

– Sei lá, Marcos. Estou meio pra baixo...

– Eu também tava, cara. Mas já estou melhor.

E lá fomos nós. O ônibus atrasou, e nós

pagamos o maior mico, porque, quando chegamos, o

filme já tinha começado. [...]

Saímos de lá, comentando:

– Que filme massa!

– Maneiro mesmo!

Mas já era tarde, e nem deu para contar os

últimos babados pro Zeca. Afinal, segunda-feira é dia

de trampo e eu detesto queimar o filme com o patrão.

Não vejo a hora de chegar o final de semana de

novo para eu agitar um pouco mais.

Nesse texto, no trecho “Estou meio pra baixo...” (3°parágrafo), a expressão destacada significa

a)

acamado.

b)

desanimado.

c)

indeciso.

d)

indiferente.

e)

nervoso.

3.

(D03) Leia o texto abaixo e responda.

Quanta pressa!

 

Como vc é apressada! Não lembra que eu disse antes de vc viajar que eu ia pra fazenda do meu avô?

Quem mandou não dar notícias antes d’eu ir pra lá?!?!?!:-O

Vc sabia. Eu avisei. Vc não presta atenção no que eu falo?

Quando ficar mais calma eu tc mais, tá legal?

:-*    Mônica

PINA, Sandra. Entre e-mails e acontecimentos. São Paulo: Salesiana, 2006.

As reduções (vc, tc) e os emoticons (:-*), usados com frequência em e-mails e conversas de whatsapp, imprimem ao texto

a)

correção.

b)

formalidade.

c)

clareza.

d)

agilidade.

4.

Leia o texto abaixo e responda. (D04)

A economia da felicidade

    Vivemos em tempos de altas ansiedades. Apesar de o mundo usufruir de uma riqueza total sem precedentes, também há ampla insegurança, agitação e insatisfação. Nos Estados Unidos, uma grande maioria dos americanos acredita que o país está “no caminho errado”. O pessimismo está nas alturas. O mesmo vale para muitos outros lugares.

    Tendo essa situação como pano de fundo, chegou a hora de reconsiderar as fontes básicas de felicidade em nossa vida econômica. A busca incansável de rendas maiores vem nos levando a uma ansiedade e iniquidade sem precedentes, em vez de nos conduzir a uma maior felicidade e satisfação na vida. O progresso econômico é importante e pode melhorar a qualidade de vida, mas só se o buscarmos junto com outras metas. [...]

SACHS, Jeffrey D.. Disponível em: http://zelmar.blogspot.com/2011 /08/economia-da-felicidade.html>. Acesso em: 18 nov. 2011. Fragmento.

Segundo esse texto, o que tem causado a alta ansiedade vivida no mundo é

a)

a busca incansável por rendas maiores.

b)

a iniquidade sem precedentes.

c)

a riqueza total sem precedentes.

d)

o alto grau de pessimismo no mundo.

e)

o progresso econômico.

5.

Leia o texto abaixo. (D04)

O Bicho

    Vi ontem um bicho

    Na imundície do pátio

    Catando comida entre os detritos.

   

    Quando achava alguma coisa,

    Não examinava nem cheirava:

    Engolia com voracidade.

   

    O Bicho não era um cão,

    Não era um gato,

    Não era um rato.

   

    O Bicho, meu Deus, era um homem.

BANDEIRA, Manuel. Poesias. Rio de Janeiro: José Olympyo, 1955.

Esse texto denuncia

 

a)

a mistura do homem com um bicho.

b)

a condição miserável do ser humano.

c)

a diferença entre um homem e um cão.

d)

o acúmulo d elixo no pátio.

6.

(D05) Ao analisar a linguagem verbal e não verbal, a atitude do homem em relação à mulher mostra

 

a)

companheirismo.

b)

revolta.

c)

compaixão.

d)

insensibilidade.

e)

irritação.

7.

(D05) Nessa charge, o que está sendo criticado?

a)

A preocupação com o aquecimento global.

b)

Os problemas ambientais causados pelo homem.

c)

O vandalismo praticado contra um bem comum.

d)

O descaso das autoridades contra a violência urbana.

e)

O desrespeito às leis de preservação do meio ambiente.

8.

Sobre as funções desempenhadas pelas mulheres na sociedade e de acordo com o expresso nas linguagens verbal e não verbal da charge, afirma-se que

a)

a moça está reclamando de ter de consertar tomadas.

b)

a vovó acha que não valeu a pena ter sido boneca, quando mais jovem.

c)

as moças, hoje em dia, opinam, trabalham, fazem terapias e não querem ter celulites.

d)

as mulheres de hoje ainda preferem fazer doces e visitar as amigas a viver no paraíso.

e)

a atribuição de não ser boneca implica também fazer tarefas tradicionalmente associadas ao sexo masculino.

9.

D03 - Inferir o sentido de uma palavra ou expressão.

Após ler a tirinha da Turma do Cabeça Oca, de Christie Queiroz,

responda:

na frase “Tenta livrar sua pele e me entrega de bandeja!”, a expressão destacada tem o sentido de:

a)

Afirmar que foi entregue um objeto usando uma bandeja.

b)

Denunciar o colega.

c)

Indicar a preparação de um prato para um jantar elegante.

d)

Mostrar que o personagem confessa ser o culpado.

10.

D03- Inferir o sentido de uma palavra ou expressão.

O que é necessário fazer para inferir o sentido de uma palavra ou expressão?

a)

Consultar imediatamente um dicionário.

b)

Relacionar o texto ao seu conhecimento de mundo.

c)

Ler o enunciado, retomando o texto e, assim, relacionar as informações do texto e o seu conhecimento de mundo, concluindo o sentido que a palavra ou expressão tem, de acordo com o contexto. 

11.

D3 – Inferir o sentido de uma palavra ou expressão.

Leia o texto abaixo:

Todo ponto de vista é a vista de um ponto

Ler significa reler e compreender, interpretar. Cada um lê com os olhos que tem. E interpreta a partir de onde os pés pisam. Todo ponto de vista é um ponto. Para entender como alguém lê, é necessário saber como são seus olhos e qual é sua visão de mundo. Isso faz da leitura sempre uma releitura. A cabeça pensa a partir de onde os pés pisam. Para compreender, é essencial conhecer o lugar social de quem olha. Vale dizer: como alguém vive, com quem convive, que experiências tem, em que trabalha, que desejos alimenta, como assume os dramas da vida e da morte e que esperanças o animam. Isso faz da compreensão sempre uma interpretação.

BOFF, Leonardo. A águia e a galinha. 4ª ed. RJ: Sextante, 1999

A expressão “com os olhos que tem” (L .1), no texto, tem o sentido de

a)

enfatizar a leitura.

b)

priorizar a leitura.

c)

incentivar a leitura.

d)

individualizar a leitura.

12.

D03 - Inferir o sentido de uma palavra ou expressão.

Leia o trecho a seguir:

"Depois de tanto trabalho, ele finalmente colheu os frutos de seu esforço."

Na frase acima, a expressão destacada tem o sentido de:

a)

Ele começou a plantar árvores frutíferas.

b)

Ele recebeu os benefícios de seu trabalho.

c)

Ele comprou frutas no mercado.

d)

Ele começou a trabalhar na colheita.

13.

D15 - Estabelecer relações lógico-discursivas presentes no texto, marcadas por conjunções, advérbios etc.


Anedotinhas

De manhã, o pai bate na porta do quarto do filho:

— Acorda, meu filho. Acorda, que está na hora de você ir para o colégio.

Lá de dentro, estremunhando, o filho respondeu:

— Ai, eu hoje não vou ao colégio. E não vou por três razões: primeiro, porque eu estou morto de sono; segundo, porque eu detesto aquele colégio; terceiro, porque eu não aguento mais aqueles meninos.

E o pai responde lá de fora:

— Você tem que ir. E tem que ir, exatamente, por três razões: primeiro, porque você tem um dever a cumprir; segundo, porque você já tem 45 anos; terceiro, porque você é o diretor do colégio.

Anedotinhas do Pasquim. Rio de Janeiro: Codecri, 1981. p. 8.

No trecho “Acorda, que está na hora de você ir para o colégio” (l . 2), a palavra sublinhada estabelece relação de

a)

adição.

b)

alternância.

c)

explicação.

d)

conclusão.

14.

D15 - Estabelecer relações lógico-discursivas presentes no texto, marcadas por conjunções, advérbios etc.

Leia o texto abaixo e responda ao que se pede:

ESSE EÇA!

Talvez por ter nascido sem pai, talvez por ter sido um menino solitário, talvez porque ainda não havia televisão nem videogame, ou talvez porque fosse mesmo tímido, logo que pude decifrar as “formiguinhas pretas”, meu lazer passou a ser a leitura. Nada de “estudo”, nada de “busca do saber”. Ler para sonhar, para sentir-me na pele dos protagonistas, para me divertir mesmo.

Quanto dessas leituras habita ainda em mim! Mas, pulando Lobato e os queridos autores de literatura juvenil, lembro-me de O suave milagre, do escritor português Eça de Queirós. Que impacto! Eu lia e relia o conto, lágrimas, frissons, emoções que acredito nunca mais ter conseguido sentir ao ler um texto. [...] O suave milagre continua como uma das minhas narrativas favoritas. Que conto! Esse Eça!

BANDEIRA, Pedro. Carta Fundamental, fev. 2011. Fragmento.

No trecho “... logo que pude decifrar as ‘formiguinhas pretas’” (2ª linha), a expressão destacada estabelece uma relação

a)

causal.

b)

temporal.

c)

consecutiva.

d)

condicional.

15.

D5 – Interpretar texto com o auxílio de material gráfico diverso (propagandas, quadrinhos, fotos, etc.).

Pela resposta do Garfield, as coisas que acontecem no mundo são

a)

assustadoras. .

b)

corriqueiras.

c)

curiosas.

d)

naturais

16.

D5 - Interpretar texto com o auxílio de material gráfico diverso (propagandas, quadrinhos, foto etc.)

O texto tem a finalidade de

a)

informar sobre um acontecimento de caráter jornalístico.

b)

informar sobre a dificuldade de vagas de emprego para deficientes.

c)

despertar a sensibilidade artística e a criatividade.

d)

chamar a atenção para um problema social.

17.

D5 - Interpretar texto com o auxílio de material gráfico diverso (propagandas, quadrinhos, foto etc.)

Sobre a tirinha, é correto afirmar que a personagem Malfada

a)

emprega o mesmo valor semântico para o vocábulo “indicador” no primeiro e no último quadrinho.

b)

não sabe a importância do dedo indicador.

c)

ainda não sabe exatamente o significado da expressão “indicador de desemprego”

18.

O pai do cabeça Oca estava tirando uma foto para qual finalidade?

a)

Realizar um registro dos seus filhos.

b)

Fazer a foto para a carteirinha de estudante.  

c)

Guardar de recordação.

d)

Postar a foto em suas redes sociais.

19.

Para localizar informações explícitas em um texto é necessário que o leitor:

a)

Faça anotações e pesquise sobre o tema.

b)

Faça um resumo sobre o texto e depois registre o que considera mais importante.

c)

Leia o enunciado, retome o texto e identifique a resposta.

d)

Releia o texto cuidadosamente e faça anotações.

e)

Leia o enunciado e pesquise sobre o tema.

20.

Veja essa reportagem e responda:

De acordo com o relato da Raíssa, qual a vantagem em criar uma biblioteca comunitária?

a)

Para poder estudar com mais facilidade.

b)

Para permitir que as pessoas tenham mais  acesso aos livros.

c)

Para que as crianças possam ler e levar os livros para casa. 

d)

Para realizar pesquisas com mais facilidade.

e)

Para realizar grandes empreendimentos.

21.

Todo ponto de vista é a vista de um ponto

5 Ler significa reler e compreender, interpretar. Cada um lê com os olhos que tem. E interpreta a partir de onde os pés pisam. Todo ponto de vista é um ponto. Para entender como alguém lê, é necessário saber como são seus olhos e qual é sua visão de mundo. Isso faz da leitura sempre uma releitura. A cabeça pensa a partir de onde os pés pisam. Para compreender, é essencial conhecer o lugar social de quem olha. Vale dizer: como alguém vive, com quem convive, que experiências tem, em que trabalha, que desejos alimenta, como assume os dramas da vida e da morte e que esperanças o animam. Isso faz da compreensão sempre uma interpretação. BOFF, Leonardo.

A águia e a galinha. 4ª ed. RJ: Sextante, 1999

A expressão “com os olhos que tem” (? .1), no texto, tem o sentido de

a)

enfatizar a leitura.

b)

incentivar a leitura.

c)

individualizar a leitura.

d)

priorizar a leitura.

e)

valorizar a leitura.

22.

Veja a tirinha da Turma do Cabeça Oca, do autor Christie Queiroz e responda:

Qual das opções abaixo melhor interpreta o significado da expressão “língua solta” na tirinha apresentada?

a)

Uma pessoa que fala várias línguas fluentemente.

b)

Alguém que raramente expressa suas opiniões.

c)

Uma pessoa que  fala de forma indiscreta ou sem restrições.

d)

Alguém que teve a língua cortada.

e)

Uma pessoa que fala rapidamente.

23.

Veja a tirinha da Turma do Cabeça Oca do autor Christie Queiroz:

De acordo com a tirinha qual informação pode ser inferida?

a)

O mês de agosto é o favorito do Cacá. 

b)

A menina gosta de reclamar das coisas. 

c)

O Cacá acredita que reclamar não vai melhorar a situação. 

d)

A menina ficou satisfeita com a resposta do Cacá. 

e)

A menina é amiga do Cacá e aceita a sua opinião em tudo.

24.

O comportamento da personagem Pina no terceiro quadrinho sugere

a)

caridade.

b)

entusiasmo.

c)

gratidão.

d)

interesse.

e)

satisfação.

25.

A partir da leitura verbal e não verbal conclui-se que

a)

os cadeirantes não podem usar banheiros públicos.

b)

existem locais que não são adaptados para cadeirantes.

c)

existem cadeiras de rodas que passam por portas estreitas.

d)

os bebedouros devem ser colocados próximos aos banheiros.

e)

os bebedouros de locais públicos são acessíveis a qualquer pessoa.

26.

A partir da leitura da imagem deduz-se que as pessoas estão

a)

conversando.

b)

falando.

c)

palestrando.

d)

pensando.

e)

interagindo.

27.

Observando os aspectos da linguagem verbal e não verbal da charge podemos dizer que

a)

critica o carnaval, pois seus resíduos contribuem para agravar os problemas causados pelos mosquitos.

b)

contrasta o valor dado ao carnaval com a pouca importância dispensada à proliferação dos mosquitos.

c)

alerta a população sobre os problemas causados por mosquitos no carnaval.

d)

avisa sobre a propagação dos mosquitos durante o período carnavalesco.

e)

reflete sobre as condições de higiene das cidades durante o carnaval.

28.

DESCRITORES PARA A PROVA PARANÁ 2ª EDIÇÃO - PORTUGUÊS - 2º ANO:

D11 Estabelecer relação causa/consequência entre partes e elementos do texto.

D12 Identificar a finalidade de textos de diferentes gêneros.

D13 Identificar as marcas linguísticas que evidenciam o locutor e o interlocutor de um texto.

D14 Distinguir um fato da opinião relativa a esse fato.

(D11) Leia o texto e, a seguir, responda.

VALSINHA

    Um dia ele chegou tão diferente do seu jeito de sempre chegar

    Olhou-a de um jeito muito mais quente do que sempre costumava olhar

    E não maldisse a vida tanto quanto era seu jeito de sempre falar

    E nem deixou-a só num canto, pra seu grande espanto, convidou-a pra rodar.

    Então ela se fez bonita como há muito tempo não queria ousar

    Com seu vestido decotado cheirando a guardado de tanto esperar

    Depois os dois deram-se os braços como há muito tempo não se usava dar

    E cheios de ternura e graça foram para a praça e começaram a se abraçar.

    E ali dançaram tanta dança que a vizinhança toda despertou

    E foi tanta felicidade que toda a cidade se iluminou

    E foram tantos beijos loucos, tantos gritos roucos como não se ouviam mais...

    Que o mundo compreendeu

    E o dia amanheceu

    Em paz.

HOLANDA, Chico Buarque de. In: Construção. CD Philips. 1971.

De acordo com esse texto, a felicidade do casal fez com que

a)

a vizinhança despertasse.

b)

a mulher ficasse bonita.

c)

o dia amanhecesse.

d)

a cidade se iluminasse.

29.

(D11) Leia o texto e, a seguir, responda.

Súplica Cearense

                                    Waldeck Macedo e Nelinho

    Oh! Deus, perdoe este pobre coitado

    Que de joelhos rezou um bocado

    Pedindo pra chuva cair sem parar

   

    Oh! Deus, será que o senhor se zangou

    E só por isso o sol arretirou

    Fazendo cair toda a chuva que há

   

    Senhor, eu pedi para o sol se esconder um tiquinho

    Pedi pra chover, mas chover de mansinho

    Pra ver se nascia uma planta no chão

   

    Oh! Deus, se eu não rezei direito o Senhor me perdoe,

    Eu acho que a culpa foi

    Desse pobre que nem sabe fazer oração

   

    Meu Deus, perdoe eu encher os meus olhos de água

    E ter-lhe pedido cheinho de mágoa

    Pro sol inclemente se arretirar

   

    Desculpe eu pedir a toda hora pra chegar o inverno

    Desculpe eu pedir para acabar com o inferno

    Que sempre queimou o meu Ceará

Disponível em: http://letras.mus.br/luiz-gonzaga/81584/. Acesso em 07/02/2013.

 

O eu lírico (personagem do poema) acha que não rezou direito porque

a)

a chuva caiu sem parar.

 

b)

o sol queimou o seu Ceará.

c)

chuva caiu de mansinho.

d)

rezou um bocado de joelhos.

30.

 

(D12) Leia o texto e, a seguir, responda.

Abertura da olimpíada

Texto I

    Foi um grandioso espetáculo, repleto de bom gosto, a abertura dos Jogos do Rio. Os diretores do vento merecem aplausos pelo alegre estilo que tomou conta do Maracanã. As projeções foram perfeitas, assim como a atuação das centenas de artistas. O inesquecível show de luz e de som expôs para o mundo o inesgotável talento do povo brasileiro.

JOSÉ CARLOS DA COSTA (Belo Horizonte, MG)

Texto II

    Espetáculo emocionante, mas permanece a sensação de desconforto provocada pelos enormes gastos canalizados para os Jogos, em detrimento da saúde, da segurança e da educação. Tomara que, além dos resultados esportivos, reste algum saldo positivo para a população.

PAULO ROBERTO GOTAÇ (Rio, RJ)

Disponível em: h

Qual é a finalidade dos textos I e II?

a)

informar.

b)

advertir.

c)

divulgar um produto.

d)

dar opinião.

31.

Leia os textos abaixo e responda.

Dicas

    Veja como agir para fazer uma compra segura pela internet.

    • Além do e-mail, verifique se a loja oferece número de telefone e endereço.

    • Imprima todos os procedimentos realizados durante a compra: número da transação e confirmação do pedido. Se possível, solicite à loja online um fax ou uma confirmação por escrito de que a aquisição foi feita.

    • Cuidado com promoções. Lembre-se de que, na maioria das vezes, ao preço do produto, ainda será somado o valor do frete.

    • Antes de finalizar a compra num site estrangeiro, não deixe de verificar as taxas de importação e o valor do frete. Procure saber também se a empresa tem representantes no Brasil.

    • Existem produtos, como músicas e programas, que podem ser comprados e recebidos pela própria internet. Assim, não há custo de frete nem prazo para entrega.

    • Nunca envie suas informações de pagamento via e-mail. As informações que viajam pela internet não são protegidas contra leitura de estranhos.

E-bit - Empresa de pesquisas na área do comércio eletrônico. In: Correio Braziliense. 12 abr. 2010.

A função social desse texto é

a)

convencer.

b)

opinar.

c)

orientar.

d)

sugerir.

e)

vender.

32.

Leia o texto abaixo e resolva a seguinte questão:

Beija-Flor

    Segundo estudo da Universidade de Berkeley (Estados Unidos), alguns beija-flores machos da espécie conhecida como Anna — que vive no sudeste do país — conseguem atingir velocidades proporcionalmente maiores que a de aviões de caça. Em alta velocidade, eles percorrem um trajeto equivalente a 383 vezes o comprimento de seu corpo por segundo. E tudo isso para impressionar as fêmeas. (Revista Planeta n.443.)

O objetivo desse texto é:

a)

Apresentar os estudos feitos pela universidade de Berkeley, no que diz respeito à velocidade dos beija-flores.

b)

Comparar a velocidade do beija-flor da espécie Anna com a de um avião de caça

c)

Esclarecer que o beija-flor da espécie Anna é 383 vezes mais rápido que o avião.

d)

Informar que alguns beija-flores machos atingem velocidade extrema, para impressionar as fêmeas.

e)

Narrar uma história especificando como alguns beija-flores conquistam as fêmeas de sua espécie.

33.

Leia o texto abaixo.

Qual é o órgão mais dispensável do corpo humano?

Se você der o azar de lesionar um órgão, torça

para ser o baço. Ele tem lá suas funções, como

remover os glóbulos vermelhos velhos demais e

produzir parte dos anticorpos que nos protegem de

vírus e bactérias. Mas dá para viver sem ele, o que não

rola sem coração, pulmões, fígado, estômago,

pâncreas ou intestino – sem os dois rins também não

dá.

Quando alguém sofre uma pancada forte na

barriga e danifica o baço a ponto de ele precisar ser

removido, o fígado se encarrega da “limpeza” dos

glóbulos vermelhos. Já a imunidade da pessoa fica

debilitada com a menor produção de anticorpos.

Mundo estranho. São Paulo: Abril, fev. 2008, p. 31.

O objetivo desse texto é

a)

dar uma informação de cunho científico.

b)

explicar como se adquire imunidade.

c)

mostrar como funciona nosso corpo.

d)

ensinar como evitar pancadas no corpo.

34.

(SAEPE). Leia o texto abaixo.

A genética da esquizofrenia

O maior estudo já feito sobre a esquizofrenia

comprova o forte componente genético da doença:

um terço de suas causas seriam resultado do efeito

acumulativo de 30 mil mutações. O trabalho revelou

também que erros numa misteriosa região do DNA

humano aumentam de 15% a 25% os riscos de uma

pessoa ter esquizofrenia. Tais revelações fazem parte

da pesquisa feita por um grupo internacional, que

gerou três estudos dependentes, publicados na revista

“Nature”. A complexidade do problema, dizem os

cientistas, torna muito difícil o desenvolvimento de

testes de diagnóstico, mas as descobertas abrem

caminho para novos tratamentos.

O Globo. 2 jun. 2009.

A finalidade desse texto é

a)

conceituar um exemplo.

b)

informar sobre o estudo de um tema: a esquizofrenia.

c)

sugerir um estudo.

d)

mostrar as descobertas sobre o tema.

e)

convencer que o problemanão existe.

35.

Leia o texto abaixo e responda.

Mundo grande

Não, meu coração não é maior que o mundo.

É muito menor.

Nele não cabem nem as minhas dores.

Por isso gosto tanto de me contar.

Por isso me dispo.

Por isso me grito,

por isso frequento os jornais, me exponho cruamente

nas livrarias:

preciso de todos.

Sim, meu coração é muito pequeno.

Só agora vejo que nele não cabem os homens.

Os homens estão cá fora, estão na rua.

A rua é enorme. Maior, muito maior do que eu

esperava.

Mas também a rua não cabe todos os homens.

A rua é menor que o mundo.

O mundo é grande.

ANDRADE, Carlos Drummond de. Mundo Grande.

A tipologia textual predominante nesse texto é

a)

argumentativa.

b)

descritiva.

c)

poética.

d)

narrativa.

36.

Leia o texto abaixo e responda.

Muitas leituras

Publicado pela primeira vez em 1899, Dom

Casmurro é uma das grandes obras de Machado de Assis

e confirma o olhar certeiro e crítico que o autor estendia

sobre toda a sociedade brasileira. [...]

O romance, entretanto, presta-se a muitas leituras,

e é interessante ver como a recepção ao livro se

modificou com o passar do tempo. Quando foi lançado,

era visto como o relato inquestionável de uma situação

de adultério, do ponto de vista do marido traído. Depois

dos anos 1960, quando questões relativas aos direitos da

mulher assumiram importância maior em todo o mundo,

surgiram interpretações que indicavam outra

possibilidade: a de que a narrativa pudesse ser expressão

de um ciúme doentio, que cega o narrador e o faz

conceber uma situação imaginária de traição. [...]

Nesse texto, há predomínio da linguagem

A) coloquial.

B) formal.

C) literária.

D) regional.

E) técnica.

a)

coloquial.

b)

formal.

c)

literária.

d)

técnica.

37.

Mal-estar de um anjo

Ao sair do edifício, o inesperado me tomou. O

que antes fora apenas chuva na vidraça, abafado de

cortina e aconchego, era na rua a tempestade e a

noite. Tudo isso se fizera enquanto eu descera pelo

elevador? Dilúvio carioca, sem refúgio possível.

Copacabana com água entrando pelas lojas rasas e

fechadas, águas grossas de lama até o meio da perna,

o pé tateando para encontrar calçadas invisíveis.

Até movimento de maré já tinha, onde se

juntasse o bastante de água começava a atuar a

secreta influência da Lua: já havia fluxo e refluxo da

maré. E o pior era o temor ancestral gravado na carne:

estou sem abrigo, o mundo me expulsou para o

próprio mundo, e eu que só caibo numa casa e nunca

mais terei casa na vida, esse vestido ensopado sou eu,

os cabelos escorridos nunca secarão, e sei que não

serei dos escolhidos para a Arca, pois já selecionaram

o melhor casal de minha espécie.

LISPECTOR, Clarice. Para não esquecer. São Paulo: Ática, 1984. p. 22.

Fragmento.

Nesse texto, há uma opinião do narrador em:

a)

“Ao sair do edifício, o inesperado me tomou.”

b)

“O que antes fora apenas chuva na vidraça,...”

c)

“Copacabana com água entrando pelas lojas

rasas...”

d)

“E o pior era o temor ancestral gravado na

carne:...”

e)

“... águas grossas de lama até o meio da perna,...”

38.

Novo acordo ortográfico

    Após várias tentativas de se unificar a ortografia da Língua Portuguesa, a partir de 1º de janeiro de 2009 passou a vigorar no Brasil e em todos os países da CLP (Comunidade de países de Língua Portuguesa) o período de transição para as novas regras ortográficas que se finaliza em 31 de dezembro de 2012.

    Algumas modificações foram feitas no sentido de promover a união e proximidade dos países que têm o português como língua oficial: Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe, Timor Leste, Brasil e Portugal.

    No entanto, não é necessário que haja aversão às alterações, pois são simples e fáceis de serem apreendidas! Além disso, há um prazo de adaptação que dá calmaria a todo processo de mudança! [...]

    A ABL (Academia Brasileira de Letras) dispõe de um link para quem tiver dúvidas sobre o acordo, é só acessar www.academia.org.br e procurar o serviço “ABL Responde” à direita na página. No entanto, não há prazo para que as respostas sejam enviadas, já que cada pergunta passará por análise da comissão de lexicografia e lexicologia.

    Visite esta seção e tire todas as suas dúvidas de maneira rápida e objetiva, proporcionada por uma linguagem simples e prazerosa. Fique sabendo de todas as mudanças ortográficas significativas para o Brasil! É só clicar e informar-se!

Disponível em: https://www.brasilescola. com/acordo-ortografico/. Acesso em: 30 jun. 2011. Fragmento.

No trecho “É só clicar e informar-se!” (último parágrafo), o verbo destacado pode ser substituído por

a)

apertar

b)

acessar

c)

estalar

d)

fixar

39.

Leia os textos abaixo e responda as questões 01 e 02.

Texto 1

Humanos podem não ser os únicos mamíferos que cuidam de plantações

    Talvez os seres humanos não sejam os únicos mamíferos que cuidam da terra para cultivar alimentos. Cientistas da Universidade da Flórida (EUA) descobriram que os roedores da espécie Geomys pinetis também praticam um tipo de agricultura. Análises em um campo de tocas feitas pelos animais sugerem que eles colhem as raízes de pinheiros que crescem em suas casas — e também as cultivam.

    A equipe planejava observar se o crescimento das raízes invadia os túneis em que os roedores vivem, além de estudar como os roedores cultivam a fonte de alimento nos túneis já feitos e nas novas tocas.

    Uma vez que as raízes atingem as tocas, os roedores incentivam seu crescimento com fezes e urina. Embora não seja a forma mais sofisticada de agricultura, os pesquisadores sugerem que, de certa forma, esse método seja parecido com o que os seres humanos fazem.

    Existe um debate científico sobre o que caracteriza agricultura. Os cientistas por trás do estudo apontam que os roedores sabem o que estão fazendo quando cuidam de suas raízes. Os animais gastam tempo e energia para defender suas plantações, trabalhando na manutenção das tocas e no crescimento das raízes. Segundo eles, o que faz disso uma forma de agricultura é a utilização dos resíduos como fertilizante para melhorar as condições do ambiente. [...]

CAPARROZ, Leo. Humanos podem não ser os únicos mamíferos que cuidam de plantações. In: Superinteressante. 2022. Disponível em: https://bit.ly/3IQeA8q. Acesso em: 20 jul. 2022. Fragmento.

Texto 2

Formigas desenterram fósseis e levam à descoberta de 10 mamíferos extintos

    Um grupo de paleontólogos descobriu dez novas espécies de mamíferos extintos a partir de milhares de fósseis minúsculos, como dentes ou ossos da mandíbula. Eles contaram com ajudantes igualmente pequenos para encontrar os espécimes: formigas.

    Os fósseis microscópicos vieram do noroeste de Nebraska (Estados Unidos). Eles são abundantes por lá, assim como nos estados vizinhos, Wyoming e Dakota do Sul. Mas nem por isso é fácil encontrá-los — a não ser que você procure nos lugares certos. Como o topo de formigueiros.

    Há mais de um século, cientistas raspam esses montes de areia e terra procurando pequenos ossos nos sedimentos. É uma boa tática, porque as formigas exploram o subsolo em busca de materiais (como pedacinhos de rocha) com os quais possam cobrir seus montes para fortalecê-los.

    Em 2015, um caçador de fósseis amador de Nebraska notou que havia uma quantidade impressionante de dentes e ossos nos formigueiros de sua propriedade. Então, começou a coletar amostras e enviá-las para Clint Boyd, paleontólogo do Serviço Geológico de Dakota do Norte.

    Ele não parou desde então. O resultado foi uma coleção de mais de 6 mil microfósseis, que foram estudados por Boyd, Bill Korth, pesquisador do Rochester Museum & Science Center (Nova York), e outros paleontólogos. O estudo foi publicado recentemente pelo Instituto de Paleontologia de Vertebrados de Rochester. [...]

COSTA, Luisa. Formigas desenterram fósseis e levam à descoberta de 10 mamíferos extintos. In: Superinteressante. 2022. Disponível em: https://bit.ly/3v2kaiq. Acesso em: 20 jul. 2022. Fragmento.

(MEC-CAED - ADF).

Esses textos têm em comum o fato de

a)

Abordarem sobre os hábitos de cultivos de um roedor.

b)

Apontarem o debate científico sobre agricultura.

c)

Citarem o trabalho de um caçador de fósseis amador em seu quintal.

d)

Tratarem de descobertas científicas feitas com animais.

40.
(SADEAM). Leia os textos abaixo.

Texto 1

    Depois dessa reportagem (“Como perder e (atenção!) manter o peso”, 17 de fevereiro), chego à conclusão de que não há fórmula secreta nem academia milagrosa. Tudo depende do esforço de cada pessoa que se propõe a perder peso, mas sempre acompanhada de algum profissional habilitado.

Valter Lemos Filho. Florianópolis, SC.

Texto 2

    Não há fórmulas mágicas. Temos de consumir menos calorias do que gastamos e, para isso, aumentar a atividade física e comer em menor quantidade.

Gisele Maria Giovinazzo. Nutricionista. São José do Rio Preto, SP. Veja. 24 fev. 2010.

Nesses textos, os leitores apresentam opiniões

a)

Confusas.

b)

Complementares.

c)

Incoerentes.

d)

Superficiais.

41.
(SAEPI). Leia o texto abaixo.

Piadas selecionadas de informática.

Qual é o tema explorado nesse texto?

a)
Os jovens evitam falar com estranhos.
b)
Os jovens gostam de conhecer pessoas.
c)
Os jovens só se reconhecem na internet.
d)
Os jovens consideram a internet uma criação fantástica.
42.
(PROEB). Leia o texto abaixo.

O encontro

    O telefone tocou, ele atendeu, marcaram encontro. Fez a barba, tomou banho, vestiu-se. Há uma semana que não via a noiva e hoje era domingo, dia de ir ao cinema com ela. Apertou o botão, esperou o elevador, desceu, alcançou a rua e foi esperar o ônibus. Fez baldeação e chegou lá duas horas depois. Meyer. [...] O cinema era logo ali na esquina. Foram correndo. Ele entrou na fila e ela ficou esperando perto da portaria. Entraram.

ELIACHAR, Leon. O homem ao quadrado. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1960.

Nesse texto, o uso de orações curtas seguidas de ponto final serve para

a)

Enfatizar a corrida para o cinema.

b)

Expressar a espera na portaria.

c)

Expressar o ritmo das ações do noivo.

d)

Indicar o roteiro da noiva.

43.
(SPAECE). Leia o texto abaixo.

Idioma ajuda a criar marcas de identidade

    A língua é patrimônio de uma coletividade, seja ela a língua oficial de um Estado constituído, seja ela a língua materna de uma comunidade minoritária de imigrantes em um país estrangeiro, [...] e assim por diante. De qualquer modo, a língua constitui marca identitária da comunidade que a usa [...].

    Entretanto, nenhuma língua compõe um bloco de formas e construções cristalizadas, usadas sempre do mesmo modo por todos os falantes, isto é, nenhuma língua é cristalizada, sem variações, imutável. Aliás, imaginar uma língua que assim fosse é imaginar algo completamente impossível.

    Uma língua cumpre suas funções em uma comunidade exatamente porque: ela é moldável, para satisfação dos propósitos da fala; ela é variável, para oferta às escolhas dos falantes; ela é dinâmica, para servir às necessidades de expressão nas diferentes situações, nos diferentes lugares, nos diferentes momentos. Só assim ela revela as identidades individuais que se constroem no espaço simbólico que ela própria identifica e marca, no conjunto. [...]

    Significa isso que se esteja negando a existência de padrões? Não, pelo contrário. Nessa variabilidade e nesse dinamismo naturalmente se formam “padrões” de uso, que, por sua vez, identificam grupos, e, numa apuração mais fina, identificam os próprios indivíduos.

NEVES, Maria Helena de Moura. Língua Portuguesa. Set. 2010. Fragmento.

No trecho “... que se constroem no espaço simbólico...” (3° parágrafo), a palavra destacada retoma o termo

a)

Diferentes situações.

b)

Identidades individuais.

c)

Propósitos da fala.

d)

Necessidades.

44.
(PAEBES). Leia o texto abaixo.

Amor Maior

    Eu quero ficar só

    Mas comigo só

    Eu não consigo

    Eu quero ficar junto

    Mas sozinho só

    Não é possível...

    É preciso amar direito

    Um amor de qualquer jeito

    Ser amor a qualquer hora

    Ser amor de corpo inteiro

    Amor de dentro prá fora

    Amor que eu desconheço...

    Quero um amor maior

    Um amor maior que eu

    Quero um amor maior, yeah!

    Um amor maior que eu... [...]

    Então seguirei

    Meu coração até o fim

    Prá saber se é amor

    Magoarei mesmo assim

    Mesmo sem querer

    Prá saber se é amor

    Eu estarei mais feliz

    Mesmo morrendo de dor, yeah!

    Prá saber se é amor

    Se é amor [...].

FLAUSINO, Rogério. Disponível em: http://letras.terra.com.br/jota-quest/68366. Acesso em: 26 mar. 2010. Fragmento.

Nesse texto, em relação à procura por um amor intenso, o eu lírico se caracteriza como

a)

Solitário.

b)

Saudosista.

c)

Leviano.

d)

Persistente.

45.
(SAEGO). Leia o texto abaixo.

Civilização play center

    De acordo com o princípio da difusão dos sistemas técnicos, dos aparelhos e dos computadores e de acordo também com o princípio da realidade virtual e das possibilidades de o homem ter hoje mais acesso a ela, todas as experiências de emoção podem ser submetidas a sistemas de programação. Não me ocorre nenhuma outra analogia para descrever esta realidade que não seja a do parque de diversões. Nossa sociedade atual transformou-se num grande complexo de play centers, e isso não só pelo princípio de que tudo pode ser comprado, mas também pelo fato de que as emoções se tornam hoje administráveis.

    Assim, tanto na sociedade em geral quanto no play center, tem-se emoções marcadas por tensão, medo, violência, angústia, aflição, mas ao mesmo tempo, seguras, rapidamente esquecíveis, sem reflexos traumáticos, sem desdobramentos psíquicos, que podem ser previamente adquiridas e sentidas no momento desejado.

FILHO, Ciro Marcondes. Sociedade tecnológica. São Paulo: Scipione, 1994, p. 92-93.

A tese defendida nesse texto é

a)

a difusão dos sistemas técnicos programa as emoções.

b)

a sociedade contemporânea se compara a um parque de diversões.

c)

a sociedade de hoje tem mais acesso à internet e às redes sociais.

d)

as emoções podem ser adquiridas e controladas sem traumas.

46.
(SEAPE). Leia o texto abaixo.

“A web está criando a geração mais inteligente de todas”

    Você não precisa temer a internet. A mente da geração digital parece ser incrivelmente flexível, adaptável e ter um profundo conhecimento da mídia. A imersão em um ambiente digital e interativo fará as pessoas mais inteligentes do que a média dos sedentários que passam o tempo todo assistindo à TV no sofá. Em vez de simplesmente receberem as informações, eles interagem. Em vez de apenas acreditarem que um anunciante na TV está falando a verdade, avaliam minuciosamente a mistura de fatos contraditórios ou ambíguos.

    A internet deu a oportunidade de tornar esta geração a mais inteligente da história. O que conta não é mais o que você sabe: é o que você pode aprender. Hoje, o importante é processar as informações novas o mais rápido possível. Nós estamos na era da informação, na qual, à medida que os empregos mudam, você não pode enviar seus empregados para outro treinamento. Nós precisamos aprender constantemente, pelo resto de nossas vidas.

TAPSCOTT, Don. Galileu. Agosto, 2010.

Nesse texto, a ideia de que a “imersão em um ambiente digital e interativo fará as pessoas mais inteligentes” é reforçada no trecho:

a)

“A mente da geração digital parece ser incrivelmente flexível,...”. (1° parágrafo)

b)

“Em vez de simplesmente receberem as informações, eles interagem.”. (1° parágrafo)

c)

“O que conta não é mais o que você sabe: é o que você pode aprender.”. (2° parágrafo)

d)

“Nós precisamos aprender constantemente, pelo resto de nossas vidas.”. (2° parágrafo)

47.
(SAEMS). Leia o texto abaixo.

Rio Científico: inovação e memória

    Por trás do Corcovado, do Pão de Açúcar e das outras muitas belezas naturais do Rio de Janeiro, há muito estudo e história. Desde o século 16, a cidade é palco de importantes desenvolvimentos científicos, cujos legados existem até hoje, na forma de quatro universidades federais, dois observatórios astronômicos e também de muitos símbolos da cidade, como a Floresta da Tijuca, a ponte Rio-Niterói e o Maracanã. Como uma espécie de guia turístico, o livro, comemorativo dos 30 anos da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj), mostra esse lado da cidade que os turistas – e mesmo os cariocas – pouco veem. Afinal, não é de conhecimento geral, por exemplo, a existência de um imenso hangar no bairro de Santa Cruz que serviu para pouso de zepelins, transporte de ligação entre o Brasil e a Europa na década de 1930.

Ciência Hoje. Rio de Janeiro: SBPC, n 275, out. 2010, p. 77.

A informação principal desse texto é

a)

a beleza natural da Floresta da Tijuca.

b)

o descobrimento de um hangar no bairro Santa Cruz.

c)

o lançamento de um livro sobre a cidade do Rio de Janeiro.

d)

o desconhecimento dos turistas sobre a cidade carioca.