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WorksheetsA expansão da colonização portuguesa
Total questions: 13
Worksheet time: 7mins
Sobre o movimento de expansão para o interior da colônia, é correto afirmar que:
Foi pacífico, sem a ocorrência de conflitos com os povos indígenas.
Resultou na fundação de vilas e cidades, além do desenvolvimento de atividades produtivas.
Foi completamente restrito às regiões próximas ao Tratado de Tordesilhas.
Era realizado exclusivamente por jesuítas em missões religiosas.
A expansão da pecuária no Nordeste colonial teve como principal consequência:
O abandono das plantações de açúcar no litoral.
A proibição do uso de mão de obra indígena na atividade pecuária.
A fundação de aldeamentos jesuítas na Amazônia.
A interiorização e ocupação de terras ao longo do Rio São Francisco.
No Sul da América portuguesa, a pecuária contribuiu para:
A expansão do comércio de charque e formação de estâncias.
A escravização em larga escala de indígenas para o trabalho nas fazendas.
A criação de missões religiosas administradas por colonos.
A exploração de metais preciosos no interior.
As drogas do sertão, extraídas na Amazônia, estavam relacionadas a:
A extração de metais preciosos no interior da colônia.
A catequização de indígenas por colonos.
Produtos como ervas, frutas e especiarias utilizadas na Europa.
A produção de açúcar no litoral.
Sobre as bandeiras, é correto afirmar que:
Eram expedições exclusivamente organizadas pela Coroa portuguesa.
Tinham como objetivo principal a catequização de indígenas.
Realizavam a captura de indígenas e buscavam metais preciosos no interior.
Eram expedições exclusivamente pacíficas, baseadas no comércio.
O sertanismo de contrato consistia em:
A fundação de povoados para catequizar indígenas.
Expedições organizadas para perseguir escravizados fugitivos e destruir quilombos.
A exportação de charque para outras regiões da colônia.
A busca de novas terras para o cultivo do açúcar.
As Entradas eram expedições que se diferenciavam das bandeiras por:
Serem organizadas pela Coroa e focarem na exploração de terras e riquezas.
Utilizarem exclusivamente mão de obra indígena para a mineração.
Não promoverem a captura de indígenas ou escravizados.
Serem realizadas apenas em regiões próximas ao litoral.
A Colônia do Sacramento foi alvo de disputa entre:
Portugueses e jesuítas.
Espanhóis e bandeirantes.
Colonos e indígenas locais.
Portugueses e espanhóis.
Os tratados de Madri (1750) e Santo Ildefonso (1777) tinham como objetivo:
Proibir o avanço das bandeiras no interior.
Estabelecer limites territoriais entre Portugal e Espanha na América do Sul.
Expandir o domínio português até a Cordilheira dos Andes.
Garantir o monopólio da produção de açúcar pelos portugueses.
Entre os impactos culturais do contato entre indígenas e bandeirantes, destaca-se:
A fusão de saberes, como técnicas de exploração e práticas médicas.
A substituição completa da cultura indígena pela cultura europeia.
A independência das comunidades indígenas em relação aos colonizadores.
A proibição de trocas comerciais entre indígenas e colonos.
A fundação de povoados, aldeias e vilas na parte sul da colônia foi consequência direta:
Da proibição do uso de mão de obra indígena nas plantações.
Da criação de estâncias para o comércio de charque.
Do comércio exclusivo entre colonos e povos africanos escravizados.
Da atuação das bandeiras e da exploração de riquezas naturais.
Sobre a ação das missões jesuíticas na Amazônia e no Sul do Brasil, é correto afirmar que:
No Sul, os jesuítas fundaram povoados voltados à produção de açúcar e café.
Na Amazônia, os jesuítas promoveram a abolição imediata da escravidão indígena.
As missões visavam converter os indígenas à fé cristã e organizá-los em aldeamentos.
Os jesuítas se dedicaram exclusivamente à busca de metais preciosos nessas regiões.
No contexto da colonização portuguesa, a chamada "guerra justa" era justificada como:
Um conflito entre portugueses e espanhóis pelo controle das terras indígenas.
Uma guerra exclusivamente religiosa entre colonos e povos indígenas.
Uma forma de proteger os aldeamentos indígenas da ação dos bandeirantes.
Um pretexto legal para a captura e escravização de indígenas considerados inimigos.
