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WorksheetsPORTUGUÊS - SE LIGA - 3.º trimestre - 3.º ano (2024)
Total questions: 10
Worksheet time: 3hrs 30mins
Leia a passagem da crônica abaixo "A solidão e a sozinhez", de Humberto Werneck e resposda o que se pede:
A solidão e a sozinhez - Humberto Werneck
"Neste momento em que estamos – ou deveríamos estar – fechados em casa, muitos de nós sem ter quem nos faça companhia, há quem sinta falta, também, de palavras que em língua portuguesa deem conta dos diferentes sentimentos de estar sozinho. Não nos basta, de fato, o substantivo “solidão”. Problema que não tem o idioma inglês, servido por loneliness, aplicável quando a falta de alguém ao lado seja um peso no corpo e na alma, e também por solitude, para aqueles casos em que estar sozinho, longe de ser um peso, pode ser desejável. Até existe em português o termo “solitude”, mas como sinônimo menos utilizado de solidão. Fique aqui a sugestão de nos apropriarmos da palavra “sozinhez”, criada por Paulo Mendes Campos na sua delicada crônica
para Maria da Graça”, e de injetarmos nela a ideia, que ali não está, de uma solidão, digamos, benigna, bem diversa daquela, pesada, que nos faz sofrer"
Qual é o trecho da passagem acima que justifica a motivação do autor para escrever a crônica?
"[...] Problema que não tem o idioma inglês, servido por loneliness, aplicável quando a falta de alguém ao lado seja um peso no corpo e na alma, e também por solitude, para aqueles casos em que estar sozinho, longe de ser um peso, pode ser desejável ."
"Fique aqui a sugestão de nos apropriarmos da palavra “sozinhez”, criada por Paulo Mendes Campos na sua delicada crônica
para Maria da Graça” [...]"
"Neste momento em que estamos – ou deveríamos estar – fechados em casa, muitos de nós sem ter quem nos faça companhia, há quem sinta falta, também, de palavras que em língua portuguesa deem conta dos diferentes sentimentos de estar sozinho."
"Não nos basta, de fato, o substantivo 'solidão'. "
Leia a passagem da crônica abaixo "A solidão e a sozinhez", de Humberto Werneck e resposda o que se pede:
A solidão e a sozinhez - Humberto Werneck
"Neste momento em que estamos – ou deveríamos estar – fechados em casa, muitos de nós sem ter quem nos faça companhia, há quem sinta falta, também, de palavras que em língua portuguesa deem conta dos diferentes sentimentos de estar sozinho. Não nos basta, de fato, o substantivo “solidão”. Problema que não tem o idioma inglês, servido por loneliness, aplicável quando a falta de alguém ao lado seja um peso no corpo e na alma, e também por solitude, para aqueles casos em que estar sozinho, longe de ser um peso, pode ser desejável. Até existe em português o termo “solitude”, mas como sinônimo menos utilizado de solidão. Fique aqui a sugestão de nos apropriarmos da palavra “sozinhez”, criada por Paulo Mendes Campos na sua delicada crônica
para Maria da Graça”, e de injetarmos nela a ideia, que ali não está, de uma solidão, digamos, benigna, bem diversa daquela, pesada, que nos faz sofrer"
Quando a loneliness é indesejável?
Quando a falta de alguém ao lado seja um benéfica para o corpo e a alma.
Quando a falta de alguém ao lado é um desejo do corpo e na alma.
Quando a falta de alguém ao lado seja um peso no corpo e na alma.
Quando a falta de alguém ao lado é um alívio no corpo e na alma.
Leia a passagem da crônica abaixo "A solidão e a sozinhez", de Humberto Werneck e resposda o que se pede:
A solidão e a sozinhez - Humberto Werneck
"Neste momento em que estamos – ou deveríamos estar – fechados em casa, muitos de nós sem ter quem nos faça companhia, há quem sinta falta, também, de palavras que em língua portuguesa deem conta dos diferentes sentimentos de estar sozinho. Não nos basta, de fato, o substantivo “solidão”. Problema que não tem o idioma inglês, servido por loneliness, aplicável quando a falta de alguém ao lado seja um peso no corpo e na alma, e também por solitude, para aqueles casos em que estar sozinho, longe de ser um peso, pode ser desejável. Até existe em português o termo “solitude”, mas como sinônimo menos utilizado de solidão. Fique aqui a sugestão de nos apropriarmos da palavra “sozinhez”, criada por Paulo Mendes Campos na sua delicada crônica
para Maria da Graça”, e de injetarmos nela a ideia, que ali não está, de uma solidão, digamos, benigna, bem diversa daquela, pesada, que nos faz sofrer"
Quando a solitude é desejável?
Quando há aqueles casos em que estar acompanhado, pode ser um peso, ou seja, pode ser indesejável.
Quando há aqueles casos em que estar sozinho, longe de ser um peso, pode ser desejável.
Quando há aqueles casos em que estar sozinho, pode ser um peso, isto é pode ser indesejável.
Quando há aqueles casos em que estar acompanhado, longe de ser um peso, pode ser desejável.
O que é a resenha?
A resenha consiste na explicação de um texto ou de um filme, no qual quem escreve pode ou não, expressar a sua opinião.
A resenha consiste na descrição de um texto ou de um filme, no qual quem escreve pode ou não, expressar a sua opinião.
A resenha consiste na narração de um texto ou de um filme, no qual quem escreve pode ou não, expressar a sua opinião.
A resenha consiste na dissertação sobre um texto ou de um filme, no qual quem escreve pode ou não, expressar a sua opinião.
Leia a biografia abaixo e responda:
Rachel de Queiroz foi professora, escritora, tradutora, jornalista, dramaiturga, começou a escerver aos 19 anos.
Leitora de Drummond, foi a primeira mulher a ganhar o prêmio Camões de Literatura. e a primeira a entrar na Academia Brasileira de Letras. Uma mulher à frente de seu tempo.
Por que Rachel de Qieiroz é considerada uma mulher a frente de seu tempo?
Porque, na primeira metade do sé-
culo XX, a educação das mulheres era voltada para o estudo, trabalho e independência financeira.
Porque," [...] na primeira metade do sé-
culo XX, as mulheres, mantendo a mentalidade do século anterior, continuavam
vistas como seres dotados de atributos de pureza e doçura, responsáveis pela
preservação da família e da moral cristã, mães generosas, espíritos de sacrifício,
salvadoras da pátria, o que as colocava como responsáveis por toda a beleza e
bondade que deveriam impregnar a vida social." (ALMEIDA, 2013)
Porque, na primeira metade do sé-
culo XX, as mulheres, mantendo a mentalidade do século anterior, continuavam
vistas como seres dotados de atributos de pureza e doçura, e, por isso, eram responsáveis pelo sustento da família.
Porque,na primeira metade do sé-
culo XX, as mulheres, mantendo a mentalidade do século anterior, eram educadas através do ensino técnico para o trabalho como operárias nas fábricas, contribuindo, em
Leia o trecho da crônica “O poeta faz bodas de esmeralda”, escrita por Rachel de Queiroz
Andam as pessoas por aí em badalações — que Dama Fulana fez 40 anos de pífia prosa e 35 anos de crochê, que o doutor Sicrano já completou bodas de ouro com redondilhas e outro já tem bodas de diamante com os pareceres jurídicos. E eis que se passam praticamente em silêncio os 40 anos de poesia do poeta propriamente dito: Carlos Drummond de Andrade. Praticamente em silêncio? Ah, engano. Não se passam em silêncio, se passam em mistério. Aquele denso Mistério que envolve as Entidades, pois que poeta de tal porte não é gente de carne assim como nós — não, não é gente, é Entidade.
Agora responda:
De acordo com Rachel de Queiroz as pessoas se esquecem de falar dos 40 anos de Carlos Drummond de Andrade como escritor por quê?
Porque as pessoas estão mais interessadas em fofocas e trivialidades.
Porque Carlos Drummond de Andrade não é um escritor popular.
Porque as pessoas não valorizam a poesia.
Porque a obra de Carlos Drummond de Andrade é envolta em mistério.
Leia a passagem da crônica “O poeta faz bodas de esmeralda”, escrita por Rachel de Queiroz
Em vão nos contam que ele nasceu em Itabira, já neste leviano começo de século. Que foi integrante do movimento modernista, que, transladado para o Rio, se dedicou ao serviço público, no qual se aposentou como integrante da equipe de Rodrigo, no Patrimônio Histórico. Que, jornalista profissional, escreve crônicas desde 1945, primeiro no Correio da Manhã, agora no Jornal do Brasil. Que é ou foi sócio de várias associações profissionais de escritores; que está traduzido e publicado em quase todos os países civilizados do velho e do novo mundo. Tudo isso contam dele, mas é prudente não acreditar só no que nos contam. […]
Agora responda a seguinte questão:
Qual é a passagem do texto, a qual afirma que só relatar a biografia de Carlos Drummond de Andrade não basta para falar sobre ele?
Tudo isso contam dele, mas é prudente não acreditar só no que nos contam.
Em vão nos contam que ele nasceu em Itabira, já neste leviano começo de século.
O que é a resenha crítica?
A resenha crítica é gênero textual dissertativo, descritivo e opinativo sobre uma determinada obra.
A resenha crítica é gênero textual informativo, descritivo e opinativo sobre uma determinada obra.
A resenha crítica é gênero textual narrativo, descritivo e opinativo sobre uma determinada obra.
A resenha crítica é gênero textual argumentativo, descritivo e opinativo sobre uma determinada obra.
O que o resenhista faz na resenha crítica?
Nela, o resenhista organiza as ideias e discute as suas apreciações, influenciando seus leitores.
Nela, o resenhista sintetiza as ideias e discute as suas apreciações, influenciando seus leitores.
Nela, o resenhista organiza as ideias e expõe as suas apreciações, influenciando seus leitores.
Nela, o resenhista sintetiza as ideias e expõe as suas apreciações, influenciando seus leitores.
Qual é o conceito obtidona resenha abaixo pelo filme "Pantera Negra - Volta às raízes":
CRÍTICAS ADOROCINEMA
4,0 - Muito bom
Pantera Negra - Volta às raízes: por Francisco Russo
4,0
Bom
Quatro
