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"Fronteira" - conto retirado de "Novos Contos da Montanha" de Mi

Total questions: 20

Worksheet time: 10mins

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1.

No primeiro parágrafo do conto “Fronteira”, o narrador afirma que Fronteira desperta “Quando a noite desce”. Este despertar noturno acontece porque os habitantes…

a)

vão trabalhar nos campos aproveitando a frescura da noite.

b)

se dedicam a uma atividade perigosa e ilegal.

c)

recolhem todos às suas casas, porque o frio é muito.

d)

recolhem o gado nos currais durante a noite.

2.

Das primeiras personagens referidas no conto, Júlio Moinante é o único que não sai de noite da aldeia porque…

a)

era demasiado preguiçoso para trabalhar de noite.

b)

era o supervisor dos trabalhos que os outros habitantes realizavam.

c)

tem medo do escuro.

d)

levara um tiro e perdera uma perna a fazer contrabando.

3.

Segundo o narrador, as horas para os que ficam na aldeia “são tão fundas e carregadas que quase magoam”, porque…

a)

temem a prisão ou, mesmo, a morte dos amigos e familiares que partiram.

b)

ignoram as razões da partida de tantos habitantes.

c)

a noite está muito quente e abafada e os mais velhos sentem-se mal.

d)

a aldeia, à noite, fica numa profunda escuridão e silêncio.

4.

De todos os que partem, quem chega, quase sempre, primeiro é...

a)

o Rala.

b)

o Valentim.

c)

a Isabel.

d)

o Salta.

5.

Na frase “Quando algum não regressa, e por lá fica varado pela bala…”, a palavra “varado” significa…

a)

trespassado.

b)

manchado.

c)

desviado.

d)

doido.

6.

Quando se juntam na venda do Inácio, guardas e contrabandistas…

a)

conversam pacificamente sobre as funções e as motivações de cada um.

b)

conversam sobre os amigos comuns que já desempenharam as mesmas funções.

c)

não conversam porque não se entendem.

d)

bebem em silêncio.

7.

A dado momento da história, o equilíbrio precário existente entre “guardas e contrabandistas” é perturbado porque…

a)

um guarda foi atingido a tiro pelo Valentim, mas não faleceu.

b)

surge um novo guarda em Fronteira, o Robalo.

c)

surge um novo contrabandista em Fronteira, o Toneca.

d)

os guardas prendem todos os contrabandistas.

8.

Segundo Robalo, as pessoas de Fronteira deviam dedicar-se, apenas...

a)

ao contrabando, quando o tempo permitisse.

b)

à agricultura e à criação de animais.

c)

às tarefas domésticas e artesanais.

d)

ao comércio e ao artesanato.

9.

Ao afirmar que “Fronteira tinha de vencer”, o narrador pretende dizer que…

a)

toda a aldeia devia obedecer às autoridades.

b)

Robalo cederá na sua obstinação de lutar contra o contrabando.

c)

todo o contrabando tinha de acabar.

d)

os guardas seriam subornados pela aldeia para autorizarem o contrabando.

10.

Num dia de festa na aldeia, porém, tudo começou a mudar porque...

a)

o Albino e o Gaspar, se embriagaram e desrespeitaram a autoridade.

b)

o Gaspar denunciou o Albino às autoridades.

c)

o Robalo e a Isabel, se apaixonaram e iniciaram uma relação.

d)

a Isabel e o Gaspar, se zangaram e terminaram a relação.

11.

Para descrever o modo como tudo aconteceu, o narrador recorre à expressão “o lume pegou-se à estopa”. Trata-se de um recurso expressivo chamado...

a)

enumeração.

b)

metáfora.

c)

personificação.

d)

comparação.

12.

Tudo terminou, porém, quando…

a)

Isabel e Gaspar deixaram de ser cúmplices e sócios do contrabando.

b)

Robalo disse que mataria Isabel se a apanhasse a fazer contrabando.

c)

Albino e Gaspar foram detidos com grandes quantidades de produtos de contrabando.

d)

As autoridades decidiram colaborar com os contrabandistas.

13.

De serviço na noite de Consoada, Robalo “comovido, deixou-se perder” em pensamentos sobre…

a)

as baixas temperaturas que o enregelavam até aos ossos.

b)

a noite de Consoada do Minho, de que sentia saudades.

c)

a neve que tardava em cair sobre Fronteira.

d)

a mágoa que sentia pelo facto de Isabel ser contrabandista.

14.

Certa noite, estando de guarda ao ribeiro, Robalo apanhou um contrabandista:

a)

era Isabel, que declarou estar em trabalho de parto.

b)

era o Carrapito, que declarou nada transportar de contrabando.

c)

era o Samuel, que admitiu levar alguma mercadoria de contrabando.

d)

era o Valentim, que que se rendeu ao guarda.

15.

Já no posto, Robalo teve uma dupla surpresa pois…

a)

Isabel deu à luz uma criança, que era filha do Samuel.

b)

Carrapito fazia contrabando com a cumplicidade de um dos seus colegas.

c)

Isabel deu à luz uma criança, que era sua filha.

d)

Valentim denunciou a Isabel.

16.

Com a frase “Fronteira, contudo, podia mais do que uma absurda obstinação”, o narrador pretende afirmar que...

a)

a circunstância de ser pai levou Robalo a mudar a forma de ser e de pensar.

b)

Robalo nunca deixou de ser obstinado e rigoroso no cumprimento dos seus deveres.

c)

Os habitantes de Fronteira aprenderam a ludibriar a obstinação das forças da ordem.

d)

os habitantes de Fronteira estavam dispostos a colaborar com as autoridades.

17.

Assim, “quando o dia rompeu, Fronteira tinha ganho a partida.” Esta frase significa que...

a)

os habitantes de Fronteira deixaram de ser contrabandistas.

b)

a aldeia de Fronteira deixou de ter posto da guarda no seu território.

c)

Isabel abandonou o contrabando e fugiu para Espanha.

d)

o guarda, depois de se demitir, se tornou, também ele, contrabandista.

18.

Qual a importância da repetição da frase "Fronteira tinha de vencer" ao longo do texto?

a)

Destacar a força da comunidade.

b)

Enfatizar a individualidade dos personagens.

c)

Mostrar a importância da lei.

d)

Criar um ritmo monótono.

19.

Qual o conflito central do conto?

a)

Lei versus Liberdade.

b)

Amor versus Ódio

c)

Riqueza versus Pobreza.

d)

Cidade versus Campo.

20.

Qual a visão do autor sobre o contrabando?

a)

Condena o contrabando como um crime.

b)

Apresenta o contrabando como uma forma de sobrevivência.

c)

Julga o contrabando com total indiferença, não formando qualquer opinião.

d)

Idealiza o contrabando como uma atividade heroica.