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WorksheetsLivro Amigo não é pra estas coisas
Total questions: 12
Worksheet time: 6mins
“Quando foi se deitar para dormir, Joana sorriu para si mesma e pensou em como era bom poder mandar nos outros. E pensou ainda que suas amigas eram muito bobas e fáceis de enganar. Não era culpa dela se acreditavam em tudo que dizia!”
O narrador revela um fato no trecho
Quando foi se deitar para dormir...
“E pensou ainda que suas amigas eram muito bobas e fáceis de enganar..”
“Não era culpa dela se acreditavam em tudo que dizia!”
“Joana [...] pensou em como era bom poder mandar nos outros. ”
“Cartinhas Joana poderia ‘responder’, já as mensagens de celular seriam impossíveis para ela, E SEU PLANO IRIA POR ÁGUA ABAIXO.”
Na frase acima, a expressão “E SEU PLANO IRIA POR ÁGUA ABAIXO” tem um sentido
literal.
denotativo.
figurado.
crítico.
“Então inventou que Marco se apaixonara por ela, mas que não queria namorar ele, gentilmente ‘cedendo’ seu lugar a qualquer uma de suas amigas, desde que elas lhe fizessem favores.”
As aspas empregadas na palavra “CEDENDO” foram usadas para dar a ela um sentido
crítico.
irônico.
coloquial.
metafórico.
“Então inventou que Marco se apaixonara por ela, mas que não queria namorar com ele, gentilmente “cedendo” seu lugar a qualquer uma de suas amigas, desde que elas LHE fizessem favores.”
Em relação ao fragmento lido, o termo “LHE” refere-se
a Marco.
às amigas.
à Joana.
a lugar.
Na frase "– Então tá. Chama a Regina pra mim?", as expressões “tá” e “pra” são exemplos de linguagem
formal.
informal.
técnica.
científica.
Suas amigas, ao ouvirem a gritaria, juntaram-se em volta dela, comentando:
– Mas que letra maravilhosa! – disse Isilda.
– Onde será que ele conseguiu essa caneta prateada? – falou Maria Helena, impressionada.
– Como ele é romântico… – suspirou Regininha.”
A partir das informações, podemos inferir que a letra bonita e a caneta prateada são
pistas de que foi Marco que escreveu o bilhete.
evidências de que Marco era muito romântico.
evidências de que Joana conhecia Marco de verdade.
pistas de que foi Joana que escreveu o bilhete.
“– Olha, a minha mãe vai sair hoje à tarde e, infelizmente, vai deixar meus dois irmãos para eu cuidar. Você sabe que eu detesto aqueles MONSTRINHOS, então pensei: Porque não pedir para você tomar conta deles, já que adora tanto crianças pequenas?”
No trecho acima, a palavra “MONSTRINHOS”, evidencia que os irmãos
gostam de usar fantasias de monstros.
possuem um comportamento monstruoso.
adoram brincar de monstrinhos.
são pequenos e usam máscaras de monstros.
“– Eu sei que Joana não está, MAS eu gostaria de falar com você.”
Na frase acima, a palavra “MAS” sugere uma relação de
comparação.
conclusão.
oposição.
dúvida.
A obra lida apresenta narrador em terceira pessoa. O trecho que NÃO possui uma frase em terceira pessoa é:
“- Eu tenho uma história bem parecida com essa para contar.”
“Era Joana a vencedora, que cantava música que Bia tinha feito!”
“Os três se sentaram no chão da sala e começaram a montar o jogo.”
“Regina achou que Léo iria ceder e isso seria o fim da briga [...]”
“Alguns políticos, os chamados ‘corruptos’, pegam esse nosso dinheiro, que é arrecadado através dos impostos, mas não o utilizam para parar, e sim para satisfazer SEUS desejos…”
A palavra SEUS foi usada para evitar a repetição do termo
dinheiro.
políticos.
desejos.
impostos.
“Mais ao final da aula, Maria Helena, que se sentava na frente de Joana, virou-se e disse:
– Joana, posso pegar seu caderno de Português emprestado?
Joana nem respondeu, só passou o caderno para Maria Helena.
Quando a menina abriu o caderno, teve uma surpresa:
– Não acredito! Será possível?”
Podemos inferir que Maria Helena teve uma surpresa ao abrir o caderno porque
descobriu que Joana estava apaixonada por Marco.
percebeu que Joana não realizou nenhuma atividade das aulas.
Joana tinha desenhado em todas as folhas.
encontrou alguma evidência de que Joana estava mentindo.
No capítulo 5, Joana escreve, em seu diário, as consequências de suas mentiras. O diário tem como objetivo
relatar acontecimentos do cotidiano de forma objetiva e imparcial.
registrar acontecimentos, pensamentos e sentimentos pessoais do autor.
descrever eventos históricos de maneira detalhada e analítica.
narrar informações sobre a vida de outras pessoas.
