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Untitled Quiz

Total questions: 27

Worksheet time: 27mins

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1.

Leia o texto.

A imagem da negra e do negro em produtos de beleza e a estética do racismo

Resumo: Este artigo tem por finalidade discutir a representação da população negra, especialmente da mulher negra, em imagens de produtos de beleza presentes em comércios do nordeste goiano. Evidencia-se que a presença de estereótipos negativos nessas imagens dissemina um imaginário racista apresentado sob a forma de uma estética racista que camufla a exclusão e normaliza a inferiorização sofrida pelos(as) negros(as) na sociedade brasileira. A análise do material imagético aponta a desvalorização estética do negro, especialmente da mulher negra, e a idealização da beleza e do branqueamento a serem alcançados por meio do uso dos produtos apresentados. O discurso midiático-publicitário dos produtos de beleza rememora e legitima a prática de uma ética racista construída e atuante no cotidiano. Frente a essa discussão, sugere-se que o trabalho antirracismo, feito nos diversos espaços sociais, considere o uso de estratégias para uma “descolonização estética” que empodere os sujeitos negros por meio de sua valorização estética e protagonismo na construção de uma ética da diversidade. Palavras-chave: Estética, racismo, mídia, educação, diversidade.

 De acordo com o texto, as imagens de produtos de beleza presentes em comércios do Nordeste goiano, geralmente, apresentam a mulher negra como:

a)

um modelo de beleza a ser seguido.

b)

uma figura estereotipada e desvalorizada.

c)

uma consumidora consciente e exigente.

d)

uma representante da diversidade racial.

e)

uma protagonista da indústria da beleza.

2.

No trecho: "O discurso midiático-publicitário dos produtos de beleza rememora e legitima a prática de uma ética racista construída e atuante no cotidiano", o sentido da palavra em destaque é:

a)

a) questiona ou contesta a validade de algo.

b)

b) torna algo aceitável ou considerado correto.

c)

c) representa uma nova visão sobre o racismo.

d)

d) cria um padrão alternativo à estética racista.

3.

De acordo com o texto, o trabalho antirracista deve:

a)

promover o consumo de produtos de beleza que valorizem a estética eurocêntrica.

b)

incentivar o uso de imagens publicitárias tradicionais.

c)

considerar estratégias para fortalecer a autoestima e a valorização estética dos negros.

d)

defender a manutenção das práticas midiáticas atuais.

e)

reforçar o ideal de branqueamento como símbolo de sucesso social.

4.

Leia o texto:

1984

Em 1984, o mundo vive uma distopia que evidencia uma guerra constante entre três nações. O conflito é pano de fundo e de sustentação de um governo autoritário em que a população é vigiada pelas chamadas “teletelas”, que consistem em câmeras de vigilância dispostas nas casas e em diversos ambientes abertos. Tudo isso é permeado por um ambiente de constante tensão, cercado pela figura do Grande Irmão (Big Brother) e amparado pelos lemas: “Guerra é paz”, “Liberdade é escravidão” e “Ignorância é força”. É nesse ambiente que Winston Smith, um integrante do partido, começa a questionar o ambiente em que vive e se envolve de maneira amorosa com uma insurgente do sistema totalitário vigente. Tomados por ideias subversivas de Emmanuel Goldstein, Winston e seu recente par romântico são inflados pelo sentimento de resistência, mas logo são oprimidos com a descoberta de que tudo não passou de criação do próprio sistema dessa sociedade de controle. Ao final, descobre-se que a resistência foi forjada e que ninguém é capaz de escapar da vigilância constante das teletelas e do Grande Irmão.

ORWELL, G. 1984. São Paulo: Companhia das Letras, 2009.

A finalidade do texto sobre o livro 1984 é:

a)

descrever a biografia do autor George Orwell e o contexto histórico em que o livro foi escrito.

b)

convencer o leitor de que 1984 é uma obra essencial para compreender regimes autoritários e sociedades de controle.

c)

criticar a falta de liberdade nos regimes totalitários retratados em obras de ficção.

d)

apresentar um resumo da obra 1984, destacando os principais elementos do enredo e da sociedade distópica retratada.

5.

Com base no texto, é possível inferir, acerca da função da guerra constante entre as três nações na sociedade descrita, que:

a)

as guerras servem como pano de fundo para legitimar o controle autoritário sobre a população.

b)

as guerras são reais e têm o objetivo de conquistar novos territórios para o governo.

c)

as guerras são criadas por Winston Smith para incentivar a resistência ao sistema.

d)

as guerras têm o propósito de promover a igualdade entre as nações e evitar revoltas.

6.

No contexto da obra apresentada, a figura do Grande Irmão representa:

a)

a) a resistência ao sistema de controle social.

b)

b) a esperança de mudança e liberdade.

c)

c) a constante vigilância e o poder absoluto do Estado.

d)

d) o fracasso das políticas autoritárias.

e)

e) a liberdade conquistada pelos cidadãos.

7.

Leia o texto.

Ainda estou aqui é drama universal com Fernanda Torres brilhante

Novo filme de Walter Salles tem técnica impecável e história emocionante

Quando Ainda estou aqui estreou no Festival de Veneza, um dos grandes eventos da temporada do Oscar, o burburinho em torno do filme tomou a internet. Postagens brasileiras e de veículos da mídia estrangeira praticamente cravaram o novo filme de Walter Salles como um grande pretendente para as listas de premiações que saem no início de 2025 - inclusive, do Oscar.

Não há exagero algum neste movimento. A adaptação do livro homônimo de Marcelo Rubens Paiva talvez seja a melhor oportunidade para o Brasil colocar uma produção nas listas de melhores filmes internacionais dos prêmios em 20 anos. O filme é um drama simples e universal - que, mesmo tendo especificidades sobre a história do Brasil, reverbera em uma audiência de qualquer nacionalidade. Por isso, não é surpresa que a boa recepção tenha sido global.

No centro dessa história está Eunice (Fernanda Torres), esposa de Rubens Paiva (Selton Mello), ex-deputado, cassado após o golpe de 1964, que é sequestrado pelo regime militar e nunca mais volta para casa. [...]

Entretanto, o foco do enredo é a família. Mesmo nos momentos de violência dos militares, Salles está mais preocupado com as reações de Eunice e dos filhos. Privilegiados e de prestígio social, os Paiva vivem na esquina da Avenida Delfim Moreira, um dos pontos mais valorizados da Zona Sul carioca. Uma grande casa, cada criança com seu quarto, boas bebidas, charutos e refeições com os amigos. O problema é que, entre a residência deles e a faixa de areia da praia, estão as ruas controladas pelo exército - e, pela televisão, movimentos armados aparecem no noticiário sequestrando mais um embaixador, em troca da libertação de presos.

Essa sombra é a maior ameaça para a família na primeira parte do filme. Algo que parece se aproximar deles e que Eunice teme a cada ligação que Rubens recebe. Quando ela de fato chega na vida dos Paiva, Salles, que conhece de perto essa elite da cidade, utiliza o fascismo do governo militar para extirpar tanto os direitos dos cidadãos quanto os privilégios que a família tinha. O suspense dá lugar ao drama de prisão, que depois passa para o trauma familiar. Essa dinâmica que o diretor impõe dá um ritmo mais ágil à trama, sem que a força da tragédia do sequestro e a falta de informação se perca nas mais de duas horas da produção. [...]

Disponível em: https://omelete.com.br/filmes/criticas/ainda-estou-aqui-critica-filme. Acesso em: jan. 2025. Fragmento.

No trecho "O problema é que, entre a residência deles e a faixa de areia da praia, estão as ruas controladas pelo exército", a expressão "faixa de areia da praia" pode ser substituída, sem alterar o sentido do texto, por:

a)

beira-mar.

b)

oceano Atlântico.

c)

litoral brasileiro.

d)

zona rural.

e)

costão rochoso.

8.

No trecho: “Entretanto, o foco do enredo é a família.”, o termo em destaque estabelece relação de:

a)

causa.

b)

condição.

c)

oposição.

d)

explicação.

e)

consequência.

9.

Segundo o texto, o filme "Ainda estou aqui" se destaca principalmente por:

a)

retratar apenas a violência explícita do regime militar.

b)

focar no sofrimento político dos exilados.

c)

abordar a resistência armada dos cidadãos.

d)

enfatizar o drama familiar diante da repressão política.

e)

criticar o estilo de vida da elite carioca.

10.

Leia o texto.

Casa com personalidade (Lívia Uhlmann)

            No início da adolescência assisti a um documentário sobre a Marilyn Monroe que culmina em uma investigação sobre sua morte. Uma das coisas que a polícia notou em seu quarto é que não havia nada pendurado nas paredes, e que isso poderia ser um sinal de depressão. Olhando as paredes vazias do quarto dela, tive a sensação de que, sem pendurar nada pela casa, parece que você não quer se demorar naquele lugar, não pertence a ele e está só de passagem. 

            Sempre pensei que a nossa casa precisa ter personalidade, por mais que seja alugada, isso não deve ser uma desculpa para não dar a ela uma identidade. Recentemente me dei conta de que jamais terei uma casa chique, primeiro porque não tenho casa própria onde investir, segundo porque não tenho o que investir, terceiro porque as casas chiques são muito entediantes. [...]

 

PELLANDA, Luís Henrique; SANTOS, Marcio Renato dos; SILVA, Victor Augustos Graciotto (Orgs.). Ampliando Horizontes: poesia e ficção. Crônicas. Máquina de escrever: Curitiba, 2024. Fragmento.

No texto, no trecho “primeiro porque não tenho casa própria onde investir” (§2), o termo em destaque estabelece relação de:

a)

adição.

b)

causa.

c)

oposição.

d)

conclusão.

e)

conformidade.

11.

No trecho “e que isso poderia ser um sinal de depressão.” (§1), o termo destacado refere-se a:

a)

A) “Casa com personalidade”.

b)

B) “No início da adolescência”.

c)

C) “documentário sobre a Marilyn Monroe”.

d)

D) “não havia nada pendurado nas paredes”.

12.

A principal reflexão da autora sobre a moradia é:

a)

A importância do lar como espaço de pertencimento.

b)

A necessidade de luxo e conforto.

c)

A busca por moradias temporárias.

d)

A valorização apenas do aspecto material.

13.

Assinale a alternativa correta:

a)

a) a casa precisa ser luxuosa para ser acolhedora.

b)

b) a falta de objetos nas paredes é sinal de alegria.

c)

c) a casa deve refletir a identidade e a personalidade de quem nela vive.

d)

d) imóveis alugados não podem ser personalizados.

e)

e) casas chiques são mais interessantes e acolhedoras.

14.

No poema "Sonho de Ícaro", a ideia de "voar" simboliza:

a)

a) a busca por estabilidade emocional.

b)

b) o desejo de alcançar sonhos e liberdade.

c)

c) a necessidade de abandonar tudo e recomeçar.

d)

d) a aceitação das limitações humanas.

e)

e) o interesse em desafios esportivos.

15.

Nesse texto, a linguagem utilizada é comum à área:

a)

do jornalismo.

b)

da literatura.

c)

da ciência.

d)

do direito.

e)

da política.

16.

No trecho “Rock do bom / Ou quem sabe jazz”, o termo em destaque estabelece relação de:

a)

adição.

b)

alternância.

c)

oposição.

d)

explicação.

e)

conclusão.

17.

Leia os textos.

Texto 1

Mãe

     De patins, de bicicleta, de carro, moto, avião nas asas da borboleta e nos olhos do gavião de barco, de velocípedes a cavalo num trovão nas cores do arco-íris no rugido de um leão na graça de um golfinho e no germinar de um grão teu nome eu trago, mãe, na palma da minha mão.

CAPARELLI. Tigres no quintal. Porto Alegre: Kuarup, 1989. p. 46.

 

Texto 2

Pré-história

Mamãe vestida de rendas.

Tocava piano no caos.

Uma noite abriu as asas Cansada de tanto som,

Equilibrou-se no azul,

De tonta não mais olhou

Para mim, para ninguém:

Cai no álbum de retratos.

 

MENDES, Murilo.

Esses dois textos tratam:

a)

da lembrança das brincadeiras de criança.

b)

da presença da mãe em todos os lugares.

c)

do sentimento de perda do filho.

d)

do sentimento do eu lírico com sua mãe.

e)

da roupa que a mãe costumava usar.

18.

Comparando os dois textos, percebe-se que a imagem da mãe é associada:

a)

somente à presença física no cotidiano.

b)

a sentimentos de perda e de admiração.

c)

exclusivamente à infância do eu lírico.

d)

a momentos de desprezo e rejeição.

e)

à crítica social sobre a maternidade.

19.

Os textos I (poema) e II (ensaio biográfico) têm em comum o fato de:

a)

contarem sobre a vida de alguém.

b)

narrar feitos maravilhosos.

c)

noticiarem um acontecimento.

d)

possuírem a mesma estrutura.

e)

citar editoras gráficas brasileiras.

20.

Em relação a Monteiro Lobato, ambos os textos evidenciam:

a)

a) a importância de seu trabalho na literatura infantil.

b)

b) sua atuação exclusiva como promotor público.

c)

c) sua limitação às campanhas sociais.

d)

d) seu desconhecimento em relação ao mercado editorial.

21.

Leia o texto abaixo. PARDALZINHO O pardalzinho nasceu Livre. Quebraram-lhe a asa. Sacha lhe deu uma casa, Água, comida e carinhos. Foram cuidados em vão: A casa era uma prisão, O pardalzinho morreu. O corpo, Sacha enterrou No jardim; a alma, essa voou Para o céu dos passarinhos! BANDEIRA, Manuel. Pardalzinho. In: Poesia completa e prosa, Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1996. 20. Nos versos “O corpo, Sacha enterrou no jardim; a alma, essa voou para o céu dos passarinhos!”, a palavra ESSA refere-se à:

a)

água.

b)

alma.

c)

casa.

d)

Sacha.

e)

comida.

22.

Leia o texto abaixo. PARDALZINHO O pardalzinho nasceu Livre. Quebraram-lhe a asa. Sacha lhe deu uma casa, Água, comida e carinhos. Foram cuidados em vão: A casa era uma prisão, O pardalzinho morreu. O corpo, Sacha enterrou No jardim; a alma, essa voou Para o céu dos passarinhos! BANDEIRA, Manuel. Pardalzinho. In: Poesia completa e prosa, Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1996. 21. No verso “O pardalzinho nasceu”, o sufixo “-inho”, na palavra destacada, produz sentido de:

a)

tédio.

b)

deboche.

c)

admiração.

d)

afetividade.

e)

intensidade.

23.

A narrativa do poema "Pardalzinho" pode ser compreendida como uma metáfora para:

a)

a) a fragilidade da liberdade quando aprisionada.

b)

b) a vitória da vida sobre as adversidades.

c)

c) a força dos vínculos humanos.

d)

d) o poder da amizade e da solidariedade.

e)

e) a importância dos cuidados médicos.

24.

Leia a charge abaixo: BILIONÁRIOS LANÇAM NOVA ERA DE VIAGENS AO ESPAÇO... (VIEMOS EM PAZ! - humano) (ACREDITE EM MIM, NÃO CONFIE NESSE PESSOAL! - alienígena) Entende-se da charge que:

a)

Os bilionários estão sendo bem recebidos pelos alienígenas em suas viagens espaciais.

b)

A tecnologia avançada dos bilionários será usada para beneficiar povos indígenas.

c)

A charge faz uma crítica à chegada de bilionários ao espaço, associando-os a interesses coloniais.

d)

A imagem demonstra que os alienígenas são mais confiáveis que os humanos.

e)

Os indígenas estão sendo apoiados pelos alienígenas em sua luta contra os bilionários.

25.

Leia a charge abaixo: BILIONÁRIOS LANÇAM NOVA ERA DE VIAGENS AO ESPAÇO... (VIEMOS EM PAZ! - humano) (ACREDITE EM MIM, NÃO CONFIE NESSE PESSOAL! - alienígena) Entende-se do texto e da imagem que a charge sugere uma reflexão sobre:

a)

O impacto positivo das viagens espaciais para as culturas indígenas.

b)

A desconfiança dos alienígenas em relação aos seres humanos e suas intenções.

c)

A importância das viagens espaciais para a preservação ambiental na Terra.

d)

O apoio dos extraterrestres à colonização do espaço pelos humanos.

e)

A paz trazida pelos bilionários ao explorar novos planetas.

26.

A desconfiança dos alienígenas em relação aos seres humanos e suas intenções.

a)

A desconfiança dos alienígenas em relação aos seres humanos e suas intenções.

b)

A desconfiança dos alienígenas em relação aos seres humanos e suas intenções.

27.

A crítica expressa na charge baseia-se principalmente na ideia de:

a)

admiração pelos avanços espaciais.

b)

celebração das conquistas tecnológicas dos bilionários.

c)

associação das viagens espaciais a práticas de exploração e dominação.

d)

solidariedade entre povos indígenas e alienígenas.

e)

incentivo à colonização de novos planetas.