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Os Maias (capítulos I a XII)

Total questions: 40

Worksheet time: 20mins

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1.

1875 corresponde ao ano em que

a)

Carlos termina o seu curso de medicina em Coimbra.

b)

Afonso da Maia recebe o seu neto após a morte de seu pai.

c)

Carlos e Afonso se mudam para Lisboa e ocupam o Ramalhete.

d)

as obras de remodelação do Ramalhete começam.

2.

Quando Afonso expressa a intenção de habitar o Ramalhete, Vilaça, o administrador da família, lembra

a)

a conveniência do espaço para Carlos se integrar ao ambiente de Lisboa.

b)

a trágica lenda associada à casa.

c)

a conexão do palácio com o universo religioso.

d)

as histórias da família ligadas à casa.

3.

A educação de Pedro da Maia na Inglaterra foi garantida

a)

por um tutor inglês.

b)

por sua mãe e tia Fanny.

c)

pelo Richmond College.

d)

por um padre católico português.

4.

À medida que crescia, Pedro começou a mostrar

a)

a força característica dos Maias.

b)

uma personalidade sensível como a de seu pai.

c)

a curiosidade típica das crianças.

d)

o nervosismo herdado de Maria Eduarda Runa.

5.

Os "excessos e crises" vividos por Pedro da Maia após a morte da sua mãe terminaram quando

a)

começou a frequentar o café Marrare.

b)

decidiu casar-se.

c)

se interessou por Maria Monforte.

d)

se tornou amigo de Alencar.

6.

No momento em que Afonso vê Pedro da Maia e Maria Monforte pela primeira vez, causa uma profunda impressão no patriarca

a)

o vestido de Manuel Monforte.

b)

a beleza de Maria.

c)

os tons do vestido de Maria.

d)

a cor do guarda-sol da "negreira".

7.

A ruptura nas relações entre Afonso e Pedro, resultante do casamento com Maria Monforte, terminou

a)

com o nascimento da filha do casal.

b)

após o retorno do casal a Portugal, após estadias na Itália e na França.

c)

quando Carlos nasceu.

d)

após Maria Monforte fugir com Tancredo.

8.

Após o suicídio de Pedro, Afonso

a)

recebeu os seus netos em casa em Benfica.

b)

instalou-se no Ramalhete com os seus netos.

c)

mudou-se com o seu neto para Santa Olávia.

d)

mudou-se para a casa de Arroios para acompanhar o seu neto.

9.

A educação de Carlos seguiu o modelo inglês, marcado por

a)

preparação física e contacto com a natureza.

b)

semelhanças com o sistema tradicional português.

c)

o conhecimento de línguas clássicas.

d)

rigor e preceitos religiosos.

10.

Eusebiozinho personifica

a)

os benefícios de um modelo educacional baseado na valorização do espírito.

b)

as limitações da educação " à inglesa".

c)

os efeitos da educação "portuguesa".

d)

as vantagens da educação "inglesa".

11.

Durante a visita a Santa Olávia, Vilaça transmite a Afonso notícias sobre Maria Monforte e a filha obtidas

a)

através dos jornais.

b)

através de contatos feitos ao longo dos anos com a mãe do Carlos.

c)

através de Alencar.

d)

durante uma conversa com Guimarães.

12.

A analepse que recupera os eventos anteriores ao início da ação começa por narrar

a)

a infância de Pedro.

b)

a juventude de Afonso.

c)

o namoro de Afonso e Maria Eduarda Runa.

d)

o exílio de Caetano da Maia.

13.

A escolha do curso de Medicina por parte de Carlos

a)

deveu-se pressão do avô.

b)

resultou da sugestão de Brown.

c)

foi desaprovada por Afonso e pelos amigos da família.

d)

foi motivada pelo desejo do jovem de ter uma vida prática e útil.

14.

A casa ocupada por Carlos durante o seu tempo como estudante em Coimbra era conhecida como

a)

Vila Balzac.

b)

Toca.

c)

Paços de Celas.

d)

Casa de Arroios.

15.

A casa ocupada por Carlos durante o seu tempo de estudante em Coimbra era conhecida como

a)

Vila Balzac

b)

Toca

c)

Paços de Celas

d)

Casa de Arroios

16.

João da Ega, amigo de Carlos desde a universidade, é caracterizado pela sua

a)

audácia e irreverência

b)

rebeldia e religiosidade

c)

tranquilidade e devoção religiosa

d)

dedicação académica

17.

Depois de terminar o curso de medicina, Carlos

a)

fez uma longa viagem por Portugal

b)

viveu durante algum tempo na Escócia

c)

viajou demoradamente pela Europa

d)

estabeleceu-se imediatamente em Ramalhete com o seu avô no Ramalhete

18.

Ao voltar a Lisboa no outono de 1875, o "grande plano" de Carlos envolvia

a)

abrir um consultório para se dedicar exclusivamente a dar consultas, mesmo gratuitas, como caridade.

b)

montar um laboratório luxuoso para se concentrar exclusivamente em experiências fisiológicas.

c)

criar um laboratório, cuja construção se arrastou, e instalar um consultório mobiliado com luxo.

d)

viver da atividade clínica ao domicílio.

19.

Carlos e Ega, que se estabeleceram em Lisboa, tinham uma perspectiva sobre a capital que era

a)

distante

b)

elogiosa

c)

fantástica

d)

crítica

20.

Nos serões do Ramalhete,

a)

a que compareciam, com frequência, os condes de Gouvarinho, discutiam-se temas artísticos.

b)

em que participativa Eusébio Silveira, organizavam-se debates sobre questões económicas e políticas.

c)

de que era frequentador habitual o banqueiro Cohen, jogava-se e analisava-se a situação política do país.

d)

nos quais marcava regularmente presença Steinbroken, desenvolviam-se atividades lúdicas e comentavam-se assuntos pessoais e sociais.

21.

Ega manifesta o desejo de publicar a sua obra

a)

'Vozes da Aurora'

b)

'Revisão de Dois Mundos'

c)

'Memórias de um Átomo'

d)

'O Livro de Ega'

22.

Carlos é apresentado aos Gouvarinhos

a)

através de Afonso, num dos serões do Ramalhete.

b)

por acaso, no Central Hotel

c)

por convite dos próprios, durante um jantar na casa dos Condes

d)

por intermédio de Ega, no Teatro São Carlos

23.

O jantar no Central Hotel foi organizado por Ega

a)

como "festa de cerimónia" em honra de Cohen

b)

como um pretexto para apresentar Carlos a Alencar

c)

com o objetivo de "repagar a hospitalidade" a Raquel Cohen

d)

para homenagear Carlos

24.

O episódio do jantar no Central Hotel proporciona a Carlos

a)

o reencontro com Maria Eduarda e o primeiro contacto com Dâmaso Salcede

b)

o primeiro encontro com Dâmaso Salcede e a primeira visão de Maria Eduarda

c)

a primeira visão de Maria Eduarda e o reencontro com a Condessa de Gouvarinho

d)

o primeiro diálogo com Maria Eduarda e o primeiro contato com Alencar

25.

Durante a discussão literária que surgiu durante o jantar no Central Hotel

a)

Alencar rejeita e critica o Naturalismo

b)

Ega defende o Romantismo

c)

Ega e Alencar concordam sobre a importância de reproduzir a 'feia realidade das coisas e da sociedade' em obras literárias

d)

Ega rejeita e critica o Naturalismo

26.

No caráter inicial de Dâmaso, o que se destaca é

a)

seu sentimento patriótico

b)

sua sensibilidade em relação às mulheres

c)

sua veneração por Ega

d)

sua admiração por Carlos

27.

Carlos descobriu sobre a "vergonha doméstica" que envolveu a fuga da sua mãe e o suicídio de seu pai

a)

por Afonso durante a infância

b)

através de Alencar, na caminhada que se seguiu ao jantar no Central Hotel

c)

por Ega.

28.

Carlos encontra Maria Eduarda pela segunda vez

a)

no Aterro, depois de procurar Dâmaso em sua casa.

b)

no baile dos Cohen.

c)

em casa dos Condes de Gouvarinho.

d)

quando ela o procura no consultório.

29.

Carlos decide ir a Sintra quando

a)

é convidado por Dâmaso para o acompanhar.

b)

é desafiado pela Condessa de Gouvarinho a encontrar-se com ela nesse local.

c)

Cruges pede a sua companhia para passar uns dias em contacto com Natureza.

d)

acredita que Maria Eduarda para lá viajou.

30.

No Hotel Nunes, Carlos e Cruges encontram

a)

Alencar.

b)

Maria Eduarda e Castro Gomes.

c)

Eusebiozinho.

d)

Dâmaso e Maria Eduarda.

31.

No baile dos Cohen, Ega disfarça-se de

a)

cavaleiro.

b)

dominó.

c)

selvagem.

d)

Mefistófeles.

32.

Após os acontecimentos no baile dos Cohen, Ega decide

a)

reescrever as "Memórias de um Atómo", inspirando-se na sua experiência recente.

b)

fazer uma longa viagem pela Europa.

c)

refugiar-se na quinta da mãe e dedicar-se à escrita.

d)

retratar-se publicamente e recolher-se durante várias semanas no Ramalhete.

33.

Dias antes das corridas no hipódromo de Belém, em discussão no Ramalhete, Afonso defende, como manifestação desportiva nacional

a)

o críquete.

b)

o futebol.

c)

a tourada.

d)

as corridas de cavalos.

34.

Na descrição do espaço do hipódromo de Belém, destaca-se

a)

a sofisticação.

b)

a improvisação.

c)

o rigor.

d)

a organização.

35.

O episódio das corridas de cavalos propicia a crítica

a)

à indiferença nacional relativamente a costumes estrangeiros.

b)

às tradições nacionais vividas sem seriedade.

c)

à presença feminina em eventos desportivos.

d)

à desadequação da sociedade nacional face a um evento importado.

36.

A vitória de Carlos nas apostas das corridas de cavalos é sugerida como um

a)

prenúncio de sucessos profissionais e económicos.

b)

vaticínio de problemas familiares.

c)

indício de desgraça amorosa.

d)

sinal de felicidade no domínio sentimental.

37.

Quando ouve pela primeira vez o nome de Maria Eduarda, Carlos

a)

estranha a semelhança dos seus nomes.

b)

encanta-se com a afinidade com o nome de sua avó.

c)

sente a coincidência como um presságio negativo, mas decide ignorar.

d)

encontra na similitude dos seus nomes um indício de aproximação amorosa.

38.

Na primeira visita a casa de Maria Eduarda, Carlos surpreende-se com

a)

o nome do animal de estimação e a nacionalidade de Maria Eduarda.

b)

os nomes da governanta e da boneca de Rosa.

c)

a nacionalidade de Rosa e o nome do animal de estimação da família.

d)

a nacionalidade de Miss Sara e de Maria Eduarda.

39.

Durante o jantar dos Gouvarinho,

a)

Carlos e a Condessa reaproximam-se.

b)

o Conde de Gouvarinho surpreende Carlos e a esposa num momento de intimidade.

40.

Após o início da relação amorosa com Maria Eduarda, Carlos

a)

instala-a na casa de Arroios.

b)

intercede junto de Afonso para a hospedar, durante os meses de verão, na quinta de Santa Olávia.

c)

compra a Cruges o andar da Rua de São Francisco, em que ela se acomoda desde a partida de Castro Gomes.

d)

negoceia com Craft para alojar Maria Eduarda na sua quinta dos Olivais.