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Worksheets1º ANO - RECUPERÇÃO NIVELAMENTO 2º TRIMESTRE
Total questions: 10
Worksheet time: 5mins
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1.
Em 3200 a.C., Menés ficou conhecido por ser o primeiro Faraó do Egito Antigo. Durante os seus reinados, os faraós possuíam bastante poder político e econômico. Diante disso, marque a alternativa correta sobre o que foi a Teocracia na civilização egípcia
a)
Os Faraós tinham autonomia política e econômica na civilização egípcia, mas, em relação à religião, eles não demonstravam tanta autoridade, pois os deuses eram considerados os mais poderosos pelos indivíduos egípcios.
b)
Um governo teocrático era simplesmente aquele em que os indivíduos eram governados por um Faraó que, apesar do grande poder político e econômico, não era visto como um deus.
c)
Somente o Faraó Mentuhotep II, durante o Médio Império, conseguiu promover uma monarquia teocrática em que ele era visto como um deus perante os indivíduos egípcios.
d)
Teocracia foi uma forma de governo no Egito Antigo em que os Faraós promoveram uma aliança entre religião e política, uma vez que eles eram adorados como deuses e respeitados como rei.
2.
Como a disponibilidade de água e terras férteis influenciou a formação de governos monárquicos teocráticos em civilizações antigas, como Egito e Mesopotâmia?
a)
A escassez de água e terras férteis levou a conflitos constantes, obrigando as comunidades a elegerem reis guerreiros, sem relação com a religião.
b)
O controle da água e das terras férteis exigia organização centralizada, e os líderes associaram seu poder à vontade divina para justificar sua autoridade e coordenar obras públicas.
c)
A abundância de recursos naturais permitiu o surgimento de democracias, nas quais os sacerdotes eram eleitos pelo povo para administrar a água.
d)
Os rios eram considerados divindades, e por isso os governantes eram escolhidos aleatoriamente em rituais religiosos, sem conexão com a administração dos recursos.
e)
A falta de terras férteis fez com que os governantes abandonassem a agricultura e se dedicassem apenas ao comércio, enfraquecendo o poder religioso.
3.
(IFP/2009) A democracia ateniense antiga (dos séculos V e IV a. C.) possui algumas características que a torna diferente das democracias modernas, ainda que estas se inspirem nela para se constituírem. São características da democracia ateniense, referentes ao período acima relacionado, as seguintes assertivas:
I. Na democracia ateniense, nem todos eram cidadãos. Mulheres, criança, escravos e estrangeiros eram excluídos da cidadania.
II. Era uma democracia representativa, como as modernas. Um cidadão era escolhido para representar o povo, garantindo, portanto, o poder de um sobre os outros.
III. Era uma democracia direta ou participativa, e não uma democracia representativa, como as modernas. Na democracia ateniense, os cidadãos participavam diretamente das discussões e da tomada de decisões, pelo voto.
IV. A democracia ateniense não excluia da política a ideia de competência ou de tecnocracia: em política uns são mais sábios e competentes que outros (os cidadãos comuns), aqueles devendo exercer o poder, sobres estes.
Assinale a alternativa correta.
a)
III e IV são corretas.
b)
I e III são corretas.
c)
I, II e IV são corretas.
d)
Apenas a I está correta.
e)
II, III e IV estão corretas.
4.
No ano 313 d.C., o imperador Constantino reconheceu o cristianismo como a religião oficial do Império Romano, por meio do Édito de Milão. Sobre o cristianismo na Antiguidade, é correto afirmar:
a)
Por serem politeístas, os romanos aceitaram o monoteísmo cristão.
b)
Os primeiros cristãos sofreram grandes perseguições por suas interferências políticas.
c)
Durante a Antiguidade, ocorreram conversões ao paganismo dos povos chamados “bárbaros”.
d)
A partir do Édito de Milão, ficou estabelecido que somente autoridades religiosas poderiam determinar os rumos da Igreja.
e)
No início de sua formação, a Igreja Cristã baseou sua estrutura na organização do Império Romano, reproduzindo também sua divisão de poder.
5.
(MS Concursos – adaptado) “A partir do século III, o Império Romano ingressou em um período dramático de crise interna, com guerras civis duradouras, entre 230 a.C. e 260 d.C. A era das conquistas chegara ao fim, e houve mesmo uma diminuição do território dominado.”
FUNARI, Pedro Paulo. Grécia e Roma. 6. ed. São Paulo: Contexto, 2018, p. 143.
Esse contexto de crise foi marcado:
I – pela consolidação do Cristianismo como religião importante, com grande número de adeptos por todo o império, em diferentes camadas sociais.
II – pelo comprometimento do abastecimento de escravizados, o que gerou a desorganização da economia e aprofundou a instabilidade política.
III – pelo rompimento de relações entre Império Romano Ocidental e Império Romano Oriental, este último invadido e ocupado pelos visigodos.
IV – pelo acirramento dos conflitos entre o senado e os imperadores, desencadeando tentativas de retorno à república, comandada pelos patrícios.
Assinale a alternativa correta.
a)
Somente os itens I e II estão corretos.
b)
Somente os itens II e III estão corretos.
c)
Somente os itens III e IV estão corretos.
d)
Somente os itens I, II e III estão corretos.
e)
Todos os itens estão incorretos.
6.
Os historiadores têm como marco para a desagregação do Império Romano do Ocidente o ano de 476 d.C. O que aconteceu nessa data que marcou a desagregação do Império Romano?
a)
A destituição do imperador Rômulo Augusto após a conquista da cidade pelos bárbaros.
b)
A transferência dos membros do senado romano para Constantinopla.
c)
O novo reino foi concebido para Avelino por ordem de Constantino.
d)
O ataque dos hunos, liderados por Átila, à cidade de Roma.
e)
A fundação da cidade de Constantinopla.
7.
(UNESP/2015-2) A maior parte das regiões vizinhas [da antiga Mesopotâmia] caracteriza-se pela aridez e pela falta de água, o que desestimulou o povoamento e fez com que fosse ocupada por populações organizadas em pequenos grupos que circulavam pelo deserto. Já a Mesopotâmia apresenta uma grande diferença: embora marcada pela paisagem desértica, possui uma planície cortada por dois grandes rios e diversos afluentes e córregos. (Marcelo Rede. A Mesopotâmia, 2002.)
A partir do texto, é correto afirmar que
a)
os povos mesopotâmicos dependiam apenas da caça e do extrativismo vegetal para a obtenção de alimentos.
b)
a ocupação da planície mesopotâmica e das áreas vizinhas a ela, durante a Antiguidade, teve caráter sedentário e ininterrupto.
c)
a ocupação das áreas vizinhas da Mesopotâmia tinha características nômades e os povos mesopotâmicos praticavam a agricultura irrigada.
d)
a ocupação sedentária das regiões desérticas representava uma ameaça militar aos habitantes da Mesopotâmia.
e)
os povos mesopotâmicos jamais puderam se sedentarizar, devido às dificuldades de obtenção de alimentos na região.
8.
(Ufsm) A região da Mesopotâmia ocupa lugar central na história da humanidade. Na Antiguidade, foi berço da civilização sumeriana devido ao fato de:
a)
ser ponto de confluência de rotas comerciais de povos de diversas culturas.
b)
ter um subsolo rico em minérios, possibilitando o salto tecnológico da idade da pedra para a idade dos metais.
c)
apresentar um relevo peculiar e favorável ao isolamento necessário para o crescimento socioeconômico.
d)
possuir uma área agricultável extensa, favorecida pelos rios Tigre e Eufrates.
e)
abrigar um sistema hidrográfico ideal para locomoção de pessoas e apropriado para desenvolvimento comercial.
9.
(UFRGS) - Na África, durante a Antiguidade, entre 3000 a.C. e 322 a.C., desenvolveu-se o primeiro Império unificado historicamente conhecido, o Egito Antigo, cuja longevidade e continuidade ainda despertam a atenção de arqueólogos e historiadores. Esse império
a)
Legou a humanidade códigos e compilações de leis.
b)
desenvolveu a escrita alfabética, dominada por amplos setores da sociedade.
c)
retinha parcela insignificante do excedente econômico disponível.
d)
sustentou a crença de que o caráter divino dos reis se transmitia exclusivamente pela via paterna.
e)
dependia das cheias do rio Nilo para a prática da agricultura.
10.
Leia o trecho a seguir sobre a República Romana.
“O regime republicano acabou com a realeza e instituiu, em seu lugar, magistraturas que eram cargos anuais com mais de um ocupante, para que o poder não ficasse concentrado nas mãos de uma só pessoa; os dois magistrados principais e mais poderosos eram chamados cônsules.”
Na república romana o órgão mais importante era:
a)
O Senado composto por 300 senadores com cargo vitalício. Fiscalizava a ação dos magistrados e dos administradores das províncias conquistadas.
b)
A Assembleia curial que tratava dos assuntos relacionados aos cultos religiosos.
c)
A Assembleia centurial que tratava dos assuntos relacionados à guerra.
d)
A Assembleia tribal que aprovava ou rejeitava as propostas dos magistrados, e era responsável por eleger magistrados inferiores.
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