WorksheetsAvaliação formativa – Módulo 2
Total questions: 15
Worksheet time: 15mins
O uso de palavras como 'tangerina', 'mexerica' e 'bergamota' mostra:
Uma diferença entre grupos de idade.
Uma diferença entre regiões do país.
Uma mudança histórica da língua.
Um uso informal em situações escolares.
A expressão “foi doado as roupas do bazar”, apesar de estar fora da norma-padrão, muitas vezes é mais aceita que “mio” ou “a gente vamos” por qual motivo:
Ela é mais usada por jovens.
Ela vem de falantes com mais estudo.
Ela parece mais formal para algumas pessoas.
Ela está ligada a grupos mais valorizados.
Quando alguém adapta sua linguagem ao falar com um professor, em comparação com a conversa com amigos, está praticando:
Troca de palavras por gírias.
Variação por causa da região.
Mudança de estilo conforme o contexto.
Erro de norma em ambiente escolar.
Quando o Emicida utiliza gírias e metáforas em suas letras, ele está:
Usando linguagem que desrespeita a norma.
Promovendo erros de linguagem no rap.
Fazendo arte com linguagem do dia a dia.
Reforçando o uso da linguagem padrão.
Expressões como “vossa mercê” ou “ósculo” são:
Palavras que caíram em desuso com o tempo.
Termos informais de uso cotidiano.
Palavras novas que surgiram com a internet.
Gírias usadas por grupos específicos.
O uso de “crush”, “rolê” e “brother” por jovens em redes sociais mostra que:
A língua está perdendo sua norma culta.
A língua muda com o tempo e com o uso social.
Essas palavras não seguem as regras formais.
A norma padrão deve ser sempre priorizada.
A diferença entre escrever “Vc vai hj?” em um WhatsApp e “O senhor comparecerá hoje?” em um email é explicada por:
Um modo de falar que depende do grupo social.
Uma forma que muda de acordo com a região.
Um tipo que varia conforme o meio de comunicação.
Um jeito antigo que mudou com o tempo.
A ideia de que só a norma padrão é “certa” desconsidera:
A importância das regras da gramática.
A exigência de escrever com clareza sempre.
A criação constante de palavras novas.
A diversidade e a legitimidade das variações linguísticas.
Um dos objetivos de se trabalhar com variações linguísticas na escola é:
Fazer todos os alunos falarem da mesma forma.
Ensinar o respeito pela diversidade na linguagem.
Explicar apenas as normas gramaticais do idioma.
Corrigir os erros mais comuns da fala popular.
Quando uma pessoa é julgada por seu modo de falar, isso revela:
Um preconceito linguístico, que se disfarça de crítica à linguagem.
Uma ideia de que a fala deve sempre ser corrigida.
Uma visão de que a escola está cumprindo bem seu papel.
Uma crença de que o idioma possui falhas na sua estrutura.
Quando dizemos que gírias e expressões populares “empobrecem” a língua, estamos desconsiderando que:
Essas expressões só aparecem na literatura clássica.
Elas são limitadas ao ambiente escolar apenas.
A norma culta proíbe a criação de novos termos.
Elas mostram que a língua muda com a sociedade.
Por que compreender a variação linguística é importante em situações como uma entrevista de emprego?
Porque gírias nunca devem ser usadas nessas horas.
Porque é necessário impressionar o entrevistador com palavras difíceis.
Porque só a norma culta é eficaz em entrevistas.
Porque adaptar a linguagem mostra a competência comunicativa e respeito.
Ao afirmar que uma fala está “errada” por fugir à norma-padrão, corremos o risco de:
Reforçar ideias preconceituosas sobre quem fala.
Aumentar o uso correto da língua formal.
Melhorar o domínio de regras gramaticais.
Estimular mais fala entre os estudantes.
A variação histórica da língua está ligada a:
Diferença entre falantes jovens e adultos.
Trocas feitas entre regiões diferentes.
Mudanças que ocorrem ao longo do tempo.
Gírias novas usadas por jovens.
Quando usamos “selfie”, “podcast” e “internetês”, estamos diante de:
Expressões regionais trazidas de fora do país.
Termos novos que surgem para nomear novidades.
Gírias que já não são tão comuns atualmente.
Palavras antigas que caíram em desuso completo.
