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Avaliação formativa – Módulo 2

Total questions: 15

Worksheet time: 15mins

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1.

O uso de palavras como 'tangerina', 'mexerica' e 'bergamota' mostra:

a)

Uma diferença entre grupos de idade.

b)

Uma diferença entre regiões do país.

c)

Uma mudança histórica da língua.

d)

Um uso informal em situações escolares.

2.

A expressão “foi doado as roupas do bazar”, apesar de estar fora da norma-padrão, muitas vezes é mais aceita que “mio” ou “a gente vamos” por qual motivo:

a)

Ela é mais usada por jovens.

b)

Ela vem de falantes com mais estudo.

c)

Ela parece mais formal para algumas pessoas.

d)

Ela está ligada a grupos mais valorizados.

3.

Quando alguém adapta sua linguagem ao falar com um professor, em comparação com a conversa com amigos, está praticando:

a)

Troca de palavras por gírias.

b)

Variação por causa da região.

c)

Mudança de estilo conforme o contexto.

d)

Erro de norma em ambiente escolar.

4.

Quando o Emicida utiliza gírias e metáforas em suas letras, ele está:

a)

Usando linguagem que desrespeita a norma.

b)

Promovendo erros de linguagem no rap.

c)

Fazendo arte com linguagem do dia a dia.

d)

Reforçando o uso da linguagem padrão.

5.

Expressões como “vossa mercê” ou “ósculo” são:

a)

Palavras que caíram em desuso com o tempo.

b)

Termos informais de uso cotidiano.

c)

Palavras novas que surgiram com a internet.

d)

Gírias usadas por grupos específicos.

6.

O uso de “crush”, “rolê” e “brother” por jovens em redes sociais mostra que:

a)

A língua está perdendo sua norma culta.

b)

A língua muda com o tempo e com o uso social.

c)

Essas palavras não seguem as regras formais.

d)

A norma padrão deve ser sempre priorizada.

7.

A diferença entre escrever “Vc vai hj?” em um WhatsApp e “O senhor comparecerá hoje?” em um email é explicada por:

a)

Um modo de falar que depende do grupo social.

b)

Uma forma que muda de acordo com a região.

c)

Um tipo que varia conforme o meio de comunicação.

d)

Um jeito antigo que mudou com o tempo.

8.

A ideia de que só a norma padrão é “certa” desconsidera:

a)

A importância das regras da gramática.

b)

A exigência de escrever com clareza sempre.

c)

A criação constante de palavras novas.

d)

A diversidade e a legitimidade das variações linguísticas.

9.

Um dos objetivos de se trabalhar com variações linguísticas na escola é:

a)

Fazer todos os alunos falarem da mesma forma.

b)

Ensinar o respeito pela diversidade na linguagem.

c)

Explicar apenas as normas gramaticais do idioma.

d)

Corrigir os erros mais comuns da fala popular.

10.

Quando uma pessoa é julgada por seu modo de falar, isso revela:

a)

Um preconceito linguístico, que se disfarça de crítica à linguagem.

b)

Uma ideia de que a fala deve sempre ser corrigida.

c)

Uma visão de que a escola está cumprindo bem seu papel.

d)

Uma crença de que o idioma possui falhas na sua estrutura.

11.

Quando dizemos que gírias e expressões populares “empobrecem” a língua, estamos desconsiderando que:

a)

Essas expressões só aparecem na literatura clássica.

b)

Elas são limitadas ao ambiente escolar apenas.

c)

A norma culta proíbe a criação de novos termos.

d)

Elas mostram que a língua muda com a sociedade.

12.

Por que compreender a variação linguística é importante em situações como uma entrevista de emprego?

a)

Porque gírias nunca devem ser usadas nessas horas.

b)

Porque é necessário impressionar o entrevistador com palavras difíceis.

c)

Porque só a norma culta é eficaz em entrevistas.

d)

Porque adaptar a linguagem mostra a competência comunicativa e respeito.

13.

Ao afirmar que uma fala está “errada” por fugir à norma-padrão, corremos o risco de:

a)

Reforçar ideias preconceituosas sobre quem fala.

b)

Aumentar o uso correto da língua formal.

c)

Melhorar o domínio de regras gramaticais.

d)

Estimular mais fala entre os estudantes.

14.

A variação histórica da língua está ligada a:

a)

Diferença entre falantes jovens e adultos.

b)

Trocas feitas entre regiões diferentes.

c)

Mudanças que ocorrem ao longo do tempo.

d)

Gírias novas usadas por jovens.

15.

Quando usamos “selfie”, “podcast” e “internetês”, estamos diante de:

a)

Expressões regionais trazidas de fora do país.

b)

Termos novos que surgem para nomear novidades.

c)

Gírias que já não são tão comuns atualmente.

d)

Palavras antigas que caíram em desuso completo.