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Artigo de Divulgação Científica

Total questions: 4

Worksheet time: 2mins

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1.

O texto “Haverá um mapa para este tesouro?” discute:

a)

 a importância da diversidade cultural na formação da identidade brasileira.

b)

o risco de extinção de espécies devido à ação humana nas florestas tropicais.

c)

a necessidade de proteger e utilizar de forma consciente a biodiversidade brasileira.

d)

 o potencial do Brasil para exportar produtos derivados de sua fauna e flora.

e)

o avanço da ciência no combate a doenças tropicais por meio de biotecnologia.

2.

No trecho “Quando Luís XV, que reinou na França de 1715 a 1774…”, o termo em destaque estabelece relação de  

a)

causa.

b)

 comparação.

c)

 condição.

d)

 tempo.

e)

 finalidade.

3.

Leia o texto para responder às questões 1 e 2.

Haverá um mapa para este tesouro? 

       “Diversidade biológica” significa a variabilidade de organismos vivos de todas as origens, compreendendo, dentre outros, os ecossistemas terrestres, marinhos e outros ecossistemas aquáticos e os complexos ecológicos de que fazem parte; compreendendo ainda a diversidade dentro de espécies, entre espécies e de ecossistemas.” (Artigo 2 da Convenção sobre Diversidade Biológica). 

       O Brasil, país de dimensões continentais, sabidamente possui uma enorme biodiversidade, sendo definida como a maior do planeta. Possuir muito, e de diferentes fontes, ecoa aos nossos sentidos como ter à disposição, ao alcance de todos, um grande tesouro. No entanto, todos sabemos que um grande tesouro escondido em locais inacessíveis, ou mesmo localizado sob os nossos olhos, sem que tenhamos possibilidade de enxergá-la, significa um grande sonho… e sonhos não costumam tornar-se realidade... podem até evoluir para pesadelos... 

     Assim, fica evidente que o conhecimento científico, embasado em fatos, é essencial para dar suporte a hipóteses que gerem projetos que permitam expandir esses conhecimentos e servir de partida para projetos que permitam a aplicação racional e sustentada dessa riqueza. Todos sabem que a pior atitude é “...matar a galinha dos ovos de ouro...”. Portanto, precisamos saber de onde vêm os ovos, e como cuidar da galinha e fazê-la reproduzir para que possamos transmitir essa riqueza como herança. 

Regina Pakelmann Markus e Miguel Trefault Rodrigues. Revista Ciência & Cultura.  Julho/agosto/setembro 2003. p. 20.

O trecho “evoluir para pesadelos...” é um argumento para sustentar a ideia de que:


a)

 a biodiversidade do Brasil é imensa e incontrolável. 

b)

a má utilização das riquezas naturais causa graves problemas.

c)

a reprodução ostensiva da galinha dos ovos de ouro é problemática. 

d)

o maior conhecimento da natureza causa-lhe mais riscos.

e)

o sonho alto das pessoas faz com que sofram muito.

4.

Leia o texto.

O teatro da etiqueta

     No século XV, quando se instalavam os Estados nacionais e a monarquia absoluta na Europa, não havia sequer garfos e colheres nas mesas de refeição: cada comensal trazia sua faca para cortar um naco da carne – e, em caso de briga, para cortar o vizinho. Nessa Europa bárbara, que começava a sair da Idade Média, em que nem os nobres sabiam escrever, o poder do rei devia se afirmar de todas as maneiras aos olhos de seus súditos como uma espécie de teatro. Nesse contexto surge a etiqueta, marcando momento a momento o espetáculo da realeza: só para servir o vinho ao monarca havia um ritual que durava até dez minutos. 

    Quando Luís XV, que reinou na França de 1715 a 1774, passou a usar lenço não como simples peça de vestuário, mas para limpar o nariz, ninguém mais na corte de Versalhes ousou assoar-se com os dedos, como era costume. Mas todas essas regras, embora servissem para diferenciar a nobreza dos demais, não tinham a petulância que a etiqueta adquiriu depois. Os nobres usavam as boas maneiras com naturalidade, para marcar uma diferença política que já existia. E representavam esse teatro da mesma forma para todos. Depois da Revolução Francesa, as pessoas começam a aprender etiqueta para ascender socialmente. Daí por que ela passou a ser usada de forma desigual – só na hora de lidar com os poderosos. 

    Revista Superinteressante, junho 1988, nº 6 ano 2. 

 Nesse texto, o autor defende a tese de que:

a)

a etiqueta mudou, mas continua associada aos interesses do poder.

b)

 a etiqueta sempre foi um teatro apresentado pela realeza. 

c)

 a etiqueta tinha uma finalidade democrática antigamente. 

d)

 as classes sociais se utilizam da etiqueta desde o século XV. 

e)

as pessoas evoluíram a etiqueta para descomplicá-la.