WorksheetsPor que a gente sonha?
Total questions: 22
Worksheet time: 11mins
Leia o texto abaixo.
Por que a gente sonha?
Você já parou para se perguntar em como a gente tem sonhos? Por que a gente sonha?
Quem pergunta são o João Gabriel e a Inara, de Caeté, e o Matheus, que enviou a pergunta
pelo site. Quem responde é a Fabiana Cassiano, aluna de Medicina da UFMG, e a professora
Leonor Bezerra Guerra, do Instituto de Ciências Biológicas da UFMG:
“Quando a gente dorme, sonha com várias coisas, que nem sempre têm muito sentido, não
é mesmo? E por que isso acontece? Para entender isto, é preciso saber o que acontece com o
nosso corpo enquanto a gente dorme.
O nosso sono se modifica ao longo da noite: os quatro primeiros estágios são chamados
de sono de ondas lentas. Nessa fase inicial, a atividade das células nervosas, os neurônios,
diminui gradativamente. A frequência cardíaca e a respiração, assim como a pressão arterial e a
temperatura, também ficam mais baixas.
Mas é no próximo estágio que os sonhos acontecem. Neste estágio, apesar de estarmos
profundamente relaxados, a atividade dos neurônios é intensa, semelhante àquela que temos
quando estamos acordados. Os nossos olhos movem-se rapidamente debaixo das pálpebras. Os
batimentos cardíacos, a respiração, a pressão arterial e a temperatura ficam irregulares. Nesse
momento, nossos neurônios funcionam livremente, sem a regulação imposta pelos estímulos do
ambiente, sem precisar responder a tudo o que acontece à nossa volta.
É esse funcionamento livre dos neurônios que gera os sonhos. Os sonhos misturam ou
relacionam experiências diferentes que tivemos, em tempos, locais e com pessoas diferentes. O
pensamento, no sonho, é livre.” [...]
01) Qual é o assunto desse texto?
A) A atividade das células nervosas.
B) A queda da temperatura do corpo.
C) O modo como os sonhos acontecem.
D) O percurso do sono de ondas lentas.
Leia o texto abaixo.
Por que a gente sonha?
Leia o texto abaixo.
Por que a gente sonha?
Você já parou para se perguntar em como a gente tem sonhos? Por que a gente sonha?
Quem pergunta são o João Gabriel e a Inara, de Caeté, e o Matheus, que enviou a pergunta
pelo site. Quem responde é a Fabiana Cassiano, aluna de Medicina da UFMG, e a professora
Leonor Bezerra Guerra, do Instituto de Ciências Biológicas da UFMG:
“Quando a gente dorme, sonha com várias coisas, que nem sempre têm muito sentido, não
é mesmo? E por que isso acontece? Para entender isto, é preciso saber o que acontece com o
nosso corpo enquanto a gente dorme.
O nosso sono se modifica ao longo da noite: os quatro primeiros estágios são chamados
de sono de ondas lentas. Nessa fase inicial, a atividade das células nervosas, os neurônios,
diminui gradativamente. A frequência cardíaca e a respiração, assim como a pressão arterial e a
temperatura, também ficam mais baixas.
Mas é no próximo estágio que os sonhos acontecem. Neste estágio, apesar de estarmos
profundamente relaxados, a atividade dos neurônios é intensa, semelhante àquela que temos
quando estamos acordados. Os nossos olhos movem-se rapidamente debaixo das pálpebras. Os
batimentos cardíacos, a respiração, a pressão arterial e a temperatura ficam irregulares. Nesse
momento, nossos neurônios funcionam livremente, sem a regulação imposta pelos estímulos do
ambiente, sem precisar responder a tudo o que acontece à nossa volta.
É esse funcionamento livre dos neurônios que gera os sonhos. Os sonhos misturam ou
relacionam experiências diferentes que tivemos, em tempos, locais e com pessoas diferentes. O
pensamento, no sonho, é livre.” [...] 02) Qual trecho desse texto apresenta uma expressão que indica tempo?
A) “Quando a gente dorme, sonha com várias coisas...”. (3º parágrafo)
B) “Mas é no próximo estágio que os sonhos acontecem.”. (5º parágrafo)
C) “Os nossos olhos movem-se rapidamente...”. (5º parágrafo)
D) “Os sonhos misturam ou relacionam experiências...”. (6º parágrafo)
Leia o texto abaixo. Por que a gente sonha?
Leia o texto abaixo.
Por que a gente sonha?
Você já parou para se perguntar em como a gente tem sonhos? Por que a gente sonha?
Quem pergunta são o João Gabriel e a Inara, de Caeté, e o Matheus, que enviou a pergunta
pelo site. Quem responde é a Fabiana Cassiano, aluna de Medicina da UFMG, e a professora
Leonor Bezerra Guerra, do Instituto de Ciências Biológicas da UFMG:
“Quando a gente dorme, sonha com várias coisas, que nem sempre têm muito sentido, não
é mesmo? E por que isso acontece? Para entender isto, é preciso saber o que acontece com o
nosso corpo enquanto a gente dorme.
O nosso sono se modifica ao longo da noite: os quatro primeiros estágios são chamados
de sono de ondas lentas. Nessa fase inicial, a atividade das células nervosas, os neurônios,
diminui gradativamente. A frequência cardíaca e a respiração, assim como a pressão arterial e a
temperatura, também ficam mais baixas.
Mas é no próximo estágio que os sonhos acontecem. Neste estágio, apesar de estarmos
profundamente relaxados, a atividade dos neurônios é intensa, semelhante àquela que temos
quando estamos acordados. Os nossos olhos movem-se rapidamente debaixo das pálpebras. Os
batimentos cardíacos, a respiração, a pressão arterial e a temperatura ficam irregulares. Nesse
momento, nossos neurônios funcionam livremente, sem a regulação imposta pelos estímulos do
ambiente, sem precisar responder a tudo o que acontece à nossa volta.
É esse funcionamento livre dos neurônios que gera os sonhos. Os sonhos misturam ou
relacionam experiências diferentes que tivemos, em tempos, locais e com pessoas diferentes. O
pensamento, no sonho, é livre.” [...]
03) Esse texto serve para
apresentar uma opinião.
divulgar um conhecimento.
narrar uma história inventada.
noticiar um acontecimento.
Leia o texto abaixo. Tô morrendo de sono... Sei como resolver. Café? Dormir. No final desse texto, a resposta da borboleta faz pensar sobre
a importância de respeitar o sono.
a relação entre humanos e animais.
o encanto com elementos da natureza.
o sabor e o cheiro do café quente.
Leia o texto abaixo.
Especialistas falam da importância dos sonhos para as crianças e do papel dos pais
nessa jornada
O que cada um de nós sonhava em ser quando criança? E com o que será que nossos filhos
têm sonhado? Teletransporte, uma viagem ao espaço, tocar nas nuvens... Essas foram algumas
das respostas dadas pelos pequenos [...].
Mas será que sonhar é mesmo importante para as crianças?
O pediatra e sanitarista do Instituto de Estudos em Saúde Coletiva da Universidade Federal do
Rio de Janeiro, Daniel Becker, garante que sim – tanto os sonhos sonhados acordados quanto os
que as crianças sonham dormindo. “O sonho dormindo temos desde que nascemos, ele renova
o cérebro, fixa a memória, tem uma série de papéis importantes... É precioso, uma forma de
manifestação do inconsciente. Já o sonho acordado acontece a partir do momento em que a
criança começa a imaginar e se interessar pelo papel dela no mundo, por volta dos 2 anos. No
início, sonha-se com coisas simples e esses sonhos vão evoluindo. Mas o papel do sonho, a
capacidade de sonhar é muito importante”, defende.
De acordo com esse texto, quem renova o cérebro?
A) A imaginação.
B) A memória.
C) O sonho acordado.
D) O sonho dormindo.
Leia texto abaixo.
Especialistas falam da importância dos sonhos para as crianças e do papel dos pais
nessa jornada
O que cada um de nós sonhava em ser quando criança? E com o que será que nossos filhos
têm sonhado? Teletransporte, uma viagem ao espaço, tocar nas nuvens... Essas foram algumas
das respostas dadas pelos pequenos [...].
Mas será que sonhar é mesmo importante para as crianças?
O pediatra e sanitarista do Instituto de Estudos em Saúde Coletiva da Universidade Federal do
Rio de Janeiro, Daniel Becker, garante que sim – tanto os sonhos sonhados acordados quanto os
que as crianças sonham dormindo. “O sonho dormindo temos desde que nascemos, ele renova
o cérebro, fixa a memória, tem uma série de papéis importantes... É precioso, uma forma de
manifestação do inconsciente. Já o sonho acordado acontece a partir do momento em que a
criança começa a imaginar e se interessar pelo papel dela no mundo, por volta dos 2 anos. No
início, sonha-se com coisas simples e esses sonhos vão evoluindo. Mas o papel do sonho, a
capacidade de sonhar é muito importante”, defende.
QUAL É O ASSUNTO DESSE TEXTO?
A) A fixação da memória pelo sono.
B) A manifestação do inconsciente.
C) O benefício dos sonhos para as crianças.
D) O início da imaginação das crianças.
Leia o texto abaixo.
Especialistas falam da importância dos sonhos para as crianças e do papel dos pais
nessa jornada
O que cada um de nós sonhava em ser quando criança? E com o que será que nossos filhos
têm sonhado? Teletransporte, uma viagem ao espaço, tocar nas nuvens... Essas foram algumas
das respostas dadas pelos pequenos [...].
Mas será que sonhar é mesmo importante para as crianças?
O pediatra e sanitarista do Instituto de Estudos em Saúde Coletiva da Universidade Federal do
Rio de Janeiro, Daniel Becker, garante que sim – tanto os sonhos sonhados acordados quanto os
que as crianças sonham dormindo. “O sonho dormindo temos desde que nascemos, ele renova
o cérebro, fixa a memória, tem uma série de papéis importantes... É precioso, uma forma de
manifestação do inconsciente. Já o sonho acordado acontece a partir do momento em que a
criança começa a imaginar e se interessar pelo papel dela no mundo, por volta dos 2 anos. No
início, sonha-se com coisas simples e esses sonhos vão evoluindo. Mas o papel do sonho, a
capacidade de sonhar é muito importante”, defende. Nesse texto, o trecho “É precioso,...” (3º parágrafo) refere-se
ao cérebro.
ao espaço.
ao pediatra.
ao sonho.
Os bichos também sonham
O tamanduá sonha com um bicho de orelhas compridas.
O coelho sonha com um bicho que tem o nariz em forma de tromba.
O elefante sonha com um bicho que fica mergulhado com as orelhas, os olhos e o nariz fora
d’água.
O hipopótamo sonha com um bicho de pescoço comprido.
A girafa sonha com um bicho que só tem duas patas e dois dedos em cada uma.
O avestruz sonha com um bicho que tem uma bolsa na barriga.
O canguru sonha com um bicho com uma boca em forma de tromba.
A anta sonha com um bicho cascudo.
O tatu sonha com um bicho de língua comprida.
E o tamanduá também é um sonho.
Nesse texto, o verso “E o tamanduá também é um sonho.” significa que
A) algum bicho gostaria de ser o tamanduá.
B) algum bicho sonha com o tamanduá.
C) o tamanduá gostaria de ser como o tatu.
D) o tamanduá sonha com todos os bichos.
Leia o texto abaixo.
A nuvem de Inês
A maioria das crianças sonha à noite. Inês sonhava à noite, claro, mas de dia também.
– Inês, Inês – disse o pai –, acho que você está com a cabeça nas nuvens.
“Nas nuvens?” – pensou a menina. Dessa ideia ela gostou e começou a imaginar como seria viver em uma nuvem:
Na nuvem de Inês, o chão era bem branquinho e esponjoso. Se quisesse, podia deitar-se para dormir porque era como uma cama de algodão. Sua nuvem era tão branca, tão branca, que ficaria suja se Inês pusesse seus sapatos sobre ela. Por isso, em sua nuvem, Inês andava sempre descalça.
De sua nuvem, Inês cumprimentava o Sol e a Lua, e também via passar a toda velocidade os bandos de aves que iam para o sul.
Quando a nuvem de Inês ficava cinza, começava a chover. Então, Inês lavava os pés com a água da chuva.
A nuvem de Inês podia ter a forma de um coração, de uma mariposa, de uma coelha...
– Acorda, Inês! – chamou o avô. – Vamos, vamos, que está na hora do colégio!
Inês, deixando os pés suspensos na nuvem, continuou sonhando... acordada! [...]
O QUE FEZ COM QUE ESSA HISTÓRIA ACONTECESSE?
Inês gostar da ideia do pai e começar a sonhar acordada.
Inês sair para ir à escola e continuar sonhando acordada.
Inês ser chamada pelo avô para despertar dos sonhos.
Inês ter sonhado que o chão da nuvem era branquinho.
Leia o texto abaixo.
A nuvem de Inês
A maioria das crianças sonha à noite. Inês sonhava à noite, claro, mas de dia também.
– Inês, Inês – disse o pai –, acho que você está com a cabeça nas nuvens.
“Nas nuvens?” – pensou a menina. Dessa ideia ela gostou e começou a imaginar como seria viver em uma nuvem:
Na nuvem de Inês, o chão era bem branquinho e esponjoso. Se quisesse, podia deitar-se para dormir porque era como uma cama de algodão. Sua nuvem era tão branca, tão branca, que ficaria suja se Inês pusesse seus sapatos sobre ela. Por isso, em sua nuvem, Inês andava sempre descalça.
De sua nuvem, Inês cumprimentava o Sol e a Lua, e também via passar a toda velocidade os bandos de aves que iam para o sul.
Quando a nuvem de Inês ficava cinza, começava a chover. Então, Inês lavava os pés com a água da chuva.
A nuvem de Inês podia ter a forma de um coração, de uma mariposa, de uma coelha...
– Acorda, Inês! – chamou o avô. – Vamos, vamos, que está na hora do colégio!
Inês, deixando os pés suspensos na nuvem, continuou sonhando... acordada! [...]
No trecho “... ficaria suja se Inês pusesse seus sapatos sobre ela.” (4º parágrafo), a palavra em destaque está no lugar de
coelha.
lua.
mariposa.
nuvem.
Leia o texto abaixo.
A nuvem de Inês
A maioria das crianças sonha à noite. Inês sonhava à noite, claro, mas de dia também.
– Inês, Inês – disse o pai –, acho que você está com a cabeça nas nuvens.
“Nas nuvens?” – pensou a menina. Dessa ideia ela gostou e começou a imaginar como seria viver em uma nuvem:
Na nuvem de Inês, o chão era bem branquinho e esponjoso. Se quisesse, podia deitar-se para dormir porque era como uma cama de algodão. Sua nuvem era tão branca, tão branca, que ficaria suja se Inês pusesse seus sapatos sobre ela. Por isso, em sua nuvem, Inês andava sempre descalça.
De sua nuvem, Inês cumprimentava o Sol e a Lua, e também via passar a toda velocidade os bandos de aves que iam para o sul.
Quando a nuvem de Inês ficava cinza, começava a chover. Então, Inês lavava os pés com a água da chuva.
A nuvem de Inês podia ter a forma de um coração, de uma mariposa, de uma coelha...
– Acorda, Inês! – chamou o avô. – Vamos, vamos, que está na hora do colégio!
Inês, deixando os pés suspensos na nuvem, continuou sonhando... acordada! [...]
Qual trecho desse texto indica a opinião de um personagem?
“– Inês, Inês – disse o pai –, acho que você está com a cabeça nas nuvens.”. (2º parágrafo)
“A nuvem de Inês podia ter a forma de um coração, de uma mariposa, de uma coelha...”. (7º parágrafo)
“– Acorda, Inês! – chamou o avô. – Vamos, vamos, que está na hora de você ir para o colégio!”. (8º parágrafo)
“Inês, deixando os pés suspensos na nuvem, continuou sonhando... acordada!”. (9º parágrafo)
Leia o texto abaixo.
A nuvem de Inês
A maioria das crianças sonha à noite. Inês sonhava à noite, claro, mas de dia também.
– Inês, Inês – disse o pai –, acho que você está com a cabeça nas nuvens.
“Nas nuvens?” – pensou a menina. Dessa ideia ela gostou e começou a imaginar como seria viver em uma nuvem:
Na nuvem de Inês, o chão era bem branquinho e esponjoso. Se quisesse, podia deitar-se para dormir porque era como uma cama de algodão. Sua nuvem era tão branca, tão branca, que ficaria suja se Inês pusesse seus sapatos sobre ela. Por isso, em sua nuvem, Inês andava sempre descalça.
De sua nuvem, Inês cumprimentava o Sol e a Lua, e também via passar a toda velocidade os bandos de aves que iam para o sul.
Quando a nuvem de Inês ficava cinza, começava a chover. Então, Inês lavava os pés com a água da chuva.
A nuvem de Inês podia ter a forma de um coração, de uma mariposa, de uma coelha...
– Acorda, Inês! – chamou o avô. – Vamos, vamos, que está na hora do colégio!
Inês, deixando os pés suspensos na nuvem, continuou sonhando... acordada! [...]
Qual trecho desse texto apresenta uma expressão que indica tempo?
“Se quisesse, podia deitar-se para dormir porque era como uma cama de algodão.”. (4º parágrafo)
“Sua nuvem era tão branca, tão branca, que ficaria suja se Inês pusesse seus sapatos sobre ela.”. (4º parágrafo)
“De sua nuvem, Inês cumprimentava o Sol e a Lua,...”. (5º parágrafo)
“Quando a nuvem de Inês ficava cinza, começava a chover.”. (6º parágrafo)
Leia o texto abaixo.
Cheias de truques
As aves de rapina formam uma turma superpoderosa. Velozes, com garras e bicos fortes e olhos aguçados, elas são ótimas caçadoras. Geralmente atacam tão rapidamente que suas presas nem têm tempo de perceber o perigo.
Gaviões, águias, falcões, urubus e corujas fazem parte desse grupo e são chamados também de rapineiros. O nome [...] é usado porque essas aves têm muita habilidade na caça.
Há 443 espécies de aves de rapina pelo mundo e 88 apenas no Brasil. [...]
Essas aves têm um papel importante na natureza, pois controlam o crescimento exagerado da população de outros animais. Na América do Norte, por exemplo, onde o número de rapineiros diminuiu, aumentou a quantidade de roedores.
Qual é o assunto desse texto?
A) A importância da natureza.
B) As aves de rapina.
C) O crescimento da população.
D) Os tipos de roedores.
Leia o texto abaixo.
Cheias de truques
As aves de rapina formam uma turma superpoderosa. Velozes, com garras e bicos fortes e olhos aguçados, elas são ótimas caçadoras. Geralmente atacam tão rapidamente que suas presas nem têm tempo de perceber o perigo.
Gaviões, águias, falcões, urubus e corujas fazem parte desse grupo e são chamados também de rapineiros. O nome [...] é usado porque essas aves têm muita habilidade na caça.
Há 443 espécies de aves de rapina pelo mundo e 88 apenas no Brasil. [...]
Essas aves têm um papel importante na natureza, pois controlam o crescimento exagerado da população de outros animais. Na América do Norte, por exemplo, onde o número de rapineiros diminuiu, aumentou a quantidade de roedores.
De acordo com esse texto, na América do Norte, houve o aumento na quantidade de quais animais?
Corujas.
Gaviões.
Roedores.
Urubus.
Leia o texto abaixo.
No Museu do Futebol
As Regras são claras!
Fale baixo para não atrapalhar os outros visitantes.
Não toque nos objetos e troféus - eles são parte da história do futebol!
Respeite as filas e aguarde sua vez nas atrações interativas.
Fotografias são permitidas apenas sem flash - confira as orientações.
Não corra dentro do museu para evitar acidentes.
Não coma ou beba dentro das exposições para manter o espaço limpo.
Siga as instruções dos funcionários e monitores do museu.
Aproveite a visita e aprenda mais sobre a história do nosso futebol!
Respeitar as regras faz o jogo ficar ainda mais bonito!
QUAL É O ASSUNTO DESSE TEXTO?
bilhete.
cartaz.
convite.
rótulo.
Leia o texto abaixo.
No Museu do Futebol
As Regras são claras!
Fale baixo para não atrapalhar os outros visitantes.
Não toque nos objetos e troféus - eles são parte da história do futebol!
Respeite as filas e aguarde sua vez nas atrações interativas.
Fotografias são permitidas apenas sem flash - confira as orientações.
Não corra dentro do museu para evitar acidentes.
Não coma ou beba dentro das exposições para manter o espaço limpo.
Siga as instruções dos funcionários e monitores do museu.
Aproveite a visita e aprenda mais sobre a história do nosso futebol!
Respeitar as regras faz o jogo ficar ainda mais bonito!
DE ACORDO COM ESSE TEXTO, NA AMÉRICA DO NORTE, HOUVE UM AUMENTO NA QUANTIDADE DE QUAIS ANIMAIS?
contar uma história.
dar orientações.
explicar um jogo.
listar produtos.
Leia o texto abaixo.
Estudante homenageia pesquisadora do Butantan com cordel inspirado em venenos e ciência
Uma estudante de apenas 14 anos emocionou a cientista alagoana Mônica Lopes Ferreira, do Instituto Butantan, que busca a cura de doenças através dos venenos de peixes peçonhentos. Uma experiência que pode abrir caminhos para a jovem, que deseja ser médica [...].
A ideia surgiu quando Emily Passos Pereira da Silva, de Angra dos Reis, no Rio de Janeiro, participou da “Olimpíada Ciência e Arte”. Em uma das etapas, cada estudante teve que criar um cordel sobre um cientista nordestino, como parte de um projeto [...] na Unidade de Trabalho Diferenciado (UTD).
“Não havia intenção inicial de enviar os cordéis aos cientistas, mas a produção dela era tão boa que entendemos que as pessoas homenageadas precisavam ter conhecimento”, afirma Diogo dos Santos Pinheiro, professor de Ciências Naturais da UTD.
Emily não só escreveu o cordel, mas também criou uma xilogravura¹ de peixes. “Fiquei extremamente feliz ao ver que foi em formato de cordel, porque tem tudo a ver comigo. É uma leitura curtinha, mas que diz muito”, diz a cientista Mônica Ferreira. Para Mônica, o cordel reforça como a arte e a ciência podem caminhar juntas na disseminação do conhecimento. “Eu comecei a trabalhar com peixes peçonhentos pelos acidentes que vi e para os quais queria encontrar um tratamento, e continuo estudando”, afirma a cientista do Instituto Butantan.
*Vocabulário: ¹xilogravura: técnica de impressão artística que consiste em gravar uma imagem em madeira e reproduzi-la em papel ou outro suporte.
QUAL É O ASSUNTO DESSE TEXTO?
A) A homenagem de uma estudante a uma pesquisadora do Butantan.
B) A realização da olimpíada de arte e ciência da escola do Rio de Janeiro.
C) O estudo feito por uma pesquisadora do Butantan sobre peixes peçonhentos.
D) O projeto de ciências desenvolvido por estudantes em uma escola do Rio de Janeiro.
Leia o texto abaixo. Estudante homenageia pesquisadora do Butantan com cordel inspirado em venenos e ciência
Uma estudante de apenas 14 anos emocionou a cientista alagoana Mônica Lopes Ferreira, do Instituto Butantan, que busca a cura de doenças através dos venenos de peixes peçonhentos. Uma experiência que pode abrir caminhos para a jovem, que deseja ser médica [...].
A ideia surgiu quando Emily Passos Pereira da Silva, de Angra dos Reis, no Rio de Janeiro, participou da “Olimpíada Ciência e Arte”. Em uma das etapas, cada estudante teve que criar um cordel sobre um cientista nordestino, como parte de um projeto [...] na Unidade de Trabalho Diferenciado (UTD).
“Não havia intenção inicial de enviar os cordéis aos cientistas, mas a produção dela era tão boa que entendemos que as pessoas homenageadas precisavam ter conhecimento”, afirma Diogo dos Santos Pinheiro, professor de Ciências Naturais da UTD.
Emily não só escreveu o cordel, mas também criou uma xilogravura¹ de peixes. “Fiquei extremamente feliz ao ver que foi em formato de cordel, porque tem tudo a ver comigo. É uma leitura curtinha, mas que diz muito”, diz a cientista Mônica Ferreira. Para Mônica, o cordel reforça como a arte e a ciência podem caminhar juntas na disseminação do conhecimento. “Eu comecei a trabalhar com peixes peçonhentos pelos acidentes que vi e para os quais queria encontrar um tratamento, e continuo estudando”, afirma a cientista do Instituto Butantan.
*Vocabulário: ¹xilogravura: técnica de impressão artística que consiste em gravar uma imagem em madeira e reproduzi-la em papel ou outro suporte.
ESSE TEXTO É UM EXEMPLO DE
crônica.
entrevista.
notícia.
resenha.
Leia o texto abaixo.
Estudante homenageia pesquisadora do Butantan com cordel inspirado em venenos e ciência
Uma estudante de apenas 14 anos emocionou a cientista alagoana Mônica Lopes Ferreira, do Instituto Butantan, que busca a cura de doenças através dos venenos de peixes peçonhentos. Uma experiência que pode abrir caminhos para a jovem, que deseja ser médica [...].
A ideia surgiu quando Emily Passos Pereira da Silva, de Angra dos Reis, no Rio de Janeiro, participou da “Olimpíada Ciência e Arte”. Em uma das etapas, cada estudante teve que criar um cordel sobre um cientista nordestino, como parte de um projeto [...] na Unidade de Trabalho Diferenciado (UTD).
“Não havia intenção inicial de enviar os cordéis aos cientistas, mas a produção dela era tão boa que entendemos que as pessoas homenageadas precisavam ter conhecimento”, afirma Diogo dos Santos Pinheiro, professor de Ciências Naturais da UTD.
Emily não só escreveu o cordel, mas também criou uma xilogravura¹ de peixes. “Fiquei extremamente feliz ao ver que foi em formato de cordel, porque tem tudo a ver comigo. É uma leitura curtinha, mas que diz muito”, diz a cientista Mônica Ferreira.
Para Mônica, o cordel reforça como a arte e a ciência podem caminhar juntas na disseminação do conhecimento. “Eu comecei a trabalhar com peixes peçonhentos pelos acidentes que vi e para os quais queria encontrar um tratamento, e continuo estudando”, afirma a cientista do Instituto Butantan.
*Vocabulário: ¹xilogravura: técnica de impressão artística que consiste em gravar uma imagem em madeira e reproduzi-la em papel ou outro suporte.
19) No último parágrafo desse texto, no trecho “... o cordel reforça como a arte e a ciência...”, a palavra destacada indica
A) adição.
B) conclusão.
C) explicação.
D) oposição.
Estudante homenageia pesquisadora do Butantan com cordel inspirado em venenos
e ciência
Uma estudante de apenas 14 anos emocionou a cientista alagoana Mônica Lopes Ferreira, do Instituto Butantan, que busca a cura de doenças através dos venenos de peixes peçonhentos. Uma experiência que pode abrir caminhos para a jovem, que deseja ser médica [...].
A ideia surgiu quando Emily Passos Pereira da Silva, de Angra dos Reis, no Rio de Janeiro, participou da “Olimpíada Ciência e Arte”. Em uma das etapas, cada estudante teve que criar um cordel sobre um cientista nordestino, como parte de um projeto [...] na Unidade de Trabalho Diferenciado (UTD).
“Não havia intenção inicial de enviar os cordéis aos cientistas, mas a produção dela era tão boa que entendemos que as pessoas homenageadas precisavam ter
conhecimento”, afirma Diogo dos Santos Pinheiro, professor de Ciências Naturais da UTD.
Emily não só escreveu o cordel, mas também criou uma xilogravura¹ de peixes. “Fiquei extremamente feliz ao ver que foi em formato de cordel, porque tem tudo a ver comigo. É uma leitura curtinha, mas que diz muito”, diz a cientista Mônica Ferreira.
Para Mônica, o cordel reforça como a arte e a ciência podem caminhar juntas na disseminação do conhecimento. “Eu comecei a trabalhar com peixes peçonhentos pelos acidentes que vi e para os quais queria encontrar um tratamento, e continuo estudando”, afirma a cientista do Instituto Butantan.
*Vocabulário: ¹xilogravura: técnica de impressão artística que consiste em gravar uma imagem em madeira e reproduzi-la em papel ou outro suporte.
Nesse texto, no trecho “... mas a produção dela era tão boa...” (3º parágrafo), a palavra destacada significa
apresentação.
criação.
liberação.
realização.
Leia o texto abaixo. O humor desse texto está no fato de o menino de chapéu
achar que rock e pagode são uma dupla sertaneja.
caminhar com seu amigo pelas ruas da cidade.
conversar com seu amigo sobre gêneros musicais.
falar de braços abertos na rua com seu amigo.
No primeiro quadrinho desse texto, no trecho “I aqui na cidade?”, a expressão destacada indica
causa.
lugar.
modo.
tempo.
