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Simulado SAEB

Total questions: 20

Worksheet time: 1hrs 7mins

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1.

Como é a classificação de animais no texto?

a)

A) Invertebrados e vertebrados (peixes continentais, aves, peixes marinhos anfíbios, mamíferos e répteis)

b)

B) Invertebrados (peixes continentais, aves, peixes marinhos anfíbios, mamíferos e répteis) e vertebrados.

c)

Peixes continentais, aves, peixes marinhos, anfíbios, mamíferos e répteis.

d)

Peixes, aves, anfíbios, mamíferos e répteis.

2.

A situação inusitada que torna o texto engraçado é

a)

O filho ter acordado de mau humor

b)

O filho estar no colégio mesmo sendo um adulto.

c)

O filho já ser um adulto e ter a profissão de diretor do colégio.

d)

O filho não ter responsabilidade para usar um despertador mesmo tendo 45 anos.

3.

Leia o poema:

O pato foi tocar foi violão de feira em feira porque queria:

a)

Esquecer a lagoa

b)

Comprar um sapato

c)

Comprar um pé de pato.

d)

Voltar à boa vida.

4.

Leia a notícia.

Esse texto apresenta uma opinião no trecho:

a)

"Desde 1940, quando a legislação brasileira estipulou a maioridade penal, qualquer jovem com idade inferior a 18 anos é considerado 'incapaz'"

b)

"Pesquisa realizada pelo Instituto DataFolha mostra que 93% dos brasileiros são favoráveis à redução da maioridade penal [...]."

c)

"O objetivo dos deputados é endurecer as punições aos menores infratores".

d)

"Passou da hora de fazermos reformulações."

5.

"A primeira namorada, tão alta

que o beijo não alcançava,

o pescoço não a alcançava,

nem mesmo a voz a alcançava.

Eram quilômetros de silêncio.

Luzia na janela do sobradão."

Andrade, Carlos Drummond. Poesia completa e prosa.

No poema, o efeito de ambiguidade é construído da palavra:

a)

"voz"

b)

"beijo"

c)

"Luzia"

d)

"namorada"

6.

Veja o anúncio ao lado:

A ideia que há pouca água para consumo do planeta é reforçado principalmente devido

a)

à associação da mensagem verbal com a representação de uma única gota de água que cai da torneira.

b)

ao fato de se ter criado um Dia Mundial da Água, a fim de conscientizar as pessoas do mundo todo.

c)

Às associações de palavras no título: "consciência" e "liquida" e "ação" e "solidificada".

d)

ao jogo de palavras encontrado logo no início do anúncio entre os termos "líquida" e "solidificada".

7.

No texto, há uma relação expressa de causa e consequência entre:

a)

A grossa carcaça nas costas e as garras curtas dos tatus.

b)

O focinho comprido e a sabedoria dos tatus.

c)

O sumiço dos tatus e o aparecimento de cupins.

d)

A beleza do tatu e a atração das formigas.

8.

Leia o poema.

Com base no texto, pode-se dizer que o poema faz uma homenagem

a)

Ao ar das montanhas.

b)

ao barulho do mar.

c)

aos carteiros.

d)

aos unicórnios.

9.

Leia o trecho de um artigo.

O texto tem por tema:

a)

A facilidade de viralização dos memes.

b)

a propagação dos conteúdos da rede.

c)

O crescimento da cultura digital.

d)

O surgimento dos memes.

10.

Leia o trecho.

O traço de humor do texto está indicado na

a)

Corrida do guarda

b)

pergunta do guarda

c)

resposta do homem.

d)

fuga do ladrão.

11.

Leia o texto abaixo.

O uso das aspas no trecho "Na morte eu não penso. Quando termino aqui, penso em trabalhar no outro dia" tem o objetivo de

a)

enfatizar o pensamento publicado de J. Borges sobre o trabalho.

b)

indicar a fala de J. Borges em relação à sua rotina.

c)

explicar o título da notícia sobre J. Borges.

d)

Reproduzir trecho de um livro sobre a aposentadoria.

12.

No trecho "É isso aí, meu povo e minha pova.", o autor utiliza a palavra "pova", inventado por ele, para

a)

ser um sinônimo de pólvora.

b)

chamar a atenção dos amigos políticos.

c)

ostentar o conhecimento de vários idiomas.

d)

se referir especificamente ao público feminino.

13.

Sobre o poder público, infere-se que ele

a)

reconhece seus erros e busca corrigi-los.

b)

não cumpre seu papel de forma espontânea.

c)

atende aos apelos da população prontamente.

d)

incentiva a reciclagem para ajudar no saneamento.

14.

Leia os textos a seguir.

Apesar de os dois textos tratarem sobre a importância da água para o Sertão, o texto I:

a)

faz uma explicação técnica sobre o assunto, enquanto o texto II apresenta uma pesquisa científica.

b)

traz a linguagem poética, por se tratar de uma música, enquanto o texto II utiliza uma linguagem mais técnica sobre o assunto, por se tratar de uma reportagem.

c)

apresenta a visão de um especialista sobre o assunto, enquanto o texto II é a visão de um morador do Sertão, por isso a linguagem é mais técnica.

d)

utiliza a linguagem poética para expressar o sentimento do poeta em relação à agua, enquanto o texto II utiliza a linguagem poética para demonstrar a importância da água para a sociedade.

15.

Elegia

Ganhei (perdi) meu dia.

E baixa a coisa fria

Também chamada noite, e o frio ao frio

em bruma se entrelaça, num suspiro.

21

Caderno de Atividades

E me pergunto e me respiro

na fuga deste dia que era mil

para mim que esperava

os grandes sóis violentos, me sentia

tão rico deste dia

e lá se foi secreto, ao serro frio (...)

Carlos Drummond de Andrade

9. Dos versos, podemos entender que:

a)

a) O poeta sente medo e tristeza dentro da noite negra e fria. Ele ama o dia e

sua luz.

b)

b) O poeta exprime um suave sentimento de tranqüilidade, ao cair de uma noite

de inverno: ele merecera e ganhara mais um dia, aproveitando o descanso

da noite para meditar.

c)

c) O poeta sente-se triste ao fim de mais um dia de um longo inverno, e lembrase

com saudade dos dias quentes e alegres do verão.

d)

d) O poeta, sentindo próximo o fim da vida, faz um retrospecto melancólico,

confrontando o muito que espera e o nada que tem nas mãos.

16.

Sou contra a redução da maioridade penal

A brutalidade cometida contra os dois jovens em São Paulo reacendeu a fogueira da

redução da idade penal. A violência seria resultado das penas que temos previstas em

lei ou do sistema de aplicação das leis? É necessário também pensar nos porquês da

violência já que não há um único crime.

De qualquer forma, um sistema sócio-econômico historicamente desigual e violento

só pode gerar mais violência. Então, medidas mais repressivas nos dão a falsa sensação

de que algo está sendo feito, mas o problema só piora. Por isso, temos que fazer as

opções mais eficientes e mais condizentes com os valores que defendemos. Defendo

uma sociedade que cometa menos crimes e não que puna mais. Em nenhum lugar do

mundo houve experiência positiva de adolescentes e adultos juntos no mesmo sistema

penal. Fazer isso não diminuirá a violência e formará mais quadros para o crime. Além

disso, nosso sistema penal como está não melhora as pessoas, ao contrário, aumenta

sua violência.

O Brasil tem 400 mil trabalhadores na segurança pública e 1,5 milhão na segurança

privada para uma população que supera 171 milhões de pessoas. O problema não está

só na lei, mas na capacidade para aplicá-la. Sou contra a redução da idade penal porque

tenho certeza que ficaremos mais inseguros e mais violentos. Sou contra porque

sei que a possibilidade de sobrevivência e transformação destes adolescentes está na

correta aplicação do ECA. Lá estão previstas seis medidas diferentes para a responsabilização

de adolescentes que violaram a lei. Agora não podemos esperar que adolescentes

sejam capturados pelo crime para, então, querer fazer mau uso da lei. Para fazer

o bom uso do ECA é necessário dinheiro, competência e vontade.

Sou contra toda e qualquer forma de impunidade. Quem fere a lei deve ser responsabilizado.

Mas reduzir a idade penal, além de ineficiente para atacar o problema, desqualifica

a discussão. Isso é muito comum quando acontecem crimes que chocam a

opinião pública, o que não respeita a dor das vítimas e não reflete o tema seriamente.

Problemas complexos não serão superados por abordagens simplórias e imediatistas.

Precisamos de inteligência, orçamento e, sobretudo, um projeto ético e político de

sociedade que valorize a vida em todas as suas formas. Nossos jovens não precisam

ir para a cadeia. Precisam sair do caminho que os leva lá. A decisão agora é nossa: se

queremos construir um país com mais prisões ou com mais parques e escolas.

Fonte: ROSENO, Renato. Coordenador do CEDECA - Ceará e da ANCED

- Associação Nacional dos Centros de Defesa da Criança e do Adolescente.

10. Identifique o tema central trabalhado no texto:

a)

a) Desigualdade Social.

b)

.

b) Maioridade .

c)

c) Preconceito.

d)

.

d) Violência.

17.

Quais alimentos foram trazidos ao Brasil pelos japoneses?

Pensou em um festival de sushis e sashimis? Pense maior. No total, os japoneses

trouxeram mais de 50 tipos de alimentos ao Brasil. Os primeiros provavelmente foram

as variedades de caqui doce e a tangerina poncã, que chegaram nos anos 20. Mas foi

a partir da década de 1930 que a maioria dos novos gêneros aportou por aqui.

O cenário era favorável aos agricultores japoneses: comprando ou arrendando lotes

de terras das fazendas cafeeiras falidas após a crise da Bolsa de Nova York, os pequenos

proprietários dedicaram-se a uma variedade de culturas que não eram populares

no Brasil. Muitos imigrantes traziam mudas junto com suas bagagens nos navios.

Foi o caso do morango e até mesmo de um tipo de fruta insuspeita: a uva-itália, que

apesar de ser italiana, como o nome entrega, pintou no Brasil por mãos japonesas, na

década de 1940. A coisa era mais fácil quando vinha por meios oficiais, via acordos de

cooperação entre os dois países. De tempos em tempos, o governo nipônico liberava

sementes para cultivo no Brasil, como as da maçã Fuji, em 1971. Junto com as comidas

“inéditas”, os japoneses trouxeram técnicas para ampliar a escala de produção de

gêneros alimentícios já presentes no país, mas ainda restritos ao esquema de fundo

de quintal, como o alface, o tomate, o chá preto, a batata e o emblemático exemplo da

produção de frangos e ovos.

A avicultura brasileira apenas ensaiava um vôo de galinha até a década de 1930.

A atividade só decolou de vez com a importação de aves-matrizes do Japão e com a

experiência dos imigrantes japoneses nas granjas.

Fonte: Revista Superinteressante. pág.59. Edição 246 – Dezembro. 2007

25

Caderno de Atividades

14. A idéia central do texto é:

a)

a) 315 milhões de africanos vivem com menos de um dólar.

b)

b) Um terço da população não sabe o que é água encanada.

c)

c) 84 milhões deles estão desnutridos.

d)

d) Pelo amor de Deus, parem de ajudar a África.

18.

Cerca de 315 milhões de africanos vivem com menos de um dólar por dia – 84 milhões

deles estão desnutridos. Um terço da população não sabe o que é água encanada

e mais da metade não tem acesso a hospitais. Sem garantias básicas, o continente

vira ninho de conflitos de terra, ditaduras e terroristas que podem agir na Europa ou nos

EUA. (...) Com tantos problemas, nada melhor que receber ajuda do resto do mundo,

certo? Pois é no meio dessa empolgação para fazer a pobreza virar história que o economista

queniano James Shikwati grita para o mundo: “Pelo amor de Deus, parem de

ajudar a África”.

Fonte: Revista Superinteressante, edição 240- junho;2007,p. 87.

A parte do texto que mostra opinião é:

a)

a) 315 milhões de africanos vivem com menos de um dólar.

b)

b) Um terço da população não sabe o que é água encanada.

c)

c) 84 milhões deles estão desnutridos.

d)

d) Pelo amor de Deus, parem de ajudar a África.

19.

Leia o texto abaixo:

Debussy

Para cá, para lá...

Para cá, para lá...

Um novelozinho de linha...

Para cá, para lá...

Para cá, para lá...

Oscila no ar pela mão de uma criança

(Vem e vai...)

Que delicadamente e quase a adormecer o balanço

Psio...-

Para cá, para lá...

Para cá e ...

- O novelozinho caiu.

Manuel Bandeira

1. O autor repete várias vezes “Para cá, para lá...”. Esse recurso foi utilizado

para:

a)

a) Acompanhar o movimento do novelo e criar o ritmo do balanço.

b)

b) Reproduzir exatameante os sons repetitivos do novelo.

c)

c) Provocar a sensação de agitação da criança.

d)

d) Sugerir que a rima é o único recurso utilizado na poesia.

20.

D1- Leia o texto abaixo:

Como opera a máfia que transformou o Brasil num dos campeões da fraude de medicamentos

É um dos piores crimes que se podem cometer. As vítimas são homens, mulheres e crianças doentes — presas fáceis, capturadas na esperança de recuperar a saúde perdida. A máfia dos medicamentos falsos é mais cruel do que as quadrilhas de narcotraficantes. Quando alguém decide cheirar cocaína, tem absoluta consciência do que coloca no corpo adentro. Às vítimas dos que falsificam remédios não é dada oportunidade de escolha. Para o doente, o remédio é compulsório. Ou ele toma o que o médico lhe receitou ou passará a correr risco de piorar ou até morrer. Nunca como hoje os brasileiros entraram numa farmácia com tanta reserva.


PASTORE, Karina. O Paraíso dos Remédios Falsificados. Veja, nº 27. São Paulo: Abril, 8 jul. 1998, p. 40-41.


Segundo a autora, “um dos piores crimes que se podem cometer” é:


a)

(A) a venda de narcóticos.


b)

(B) a falsificação dos remédios.


c)

(C) a receita de remédios falsos.


d)

(D) a venda abusiva de remédios.