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Worksheets1AT Recuperação 6,0
Total questions: 20
Worksheet time: 17mins
Sou contra a redução da maioridade penal
Renato Roseno
Coordenador do CEDECA-CE
A brutalidade cometida contra dois jovens em São Paulo reacendeu a fogueira da redução da idade penal. A violência seria resultado das penas que temos previstas em lei ou do sistema de aplicação das leis? É necessário também pensar nos porquês da violência, já que não há um único tipo de crime.
De qualquer forma, um sistema socioeconômico historicamente desigual e violento só pode gerar mais violência. Então, medidas mais repressivas nos dão a falsa sensação de que algo está sendo feito, mas o problema só piora. Por isso, temos que fazer as opções mais eficientes e mais condizentes com os valores que defendemos.
Defendo uma sociedade que cometa menos crimes e não que puna mais. Em nenhum lugar do mundo houve experiência positiva de adolescentes e adultos juntos no mesmo sistema penal. Fazer isso não diminuirá a violência e formará mais quadros para o crime. Além disso, nosso sistema penal como está não melhora as pessoas, ao contrário, aumenta sua violência.
O Brasil tem 500 mil trabalhadores na segurança pública e 1,5 milhão na segurança privada para uma população que supera 171 milhões de pessoas. O problema não está só na lei, mas na capacidade para aplicá-la. Sou contra a redução da idade penal porque tenho certeza que ficaremos mais inseguros e mais violentos. Sou contra porque sei que se há possibilidade de sobrevivência e transformação destes adolescentes, está na correta aplicação do ECA. Lá estão previstas seis medidas diferentes para a responsabilização de adolescentes que violaram a lei. Agora não podemos esperar que adolescentes sejam capturados pelo crime para, então, querer fazer mau uso da lei. Para fazer o bom uso do ECA é necessário dinheiro, competência e vontade.
Sou contra toda e qualquer forma de impunidade. Quem fere a lei deve ser responsabilizado. Mas reduzir a idade penal, além de ineficiente para atacar o problema, desqualifica a discussão. Isso é muito comum quando acontecem crimes que chocam a opinião pública, o que não respeita a dor das vítimas e não reflete o tema seriamente.
Problemas complexos não serão superados por abordagens simplórias e imediatistas.
Precisamos de inteligência, orçamento e, sobretudo, um projeto ético e político de sociedade que valorize a vida em todas as suas formas. Nossos jovens não precisam ir para a cadeia. Precisam sair do caminho que os leva lá. A decisão agora é nossa: se queremos construir um país com mais prisões ou com mais parques e escolas.
[Fonte: CEDECA-CE - Artigos - 21/11/2003] Disponível em: http://www.crianca.caop.mp.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=373 Acesso em: 18 de maio 2014.
De acordo com o texto, qual é a principal crítica do autor em relação à discussão sobre a redução da maioridade penal?
Ela ignora completamente a dor das vítimas de crimes.
Ela desqualifica a discussão ao tratar um problema complexo com abordagens simplórias e imediatistas.
Ela não considera a ineficiência do sistema socioeconômico brasileiro.
Ela propõe soluções que já se mostraram ineficazes em outros países.
Sou contra a redução da maioridade penal
Renato Roseno
Coordenador do CEDECA-CE
A brutalidade cometida contra dois jovens em São Paulo reacendeu a fogueira da redução da idade penal. A violência seria resultado das penas que temos previstas em lei ou do sistema de aplicação das leis? É necessário também pensar nos porquês da violência, já que não há um único tipo de crime.
De qualquer forma, um sistema socioeconômico historicamente desigual e violento só pode gerar mais violência. Então, medidas mais repressivas nos dão a falsa sensação de que algo está sendo feito, mas o problema só piora. Por isso, temos que fazer as opções mais eficientes e mais condizentes com os valores que defendemos.
Defendo uma sociedade que cometa menos crimes e não que puna mais. Em nenhum lugar do mundo houve experiência positiva de adolescentes e adultos juntos no mesmo sistema penal. Fazer isso não diminuirá a violência e formará mais quadros para o crime. Além disso, nosso sistema penal como está não melhora as pessoas, ao contrário, aumenta sua violência.
O Brasil tem 500 mil trabalhadores na segurança pública e 1,5 milhão na segurança privada para uma população que supera 171 milhões de pessoas. O problema não está só na lei, mas na capacidade para aplicá-la. Sou contra a redução da idade penal porque tenho certeza que ficaremos mais inseguros e mais violentos. Sou contra porque sei que se há possibilidade de sobrevivência e transformação destes adolescentes, está na correta aplicação do ECA. Lá estão previstas seis medidas diferentes para a responsabilização de adolescentes que violaram a lei. Agora não podemos esperar que adolescentes sejam capturados pelo crime para, então, querer fazer mau uso da lei. Para fazer o bom uso do ECA é necessário dinheiro, competência e vontade.
Sou contra toda e qualquer forma de impunidade. Quem fere a lei deve ser responsabilizado. Mas reduzir a idade penal, além de ineficiente para atacar o problema, desqualifica a discussão. Isso é muito comum quando acontecem crimes que chocam a opinião pública, o que não respeita a dor das vítimas e não reflete o tema seriamente.
Problemas complexos não serão superados por abordagens simplórias e imediatistas.
Precisamos de inteligência, orçamento e, sobretudo, um projeto ético e político de sociedade que valorize a vida em todas as suas formas. Nossos jovens não precisam ir para a cadeia. Precisam sair do caminho que os leva lá. A decisão agora é nossa: se queremos construir um país com mais prisões ou com mais parques e escolas.
[Fonte: CEDECA-CE - Artigos - 21/11/2003] Disponível em: http://www.crianca.caop.mp.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=373 Acesso em: 18 de maio 2014.
O autor defende que a violência é principalmente um reflexo de qual problema?
Do número insuficiente de profissionais de segurança pública no Brasil.
Do sistema socioeconômico historicamente desigual e violento do país.
Da ausência de um projeto político que valorize a vida.
Da falta de leis mais rigorosas e punitivas para os crimes cometidos.
Sou contra a redução da maioridade penal
Renato Roseno
Coordenador do CEDECA-CE
A brutalidade cometida contra dois jovens em São Paulo reacendeu a fogueira da redução da idade penal. A violência seria resultado das penas que temos previstas em lei ou do sistema de aplicação das leis? É necessário também pensar nos porquês da violência, já que não há um único tipo de crime.
De qualquer forma, um sistema socioeconômico historicamente desigual e violento só pode gerar mais violência. Então, medidas mais repressivas nos dão a falsa sensação de que algo está sendo feito, mas o problema só piora. Por isso, temos que fazer as opções mais eficientes e mais condizentes com os valores que defendemos.
Defendo uma sociedade que cometa menos crimes e não que puna mais. Em nenhum lugar do mundo houve experiência positiva de adolescentes e adultos juntos no mesmo sistema penal. Fazer isso não diminuirá a violência e formará mais quadros para o crime. Além disso, nosso sistema penal como está não melhora as pessoas, ao contrário, aumenta sua violência.
O Brasil tem 500 mil trabalhadores na segurança pública e 1,5 milhão na segurança privada para uma população que supera 171 milhões de pessoas. O problema não está só na lei, mas na capacidade para aplicá-la. Sou contra a redução da idade penal porque tenho certeza que ficaremos mais inseguros e mais violentos. Sou contra porque sei que se há possibilidade de sobrevivência e transformação destes adolescentes, está na correta aplicação do ECA. Lá estão previstas seis medidas diferentes para a responsabilização de adolescentes que violaram a lei. Agora não podemos esperar que adolescentes sejam capturados pelo crime para, então, querer fazer mau uso da lei. Para fazer o bom uso do ECA é necessário dinheiro, competência e vontade.
Sou contra toda e qualquer forma de impunidade. Quem fere a lei deve ser responsabilizado. Mas reduzir a idade penal, além de ineficiente para atacar o problema, desqualifica a discussão. Isso é muito comum quando acontecem crimes que chocam a opinião pública, o que não respeita a dor das vítimas e não reflete o tema seriamente.
Problemas complexos não serão superados por abordagens simplórias e imediatistas.
Precisamos de inteligência, orçamento e, sobretudo, um projeto ético e político de sociedade que valorize a vida em todas as suas formas. Nossos jovens não precisam ir para a cadeia. Precisam sair do caminho que os leva lá. A decisão agora é nossa: se queremos construir um país com mais prisões ou com mais parques e escolas.
[Fonte: CEDECA-CE - Artigos - 21/11/2003] Disponível em: http://www.crianca.caop.mp.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=373 Acesso em: 18 de maio 2014.
Segundo o texto, a principal proposta do autor para combater a violência e a criminalidade entre jovens é:
Aumentar a verba para o sistema de segurança pública para contratar mais profissionais.
Investir em prisões mais eficientes para separar adultos de adolescentes infratores.
A aplicação correta e eficiente do ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente).
Adotar penas mais rigorosas para os adolescentes que cometem crimes violentos.
Qual é a principal diferença entre um editorial e um artigo de opinião?
O editorial é sempre mais longo e detalhado que o artigo de opinião.
Ambos têm a mesma função, mas o artigo de opinião é exclusivo de jornais impressos e o editorial, de portais de notícias.
O editorial expressa a opinião do veículo de comunicação sobre um tema, enquanto o artigo de opinião expressa a visão de um autor individual (assinada).
O artigo de opinião expressa a visão do veículo de comunicação, enquanto o editorial reflete a opinião de um colaborador externo.
A penosa ilusão das redes sociais
Não é preciso ser um gênio para perceber o impacto transcendental que a irrupção das redes sociais teve no mundo contemporâneo. Com pouco mais de uma década de existência, estes espaços virtuais passaram de ser uma excentricidade juvenil e uma ferramenta útil para entrar em contato com velhos amigos para se tornarem o local por excelência onde ocorrem transações de todos os tipos: desde a compra e venda de produtos e a publicação de anúncios de bens e serviços até a paixão e a divulgação de conteúdo pessoal. Tudo é centralizado em suas páginas digitais, a tal ponto que agora é raro pedir a alguém seu número de telefone, porque na verdade queremos receber sua autorização para entrar em sua vasta rede de contatos.
Disponível em: https://www.ejemplos.co/br/artigos-de-opiniao/. Acesso em: 12 mar. 2025.
Qual é a tese defendida pelo autor do texto?
As redes sociais têm o papel de conectar velhos amigos e familiares.
As redes sociais se tornaram um espaço fundamental para transações de todos os tipos no mundo contemporâneo.
As redes sociais são apenas uma excentricidade juvenil sem grande importância.
Pedir o número de telefone tornou-se mais comum que buscar uma rede de contatos nas redes sociais.
O impacto das redes sociais está limitado à compra e venda de produtos.
Videogames: esta forma moderna de contar histórias
Diversos antropólogos concordam que contar histórias é um dos gestos mais humanos que existem, coisa que fazemos desde os tempos mais remotos, quando costumávamos nos sentar à beira da fogueira para ouvir dos anciãos tribais histórias sobre deuses terríveis e caçadas mitológicas. Um papel que, ao longo dos anos, foi desempenhado por inúmeras invenções humanas, desde o livro e a revista até o cinema, a televisão e, em tempos mais recentes, os videogames.
Disponível em: https://www.ejemplos.co/br/artigos-de-opiniao/. Acesso em: 12 mar. 2025.
Qual é a tese defendida pelo autor do texto?
A contação de histórias tem sido realizada por diversas invenções humanas ao longo do tempo.
Os videogames são a forma mais moderna de contar histórias.
Contar histórias é uma prática exclusiva de culturas antigas e tribais.
O cinema e a televisão superaram os livros e revistas na forma de contar histórias.
Os videogames não são capazes de contar histórias de maneira eficaz.
Fim do feminicídio em todo o país
Essa mentalidade de violência contra a mulher não pode continuar. A cultura cruel de imposição do domínio machista tem que ser combatida diuturnamente, nos locais de trabalho, nas escolas, nas comunidades e em todos os espaços coletivos.
A vinda da ministra Cida Gonçalves, da pasta das Mulheres ao Rio Grande do Sul, para promover ações com entidades e instituições visando combater o feminicídio é uma iniciativa urgente, primordial e necessária. Os números do Estado, infelizmente, também acompanham a realidade nacional, com dezenas de mortes e milhares de agressões. Os números são estarrecedores e exigem políticas públicas coordenadas e eficientes para dar conta de um panorama que não pode mais continuar. São mães, esposas, filhas, irmãs, avós e netas que estão sendo covardemente subtraídas ao convívio comum e deixando as famílias enlutadas.
Essa mentalidade de violência contra a mulher não pode continuar. A cultura cruel de imposição do domínio machista tem que ser combatida diuturnamente, nos locais de trabalho, nas escolas, nas comunidades e em todos os espaços coletivos. A visão sobre as mulheres precisa mudar e a cidadania delas tem que ser respeitada, bem como sua dignidade. Não obstante avanços legislativos, como a Lei do Feminicídio, que classifica esse delito como hediondo, os indicadores mostram que muito precisa ser encaminhado para que haja uma real proteção para as brasileiras, que já enfrentam um cotidiano adverso para sobreviver e têm sua situação agravada por conta dessas investidas daqueles que deveriam protegê-las. Costuma-se dizer que esses assassinatos têm materialidade e autoria facilmente identificável, pois, como diz o jargão popular, “o inimigo está por perto”.
Já houve algumas importantes medidas no sentido de amparo, como casas de abrigo, varas e delegacias especializadas, bem como as medidas protetivas. Todavia, isso, embora necessário, tem se mostrado insuficiente, até porque nem sempre evitam os óbitos e, quando o conseguem, as mulheres acabam sobrevivendo com restrições no seu dia a dia. É preciso se chegar a um ponto em que todas possam ser livres para decidir seu destino sem correr o risco de ser mortas por conta disso.
Disponível em: https://www.correiodopovo.com.br/opiniao/editorial/fim-do-feminic%C3%ADdio-em-todo-o-pa%C3%ADs-1.1598891. Acesso em: 16 abr. 2025.
Assinale a alternativa que apresenta uma opinião:
A ministra Cida Gonçalves esteve no Rio Grande do Sul para promover ações de combate ao feminicídio.
Os números do feminicídio no Rio Grande do Sul acompanham a realidade nacional.
Os assassinatos de mulheres têm materialidade e autoria facilmente identificável.
A cultura machista tem que ser combatida diuturnamente em todos os espaços coletivos.
A Lei do Feminicídio classifica esse delito como hediondo.
Fim do feminicídio em todo o país
Essa mentalidade de violência contra a mulher não pode continuar. A cultura cruel de imposição do domínio machista tem que ser combatida diuturnamente, nos locais de trabalho, nas escolas, nas comunidades e em todos os espaços coletivos.
A vinda da ministra Cida Gonçalves, da pasta das Mulheres ao Rio Grande do Sul, para promover ações com entidades e instituições visando combater o feminicídio é uma iniciativa urgente, primordial e necessária. Os números do Estado, infelizmente, também acompanham a realidade nacional, com dezenas de mortes e milhares de agressões. Os números são estarrecedores e exigem políticas públicas coordenadas e eficientes para dar conta de um panorama que não pode mais continuar. São mães, esposas, filhas, irmãs, avós e netas que estão sendo covardemente subtraídas ao convívio comum e deixando as famílias enlutadas.
Essa mentalidade de violência contra a mulher não pode continuar. A cultura cruel de imposição do domínio machista tem que ser combatida diuturnamente, nos locais de trabalho, nas escolas, nas comunidades e em todos os espaços coletivos. A visão sobre as mulheres precisa mudar e a cidadania delas tem que ser respeitada, bem como sua dignidade. Não obstante avanços legislativos, como a Lei do Feminicídio, que classifica esse delito como hediondo, os indicadores mostram que muito precisa ser encaminhado para que haja uma real proteção para as brasileiras, que já enfrentam um cotidiano adverso para sobreviver e têm sua situação agravada por conta dessas investidas daqueles que deveriam protegê-las. Costuma-se dizer que esses assassinatos têm materialidade e autoria facilmente identificável, pois, como diz o jargão popular, “o inimigo está por perto”.
Já houve algumas importantes medidas no sentido de amparo, como casas de abrigo, varas e delegacias especializadas, bem como as medidas protetivas. Todavia, isso, embora necessário, tem se mostrado insuficiente, até porque nem sempre evitam os óbitos e, quando o conseguem, as mulheres acabam sobrevivendo com restrições no seu dia a dia. É preciso se chegar a um ponto em que todas possam ser livres para decidir seu destino sem correr o risco de ser mortas por conta disso.
Disponível em: https://www.correiodopovo.com.br/opiniao/editorial/fim-do-feminic%C3%ADdio-em-todo-o-pa%C3%ADs-1.1598891. Acesso em: 16 abr. 2025.
Qual das alternativas a seguir apresenta um fato retirado do texto?
É urgente e necessário combater a mentalidade machista que gera violência.
Casas de abrigo e delegacias especializadas têm se mostrado insuficientes.
As brasileiras enfrentam um cotidiano adverso para sobreviver.
A ministra Cida Gonçalves esteve no RS para promover ações contra o feminicídio.
As mulheres deveriam ser livres para decidir seu destino.
Sobre o gênero editorial, analise as seguintes afirmações:
I. O editorial tem como principal objetivo informar o leitor de forma imparcial sobre um determinado acontecimento.
II. A argumentação consistente, com apresentação de exemplos, é uma característica fundamental do editorial.
III. Por representar a opinião institucional de um veículo de comunicação, o editorial geralmente não é assinado por um indivíduo específico.
IV. A subjetividade e a defesa de um ponto de vista específico são elementos centrais na construção de um editorial.
Todas as afirmações estão corretas
Apenas as afirmações I e II estão corretas
Apenas as afirmações II, III e IV estão corretas
Apenas as afirmações I, II e III estão corretas.
Qual a relação estabelecida por: "Em um cenário em que...", no segundo período do parágrafo?
Conclusão de um raciocínio
Adição de um tema
Apresentação de uma circunstância ou contexto
Oposição a uma ideia anterior
A afirmação "...que colocam em risco a profissão de jornalista no país" expressa principalmente:
Uma opinião baseada em evidências
Uma citação direta.
Um dado estatístico.
Um evento específico.
A expressão "zona vermelha da classificação", utilizada para descrever a posição do Brasil no ranking da RSF, pode ser considerada:
Uma descrição literal da geografia.
Uma estatística neutra, indicando atenção a alguns jornais em relação aos jornalistas.
Uma análise ou avaliação sobre a posição do país, indicando que não está bem colocado.
Índice de periculosidade de determinados profissionais jornalistas.
A afirmação de que os dados e informações visam uma "posição veemente contra qualquer tipo de intimidação" sugere implicitamente que:
Há uma necessidade urgente de combater a intimidação sofrida por jornalistas.
As organizações de proteção aos jornalistas não desempenham um papel importante.
Apenas alguns veículos de imprensa
sofrem intimidações.
A intimidação aos profissionais de imprensa é um problema inexistente.
Relacione corretamente as características a cada informação relativa a ela:
Informar, persuadir o leitor sobre algo.
1Nos meios de comunicação de massa
Temas da atualidade
Característica essencial da argumentação em um artigo de opinião
Argumentos
Apresentar o ponto de vista fundamentado
Qual a função do segundo parágrafo no desenvolvimento do argumento?
Apresentar uma solução para o problema do racismo
Fornecer um contexto histórico para a persistência do racismo.
Detalhar as consequências do racismo na sociedade atual
Comparar a situação do racismo no Brasil com outros países.
A pergunta retórica "A grande questão é: até quando o racismo persistirá no nosso país?" no quarto parágrafo pretende:
Expressar a opinião pessoal do autor sobre o tema.
b)
Informar o leitor sobre dados estatísticos do racismo.
Levar o leitor à reflexão sobre a continuidade do problema.
Apresentar uma solução definitiva para o racismo no Brasil.
Como a progressão das ideias nos parágrafos contribui para a construção do argumento central do texto?
Ela demonstra a superação do racismo ao longo do tempo.
Ela enfraquece o argumento ao apresentar visões contraditórias; e destaca que esse assunto não deve ser cogitado nas mídias.
Ela estabelece um panorama do problema, desde suas raízes históricas até suas manifestações atuais, reforçando sua persistência.
Ela foca apenas nas consequências econômicas do racismo, assim como o desemprego que assola as pessoas negras.
Qual é o objetivo principal do texto ao abordar a persistência do racismo na sociedade brasileira?
Propor uma nova legislação para combater o racismo.
Refletir sobre as causas históricas e sociais que mantêm o racismo presente.
Comparar o racismo brasileiro com o de outros países latino-americanos.
Apresentar dados estatísticos sobre o racismo no Brasil.
No contexto do editorial, qual é a função do uso de exemplos concretos ao longo do texto?
Demonstrar neutralidade em relação ao assunto.
Apresentar opiniões divergentes sobre o tema.
Desviar o foco do tema central do texto.
Ilustrar e fortalecer a argumentação apresentada pelo autor.
De acordo com o texto, qual característica distingue o editorial de outros gêneros opinativos?
O editorial utiliza linguagem exclusivamente informal.
O editorial apresenta apenas informações factuais, sem opinião.
O editorial expressa a posição institucional do veículo de comunicação.
O editorial é sempre assinado por um especialista externo.
