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QUIZ - EFEITO DE SENTIDO DECORRENTE DO USO DE PONTUAÇÃO

Total questions: 10

Worksheet time: 10hrs 0mins

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Class
Date
1.

(PROEB). Leia o texto abaixo.

 

Vegetais debaixo d’água

 

A turma ficou encantada com tudo. De manhã, conheceram tanta coisa, se divertiram e caminharam tanto... já estavam ficando “azuis” de fome.

De repente, o senhor Samuel disse:

– Pessoal, o almoço está na mesa!

Quando todos estavam assentados, começaram a comer as saladas. Uma era mais gostosa que a outra, todas muito fresquinhas. [...] Luísa descobriu que eram verduras hidropônicas e comentou:

– Queria tanto ver como isso funciona.

Toda a turma havia planejado ver os cavalos no pasto, mas seguiu o senhor Samuel até um lugar parecido com uma tenda, onde havia diversas caixas suspensas.

– O que é isso?

– São caixas para hidroponia – explicou o senhor Samuel, mostrando que essa é uma técnica de cultivo que não usa terra. [...] É que a hidroponia oferece as mesmas condições que o cultivo comum de verduras. Essas caixas que vocês estão vendo são cobertas por isopor. É ele que sustenta a planta, separando a raiz das folhas. Por baixo, corre água com nutrientes em períodos alternados para que a raiz também possa respirar.

– Mas qual é a vantagem? Parece que dá mais trabalho, perguntou o Cazuza.

– Ao contrário. Dá menos trabalho. Com a hidroponia, a planta tem capacidade de crescer mais rápido.

– Que legal! Verduras fazem muito bem à saúde... – Comentou Quico, lembrando-se do delicioso almoço que a [...] cozinheira tinha preparado.

1.

O que deu origem aos fatos narrados nesse texto foi

a)

a curiosidade de Luísa.

b)

a separação das raízes.

c)

o desejo de ver os cavalos.

d)

o chamado para o almoço.

2.

(SAEPI). Leia o texto abaixo.

 

Meus lápis de cor são só meus

 

A Lulu estava muito contente naquele dia. É que era o dia do aniversário dela. Quando ela chegou da escola já encontrou a mamãe preparando a festa. [...]

O papai estava enchendo as bolas e a tia Mari estava botando a mesa na sala. [...]

O primeiro convidado que chegou foi o priminho da Lulu, o Miguel.  Depois chegou a Taís, o Arthur e o Caiã e todos os colegas do colégio.

E ficaram todos brincando no jardim.

Aí todos entraram para abrir os presentes. [...]

Lulu gostou de todos os presentes, mas o que ela mais gostou foi da caixa grande de lápis de cor que se abria feito uma sanfona e que tinha todas, mas todas as cores, mesmo. [...]

Então, logo de manhã, a Lulu já se sentou na mesa da sala, pegou o bloco grande de desenho e começou a fazer um desenho bem bonito, com seus novos lápis. Aí chegou o Miguel, que veio passar o dia com ela.

Ele se sentou junto da Lulu e disse que também queria desenhar. Mas Lulu não quis nem por nada emprestar os lápis a ele.

– Os meus lápis de cor são só meus! – ela disse.

A mãe de Lulu ficou zangada:

– Que é isso, minha filha? Os dois podem desenhar muito bem. Empreste os lápis para o seu primo!

Mas o Miguel já estava enjoado dessa conversa, e foi [...] andar de bicicleta. [...]

A Lulu juntou todos os lápis, [...] em cima do bloco e foi para o quarto, equilibrando tudo.

Ela foi subindo as escadas, subindo as escadas, até que já estava chegando lá em cima, quando ela perdeu o equilíbrio e deixou os lápis caírem todos escada abaixo. [...]

A Lulu desceu as escadas e viu que todas as pontas dos lápis estavam quebradas. [...] O Miguel, que estava brincando lá fora, veio correndo para ver o que tinha acontecido.

Então ele disse à Lulu:

– Não chore não, Lulu, eu vou buscar meu apontador lá em casa e eu aponto todos os seus lápis.

E ele foi e logo chegou com o apontador.

O Miguel apontou todos os lápis da Lulu.

Então a Lulu convidou:

– Miguel, você não quer desenhar comigo?

E o Miguel veio e eles fizeram uma porção de desenhos [...].

E a Lulu se divertiu muito mais do que quando ela ficava desenhando sozinha...

2.

 Qual é a personagem principal dessa história?

 

a)

Arthur.

b)

Caiã.

c)

Lulu.

d)

Miguel.

3.

(SAEPE). Leia o texto abaixo.

 

Princesa Linda Laço-de-fita

 

Sempre foi linda, vestiu roupas lindas e morou num quarto lindo, de um castelo lindíssimo, no reino de Flax. Passou a vida na janela desse quarto, recebendo visitas de príncipes que vinham

de muito longe e de bem perto para também pedi-la em casamento. Mas, sendo linda como era, e muito vaidosa da própria lindeza, não aceitava nenhum pedido, pois nenhum príncipe era forte, rico ou... lindo o suficiente para casar com ela. Com o passar dos anos, os príncipes cansaram desse papo furado e desistiram de pedi-la em casamento. Hoje em dia, ela já está bem velhinha, ainda linda, uma linda velhinha. Sozinha, na janela, espera algum príncipe passar e parar para conversar.

3.

O que fez com que essa história acontecesse?

a)

A princesa ficar sempre na janela conversando.

b)

A princesa recusar os pedidos de casamento.

c)

As lindas roupas usadas pela princesa no castelo.

d)

As visitas feitas pelos príncipes à princesa no castelo.

4.

(SAEMI - PE).  Leia o texto abaixo.

 

A fábula da estrela-do-mar

 

Todos os dias de manhã um escritor passeava numa praia muito calma em busca da sua inspiração diária para continuar a escrever o seu livro.

Um dia, ao caminhar pela areia, o escritor viu ao longe um menino a correr entre a água e a areia seca. Ao chegar mais perto, viu que o menino estava pegando as estrelas-do-mar que se encontravam na areia e levando-as novamente para o mar.

— Bom dia. – disse o menino sorrindo e sem parar o que estava fazendo.

— Olá. Por que você está fazendo isso? — perguntou o escritor.

— Como a maré está baixa e o sol forte, as estrelas-do-mar vão secar e morrer antes que a maré suba de novo. – disse o jovem.

O escritor olhou novamente para o menino, sorriu e disse:

— Acho muito bonito o que está fazendo, só que existem milhares de quilômetros de praia por todo o mundo, ou seja, milhões de estrelas-do-mar devem estar agora mesmo a secar na areia por todas essas praias. Você tem tanto trabalho e que diferença faz salvar algumas se outras milhões vão morrer?

O menino agarrou em mais uma estrela-do-mar, levou-a até a água, olhou para o escritor e disse:

— Para esta estrela-do-mar eu já fi z a diferença.

O escritor não conseguiu fazer mais nada durante o dia inteiro, mal conseguiu dormir e sentiu-se bastante triste.

No dia seguinte, como habitual, o escritor foi dar o seu passeio matinal à praia, mas desta vez passou toda a manhã ajudando o menino a devolver as estrelas-do-mar ao oceano.

4.

O que fez com que essa história acontecesse?

a)

O escritor ajudar o menino no dia seguinte

b)

O escritor ver o menino devolvendo as estrelas-do-mar ao oceano.

c)

O menino dizer que seu trabalho fazia diferença.

d)

O menino explicar que as estrelas-do-mar iriam secar e morrer.

5.

O MACACO E A VELHA

Havia uma velha, muito velha, chamada Marocas. Ela possuía um lindo bananal.

Mas a coitadinha da velha comia poucas bananas, pois havia um macaco que lhe roubava todas.

Um dia, Marocas, cansada de ser roubada, teve uma ideia. Comprou no armazém vários quilos de alcatrão e com ele fez um boneco. Colocou-o num grande tabuleiro e o levou para o meio do bananal, pensando em dar uma lição no macaco.

Logo que Marocas voltou para casa, lá veio o macaco Simão de mansinho.

Quando avistou o boneco, zangou-se pensando que ele lhe roubava as bananas.

O macaco, muito zangado, deu-lhe uns sopapos, ficando com a mão grudada no alcatrão. Deu-lhe um pontapé. Ficou preso no boneco também o seu pé. O macaco deu, então, uma cabeçada e ficou todinho grudado.

Marocas, saindo do barraco, pegou o chicote e surrou o macaco e só parou, quando Simão, dando três pulos, desgrudou-se do alcatrão e fugiu. Certa manhã, Simão teve uma ideia para se vingar da velha Marocas. Ele entrou numa pele de leão que encontrou na floresta. Pulou o muro da casa da velha e escondeu-se no bananal.

Quando a velha apareceu, Simão soltou um urro terrível e deu-lhe um bote. A velha gritou e tentou fugir, mas, naquele alvoroço, caiu bem no fundo do poço que havia no quintal.

O macaco, vendo o perigo que ela corria, ficou muito triste, pois queria assustá-la, mas não matá-la. Saiu bem rápido de dentro da pele e, olhando em volta, subiu num pé de jamelão, pegou num galho bem grosso e espichou bem o rabo até o fundo do poço.

Os gritos chamaram a atenção dos vizinhos que, chegando ao bananal, surpreenderam se com a cena.

O macaco fazendo força, trazendo Marocas dependurada no seu rabo. Depois desse dia, as coisas mudaram, Marocas e o macaco ficaram amigos. Era uma beleza! Ela em vez de pancadas dava-lhe bananas e doces.

5.

 

O que deu início à briga entre Marocas e o macaco?

a)

A lição que Marocas deu no macaco. 

b)

A surra de chicote que o macaco levou.

c)

O boneco roubar as bananas do macaco.

d)

O macaco comer as bananas da Marocas.

6.

(PAEBES). Leia o texto abaixo.

 

O patinho bonito

 

[...] Milton era o patinho mais bonito da escola. Todos olhavam para ele e diziam: “Como ele é bonito!”. Ele se olhava no espelho e dizia: “Como eu sou bonito!”. E ficava pensando: “Sou tão bonito que talvez eu nem seja um pato de verdade. Tenho até nome diferente. [...] Quem sabe eu sou gente?”.

E Milton começou a ficar meio besta. Diziam: “Milton, vem nadar!”. Ele respondia: “Eu não. [...]”. Todos os outros patos começaram a achar o Milton meio chato. Ele foi ficando sozinho. E dizia: “Não faz mal. Sou mais bonito. Vou terminar na televisão. Vou ser o maior galã”.

Uma noite Milton resolveu fugir de casa. Foi até a cidade para tentar entrar na televisão. Quando chegou na porta da estação de TV, foi logo dizendo: “Eu me chamo Milton. Além de bonito, acho que eu tenho muito talento artístico”. [...] “Ih, não enche”, disse alguém. “Todo dia alguém arranja uma fantasia de bicho e vem aqui procurar lugar na televisão”.

– Mas você não vê que eu não estou fantasiado? Perguntou Milton. [...]

– Então como é que você sabe falar?

– Mas os patos falam!! disse Milton, quase chorando.

– Não vem com essa, [...] disse um guarda que estava ali perto. Para mim você é um pato mecânico. Deve ser uma espécie de robô com um computador na cabeça! [...]

De repente Milton teve um estremeção. Abriu os olhos e viu que estava em casa. Ele tinha sonhado. Olhou para seus pais, ainda meio assustado, e disse:

– Eu sou um pato... eu sou um pato...

E seus pais disseram:

– Puxa, ainda bem que você se convenceu! [...]

E daí por diante não havia pato mais contente, que tivesse mais vontade de nadar na lagoa, do que o Milton. De vez em quando ele ainda dizia: “Sou um pato! Um pato mesmo!”. E dava um suspiro de alívio.

6.

Essa história termina quando

a)

Milton é confundido com um pato mecânico.

b)

Milton é elogiado por todos da escola.

c)

Milton fica contente por ser um pato.

d)

Milton percebe que tinha sonhado.

7.

(SAEGO). Leia o texto abaixo.

 

Aí vem a chuva

 

Numa pequena aldeia, vive um africano chamado Sambo. Lá, a cada verão, fica mais quente, muito quente. Mas este ano está um desastre: nem uma gota de chuva há seis meses! É a seca. O sol está queimando, plantações estão morrendo e a água está muito escassa! A vila inteira está preocupada. O que fazer? Todos os dias Sambo sai em busca de água potável, às vezes, deve buscá-la longe... Sambo viaja muitos quilômetros.

Nesta manhã, Sambo está desesperado para encontrar água e começa a chorar. Em seguida, ouve um coaxar perto dele: um sapo. “Olá” – diz ele – “Por que você está chorando?” “Por causa da água” – explica Sambo – “Nós não temos nada para beber!”. O sapo fala: “E você não sabe que os sapos conhecem os segredos da água? Nós até sabemos como fazer chover!”. Então o rosto de Sambo fica iluminado com essa notícia. “Vá para casa e acredite em mim” – ordena o sapo. Então, Sambo retorna para casa com o coração leve. Sem dizer nada para os outros, ele espera pela noite, cruzando os dedos.

Finalmente, a noite cai sobre a aldeia. Em seguida, o primeiro coaxar pode ser ouvido, a primeira luz, então mais forte. São os sapos cantando a canção da chuva! Durante toda a noite, eles cantam. E, ao amanhecer, a chuva começa a cair. Todo mundo sai de suas casas e corre para fora. É uma explosão de alegria na aldeia!

7.

O que fez com que essa história acontecesse?

 

a)

Os moradores da vila explodirem de alegria com a chuva.

b)

Os sapos cantarem a canção da chuva durante a noite.

c)

Sambo encontrar um sapo que conhece os segredos da água.

d)

Sambo voltar para sua casa acreditando no que o sapo disse.

8.

(SAEPB). Leia o texto abaixo.

Aí eu recebo a medalha de ouro! Ouro! Ouro! Ouro! Assim que o juiz pendura a medalha no meu pescoço, eu ergo o braço e ouço a galera batendo palmas e gritando meu nome. Uma homenagem para mim, que marquei o gol decisivo! E uma homenagem para o meu time!

Meus colegas de classe me empurram e dão soquinhos nos braços. As meninas estão na primeira fila acenando, sorrindo... eu sinto: elas estão loucas por mim!

E cadê ELA? Ali! Estou vendo! A doce Violeta do 7º A está bem ali no meio das garotas e também sorri para mim. Dá pra perceber que ela finalmente sacou que eu sou o grande herói. Eu, Hugo Kotsbusch, consegui! [...]

8.

No trecho “Ouro! Ouro! Ouro!”, os pontos de exclamação sugerem

a)

ansiedade.

b)

empolgação.

c)

medo.

d)

raiva.

9.

(SAEPE). Leia o texto abaixo.

9.

A palavra AHÁÁ!!, no último quadrinho, está escrita com letras maiores:

a)

porque a palavra é sem sentido.

b)

para enfatizar a reação de satisfação da mulher.

c)

porque a palavra é pequena.

d)

para enfatizar a reação de desespero do homem.

10.

(Prova brasil). Leia o texto abaixo.

 

O que disse o passarinho

 

Um passarinho me contou

que o elefante brigou

com a formiga só porque

enquanto dançavam (segundo ele)

ela pisou no pé dele!

Um passarinho me contou

que o jacaré se engasgou

e teve de cuspi-lo inteirinho

quando tentou engolir,

imaginem só, um porco-espinho!

 

Um passarinho me contou

que o namoro do tatu e a tartaruga

deu num casamento de fazer dó:

cada qual ficou morando em sua casca

em vez de morar numa casca só.

 

Um passarinho me contou

que a ostra é muito fechada,

que a cobra é muito enrolada

que a arara é uma cabeça oca,

e que o leão-marinho e a foca...

 

Xô xô, passarinho, chega de fofoca!

10.

A pontuação usada no final do verso “e que o leão-marinho e a foca...” (verso 20) sugere que o passarinho

a)

está cansado.

b)

está confuso.

c)

não tem mais fofocas para contar.

d)

ainda tem fofocas para contar.