Worksheets90 DIAS SAEB 16-30
Total questions: 15
Worksheet time: 30mins
Tanto faz
Quando você for sair da sua casa
Não se esqueça de levar coragem
Sempre equipe sua alma com asas
Cada dia é uma nova viagem
Todo mundo gosta de viajar
A saudade muitas vezes faz bem
[...]
Ame demais, sofra demais, consequentemente
É assim, entendeu? Mas só quem sofreu
Poderá dizer que já sentiu o amor e aí já sofreu
PROJOTA. Disponível em: <https://www.letras.mus.br/projota/tanto-faz/>. Acesso em: 13 out. 2015. [Fragmento]
Nessa letra de música, as formas verbais “esqueça”, “ame” e “sofra”, destacadas no texto, indicam um(a)
alerta.
provocação.
convite.
ordem.
sugestão.
Leia o poema abaixo: Meditação Para meditar, o homus modernos occidentalis cruza as pernas deixa as costas eretas os braços relaxados concentra a atenção num ponto e assim imóvel em pensamento e ação liga a televisão. Ulisses Tavares Infere-se desse poema que o eu lírico está criticando a
necessidade de descansar.
rotina de assistir à televisão.
falta de atenção das crianças.
vida corrida na cidade grande.
programação sem graça na TV.
Pontinho de vista
Eu sou pequeno, me dizem,
e eu fico muito zangado.
Tenho de olhar todo mundo
com o queixo levantado.
Mas, se formiga falasse
e me visse lá do chão,
ia dizer, com certeza:
– Minha nossa, que grandão!
BANDEIRA, Pedro. Por enquanto eu sou pequeno. São Paulo: Moderna, 2009
No verso “com o queixo levantado”, o eu lírico pretende dizer que
precisa olhar para cima para ver os adultos.
se sente como um adulto perto de pessoas altas.
imita os adultos para parecer mais velho. levanta o seu rosto para ficar mais alto que as formigas.
acredita que os adultos não notam sua presença.
Leia o poema abaixo: A porta Eu sou feita de madeira Madeira, matéria morta Mas não há coisa no mundo Mais viva do que uma porta Eu abro devagarinho Pra passar o menininho Eu abro bem com cuidado Pra passar o namorado Eu abro bem prazenteira Pra passar a cozinheira Eu abro de supetão Pra passar o capitão Eu fecho a frente da casa Fecho a frente do quartel Fecho tudo no mundo Só vivo aberta no céu! MORAES, Vinicius de; Toquinho. Disponível em: https://www.viniciusdemoraes.com.br/br/musica/musica/14/a-porta/26. Acesso em: 12 jul. 2025. Nessa letra, o eu lírico pode ser identificado como o(a)
cozinheira.
casa
céu
menino.
porta.
Leia o poema abaixo: Poema da Necessidade É preciso casar João, é preciso suportar, Antônio, é preciso odiar Melquíades é preciso substituir nós todos. É preciso salvar o país, é preciso crer em Deus, é preciso pagar as dívidas, é preciso comprar um rádio, é preciso esquecer fulana. [...] É preciso viver com os homens é preciso não assassiná-los, é preciso ter mãos pálidas e anunciar O FIM DO MUNDO. ANDRADE, Carlos Drummond de. Sentimento do mundo, p. 21. Nesse texto, a repetição da expressão “é preciso” sugere
rotina.
pressa.
atenção.
obrigação.
preocupação.
Leia o texto abaixo: A lenda da Mula-sem-cabeça Nos pequenos povoados ou cidades onde existam casas rodeando uma igreja, em noites escuras, pode haver aparições da Mula-sem-cabeça. Se alguém passar correndo diante de uma cruz à meia-noite, ela também aparece. Dizem que é uma mulher que namorou um padre e foi amaldiçoada. Em toda passagem de quinta para sexta-feira, ela vai a uma encruzilhada e ali se transforma na besta. Então, ela vai percorrer sete povoados, ao longo daquela noite, e, se encontrar alguém, chupa seus olhos, unhas e dedos. Apesar do nome, na verdade, de acordo com quem já a viu, ela aparece como um animal inteiro, forte, lançando fogo pelas narinas e boca, onde tem freios de ferro. Nas noites em que ela sai, ouve-se seu galope, acompanhado de longos relinchos. Se alguém, com muita coragem, tirar os freios de sua boca, o encanto será desfeito e a Mula-sem-cabeça voltará a ser gente, ficando para sempre livre da maldição que a castiga. Essa lenda tem como objetivo
contar uma história de fantasia sobre os povos formadores do Brasil.
assustar as crianças para que elas não saiam de casa à meia-noite.
alertar sobre os perigos de andar sozinho à noite.
mostrar que fatos sobrenaturais podem acontecer próximo às igrejas.
divertir adultos que gostam de histórias assustadoras.
Lenda do Boitatá
Diz a lenda que, há muito tempo atrás, uma noite se prorrogou muito parecendo que nunca mais haveria luz do dia. Era uma noite muito escura, sem estrelas, sem vento, e sem barulho algum dos bichos da floresta, era um grande silêncio.
Os homens viviam dentro de casa e estavam passando fome e frio. Não havia como cortar lenha para os braseiros que mantinham as pessoas aquecidas, nem como caçar naquela escuridão. Era uma noite sem fim. Os dias foram passando e a chuva começou, choveu muito, esta chuva inundou tudo e muitos animais acabaram morrendo. Uma grande cobra que vivia em repouso num imenso tronco despertou faminta e começou a comer os olhos de animais mortos que brilhavam boiando nas águas.
Alguns dizem que eles brilhavam devido à luz do último dia em que os animais viram o sol. De tantos olhos brilhantes que a cobra comeu, ela ficou toda brilhante como fogo e transparente. A cobra se transformou num monstro brilhante, o Boitatá. Dizem que o Boitatá assusta as pessoas quando elas entram na mata à noite. Mas muitos acreditam que o Boitatá protege as matas contra incêndios.
Disponível em: https://www.sohistoria.com.br/lendasemitos/boitata/. Acesso em: 12 jul. 2025.
O narrador revela uma opinião no trecho
“era um grande silêncio” (1º parágrafo).
“Os homens viviam dentro de casa” (2º parágrafo).
“Os dias foram passando e a chuva começou” (2º parágrafo).
“Uma grande cobra que vivia em repouso num imenso tronco despertou faminta.” (3º parágrafo).
‘A cobra se transformou num monstro brilhante”.(3º parágrafo).
Lenda da Iara
Conta a lenda que Iara é um ser, metade peixe metade mulher, que vive nos rios. Esta lenda é muito comum na região Amazônica.
Segundo pesquisadores, esta lenda surgiu entre os índios e passou a fazer parte principalmente das vidas das populações ribeirinhas, onde muitas dessas pessoas são descendentes de índios, ou estão muito próximos da cultura indígena, passando a serem influenciadas direta ou indiretamente.
Segundo a lenda, as pessoas, principalmente homens, sempre eram atraídos pela beleza irresistível da Iara, uma linda índia com cabelos longos e pretos, corpo muito bonito e ao som de uma música mágica leva as pessoas para o fundo das águas, onde existe o seu reino. Iara, além de possuir um belo canto, também contava com a sua beleza, podendo ao sair da água assumir a forma humana de uma mulher.
Disponível em: https://www.sohistoria.com.br/lendasemitos/iara/. Acesso em: 12 jul. 2025.
No trecho “Segundo a lenda, as pessoas, principalmente homens”, a expressão destacada indica que o autor do texto
é um dos pesquisadores das lendas.
é a pessoa que criou a lenda da Iara.
está recontando uma lenda tradicional.
conhece a lenda por ter lido-a em um livro.
é testemunha dos acontecimentos narrados.
Leia o texto abaixo: Os Iranxe Manoki e Menky Manoki, que vivem no Mato Grosso, contam que, antigamente, um menino estava muito triste, pois sentia que seu pai não gostava dele. Um dia a mãe do menino chamou-o para fazer uma coleta no mato. Na volta, o menino decidiu não voltar mais para aldeia e pediu a sua mãe que o enterrasse ali mesmo, no mato. Disse que não morreria e que sua cabeça deveria ficar para fora da terra. A mãe, muito triste, atendeu ao desejo do filho e foi embora, sem olhar para trás, como ele havia pedido. Quando ela chegou em casa, contou tudo ao marido e, algum tempo depois, eles foram até o lugar onde o menino estava enterrado. Ao se aproximarem, escutaram um canto muito bonito e viram uma grande roça, cheia de alimentos! A cabeça do menino virou cabaça, as pernas e os braços se transformaram em mandioca, os dentes deram origem ao milho, as unhas viraram amendoim... Foi assim que surgiram as diferentes plantas cultivadas hoje pelos Iranxe Manoki e Menky Manoki!
Disponível em: https://mirim.org/pt-br/como-vivem/mitos. Acesso em: 13 jul. 2025.
Há um fato, ou seja, um trecho que não expõe juízo de valor, em
“um menino estava muito triste” (1º parágrafo).
“A mãe, muito triste, atendeu ao desejo do filho” (1º parágrafo).
“escutaram um canto muito bonito” (2º parágrafo).
“viram uma grande roça” (2º parágrafo).
“as pernas e os braços se transformaram em mandioca” (3º parágrafo).
Os mitos indígenas falam sobre o quê?
Os mitos falam sobre muitas coisas. Contam as aventuras de heróis e seres que viveram no começo dos tempos, quando o mundo e os diferentes seres não haviam sido criados. Nesse tempo, por exemplo, os humanos e os animais podiam conversar entre si, pois um entendia o que o outro falava.
As narrativas também contam como os homens, os animais, as plantas e outros seres foram se tornando diferentes entre si. Falam sobre conquistas, descobertas, dilúvios, catástrofes, transformações...
Contam como os seres que viveram no começo dos tempos transformaram ou criaram o mundo do jeito como ele é hoje. Estes seres ensinaram aos humanos o jeito certo de viver em sociedade, de fazer as festas e os rituais, de fazer roça, de caçar, de pescar, de fazer rede, cestos, dentre tantas outras coisas importantes para a vida.
Disponível em: https://mirim.org/pt-br/como-vivem/mitos. Acesso em: 13 jul. 2025.
Considerando o conteúdo dos mitos indígenas, a expressão “começo dos tempos”, presente no primeiro e no terceiro parágrafos, sugere um(a)
período da sociedade situado há algumas gerações.
passado muito distante, que não pode ser identificado.
data inventada pelos indígenas criadores das histórias.
momento logo antes da chegada dos portugueses no Brasil.
época em que não havia meio de se registrar os acontecimentos.
Esse texto apresenta uma crítica à
poluição do ar nas cidades.
desvalorização do dinheiro.
distribuição de renda no país.
exploração ambiental pelo lucro.
falta de desenvolvimento econômico.
Leia os textos abaixo: Texto I [Quadrinho: Seres mitológicos conversam sobre frivolidades... - Tenho preguiça de cortar as unhas dos pés! - Eu, não!] Texto II De acordo com a imunologista Claudia Lobo César, as unhas alojam grande número de vírus e bactérias e, quanto maior o seu tamanho, mais facilidade os germes têm para se instalarem no local. “Com isso, aumenta o risco de infecções, principalmente se a pessoa tem o costume de roer as unhas, pois assim aumentam as chances de ingerir os germes que ali estão”, diz. A médica afirma também que, se não higienizadas corretamente, as unhas podem causar problemas ainda mais sérios. “Quando passamos da hora de cortar as unhas, elas podem encravar, gerar mau odor por acúmulo de resíduos, umidade e também ocasionar micose. As unhas devem ser cortadas, no mínimo, a cada 15 dias”, conclui. Um aspecto comum a esses dois textos é o(a)
enfoque no ponto de vista científico.
presença de personagens fictícios.
citação à fala de uma especialista.
temática sobre o corte das unhas.
humor gerado na conclusão.
A partir dos recursos verbais e não verbais nessa charge, o autor sugere que
as medidas para preservar o meio ambiente podem estar sendo tomadas muito tarde.
a Amazônia ainda possui muitas áreas verdes apesar de toda a destruição causada.
os seres humanos priorizaram o meio ambiente e sabem como salvá-lo no presente.
a devastação do meio ambiente será revertida com o esforço de todas as nações.
o futuro do planeta depende da cooperação dos cidadãos em fazer a sua parte.
Texto II
Gás de cozinha deve ficar até R$ 10 mais caro a partir desta 3ª feira
O preço do gás de cozinha no Distrito Federal foi reajustado nesta terça-feira (6/5) e pode ficar até R$ 10 mais caro na capital do país. O preço médio do botijão estava em torno de R$ 100, na última semana, mas o Sindicato das Empresas Transportadoras e Revendedoras de Gás Liquefeito de Petróleo (Sindvargas-DF) informou que o impacto pode variar de acordo com a região administrativa.
Disponível em: https://www.metropoles.com/distrito-federal/gas-de-cozinha-pode-ficar-ate-r-10-mais-caro-a-partir-desta-3a-feira. Acesso em: 13 jul. 2025.
Em ambos os textos, a temática abordada é o(a)
alta do preço do gás de cozinha.
custo de vida no Distrito Federal.
relação entre casais de namorados.
necessidade de ostentação na Internet.
posicionamento público do Sindvargas-DF.
Texto I [Charge: Uma senhora diz para a Chapeuzinho Vermelho: 'Esqueça o lobo, você tem que tomar cuidado com o tigrinho mau!'] Texto II Jogos que emulam cassinos, como o Fortune Tiger, conhecido pelo público brasileiro por 'Jogo do Tigrinho', ganham cada dia mais espaço no mundo digital. A popularização do gênero acontece especialmente pela divulgação massiva feita por influenciadores digitais nas redes sociais. Com apelo colorido e divertido, os jogos de apostas online prometem dinheiro fácil e rápido. No entanto, há muitos relatos de perdas financeiras. No Brasil, o Fortune Tiger é considerado ilegal. Isso porque o game vai contra a Lei de Contravenções Penais, que considera crime os jogos de azar em que o ganho ou a perda dependem da sorte. Além disso, apostar em jogos do gênero pode acarretar grande prejuízo financeiro. Considerando as informações expostas no texto II, constata-se que o autor da charge
alerta contra os riscos de jogos de azar online.
recomenda os jogos de azar online para os idosos.
considera jogos de azar online brincadeira de criança.
critica adultos que proíbem jovens de acessar jogos de azar.
acredita que jogos de azar são divertidos como contos de fadas.
