WorksheetsQuiz sobre a História do Brasil_ 1 e 2 Reinado
Total questions: 63
Worksheet time: 34mins
A proclamação da independência do Brasil, realizada por D. Pedro às margens do Ipiranga, ocorreu em:
7 de setembro de 1822
12 de outubro de 1822
1º de dezembro de 1822
25 de março de 1824
O reconhecimento da independência do Brasil por Portugal (1825) só foi possível porque:
O Brasil venceu militarmente em Lisboa
A Inglaterra mediou o acordo, mediante indenização paga por empréstimo britânico
O governo francês apoiou a emancipação
D. João VI renunciou ao trono português
A Constituição de 1824, outorgada por D. Pedro I, destacou-se por instituir:
A separação plena entre Igreja e Estado
O Poder Moderador, exclusivo do imperador
O sufrágio universal
A república federativa
O fechamento da Assembleia Constituinte de 1823 por ordem de D. Pedro I ficou conhecido como:
Confederação do Equador
Noite da Agonia
Golpe da Maioridade
Revolta da Cabanagem
A Confederação do Equador (1824), movimento separatista e republicano, ocorreu principalmente:
No Sul, durante a Guerra da Cisplatina
No Nordeste, com epicentro em Pernambuco
Em Minas Gerais, sob liderança liberal
No Rio de Janeiro, apoiada pelos militares
A Guerra da Cisplatina (1825-1828) resultou:
Na anexação da Cisplatina ao Brasil
Na independência da Província Cisplatina, atual Uruguai
No fortalecimento da monarquia
Na vitória brasileira sobre Argentina
A crise econômica do Primeiro Reinado agravou-se por:
Aumento da exportação de ouro
Déficit orçamentário e empréstimos externos com a Inglaterra
Industrialização precoce
Apoio financeiro da França
O grupo político chamado "partido português" defendia:
A descentralização política em favor das províncias
A centralização do poder no imperador e manutenção dos privilégios lusitanos
A proclamação da república
A abolição imediata da escravidão
O "partido brasileiro", em contraposição, defendia:
República federativa
Retorno de D. João VI
Autonomia provincial e maior liberalismo político
A abolição da escravidão
O episódio conhecido como "Noite das Garrafadas" (1831) expressou:
O conflito entre Igreja e Estado
O confronto entre brasileiros e portugueses no Rio de Janeiro, refletindo a perda de apoio popular a D. Pedro I
A vitória das tropas brasileiras na Cisplatina
A prisão dos líderes da Confederação do Equador
A abdicação de D. Pedro I ocorreu em:
25 de março de 1824
7 de abril de 1831
15 de novembro de 1889
7 de setembro de 1822
Após abdicar, D. Pedro I retornou a Portugal com o objetivo de:
Garantir os direitos de sua filha, Maria II, no trono português
Apoiar D. João VI em guerra contra a Inglaterra
Tornar-se líder liberal no Brasil
Organizar a Confederação do Equador
Um dos fatores que desgastou o governo de D. Pedro I foi:
Defesa da abolição imediata
Expansão industrial
Aproximação excessiva com Portugal e autoritarismo político
Apoio à república federativa
A Constituição de 1824 determinava que o voto no Brasil seria:
Universal e secreto
Concedido às mulheres alfabetizadas
Censitário, masculino e indireto
Universal, mas facultativo
Entre os líderes da Confederação do Equador destacou-se:
asil seria:
Universal e secreto
Concedido às mulheres alfabetizadas
Censitário, masculino e indireto
Universal, mas facultativo
Entre os líderes da Confederação do Equador destacou-se:
Padre Feijó
Pedro de Araújo Lima
Frei Caneca
Bento Gonçalves
A capital do Império do Brasil no Primeiro Reinado era:
Ouro Preto
Recife
Salvador
Rio de Janeiro
A política externa de D. Pedro I foi marcada por:
Apoio ao republicanismo
Conflitos, como a Guerra da Cisplatina
Apoio à independência do Paraguai
Neutralidade na América do Sul
O Poder Moderador, criado em 1824, era exercido por:
A Assembleia Geral
O Imperador
O Conselho de Estado
O Senado
A perda de apoio popular a D. Pedro I ocorreu, sobretudo, por:
Apoio à descentralização provincial
Abolição da escravidão
Defesa da república
Crise econômica, autoritarismo e associação à elite portuguesa
O Primeiro Reinado terminou com:
A abdicação de D. Pedro I
O Golpe da Maioridade
O Ato Adicional de 1834
A vitória brasileira na Cisplatina
O Período Regencial iniciou-se após:
A Confederação do Equador
A abdicação de D. Pedro I
A Guerra da Cisplatina
O Golpe da Maioridade
A Regência Trina Provisória (1831) foi criada para:
Declarar independência das províncias
Implantar o parlamentarismo
Governar o país até a escolha de uma regência permanente
Garantir a volta de D. Pedro I
A Regência Trina Permanente (1831-1834) ficou marcada por:
A extinção definitiva das revoltas provinciais
A estabilidade política entre exaltados e moderados
Conflitos entre grupos políticos e o início de revoltas regionais
A implantação imediata do parlamentarismo
O Ato Adicional de 1834 estabeleceu:
Retorno de D. Pedro I ao trono
Fim do voto censitário
Criação das Assembleias Legislativas Provinciais
Proibição da escravidão
O Código de Processo Criminal de 1832 ampliava:
O poder centralizado do imperador
A autonomia das províncias no campo judiciário
A participação política feminina
O poder da Igreja Católica
O regente Diogo Feijó (1835-1837) ficou conhecido por:
Apoiar a volta de D. Pedro I
Declarar a independência das províncias
Suas tentativas de moralização política e repressão a revoltas
Abolir a escravidão
A Cabanagem (1835-1840), no Pará, envolveu:
Apenas a elite local
Exércitos estrangeiros
Camadas populares, como indígenas, escravizados e mestiços
A monarquia portuguesa
A Sabinada (1837-1838), na Bahia, defendia:
A centralização política no Rio de Janeiro
A proclamação de uma república baiana provisória até a maioridade de D. Pedro II
A volta de D. Pedro I
A independência definitiva da Bahia
A Balaiada (1838-1841), no Maranhão, teve como participantes:
Apenas comerciantes portugueses
Sertanejos pobres, vaqueiros e escravizados fugidos
A elite baiana
Tropas da Inglaterra
A Revolução Farroupilha (1835-1845), no Rio Grande do Sul, foi:
Um levante pró-monárquico
Um conflito religioso
Um movimento republicano e de caráter regionalista
Uma guerra contra Portugal
No Rio Grande do Sul, foi:
Um levante pró-monárquico
Um conflito religioso
Um movimento republicano e de caráter regionalista
Uma guerra contra Portugal
A Guerra dos Farrapos terminou com:
Apoio inglês à república
O Acordo de Poncho Verde, em 1845
A proclamação da República Rio-Grandense definitiva
A prisão de todos os líderes
A Guarda Nacional, criada em 1831, tinha como função principal:
Apoiar revoltas liberais contra o governo central
Servir como força de segurança das elites proprietárias e manter a ordem interna
Defender o Brasil de invasões estrangeiras no Prata
Preparar a antecipação da maioridade de D. Pedro II
O movimento liberal exaltado defendia:
Apoio irrestrito ao imperador
Descentralização e autonomia provincial
Centralização absoluta
Fim da monarquia
Já os liberais moderados defendiam:
Abolição da escravidão
Separação total Igreja-Estado
Centralização política relativa, mantendo a monarquia
República federativa imediata
O regente Araújo Lima (1837-1840) representava:
O grupo republicano
A tendência mais conservadora, de centralização política
O movimento abolicionista
Os liberais exaltados
O Ato Adicional também transformou o Rio de Janeiro em:
Capital provisória de São Paulo
Município Neutro, separado da Província Fluminense
Cidade independente do Império
Nova capital federal republicana
O Golpe da Maioridade (1840) teve como objetivo:
Declarar a república
Antecipar a maioridade de D. Pedro II e estabilizar o país
Reforçar a regência una
Abolir a escravidão
O Período Regencial ficou marcado por:
Supremacia da Igreja
Expansão industrial
Instabilidade política e revoltas provinciais
Crescimento econômico e estabilidade
A Sabinada foi derrotada com:
Apoio das elites locais
Intervenção estrangeira
Forte repressão do governo central
Acordo diplomático
O Período Regencial terminou em 1840 com:
A centralização definitiva
O Golpe da Maioridade e início do Segundo Reinado
A vitória dos farrapos
O fim da escravidão
O Segundo Reinado começou com:
A Guerra da Cisplatina
O Golpe da Maioridade (1840)
A abdicação de D. Pedro I
O Ato Adicional
O chamado 'parlamentarismo às avessas' no Brasil significava:
O povo eleger diretamente o chefe do governo
O imperador escolher o presidente do Conselho de Ministros, invertendo a lógica parlamentar
A supremacia das províncias
A autonomia plena do Parlamento sobre o Executivo
A base econômica do Segundo Reinado foi:
Mineração
O café, especialmente no Vale do Paraíba e Oeste Paulista
O açúcar nordestino
A indústria urbana
A Lei Eusébio de Queirós (1850) determinou:
Fim do tráfico negreiro transatlântico
Libertação dos escravizados maiores de 60 anos
Abolição da escravidão
Proibição da imigração europeia
A Guerra do Paraguai (1864-1870) opôs o Paraguai à Tríplice Aliança, formada por:
Brasil, Bolívia e Chile
Brasil, Inglaterra e França
Brasil, Argentina e Uruguai
Brasil, Peru e Colômbia
Uma das principais consequências da Guerra do Paraguai foi:
Apoio do Paraguai ao Império
Expansão territorial brasileira
Abolição imediata da escravidão
Fortalecimento político do exército e crescente participação militar na política
A Questão Religiosa (1872-1875) envolveu:
Separação oficial entre Igreja e Estado
Conflito entre bispos católicos e o governo imperial em torno da maçonaria
Adoção do protestantismo
A prisão de D. Pedro II
A Questão Militar referia-se:
À intervenção do papa no exército
À tentativa de abolição da escravidão pelos militares
À crescente insatisfação de oficiais com punições e controle imperial
À vitória do Paraguai
A política externa do Segundo Reinado ficou marcada por:
Conflito com os EUA
A independência de Portugal
Apoio à escravidão africana
A Guerra do Paraguai
A Lei do Ventre Livre (1871) determinava:
O fim do tráfico interno
Que os filhos de mulheres escravizadas nascessem livres
A abolição imediata
A libertação de escravizados com mais de 65 anos
A Lei dos Sexagenários (1885) libertava:
Crianças nascidas de mães escravizadas
Mulheres escravizadas
Escravizados urbanos
Escravizados com mais de 60 anos
A Abolição da Escravidão no Brasil ocorreu em:
7 de setembro de 1822
7 de abril de 1831
15 de novembro de 1889
13 de maio de 1888
A Lei Áurea foi assinada por:
D. Pedro II
José do Patrocínio
Princesa Isabel, na condição de regente
Joaquim Nabuco
O movimento republicano ganhou força no final do Segundo Reinado devido:
À prosperidade do café
À vitória brasileira no Paraguai
À abolição da escravidão, à Questão Militar e à perda de apoio das elites
Ao apoio da Igreja Católica à república
A Guerra do Paraguai contribuiu para:
Garantir a vitória do Paraguai
Apoiar a volta de D. Pedro I
Fortalecer os militares, que se tornaram protagonistas na política
Enfraquecer a lavoura cafeeira
O sistema político do Segundo Reinado foi marcado pela:
Ditadura militar
Alternância de poder entre Liberais e Conservadores, controlada pelo imperador
Supremacia do partido republicano
Supremacia das províncias
A Questão Christie (1863) envolveu:
Um acordo com os EUA
Um conflito diplomático entre Brasil e Inglaterra sobre apreensão de navios
Uma disputa territorial com o Paraguai
Apoio da França ao Império
A monarquia brasileira terminou em:
7 de setembro de 1822
13 de maio de 1888
7 de abril de 1831
15 de novembro de 1889
A Proclamação da República foi liderada por:
José Bonifácio
Marechal Deodoro da Fonseca
Princesa Isabel
Joaquim Nabuco
Uma das causas da queda da monarquia foi:
O fortalecimento do poder de D. Pedro II
A prosperidade do café
O apoio popular à monarquia
A perda de apoio da Igreja, dos militares e das elites agrárias após a abolição
