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venha ver o por do sol Conto de Lygia Fagundes Telles

Total questions: 17

Worksheet time: 9mins

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1.

Qual é o principal tema do conto?

a)

O amor romântico e a nostalgia de um ex-casal.

b)

A amizade e a superação das dificuldades.

c)

A vingança, o ressentimento e a crueldade humana.

d)

A crítica social à desigualdade entre classes.

e)

A valorização da natureza e do pôr do sol.

2.

O que a mudança de Raquel, de "sapatões de sete léguas" para a "elegância" atual, simboliza?

a)

Sua independência financeira conquistada após o término.

b)

O sucesso profissional que ela alcançou.

c)

A transição de uma vida simples e despojada para uma vida materialista.

d)

O reencontro com Ricardo a deixou mais vaidosa.

e)

Sua busca por uma nova identidade.

3.

O cemitério abandonado não é apenas um cenário, mas um elemento simbólico. O que ele representa na narrativa?

a)

A decadência da cidade e o descaso com a história.

b)

O fim do amor entre os personagens e o destino trágico de Raquel.

c)

O passado de Ricardo e o seu apego às raízes familiares.

d)

A fragilidade da vida e a inevitabilidade da morte.

e)

A indiferença da natureza em relação aos acontecimentos humanos.

4.

A qual famosa personagem da literatura brasileira Lygia Fagundes Telles faz uma alusão ao descrever os olhos de Raquel como "meio oblíquos"?

a)

Iracema, de José de Alencar.

b)

Capitu, de Machado de Assis.

c)

Macabéa, de Clarice Lispector.

d)

Gabriela, de Jorge Amado.

e)

Emília, de Monteiro Lobato.

5.

Qual é o papel da dualidade na caracterização de Ricardo?

a)

Ele parece um homem astuto, mas na verdade é ingênuo e apaixonado.

b)

Ele age de forma jovial e descontraída, mas esconde uma natureza vingativa e cruel.

c)

Ele finge ser rico para impressionar Raquel, mas revela-se um homem pobre.

d)

Ele se mostra frágil, mas é forte fisicamente.

e)

Ele aparenta ser o vilão da história, mas é, na verdade, uma vítima do amor.

6.

Que argumento Ricardo usa para convencer Raquel a entrar na catacumba?

a)

Que lá dentro o pôr do sol seria mais visível.

b)

Que ele precisava encontrar um objeto de família.

c)

Que ele queria mostrar o túmulo de sua mãe.

d)

Que ele queria mostrar o túmulo de sua prima, que tinha olhos iguais aos de Raquel.

e)

Que lá dentro estaria mais protegido do frio.

7.

O que Raquel descobre na catacumba que a faz perceber a armadilha?

a)

A fechadura da porta era nova.

b)

Ricardo não estava sozinho, havia outra pessoa com ele.

c)

A prima de Ricardo havia morrido há mais de cem anos.

d)

O cemitério não era abandonado, e um enterro estava prestes a acontecer.

e)

O túmulo da prima estava vazio.

8.

Qual é o foco narrativo do conto?

a)

Narrador-personagem, em primeira pessoa, que é um dos protagonistas.

b)

Narrador-observador, em terceira pessoa, que descreve apenas os fatos.

c)

Narrador onisciente, em terceira pessoa, que conhece os pensamentos dos personagens.

d)

Narrador-intruso, que comenta a história e interage com o leitor.

e)

Narrador em segunda pessoa, que se dirige diretamente ao leitor.

9.

A expressão "gritos que se multiplicaram, semelhantes aos de um animal sendo estraçalhado" serve para:

a)

Humanizar Raquel, mostrando seu sofrimento.

b)

Desumanizar Raquel, mostrando o seu desespero e terror primitivo.

c)

Criar um som ambiente para o cemitério.

d)

Mostrar que o crime foi violento e sangrento.

e)

Justificar o ato de Ricardo, que a via como uma criatura irracional.

10.

Qual é o principal motivo que leva Raquel a cair na armadilha de Ricardo?

a)

Sua ingenuidade e sua crença no amor.

b)

Sua curiosidade e a subestimação da maldade de Ricardo.

c)

A ameaça de Ricardo de contar sobre o encontro para o seu novo parceiro.

11.

O que a "fechadura nova em folha" na catacumba revela sobre a atitude de Ricardo?

a)

Que ele se preparou para a visita de Raquel.

b)

Que ele havia feito uma reforma no cemitério.

c)

Que ele havia se arrependido de prender Raquel.

d)

Que o cemitério não estava realmente abandonado.

e)

Que a chave que ele usou pertencia a outra pessoa.

12.

A frase "A beleza não está nem na luz da manhã nem na sombra da noite, está no crepúsculo" funciona como uma:

a)

Reflexão filosófica de Ricardo sobre a vida.

b)

Metáfora para a indecisão de Raquel em relação a ele.

c)

Justificativa para a escolha do horário e do local do encontro, mas com um sentido irônico e trágico.

d)

Exaltação da beleza da natureza por parte do narrador.

e)

Demonstração do conhecimento literário de Ricardo.

13.

Qual das características abaixo NÃO se aplica à personagem Raquel?

a)

Superficialidade.

b)

Materialismo.

c)

Confiança cega.

d)

Nostalgia.

e)

Vingança.

14.

Qual é a motivação de Ricardo para o crime?

a)

A paixão que ele ainda sente por Raquel.

b)

O ciúme do novo parceiro rico de Raquel.

c)

O ressentimento pela traição e pelo abandono.

d)

A raiva por ter sido levado ao cemitério.

e)

A vontade de proteger Raquel do perigo que a cerca.

15.

O que a autora busca criar no leitor ao expor as características ambíguas de Ricardo?

a)

Simpatia, pois ele é um homem complexo.

b)

Confiança na sua inocência.

c)

Desconfiança, suspense e uma sensação de que algo está errado.

d)

Pena, pois ele é uma vítima.

e)

Admiração pela sua inteligência.

16.

A expressão "morte perfeita, nem lembrança, nem saudade, nem o nome sequer" é dita por Ricardo para se referir ao cemitério abandonado. Essa fala, no contexto da narrativa, é uma ironia cruel, pois:

a)

Ele a pronuncia justamente no momento em que a sua vingança se concretiza.

b)

Ele a pronuncia em um momento de profunda tristeza.

c)

Ele a pronuncia para confortar Raquel, que tem medo de morrer.

d)

Ele se refere à sua própria morte.

e)

Ele está se referindo ao seu relacionamento com Raquel.

17.

O que as crianças que brincam de roda no início e no final do conto simbolizam?

a)

A esperança de um futuro melhor.

b)

A beleza e a inocência da vida, que contrastam com a crueldade humana.

c)

O perigo iminente que os personagens estão prestes a enfrentar.

d)

A passagem do tempo, da infância à vida adulta.

e)

A amizade que persiste mesmo em um ambiente desolador.